Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q1910273 Medicina
Paciente, 23 anos, G1P0A0, em seguimento pré-natal na Unidade Básica de Saúde, mostra-se preocupada acerca da dor durante o trabalho de parto e as formas mais adequadas de seu alívio e aborda seu prenatalista sobre a maneira mais indicada de se conduzir diante desta situação. Identifique a melhor orientação a ser dada. 
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Q1910272 Medicina
A residente B.M.W. chega ao plantão obstétrico em hospital terciário recebendo de seu colega médico, em passagem de plantão, a história da paciente N.A.S.A., 16 anos, primigesta com idade gestacional de 34 semanas, apresentando quadro de elevação dos níveis pressóricos, PA: 160x100mmhg, Auscuta Fetal com BCF: 180bpm, dinâmica uterina ausente, em uso de sonda vesical de demora, sem apresentar diurese nas últimas 3 horas. No momento da passagem do caso, a paciente encontrava-se em uso da 2ª fase de sulfato de magnésio (MgSO4), iniciado no momento de sua internação, motivada pelo quadro descrito em associação com cefaleia occiptal, vômitos persistentes e alterações visuais (escotomas e amaurose). A conduta adequada a ser tomada é: 
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Q1910271 Medicina
Os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) definem cuidado pré-concepcional como “um conjunto de intervenções que visam identificar e modificar riscos biomédicos, comportamentais e sociais para a saúde ou o resultado da gestação por meio de intervenções profiláticas e terapêuticas ” (Johnson, 2006). Dentre os cuidados prestados durante o pré-natal destacam-se o rastreio para a Diabetes Mellitus e a profilaxia desta patologia. Desta maneira, é correto afirmar:  
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Q1910270 Medicina
Gestante, de 29 anos, com 34 semanas de idade gestacional, comparece à emergência preocupada por achar estar com Covid-19, referindo adinamia, congestão nasal e dispneia leve, principalmente ao deitar. Seu exame mostrou saturação de oxigênio de 96% em ar ambiente, frequência respiratória de 23 irpm, temperatura axilar de 37,2 °C e ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares diminuídos nas bases bilateralmente. Marque o item que contém sua hipótese diagnóstica e conduta. 
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Q1910269 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Após o atendimento de dona Benzarina, Vanusa pergunta se você poderia fazer “uma consulta rapidinha” dela. Por Vanusa ser a cuidadora principal de sua mãe, quase não podendo vir à UAPS, e pela própria história clínica de AVC precoce de Vanusa, você acolhe a solicitação dela. Vanusa vem com queixa de sangramento regular, mas intenso, desde menarca, que se intensificou nos últimos 10 anos e passou a ser irregular. Consultando o prontuário, você vê que a USG pélvica transvaginal realizada há seis meses não evidenciou nenhuma alteração estrutural. Você realiza exame ginecológico, sem evidenciar nenhuma lesão vaginal e sem nenhuma alteração em exame especular.


Qual opção terapêutica seria adequada para a queixa de sangramento uterino de Vanusa? 

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Q1910262 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Durante a consulta de pré-natal, Vanessa informa que fuma tabaco, ocasionalmente, e que pretende parar de fumar durante a gestação, mas que vai voltar a fumar após o nascimento da criança.

Considerando a redução de riscos, como orientar uma mulher que amamenta e que faz uso de tabaco?

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Q1910261 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

A revisão do prontuário de atendimentos prévios da Vanessa mostra que exames de pesquisa de anticoagulante lúpico e anticorpo anticardiolipina foram solicitados duas vezes, em intervalo maior que 12 semanas, com resultados persistentemente elevados.


A partir das informações coletadas, assinale a alternativa com risco gestacional de Vanessa.

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Q1910260 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Em seu atendimento com Vanessa, com a finalidade de estabelecer um vínculo com uma paciente com contexto familiar e social tão complexo, você resolve confeccionar um Genograma de Vanessa. 


Imagem associada para resolução da questão


Considerando que o relato da Vanessa trouxe as mesmas informações previamente já passadas pelo Dr. Marcos Júlio, assinale a alternativa que traz uma informação não contemplada pelo Genograma ilustrado na Figura 1. 

