Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

Foram encontradas 11.996 questões

Q410601 Medicina
O câncer do colo uterino apresenta alta prevalência em todo o mundo. Acerca desse tema, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q407746 Medicina
No tratamento da hipertensão grave durante a gravidez deve ser EVITADO o uso de
Alternativas
Q3861018 Medicina
Mulher com 30 anos de idade, nulípara, última menstruação há sete dias, usuária de anticoncepcional hormonal combinado, relata dor em baixo ventre, de forte intensidade. A dor é acompanhada de náuseas e vômitos, tendo o quadro se iniciado há quatro dias, com piora significativa nas últimas 12 horas. Ao exame físico, pressão arterial =110 x 70 mmHg, temperatura = 38,7 oC, abdome com dor intensa à palpação no andar inferior e à descompressão brusca em fossas ilíacas. Ao exame especular, presença de conteúdo amarelado com um pouco de sangue e conteúdo purulento exteriorizando-se pelo orifício do colo uterino. Toque vaginal evidenciando dor à mobilização uterina e à palpação dos anexos, bilateralmente.
Sobre a conduta indicada para a situação descrita, é correto afirmar que:  
Alternativas
Q3861014 Medicina
Mulher, com 25 anos de idade, vem ao Ambulatório de Ginecologia para fazer o seu "preventivo" (sic). Relata ciclos menstruais regulares a cada 28 - 30 dias. Refere que nos dias que antecedem a menstruação sente-se mais inchada, com mastalgia e que, nos dois primeiros dias de fluxo menstrual, sente cólicas.  

Imagem associada para resolução da questão



Ao realizar o exame especular na paciente, o médico visualiza o achado mostrado na figura acima, que é clinicamente compatível com: 
Alternativas
Q3861006 Medicina
Adolescente, 16 anos de idade, vai à consulta ginecológica buscando orientação. Relata estar namorando há três meses, nunca teve atividade sexual, mas pretende começar a ter relações com o namorado em alguns meses.
Considerando a literatura mais recente, qual medida teria maior impacto na prevenção das lesões induzidas pelo papilomavírus humano para a paciente em questão, incluindo o câncer de colo uterino?  
Alternativas
Q3861001 Medicina
Primigesta com 30 anos de idade, 38 semanas de gestação e pré-natal sem intercorrências, é admitida na Maternidade em trabalho de parto. Ao exame físico na admissão, pressão arterial = 100 x 60 mmHg, altura uterina = 35 cm, dinâmica uterina - 2 contrações em 10 minutos, frequência cardíaca fetal = 140 bpm. Ao toque vaginal, colo fino, 3 cm de dilatação, apresentação cefálica, bolsa íntegra. 


Imagem associada para resolução da questão



Analisando a evolução do trabalho de parto, conforme o partograma mostrado acima, a hipótese diagnóstica e a conduta correta, após 10 horas de observação, são, respectivamente: 
Alternativas
Q3860999 Medicina
Paciente com 17 anos de idade, primípara, encontra-se no 7.º dia pós-parto e permanece internada no alojamento conjunto, acompanhando seu recém-nascido, em tratamento de sepse neonatal. Nesse período, a paciente começa a apresentar quadro de insônia, delírios de grandeza, alternados com manifestações paranoides. Diz que ouve vozes e vê sombras que querem pegá-la e trocar seu bebê. Durante o dia, apresenta agitação psicomotora ininterrupta. Ela não apresenta nenhum sintoma associado a infanticídio ou ideário negativo em relação à sua maternidade, mas diz que prefere morrer a ser "pega pelas sombras". A família nega qualquer quadro anterior semelhante.

