Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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I. Durante a fase lútea, a produção continuada de progesterona e estradiol produzidos pelo corpo lúteo inibem a produção de gonadotrofinas pela hipófise, impedindo o início de um novo ciclo menstrual.
II. As inibinas A e B exercem retrocontrole negativo sobre a secreção de FSH pela hipófise.
III. A fase folicular, caracterizada pela produção predominante de estradiol e inibina B, tem duração fixa de 14 dias.
Quais estão corretas?
Adolescente de 17 anos de idade, procura atendimento com quadro de amenorreia primária, estatura de 1,58 m, peso de 55 kg, com desenvolvimentos mamários e genital completos, pelos pubianos em estágio P5, introito vaginal normal e ausência de vagina. A ultrassonografia mostra as gônadas intrapélvicas com volumes a direita de 4,5 cm³, a esquerda de 8,0 cm³ e ausência do útero.
Diante deste quadro clínico, pode-se observar que esta paciente possui o cariótipo
Gestante com 15 semanas de gestação refere prurido vulvar e vaginal associado a corrimento esbranquiçado, além de desconforto, disúria e dispareunia. Ao exame ginecológico, observa-se hiperemia vulvar, edema, fissuras e presença de corrimento vaginal esbranquiçado, abundante, de aspecto flocular. O pH vaginal se encontra em torno de 3,5.
Diante desse quadro, qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Gestante de 30 semanas, em rastreio de infecções do último trimestre de gestação, tem a sorologia para sífilis com VDRL negativo, FTa-BS IgG = negativo e IgM = positivo.
Segundo orientações do Ministério da Saúde, diante deste quadro sorológico, a conduta a ser adotada deve ser
Gestante de 32 semanas procura o pronto atendimento com queixa de prurido generalizado há cerca de 2 semanas, mais intenso em extremidades, e relata que há dois dias tem percebido as conjuntivas dos olhos amareladas. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, sinais vitais normais, levemente ictérica e com sinais de escoriações pelo corpo, sem rash cutâneo. A avaliação da vitalidade mostra feto em condições tranquilizadoras e os exames laboratoriais maternos mostram leve aumento da FA, GGT e das BT, as custas da BD.
Diante deste quadro, a hipótese diagnóstica mais provável é a
Gestante de 31 semanas de gestação, com polidrâmnio sem causa aparente, entra em trabalho de parto prematuro, com feto com boa vitalidade.
Diante da necessidade da tocólise para a realização da corticoterapia, o medicamento de escolha é
Gestante de 34 semanas, com 35 anos de idade, antecedentes de duas cesarianas, sendo a última há 10 anos, em ultrassonografia de 30 semanas tem o diagnóstico de placenta percreta, localizada em região ístmica da parede anterior do útero e com feto viável.
Diante desse quadro, a medida terapêutica recomendada é
Gestante de 34 semanas, com 39 anos de idade, multípara, com pré-eclâmpsia nesta gestação a partir de 30 semanas, em uso de alfametildopa, chega ao pronto atendimento referindo dor abdominal abrupta, intensa, associada a hipertonia uterina com início há cerca de 2 horas. Ao exame físico, verifica-se FC = 100/m, PA: 140/90 mmHG, AFU = 30 cm, com BCF = 110/m, colo fechado e ausência de sangramento. A ultrassonografia realizada na urgência mostra feto vivo e hematoma retroplacentário de +/-4 cm de diâmetro.
Diante deste quadro, a terapêutica inicial é
Mulher com 30 anos de idade, com diagnóstico de gravidez ectópica íntegra, em tuba direita, com tumoração de 3,4 cm, com batimentos cardiofetais negativos e B-hCG = 2.510 mUI/m.
A escolha da conduta terapêutica desse caso deve ser