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Q1896434 Medicina
Juliana, 31 anos, possui vida sexual ativa há 1 ano. Ela foi à Unidade da Estratégia de Saude da Família (ESF), tendo realizado o exame Citológico, o qual teve como conclusão: Citologia Convencional, satisfatória para fins de diagnóstico. Citologia Inflamatória. Negativo para células neoplásicas. Qual a conduta para a paciente: 
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Q1891683 Medicina
Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. Sobre essa temática, assinale a alternativa CORRETA.
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Q1891682 Medicina
Da mesma forma que a gravidez, o pós-parto – também denominado puerpério – é um período especial na vida de uma mulher e merece algumas considerações específicas. No puerpério podem surgir problemas de saúde ainda relacionados com a gravidez, responsáveis por muitas sequelas e até mesmo mortes de mulheres, provocadas por hemorragias e infecções. Sobre essa fase, analise as assertivas e assinale a alternativa CORRETA. 
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Q1891681 Medicina
As patologias mamárias podem ser agrupadas em vários tópicos, das anomalias do desenvolvimento, passando pelos processos inflamatórios e chegando aos tumores. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1891680 Medicina
O mioma uterino é tumor benigno de evolução lenta que se desenvolve no miométrio, constituído de fibras musculares lisas e tecido conjuntivo, crescendo em forma de nódulos. Sobre esse tema, assinale a alternativa CORRETA. 
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Q1891679 Medicina
Dentre os sinais físicos de gravidez está o sinal de Piskacek. Assinale o item que identifica esse sinal.
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Q1891678 Medicina
M.C.X, 14 anos, solteira, sexo feminino, branca, estudante, veio ao consultório com sua mãe com queixas de feridas dolorosas na vulva, que apareceram há 5 dias, inicialmente na face interna do pequeno lábio direito e, posteriormente, acometeu lábio esquerdo. Nega prurido vulvar e leucorreia. Relatou quadro gripal há 10 dias, com febre e adenomegalia cervical. Menarca aos 12 anos, ciclos menstruais regulares 30/30 dias. Nega sexarca e/ou qualquer tipo de contato íntimo. Calendário vacinal completo, inclusive HPV. Nega sintomas urinários e osteoarticulares.
Ao exame: BEG, hidratada, afebril, orientada, sem edema, normocorada.
Cardiovascular sem alterações.
Ginecológico: presença de úlcera genital única, 1,5 cm em lábio direito com conteúdo purulento e outras 3 úlceras menores, 1,0 cm, em lábio esquerdo com características semelhantes. Hímen aparentemente íntegro.
Exames Complementares: 1. Hemograma, leucograma e plaquetas normais. 2. VDRL não reagente. 3. EAS normal. 4. TSH e T4 livre normais. 5. PCR e VHS normais. 6. Citologia vaginal: alterações benignas. 7. Herpes simples I/II: IgG e IgM não reagentes.8. Marcadores autoimunes sem alterações.

Com base nos dados deste caso clínico, trata-se provavelmente de
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Q1891677 Medicina
Abortamento define-se pela interrupção da gravidez antes de completadas 20 semanas de sua evolução ou quando o produto conceptual eliminado pesa 500 gramas ou menos. Sobre esse assunto, analise as assertivas e assinale a INCORRETA.
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Q1891676 Medicina
Malformações são anomalias ou vícios de desenvolvimento encontrados em diferentes órgãos. No que tange às diversas formas de malformações do aparelho genital feminino, a Síndrome de Rokitansky-Kuster-Hauser, representa 
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Q1891675 Medicina
Endometriose é a localização ectópica de tecido semelhante ao endométrio em órgãos ou estruturas pélvicas e extra-pélvicas. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1891674 Medicina
A Medicina Fetal, sem dúvidas, é indispensável como instrumento ao médico obstetra no diagnóstico e prognóstico de doenças e malformações, permitindo a adoção de medidas precoces que salvam o feto. Sobre as mais variadas técnicas de exame in útero que compõem a Medicina Fetal, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q1891673 Medicina
Analise as afirmações sobre a Doença Hemolítica Perinatal ou Eritroblastose fetal.

I. Somente decorre da incompatibilidade entre mãe e feto dos sistemas Rh e ABO.
II. É uma afecção generalizada que acompanha anemia hemolítica com presença de eritroblastos na circulação periférica do feto.
III. A aloimunização materna pode se dar pela administração de sangue incompatível ou subsecutivamente à gestação de produtos Rh-discordantes.
IV. Todas as frações de anticorpos IgG, IgM e IgA atravessam a placenta, passando para o organismo fetal.
V. A icterícia é grave, instalando-se precocemente, o que faz diagnóstico diferencial com a icterícia fisiológica que normalmente tem início tardio (2º ou 3º dia).

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Respostas
8061: C
8062: B
8063: D
8064: B
8065: C
8066: B
8067: A
8068: B
8069: E
8070: E
8071: B
8072: E
8073: D
8074: D
8075: B
8076: B
8077: A
8078: E
8079: B
8080: C