Questões de Concurso
Sobre gastroenterologia em medicina
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Paciente do sexo feminino, de sessenta e três anos de idade, apresentava empachamento e desconforto abdominal semelhante à cólica de caráter frequente e que cedia sem necessidade de analgesia. Durante a investigação diagnóstica, ela foi submetida a exame laboratorial e ultrassonografia abdominal total. Os resultados dos exames laboratoriais não apresentaram anormalidades. Contudo, a ultrassonografia mostrou a presença de cisto de 4 cm de diâmetro na cabeça do pâncreas. Procedeu-se, então, à realização de tomografia computadorizada de abdome com contraste, pela qual se identificou cisto pancreático de 4 cm de diâmetro de superfície regular, com múltiplos pequenos cistos no seu interior, espesso estroma fibroso, sem comunicação com ducto pancreático principal e com calcificações esparsas próximas da periferia do cisto.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
O exame adequado para determinar a malignidade do
cisto pancreático é a ultrassonografia endoscópica, sendo
dispensável a análise citológica e a medida da concentração de
marcadores tumorais.
Paciente do sexo feminino, de sessenta e três anos de idade, apresentava empachamento e desconforto abdominal semelhante à cólica de caráter frequente e que cedia sem necessidade de analgesia. Durante a investigação diagnóstica, ela foi submetida a exame laboratorial e ultrassonografia abdominal total. Os resultados dos exames laboratoriais não apresentaram anormalidades. Contudo, a ultrassonografia mostrou a presença de cisto de 4 cm de diâmetro na cabeça do pâncreas. Procedeu-se, então, à realização de tomografia computadorizada de abdome com contraste, pela qual se identificou cisto pancreático de 4 cm de diâmetro de superfície regular, com múltiplos pequenos cistos no seu interior, espesso estroma fibroso, sem comunicação com ducto pancreático principal e com calcificações esparsas próximas da periferia do cisto.
Considerando esse caso clínico, julgue o item que se segue.
Os resultados obtidos na tomografia computadorizada da paciente indicam baixa possibilidade de ela ser portadora de neoplasia intraductal papilar mucinosa.
Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
Um homem de sessenta anos de idade, portador de hepatite C crônica diagnosticada havia vinte anos, refratária a tratamento prévio com Interferon e Ribavirina, foi atendido em ambulatório sem sinais clínicos e laboratoriais de insuficiência hepática. Ao ser indagado, negou histórico de hipertensão ou diabetes e disse que, havia cinco anos, não fazia mais uso de álcool e cigarro. O paciente informou que, dado o quadro de ansiedade, fazia uso de paroxetina e que, havia cerca de um mês, apresentava dor em membros inferiores, de forte intensidade, com aumento progressivo. De acordo com o relato do paciente, o médico foi informado, ainda, de episódio de proeminência dolorosa da veia orbitária, com resolução espontânea após uma semana, e piora das crises de dor em MMII, refratária a AINES e dipirona. Na investigação clínica, os resultados dos exames do paciente apresentaram as seguintes alterações: fator reumatoide = 1980 UI\ml; C3 = 4 mg\dL; pico policlonal de α 1 e β globulinas na eletroforese de proteínas com imunofixação; pesquisa de crioglobulinas positiva; elastografia hepática com grau 2\3 (F2\F3) de fibrose.
No que se refere ao caso clínico precedente, julgue o item que se segue, em relação à hepatite C e suas complicações.
Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
A profilaxia secundária de ressangramento deve ser feita com
terapêutica endoscópica e medicamentosa.
Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
A profilaxia primária de sangramento digestivo proveniente
de varizes de médio e grosso calibre deve ser feita com
betabloqueadores não seletivos (propanolol ou nadolol), além
de carvedilol, ou tratamento endoscópico (ligadura elástica).
Com relação ao manejo da hemorragia digestiva alta varicosa, julgue o item subsecutivo.
Na admissão hospitalar de pacientes com doença hepática avançada, é recomendado iniciar antibioticoprofilaxia com ceftriaxona endovenosa.
As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
A abordagem cirúrgica das lesões do terço inferior do esôfago
deve ser por toracotomia no sexto espaço intercostal esquerdo
As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
As lesões esofágicas cervicais comumente são mais graves que
as do segmento torácico ou abdominal.
As lesões traumáticas do esôfago têm causas variadas, e alguns fatores são determinantes para que haja bons resultados na sua abordagem, como localização da lesão e precocidade no diagnóstico e na implementação da terapêutica. Com relação a lesões traumáticas do esôfago, julgue o item subsecutivo.
O esofagograma contrastado é um exame usado de rotina no diagnóstico dessas lesões.
A hérnia da parede abdominal é uma patologia eminentemente cirúrgica, com uma prevalência bastante grande no ser humano, e o seu tratamento varia de acordo com a área em que está localizada. Julgue o item que se segue, relativo à hérnia da parede abdominal.
A presença de constipação crônica e prostatismo contraindicam o tratamento conservador para essas hérnias.
A hérnia da parede abdominal é uma patologia eminentemente cirúrgica, com uma prevalência bastante grande no ser humano, e o seu tratamento varia de acordo com a área em que está localizada. Julgue o item que se segue, relativo à hérnia da parede abdominal.
O efeito deletério do tabagismo sobre o metabolismo do
colágeno é um fator de risco para o aparecimento
dessas hérnias.
A hérnia da parede abdominal é uma patologia eminentemente cirúrgica, com uma prevalência bastante grande no ser humano, e o seu tratamento varia de acordo com a área em que está localizada. Julgue o item que se segue, relativo à hérnia da parede abdominal.
A dor crônica é um tipo de complicação do tratamento
cirúrgico dessas hérnias.
A hérnia da parede abdominal é uma patologia eminentemente cirúrgica, com uma prevalência bastante grande no ser humano, e o seu tratamento varia de acordo com a área em que está localizada. Julgue o item que se segue, relativo à hérnia da parede abdominal.
O uso de telas no tratamento da referida hérnia não modifica a
incidência das recidivas.
Em 1989, iniciaram-se estudos aprofundados sobre a síndrome compartimental abdominal (SCA), uma complicação grave de certos estados patológicos, que pode causar morbidade e mortalidade significativas aos pacientes. Acerca da SCA, julgue o item seguinte.
O trauma abdominal fechado é a causa mais comum de SCA.
Em 1989, iniciaram-se estudos aprofundados sobre a síndrome compartimental abdominal (SCA), uma complicação grave de certos estados patológicos, que pode causar morbidade e mortalidade significativas aos pacientes. Acerca da SCA, julgue o item seguinte.
A mensuração da pressão intravesical é um método-padrão
para a avaliação da pressão intra-abdominal.