Questões de Concurso
Comentadas sobre gastroenterologia em medicina
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O(s) método(s) não invasivo(s) atualmente privilegiado(s) é (são):
I. Fístula retal. II. Mucosa inflamada de forma contínua sem áreas poupadas de permeio. III. Lesões semelhantes às do cólon da mucosa oral até o reto. IV. Acometimento transmural da mucosa colônica.
São portadores de colite ulcerativa e doença de Crohn, respectivamente, os pacientes:
A melhor abordagem terapêutica para esse paciente é:
A próxima etapa terapêutica mais apropriada para o tratamento desse paciente deve ser:
A melhor conduta para esse paciente é:
A melhor hipótese diagnóstica para essa paciente é:
(__)É caracterizada por infiltrado inflamatório no interstício renal.
(__)A nefrite tubulointersticial pode ser dividida arbitrariamente em tipos agudo e crônico.
(__)A nefrite intersticial crônica é persistente e, com o tempo, reduz o número de néfrons em funcionamento, circundando-os e comprometendo sua integridade com fibrose reversível.
(__)A nefrite intersticial crônica primária pode ser causada apenas por processos tóxicos e metabólicos.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A DII ocorre em todo o mundo, mas a maior incidência é encontrada na América do Norte, Reino Unido e norte da Europa.
(__)Embora o fator deflagrador ("gatilho") da DII não seja conhecido, somente duas vias principais provavelmente ativam o processo: predisposição genética e um gatilho ambiental.
(__)Os micróbios provavelmente participam no desenvolvimento da DII. Em vários modelos animais de colite, a colite se desenvolve em um ambiente estéril, mas pode ser induzida após a introdução de bactérias comensais.
(__)Os sintomas da doença inflamatória intestinal são variados e podem ser uma consequência da localização da doença, da duração da doença e de quaisquer complicações anatômicas da doença, como estenoses e fístulas na doença de Crohn.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
A estenose do esôfago decorrente do refluxo causa dificuldade progressiva para engolir alimentos sólidos.
A esofagite erosiva pode causar a odinofagia e, em alguns casos, sangramentos que podem ser vomitados ou passar através do sistema digestivo, resultando em fezes enegrecidas ou com sangue vermelho vivo.
O diagnóstico da referida doença é feito com base apenas no resultado da pHmetria esofágica.
A irritação prolongada do esôfago faz com que as células que o revestem sofram alterações, o que resulta em um quadro clínico chamado esôfago de Barrett, indicando sempre a presença de células cancerosas.
O refluxo ocorre quando há um funcionamento inadequado do músculo anelar, que normalmente impede que o conteúdo gástrico retorne ao esôfago.
A amebíase é uma infecção intestinal causada por nematódeos, constituindo um quadro gastrointestinal agudo caracterizado por náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e flatulência, e sua transmissão ocorre pela ingestão de alimentos contaminados com ovos e larvas dos parasitos.
I - Tacrolimo é administrado por via intramuscular. Esse medicamento tem sido administrado como um tratamento de curto prazo às pessoas cuja colite ulcerativa é difícil de controlar quando começam o tratamento com azatioprina e mercaptopurina. O tacrolimo pode ajudar a pessoa a permanecer em remissão e até a cura da doença.
II - Infliximabe, que é derivado de anticorpos monoclonais ao fator de necrose tumoral (chamado inibidor do fator de necrose tumoral ou inibidor do TNF) e é administrado por via intravenosa, é benéfico para algumas pessoas com colite ulcerativa. Esse medicamento pode ser administrado a pessoas que não respondem a corticosteroides ou que desenvolvem sintomas sempre que as doses de corticosteroides são reduzidas, apesar do regime ideal de outros medicamentos imunomoduladores. Infliximabe, adalimumabe e golimumabe são benéficos para pessoas com colite ulcerativa cujo tratamento é difícil ou para pessoas que dependem de corticosteroides.
III - Ustequinumabe é outro tipo de agente biológico administrado a pessoas que apresentam colite ulcerativa moderada a grave que não responderam aos inibidores do TNF ou a outros medicamentos imunomoduladores ou que não conseguem tolerar esses medicamentos. A primeira dose é administrada por via intravenosa, e posteriormente as doses serão administradas por meio de injeções sob a pele a cada oito semanas. Os efeitos colaterais incluem reações no local da injeção (dor, vermelhidão, inchaço), sintomas gripais, calafrios e dor de cabeça.