Questões de Concurso Sobre ginecologia e obstetrícia em medicina

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Q3019347 Medicina
Hemorragia Uterina Disfuncional Uma paciente de 36 anos, residente em Queimadas, PB, chega ao pronto-socorro com história de sangramento uterino intenso e irregular nos últimos seis meses. Ela relata ciclos menstruais desregulados, com fluxos prolongados e abundantes, que a deixam anêmica. A ultrassonografia revela um útero de volume aumentado, mas sem miomas ou pólipos visíveis. Considerando a hemorragia uterina disfuncional (HUD) como o diagnóstico mais provável, qual seria a conduta terapêutica mais apropriada?
Quais são as opções de manejo que devem ser consideradas nesta paciente?


1. Introdução de terapia hormonal com progestágenos cíclicos para regularizar o ciclo menstrual e reduzir o sangramento.

2. Administração de ácido tranexâmico durante os dias de maior fluxo menstrual para controlar o sangramento agudo.

3. Avaliação do perfil hormonal da paciente, incluindo dosagens de FSH, LH e prolactina, para excluir causas endócrinas de HUD.

4. Realização de curetagem uterina diagnóstica para excluir neoplasia endometrial em pacientes com sangramento persistente.

5. Indicação de histerectomia como tratamento definitivo em casos de falha no tratamento terapêutico inicial, se houver o desejo de esterilização.


Alternativas: 
Alternativas
Q3019346 Medicina
Dismenorreia Primária e Secundária Uma adolescente de 17 anos em Queimadas, PB, apresenta dismenorréia severa desde a menarca. A dor é intensa a ponto de interferir nas atividades diárias e escolares, e não responde bem aos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Durante a anamnese, a paciente relata histórico familiar de endometriose. A mãe da paciente manifesta preocupação com a possibilidade de infertilidade no futuro.
Qual é a conduta mais apropriada para manejo e diagnóstico diferencial da dismenorreia nessa paciente?

1. Introdução de contraceptivos hormonais combinados como tratamento de primeira linha para a dismenorreia, com o objetivo de suprimir a menstruação.

2. Solicitação de ultrassonografia pélvica para avaliar anormalidades uterinas, como miomas ou adenomiomas.

3. Considerar a realização de laparoscopia diagnóstica para confirmação de endometriose em caso de falha terapêutica inicial.

4. Encaminhamento para fisioterapia pélvica como adjuvante no tratamento da dor. 

5. Aconselhamento sobre mudanças de estilo de vida, incluindo dieta anti-inflamatória e prática regular de exercícios físicos.


Alternativas
Alternativas
Q3019345 Medicina
Doença Inflamatória Pélvica Aguda e Tuberculose Genital Uma paciente de 29 anos em Queimadas, PB, com histórico de múltiplos parceiros sexuais, apresenta febre, dor pélvica intensa e corrimento purulento. O exame físico revela sinais de peritonite e a ultrassonografia transvaginal sugere abscesso tubo ovariano. Suspeita-se de doença inflamatória pélvica (DIP), e o tratamento deve ser iniciado imediatamente. Qual é a conduta terapêutica mais adequada para essa paciente, considerando a gravidade do quadro e a possibilidade de complicações?


1. Iniciar antibioticoterapia de amplo espectro, incluindo ceftriaxona, doxiciclina e metronidazol, por via intravenosa.

2. Realizar drenagem cirúrgica do abscesso tubo ovariano, se não houver melhora clínica após 48 horas de tratamento.

3. Encaminhar a paciente para laparoscopia exploratória caso a resposta ao tratamento clínico seja inadequada.

4. Prescrever a adição de rifampicina ao regime antibiótico, caso haja suspeita de tuberculose genital concomitante, mesmo antes de confirmação laboratorial para evitar agravamentos.

5. Acompanhamento ambulatorial com antibioticoterapia oral após estabilização clínica e alta hospitalar.


Alternativas:
Alternativas
Q3019344 Medicina
Doenças Sexualmente Transmissíveis e Corrimento Genital Em uma campanha de saúde pública em Queimadas, PB, foi detectado um aumento de casos de corrimento vaginal associado à clamídia em mulheres jovens. A maioria das pacientes não apresenta sintomas significativos, o que dificulta o diagnóstico precoce. No entanto, os riscos de complicações como infertilidade e doença inflamatória pélvica são altos.
Quais são as medidas mais eficazes para o diagnóstico e tratamento precoce desta infecção na população afetada?