Baseado na sintomatologia apresentada, o diagnóstico é: 
Alternativas
Q3860996 Medicina
Primigesta, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto há seis horas. Nas últimas três horas, manteve a dilatação cervical de 6 cm, sem que houvesse modificações no colo uterino, que se encontra medianizado e esvaecido em 50%. Quando a paciente foi internada, apresentava três contrações moderadas em 10 minutos. Nas últimas duas horas, tem apresentado dinâmica uterina de duas contrações fracas em 10 minutos. A descida do polo cefálico vem se processando de forma progressiva e agora observa-se que o polo cefálico está no plano zero de De Lee.
Com base no quadro clínico, o diagnóstico e a conduta são:  
Alternativas
Q3860994 Medicina
Secundigesta, com 18 semanas de idade gestacional, comparece à segunda consulta de pré-natal em Unidade Básica de Saúde. Traz resultado de exame de urocultura com mais de 100 mil unidades formadoras de colônias bacterianas por mL. Nega queixas urinárias e febre. Ao exame físico: bom estado geral, corada, hidratada, eupneica, pressão arterial = 120 x 80 mmHg. Exame obstétrico: altura uterina de 17 cm, batimentos cardíacos fetais presentes, rítmicos, 136 batimentos por minutos.
A conduta indicada é: 
Alternativas
Q3860988 Medicina
Mulher com 36 anos de idade, secundigesta, na 27.ª semana de gestação, está realizando pré-natal em Unidade Básica de Saúde. Relata que sua primeira gestação transcorreu de forma tranquila e que seu filho nasceu bem, de parto vaginal, pesando 4.200 gramas. Ao exame físico, nota-se pressão arterial = 120 x 80 mmHg, ausência de edemas. Ao exame obstétrico: altura uterina = 28 cm, batimentos cardíacos fetais = 144 bpm, movimentação fetal presente. Realizou glicemia de jejum na primeira consulta com resultado de 83 mg/dL.
Em relação ao rastreamento do diabetes gestacional, é indicado para esta gestante: 
Alternativas
Q3860986 Medicina
Paciente primigesta, 32 anos de idade, na segunda semana pós-parto, está apresentando quadro de dor na mama esquerda, febre (temperatura axilar = 38.4o C), adinamia, calafrios, o que tem gerado grande dificuldade para amamentar nessa mama. Procurou auxílio na Unidade Básica de Saúde. A médica encontrou no exame físico: mama esquerda com hiperemia, calor e edema no quadrante superior direito, mamilos e aréolas íntegras.
O diagnóstico e a conduta, respectivamente, a serem tomadas pela médica são: 
Alternativas
Q3860974 Medicina
Paciente com 65 anos de idade, menopausa ocorrida há doze anos, comparece ao Pronto-Socorro com história de sangramento vaginal esporádico e leve há sete meses, com piora do sangramento há dois dias, acompanhado de fraqueza e mal-estar. Nega dor pélvica ou outros sintomas. Tem hipertensão arterial sistêmica controlada e obesidade (IMC = 38 kg/m2 ). Ao exame ginecológico verifica-se saída de sangue pelo orifício externo do colo uterino. Traz resultado de colpocitologia oncológica que está normal. Ultrassonografia transvaginal mostra útero de 30 cm3 com eco endometrial de 2 mm de espessura, ovários não visualizados.

A causa mais provável para o sangramento apresentado pela paciente é: 
Alternativas
Q3860969 Medicina
Mulher com 18 anos de idade, solteira, primigesta, decidiu interromper sua gravidez indesejada, procurando uma clínica clandestina de aborto. Após o procedimento, a paciente foi liberada para casa com fortes dores pélvicas. Não procurou atendimento imediato com medo de ser discriminada, ou mesmo presa, por ter feito um aborto ilegal. Após três dias, com febre alta e fortes dores, procurou a Maternidade, onde foi internada com diagnóstico de abortamento infectado. A despeito do tratamento antimicrobiano, o quadro clínico da paciente deteriorou e ela evoluiu em 48 horas para um quadro de abdome agudo. Foi realizada laparotomia exploradora, sendo evidenciadas diversas perfurações em alças intestinais, com presença de material fecaloide e purulento em cavidade peritoneal, sendo a paciente tratada com sutura intestinal e limpeza exaustiva da cavidade. Encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva, a paciente não teve melhora, tendo sido submetida a histerectomia abdominal total dois dias após. No pós-operatório, evoluiu com choque séptico, necessitando da introdução de drogas vasoativas. Permaneceu mais 50 dias internada, evoluindo com insuficiência renal e falência múltipla de órgãos, vindo a falecer 60 dias após a realização do aborto.

