Questões de Concurso Sobre farmacologia e anestesiologia em medicina

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Q1910279 Medicina
MSS, 38 anos, G5P4A0, IG 40 semanas, apresentando polidrâmnio é admitida no centro obstétrico com feto cefálico, 3 contrações 50 segundos em 10 minutos, colo com 7 cm dilatação, bolsa das águas íntegras. Com relação às medidas de prevenção da hemorragia pós-parto (HPP), nesta paciente, qual a afirmativa correta? 
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Q1910272 Medicina
A residente B.M.W. chega ao plantão obstétrico em hospital terciário recebendo de seu colega médico, em passagem de plantão, a história da paciente N.A.S.A., 16 anos, primigesta com idade gestacional de 34 semanas, apresentando quadro de elevação dos níveis pressóricos, PA: 160x100mmhg, Auscuta Fetal com BCF: 180bpm, dinâmica uterina ausente, em uso de sonda vesical de demora, sem apresentar diurese nas últimas 3 horas. No momento da passagem do caso, a paciente encontrava-se em uso da 2ª fase de sulfato de magnésio (MgSO4), iniciado no momento de sua internação, motivada pelo quadro descrito em associação com cefaleia occiptal, vômitos persistentes e alterações visuais (escotomas e amaurose). A conduta adequada a ser tomada é: 
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Q1910267 Medicina

Considere o caso clínico abaixo e os personagens nele ilustrados, para responder à questão.


Após ser aprovado e ingressar no Programa de Residência Médica em Medicina de Família e Comunidade, você é direcionado para uma Unidade de Atenção Primária à Saúde (UAPS) para ser recebido pelo médico preceptor da Unidade. Em sua primeira participação de reunião de equipe, uma das agentes comunitárias de saúde (ACS) da equipe do médico preceptor traz o relato de uma gestante de sua microárea que não procurou a Unidade de Saúde para começar o pré-natal. A gestante era Vanessa e ela era antiga conhecida da equipe, porque seu finado pai, Seu Odair, fora uma liderança comunitária e era muito querido por todos. Vanessa tinha a primeira consulta de pré-natal agendada para o primeiro horário depois da reunião de equipe. Dr. Marcos Júlio, seu preceptor, relata que Vanessa nunca teve boa relação com os pais e saiu de casa cedo, passando a morar, aos 14 anos, na casa de Ubiratan, seu primeiro parceiro. Após alguns anos morando juntos, Vanessa engravidou e chegou a ser acompanhada pela UAPS no pré-natal, mas teve perda gravídica com aproximadamente 12 semanas de seguimento. Durante esse acompanhamento pré-natal, a equipe ficou ciente de que Vanessa vivia em contexto de violência doméstica, mas continuava vivendo com Ubiratan, porque não aceitava voltar para a casa dos pais. Por volta de seus 24 anos, Vanessa teve episódio de hemiplegia desproporcional em dimídio esquerdo, desvio de rima labial e disartria, enquanto trabalhava em uma casa como diarista. Foi levada à urgência e hospitalizada. Durante hospitalização, confirmou-se um infarto cerebral. A família de Vanessa possui histórico de AVCs em idades precoces: Vanusa apresentou episódio de AVC durante uma de suas gestações e dona Benzarina teria apresentado o primeiro AVC antes da menopausa. Segundo a Assistente Social do hospital em que Vanessa ficou internada por quase dois meses, Ubiratan nunca teria realizado uma visita, mas Edberto, um ex-namorado, foi companhia assídua. Após a alta hospitalar, Vanessa descobriu que Ubiratan estava vivendo com outra mulher e se mudou para casa de Edberto, que a acolheu, a despeito da não-aceitação do pai de Edberto, Seu Eduardo. Depois de seis anos morando juntos, Vanessa engravidou novamente, mas não procurou a UAPS. A ACS fazia visitas domiciliares na mesma rua em que Edberto e Vanessa moram, quando viu Vanessa, já com barriga gravídica, varrendo a calçada. Após breve conversa, a ACS agenda atendimento para Vanessa na UAPS.

Ainda na consulta de Edberto, foi verificada glicemia capilar em jejum de 158 mg/dl, e o mesmo questiona o significado clínico desse achado. Corretamente, você responde que a glicemia capilar ainda não está validada para diagnóstico, mas a glicemia capilar alterada sugere alteração no exame de glicemia sérica plasmática. Vendo que não constam exames prévios no prontuário de Edberto, você, então, solicita exames laboratoriais para avaliação metabólica e agenda o retorno. Após um mês, Edberto retorna com os exames complementares, que trazem glicemia de jejum de 160 mg/dl, HbA1c = 8,0%, Colesterol Total = 270 mg/dl, HDL = 30 mg/dl, Triglicerídeos séricos = 300 mg/dl. Não havia alterações em eletrólitos, nem alterações sugestivas de nefropatia diabética ou doença coronariana isquêmica. Assinale a alternativa que contempla a opção terapêutica adequada quanto à hiperglicemia.
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Q1910259 Medicina

Considere o caso clínico “Edmilson e Iraneide” abaixo para responder à questão.


