Em ambientes com recursos limitados (como unidades básicas ...
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Ano: 2026
Banca:
Instituto UniFil
Órgão:
Prefeitura de Congonhinhas - PR
Prova:
Instituto UniFil - 2026 - Prefeitura de Congonhinhas - PR - Médico Clínico Geral - Manhã |
Q4254410
Medicina
Em ambientes com recursos limitados (como
unidades básicas de saúde, hospitais regionais ou
centros de baixa complexidade, onde frequentemente
há escassez de leitos de UTI, ventiladores mecânicos,
exames laboratoriais avançados e medicamentos de
segunda linha), o manejo clínico da sepse representa
um desafio importante e exige adaptações práticas às
recomendações internacionais. Com base nas
melhores evidências disponíveis e nas recomendações
adaptadas para cenários de baixa e média renda
(como as da Surviving Sepsis Campaign, OMS e
consensos regionais), analise as assertivas em relação
ao manejo clínico da sepse nesses contextos e assinale
a alternativa correta.
I. A decisão de transferir pacientes sépticos para unidades de maior complexidade deve considerar estabilidade clínica, disponibilidade de equipe treinada e recursos diagnósticos e terapêuticos.
II. Em pacientes com suspeita clínica de sepse, a antibioticoterapia empírica deve ser iniciada o mais precocemente possível, sem aguardar confirmação laboratorial.
III. Em ambientes com poucos recursos, o qSOFA (sensibilidade alta - maior de 80%) deve ser utilizado como ferramenta inicial de identificação de pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, podendo ser empregado isoladamente para excluir sepse.
IV. A ressuscitação volêmica em pacientes sépticos deve ser individualizada e guiada pela resposta clínica, considerando o risco de sobrecarga hídrica, especialmente em contextos com suporte ventilatório limitado.
I. A decisão de transferir pacientes sépticos para unidades de maior complexidade deve considerar estabilidade clínica, disponibilidade de equipe treinada e recursos diagnósticos e terapêuticos.
II. Em pacientes com suspeita clínica de sepse, a antibioticoterapia empírica deve ser iniciada o mais precocemente possível, sem aguardar confirmação laboratorial.
III. Em ambientes com poucos recursos, o qSOFA (sensibilidade alta - maior de 80%) deve ser utilizado como ferramenta inicial de identificação de pacientes com maior risco de desfechos desfavoráveis, podendo ser empregado isoladamente para excluir sepse.
IV. A ressuscitação volêmica em pacientes sépticos deve ser individualizada e guiada pela resposta clínica, considerando o risco de sobrecarga hídrica, especialmente em contextos com suporte ventilatório limitado.