1. Implementar triagens em massa com testes de amplificação de ácido nucleico (NAAT) em clínicas de saúde pública.

2. Fornecer tratamento empírico com azitromicina em dose única a todas as mulheres sexualmente ativas, independentemente da confirmação laboratorial.

3. Realizar campanhas educativas focadas na prevenção e na importância do uso de preservativos para evitar a transmissão de ISTs.

4. Introduzir um sistema de notificação compulsória para monitorar a prevalência e as tendências de clamídia na comunidade.

5. Disponibilizar aconselhamento e testes gratuitos em locais de alta circulação, como escolas e universidades.


Alternativas:
Alternativas
Q3019343 Medicina
Exames Complementares em Ginecologia Uma paciente de 38 anos, residente em Queimadas, PB, apresenta queixas de dor pélvica crônica e dispareunia. Durante o exame físico, foram identificadas irregularidades uterinas sugerindo a presença de miomas. Diante desse quadro, foi indicado o uso de exames complementares para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento.
Quais exames complementares seriam mais adequados para confirmar o diagnóstico e auxiliar no planejamento terapêutico?


1. Ultrassonografia transvaginal para avaliação detalhada do tamanho, localização e número de miomas.

2. Ressonância magnética pélvica para caracterizar os miomas e avaliar a invasão de estruturas adjacentes.

3. Histeroscopia diagnóstica para visualização direta da cavidade uterina e possível biópsia endometrial.

4. Dosagem sérica de CA-125 para excluir a possibilidade de malignidade associada aos miomas.

5. Biópsia dirigida por imagem para avaliação histopatológica das massas suspeitas.


Alternativas:
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Q3019342 Medicina
Anamnese e Exame Ginecológico Uma paciente de 45 anos, residente em Queimadas, PB, busca atendimento por apresentar sangramento vaginal irregular há três meses, associado a dores pélvicas leves e sensação de peso na região abdominal. Ela também relata antecedentes familiares de câncer de endométrio. Considerando esses fatores, é imperativo conduzir uma anamnese detalhada e um exame ginecológico completo.
Quais são as principais perguntas e procedimentos que devem ser realizados para um diagnóstico diferencial eficiente?

1. Investigar a regularidade dos ciclos menstruais anteriores e a intensidade dos sangramentos atuais.

2. Realizar toque vaginal bimanual para avaliar o tamanho, mobilidade e sensibilidade uterina.

3. Perguntar sobre histórico de uso de contraceptivos hormonais ou terapia de reposição hormonal (TRH).


4. Avaliar a presença de fatores de risco para neoplasias, como idade, obesidade e nuliparidade.

5. Realizar colposcopia e biópsia endometrial para excluir a possibilidade de malignidade.


Alternativas:
Alternativas
Q3019341 Medicina
Anatomia e Fisiologia do Aparelho Genital Durante uma cirurgia de histerectomia total realizada em uma paciente de 55 anos em Queimadas, PB, a equipe cirúrgica enfrenta dificuldades em localizar e preservar os ureteres, que se encontram próximos ao colo do útero. A complexidade do caso exige um conhecimento aprofundado da anatomia do aparelho genital feminino, principalmente em relação à proximidade dos órgãos geniturinários.

Considerando a anatomia pélvica, qual a abordagem mais segura e eficaz para evitar lesões ureterais durante a histerectomia?


1. Realizar a dissecção cuidadosa do ligamento cardinal e do útero sacral, onde os ureteres cruzam as artérias uterinas.

2. Utilizar uma abordagem laparoscópica para visualização direta dos ureteres, minimizando o risco de lesão iatrogênica.

3. Inserir um stent ureteral pré-operatório para facilitar a identificação dos ureteres durante o procedimento cirúrgico.

4. Mobilizar a bexiga previamente à dissecção para obter uma melhor visualização do trajeto dos ureteres.

5. Adotar a técnica de colpotomia posterior como método prioritário na sequência cirúrgica para evitar a proximidade dos ureteres durante a histerectomia.