Durante seu turno de atendimento médico de demanda programada na sua UBS, a agente comunitária de saúde Edinancir, de uma de suas microáreas, vem falar com você. Edinancir pede que você abra uma vaga de atendimento extra, porque ela conseguiu convencer Edmilson a voltar para o Posto para reiniciar o tratamento de Tuberculose Pulmonar. Edmilson tem 30 anos, é auxiliar de pedreiro e solteiro. Ele é tabagista e também etilista diário, mas está motivado a mudar depois que conheceu Iraneide, há um mês. Edmilson abandonou um tratamento prévio de Tuberculose há 02 anos, após quatro meses de tratamento. Edmilson passou um ano e meio assintomático, mas há 06 meses as tosses voltaram e há 02 meses passou a ter episódios de febre. Você consulta Edmilson, solicita a baciloscopia de escarro, prescreve a RHZE para começar no dia seguinte, após a segunda coleta de escarro. Considerando o abandono prévio, você solicita um retorno quinzenal nos primeiros dois meses de tratamento.

Em uma de suas consultas com Edmilson, ele pergunta se pode conversar sobre outro problema. Considerando o cuidado integral, você explora essa nova demanda. Edmilson relata que namora Iraneide há três meses, e estava tudo bem, porém sua ex-namorada o procurou há 1 semana, e ele acabou se relacionando sexualmente com a mesma. Desde então, evoluiu com corrimento uretral. Relata ainda que nesse período, não teve relação sexual com Iraneide. Você orienta quanto ao diagnóstico e riscos e Edmilson indaga sobre o tratamento. Assinale a alternativa com a opção terapêutica adequada. 
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Q1910240 Medicina
Uma menina de 6 anos é trazida à Unidade Básica de Saúde com tosse persistente e cansaço há 48 horas e febre há 24 horas. Os pais referem que é o terceiro episódio este ano. Fez uso de nebulizações com 2 gotas de salbutamol, xarope para tosse e amoxicilina, repetindo receita anterior. Pais com sintomas compatíveis com Rinite Alérgica. Qual o diagnóstico dessa paciente? 
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Q1910234 Medicina
Paciente lactente de 1 ano e dois meses foi levado ao ambulatório de Puericultura com quadro de lesões papulares eritematosas pruriginosas e vesículas disseminadas em palmas das mãos, plantas dos pés, nos espaços interdigitais, antebraço, axilas e região glútea. Mãe nega febre ou outros comemorativos e relata estar apresentando quadro de prurido corporal há 3 semanas. Nega contato do paciente com animais. De acordo com o quadro clínico exposto, qual o diagnóstico e tratamento? 
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Q1910226 Medicina

Homem de 22 anos queixa-se de febre baixa e tosse seca, há 2 semanas, e nos últimos dias tem tido expectoração mucoide discreta. Refere que ha 24 horas apresenta dispneia, mesmo em repouso. Ao exame: estado geral comprometido, anictérico, hipocorado 1+/4+, dispneico (frequência respiratória = 32 irpm). Presença de placas esbranquiçadas recobrindo palato e língua. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular universal sem ruídos adventícios. SatO2 em ar ambiente: 90%. Exames iniciais: Hb 10,0 g/dL Leucócitos 5.200/mm3 Plaquetas 165.000/mm3 Desidrogenase láctica 672 U/L (VR = 140-271 U/L) TGO 20 U/L TGP 32 U/L Rx de tórax: tênue infiltrado intersticial peri-hilar bilateral; Teste rápido para HIV: reagente.


Qual a conduta terapêutica recomendada para a principal hipótese diagnóstica deste caso? 

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Q1910225 Medicina

Mulher de 30 anos procura atendimento no posto de saúde devido a episódios de cefaleia holocraniana em aperto, desde os 20 anos. Durante os episódios, a paciente deixa de fazer atividades cotidianas, assim como prefere ficar em seu quarto com janela fechada e sem barulho. Ao tentar fazer atividade física durante os episódios, relata piora dos sintomas com dor pulsátil em região temporal. Nega vômitos durante os episódios. Se não tomar analgésicos, a paciente refere que fica até dois dias com dor. Faz uso de paracetamol 1 grama durante os episódios e, em algumas ocasiões, faz uso deste medicamento mais de duas vezes ao dia . Nos últimos meses, apresenta em média 8 crises ao mês. É portadora de Asma e tem exame físico e neurológico normais.