Ao analisar esse óbito, o médico responsável pelo Comitê de Prevenção e Controle da Mortalidade Materna deve atestar que 
Alternativas
Q3860964 Medicina
Paciente com 30 anos de idade, primigesta, ao fazer sua ultrassonografia para avaliar a espessura da prega nucal, recebeu o exame com duas fotografias, identificadas e datadas. Uma das fotografias apresenta a face do feto em posição sagital e a outra com a visualização do polo cefálico no corte transversal, demonstrando a ausência da calota craniana e ausência de parênquima cerebral identificável.
Considerando que a paciente não deseja prosseguir com a gravidez, a orientação correta a ser fornecida é que a interrupção da gravidez 
Alternativas
Q3860954 Medicina
Paciente secundigesta, na 35.ª semana de gestação, relata diminuição de movimentos fetais. Informa ainda gestação anterior interrompida na 36.a semana por pré-eclâmpsia. Ao exame, PA = 120 x 80 mmHg, altura uterina = 30 cm, batimentos cardiofetais =140 bpm, dinâmica uterina ausente. Feto em apresentação cefálica, com dorso à esquerda. Toque vaginal = colo longo, posterior e impérvio.
Diante destes dados, a conduta a ser tomada é:
Alternativas
Q3860952 Medicina
Mulher com 25 anos de idade procura Unidade Básica de Saúde para exame ginecológico de rotina. Relata ter iniciado atividade sexual há seis anos e já ter tido quatro parceiros sexuais. Não há alterações visíveis ao exame especular. Nessa oportunidade a paciente é submetida pela primeira vez ao exame de colpocitologia oncológica. Após um mês, retorna com resultado da citologia, que revela a presença de lesão intraepitelial escamosa de baixo grau (HPV e NIC I).
A conduta mais apropriada para essa paciente é a realização de:  
Alternativas
Q3860946 Medicina
Mulher com 35 anos de idade, G2 P1 (parto vaginal há 4 anos), 41 semanas e 2 dias de idade gestacional (corrigida por ultrassonografia realizada no primeiro trimestre), vem à Unidade Básica de Saúde para mais uma consulta de pré-natal. Refere dor nas costas e cansaço. Nega contrações, disúria, perda líquida ou sangramento vaginal. Relata boa movimentação fetal. Ao exame: pressão arterial = 100x60 mmHg, peso = 68 kg, altura uterina = 34 cm, batimentos cardiofetais = 140 bpm, ausência de dinâmica uterina. Toque vaginal = colo grosso, centrado, 2 cm de dilatação, apresentação cefálica.
A conduta indicada é: 
Alternativas
Q3860941 Medicina
Primigesta com 20 anos de idade, 18 semanas de gestação, assintomática, vem para mais uma consulta de pré-natal na Unidade Básica de Saúde trazendo resultado de sorologia para toxoplasmose = IgG reagente e IgM reagente. Desconhece história prévia de toxoplasmose.
A conduta imediata indicada nesta situação é: 
Alternativas
Q3860939 Medicina
Mulher com 25 anos de idade deu entrada no Serviço de Emergência, prostrada, com vômitos. Ao exame físico observou-se hipotensão arterial, febre de 39ºC, defesa na fossa ilíaca direita, distensão e irritação peritonial difusas. O exame ginecológico e o toque retal evidenciaram a presença de dor no fundo de saco posterior à mobilização do colo uterino. A punho percussão lombar era negativa, bilateralmente.
A melhor abordagem para o caso é:
Alternativas
Q3860936 Medicina
Mulher com 32 anos de idade procura ginecologista, queixando-se de irregularidade menstrual e dificuldade para engravidar. As menstruações frequentemente atrasam, chegando a ficar 120 dias sem menstruar. Gesta 1, Para 1, com antecedente de diabetes gestacional na primeira gestação, há oito anos. É sedentária, nega tabagismo e etilismo. Refere ter aumentado cerca de 15 Kg desde o parto. Exame físico: presença de acne facial e hirsutismo, além de Acantose nigricans nas axilas e região nucal. Trouxe resultado de ultrassonografia transvaginal mostrando ovários com volume aumentado e presença de mais de doze folículos, medindo 9 mm em ambos os ovários.
Com base nos dados apresentados, é correto afirmar que a paciente apresenta risco aumentado para: 
Alternativas
Respostas
11301: C
11302: B
11303: C
11304: D
11305: A
11306: C
11307: B
11308: A
11309: B
11310: D
11311: E
11312: C
11313: D
11314: E
11315: C
11316: B
11317: B
11318: E
11319: B
11320: D