Alternativas:
Alternativas
Q3014164 Medicina
A candidíase vulvovaginal (CVV) caracteriza-se pela infecção vaginal e vulvar por espécies de cândida. Em relação à CVV, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3014163 Medicina
O uso de varfarina na gestação está formalmente contraindicado: 
Alternativas
Q3014162 Medicina
São intervenções médicas na gestação que devem ser indicadas por ter benefício comprovado:

I. Uso de progesterona vaginal em pacientes com história de parto pré-termo em gestação anterior.
II. Rastreamento e tratamento da vaginose bacteriana em gestantes assintomáticas para prevenção de parto pré-termo.


Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3014161 Medicina
No que se refere à etiologia, aos fatores de risco, ao diagnóstico e ao prognóstico das neoplasias do corpo uterino, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) O tamoxifeno, modulador seletivo do receptor de estrogênio utilizado como tratamento hormonal no câncer de mama, apresenta função agonista no endométrio na paciente pós-menopáusica (que tem baixos níveis de estrogênio) e antagonista na pré-menopáusica (que apresenta altos níveis). Dessa forma, seu uso está associado ao risco de pólipo endometrial, hiperplasia do endométrio e carcinoma endometrial na mulher pós-menopáusica.

( ) A idade igual ou maior que 65 anos está relacionada com melhor prognóstico, uma vez que as mulheres idosas tendem a ter lesões mais bem diferenciadas do que as jovens. Existe, também, uma evidência de disparidade étnica no que se refere ao tempo de sobrevida. Mulheres brancas apresentam menor sobrevida do que mulheres negras de mesma idade, tipo, grau histológico e estádio da doença.
Alternativas
Q3014160 Medicina
São complicações na gestação gemelar:

I. Tranfusão feto-fetal. II. Restrição seletiva do crescimento fetal. III. Óbito de um dos fetos. IV. Gêmeo acárdico.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3014159 Medicina
As gestações acometidas pela aloimunização anti-D são variáveis. A gravidade dessa doença hemolítica pode ser assintomática, como pode apresentar anasarca ou a morte fetal intrautero. Sobre isso, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3014158 Medicina
A prevenção da pré-eclâmpsia (PE) tem sido um objetivo perseguido há muito tempo, pela importância de retardar as manifestações clínicas da doença ou reduzir a sua gravidade. Com relação às medidas de prevenção da pré-eclâmpsia, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2873979 Medicina
Analise as seguintes alternativas sobre a placenta.

I- Placenta increta, protrui à serosa uterina, sendo complicação séria da gravidez.

II- Hematomas pré-placentários são decorrentes de sangramentos fetais. Se massivos, podem receber a denominação de mola de Breuss.

III- O tumor benigno mais comum da placenta é o corioangioma.


É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q2873975 Medicina
Mulher, 31 anos de idade, sexualmente ativa, queixa-se de sangramento vaginal e dor em região pélvica à esquerda de início repentino. Relata que seus ciclos menstruais são regulares, exceto pelo atraso menstrual de 3 (três) dias neste ciclo atual. Utiliza como método contraceptivo o coito interrompido. Realizada a ultrassonografia endovaginal, foi observado anel tubário à esquerda com líquido livre em cavidade abdominal.

Assinale a alternativa CORRETA quanto à hipótese diagnóstica para este caso clínico.
Alternativas
Q2873974 Medicina
Sobre as anomalias mullerianas uterinas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2873967 Medicina
O líquido amniótico (LA) pode ser avaliado pela ecografia, sendo útil para o diagnóstico de diversas patologias.

Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2847997 Medicina

A miomatose uterina é uma condição ginecológica comum que pode afetar a qualidade de vida das mulheres. Qual é uma característica típica dos miomas uterinos?

Alternativas
Q2847996 Medicina

O câncer do colo do útero é uma das neoplasias malignas mais prevalentes entre as mulheres. Qual é o principal fator de risco para o desenvolvimento do câncer do colo uterino? 

Alternativas
Respostas
4481: A
4482: E
4483: A
4484: D
4485: C
4486: E
4487: D
4488: D
4489: A
4490: A
4491: A
4492: D
4493: B
4494: C
4495: A
4496: E
4497: C
4498: D
4499: C
4500: B