Questões de Concurso
Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina
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Mulher de 40 anos com queixa de que, após a laqueadura tubária, há cerca de quatro anos, passou a apresentar sangramento genital caracterizado por aumento da menstruação e perda da ciclicidade. Há cerca de quatro meses, vem apresentando piora do quadro, após iniciar o uso de anticoagulante oral, para tratar trombose venosa profunda. Tem antecedentes de três gestações com partos normais. Ao exame ginecológico e ultrassonográfico, verifica-se útero com volume e aspecto normais.
Diante deste quadro, a hipótese diagnóstica mais provável e o tratamento inicial são, respectivamente:
Mulher de 35 anos, sem queixas, procura atendimento para realizar o exame de prevenção de câncer de colo uterino. Ao exame ginecológico, verifica-se corrimento vaginal branco, com odor fétido e bolhoso. Além disso, o colo está friável, sangrante ao toque e com muco amarelo-esverdeado associado à dor a mobilização.
Diante do exposto, as hipóteses diagnósticas são de
Mulher de 30 anos refere corrimento vaginal aumentado, associado à ardência genital. Ao exame ginecológico, encontra-se corrimento branco, abundante, com cheiro azedo, sem bolhas e discreta hiperemia vulvo-vaginal. O teste das aminas é negativo, o pH é ácido, havendo grande aumento dos lactobacilos.
Diante desde quadro, a hipótese diagnóstica clínica é de
Criança de seis anos com queixa de prurido genital crônico, com piora nos últimos seis meses, sem melhora com tratamentos locais. Ao exame físico, encontra-se placa esbranquiçada, liquenificada na parte superior dos grandes e pequenos lábios, onde se observa certa atrofia.
Diante deste quadro, a principal hipótese diagnóstica é:
Adolescente de 14 anos, sem sexarca, com dor hipogástrica aguda e intensa, que apresenta massa anexial complexa de +/- 6 cm com dopplerfluxometria colorida mostrando ausência de vasos periféricos e impedância muito alta ou ausente.
Nesse caso, qual é o diagnóstico mais provável?
Paciente de 27 anos, grávida de oito semanas, encaminhada ao endocrinologista devido a níveis suprimidos de TSH na primeira consulta pré-natal.
Segundo os guidelines da ATA (Associação Americana de Tireoide), sabe-se que:
Uma mulher, de 27 anos de idade, teve uma cesárea há 2 horas. Seu acompanhante notou um sangramento vaginal e chamou a equipe de enfermagem. Na checagem dos sinais vitais, foi constatada uma pressão arterial = 90/50 mmHg e um pulso de 112 = bpm.
Frente a esse quadro, assinale a alternativa correta.
Uma mulher de 34 anos de idade é atendida em prontosocorro com desconforto abdominal, sem sinais de peritonite, com atraso menstrual de 3 semanas. Foi submetida à terceira tentativa de inseminação artificial, recentemente, e apresentava beta-hCG = 3 000 mUI/mL, dosado no dia anterior. O médico solicitou uma ultrassonografia que evidenciou gestação ectópica à esquerda, com saco gestacional bem delimitado, sem batimentos cardíacos fetais e medindo 3 cm.
Diante do quadro atual, qual a conduta apropriada?
Uma gestante, com 28 anos de idade, na 14ª semana de gestação, primigesta, em consulta com equipe de Estratégia de Saúde da Família para avaliação de exames de pré-natal apresenta IgG e IgM reagentes para toxoplasmose, sem resultado de exames prévios. Solicitado teste de avidez de IgG na mesma amostra, com resultado “avidez forte”.
A interpretação do resultado e a conduta são
Mulher, 28 anos de idade, professora, com 2 gestações anteriores, sendo um parto normal e um aborto espontâneo anteriormente. Tem um filho de 7 anos de idade de outro relacionamento. Há 2 anos está casada com homem de 35 anos, sem filhos. Ambos sem antecedentes patológicos significativos. Referem que há vários anos não procuram assistência com a equipe de saúde. O exame físico do casal revelou como únicos achados positivos em relação à mulher: PA = 140 x 85 mmHg e índice de massa corporal de 30 Kg/m2. Exame físico do homem foi normal. Estavam em uso de preservativo e pílula combinada, mas interromperam há 2 semanas. Vão em busca de orientação pré-concepcional.
Nesta situação, está indicado(a)
Uma mulher de 29 anos de idade procura a maternidade com queixa de sangramento vaginal tipo "borra de café". Estava na 32ª semana de gestação, tônus uterino, movimentação e batimentos cardíacos fetais normais. No toque não foi observado sangramento. Gesta 3; para 3. Exames laboratoriais normais. Tipo sanguíneo O negativo e do marido A positivo. Não apresentou cartão pré-natal e não tinha nenhum exame em sua posse.
Diante da situação apresentada, a conduta a ser adotada é