Qual das medicações a seguir deve ser utilizada na paciente acima para diminuir a ocorrência de crises de cefaleia?

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Q1910224 Medicina

Mulher, 56 anos, hipertensa e diabética chegou na emergência referindo palpitação e taquicardia há 3 dias. Refere episódios semelhantes, esporadicamente, que costumam melhorar espontaneamente, porém o episódio atual não melhorou, procurando então a emergência. Chegou com pressão arterial = 120 x 80 mmHg, frequência cardíaca = 140 batimentos por minuto e o eletrocardiograma está abaixo.


Imagem associada para resolução da questão

Conferir figura correspondente com melhor resolução no anexo (FIGURA 2)


Qual é a melhor conduta para essa paciente?

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Q1910222 Medicina

Homem, 33 anos, obeso, etilista, hipertenso em uso de hidroclorotiazida, com história de alta hospitalar, há 24 horas, após colecistectomia, procura UPA com relato de dor intensa e alodínia em hálux esquerdo há 3 horas. Ao exame: Estado Geral Regular, fácies de dor, T:37,9º; abdome flácido e ferida operatória sem sinais flogísticos; sistema osteo-articular: edema, rubor e dor à movimentação de hálux (vide imagem). 


Imagem associada para resolução da questão

Conferir figura correspondente com melhor resolução no anexo (FIGURA 1)


Que conduta está indicada neste momento? 

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Q1910221 Medicina
Paciente masculino, 45 anos, dá entrada na emergência com hematêmese volumosa, inédita, associada à lipotimia. O mesmo encontra-se em acompanhamento por cirrose de etiologia alcoólica e coronariopatia mas não vem em uso de medicações. A equipe de plantão iniciou ressuscitação volêmica e foi realizada endoscopia que mostrou varizes de médio calibre sangrantes. Qual das opções abaixo descreve a medida mais adequada a ser realizada nesse momento?  
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Q1910220 Medicina

Mulher, 70 anos, é trazida por familiares à emergência com história de cinco dias de tosse seca e três dias de queda do apetite e apatia intensa. Tem história de insuficiência cardíaca congestiva. Apresenta-se alerta, sem taquidispneia e SpO2: 96% em ar ambiente. Normotensa e afebril. Ausculta cardíaca com ritmo regular em 2 tempos e Fc: 90 bpm. Ausculta respiratória com crepitações bibasais mais intensas, à direita. O hemograma não mostra anemia, nem plaquetopenia e leucograma com 12.000/mm3 sem desvios. Proteína C reativa 6,0 (normal até 0,5), Glicemia 110 mg/dl, Ureia de 40 mg/dl , Creatinina 0,8 mg/dl, Sódio 133 mEq/L, Potássio 3,9 mEq/L Swab nasal com painel viral negativo (SARS-Cov 2, Influenza, VSR e Rinovírus). A radiografia de tórax em PA é mostrada na figura abaixo. 


Imagem associada para resolução da questão


Neste contexto, e considerando o diagnóstico mais provável, a abordagem de escolha para essa paciente seria: 

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Q1910217 Medicina
Mulher de 50 anos, moradora de Fortaleza, sem comorbidades, procura pronto-socorro referindo quadro iniciado há 5 dias de febre alta, cefaleia, mialgia e dor retrorbitária. Embora a febre tenha desaparecido após o terceiro dia de doença, desde esta manhã relata exantema difuso e pruriginoso e dor abdominal mal definida, que não cede com analgésicos comuns. Ao exame: Estado geral regular; Peso: 75 Kg. Pele: exantema máculo-papular difuso com “ilhas" de pele normal; Pressão arterial: deitada = 130 x 80 mmHg, sentada = 118 x 76 mmHg; Prova do laço: positiva; Abdome: semigloboso, flácido, moderadamente doloroso à palpação profunda em epigastro, mesogastro e hipocôndrio direito. Ruídos hidroaéreos presentes. Extremidades: boa perfusão periférica, sem edemas. Considerando a principal hipótese diagnóstica para o caso, que conduta terapêutica imediata deve ser tomada?
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Q1910216 Medicina
Paciente feminina, 25 anos, em acompanhamento por asma, desde a adolescência, no momento em uso de Budesonida inalatória 400 mcg duas vezes ao dia. Vem apresentando tosse e sibilância que cessam com o uso de salbutamol inalatório, pelo menos três vezes por semana, nos últimos quatro meses. Refere que neste período acordou 2 vezes à noite com crise de asma. Negou fatores precipitantes ou exposições ambientais relevantes ou novas. Neste contexto, a estratégia terapêutica preferencial seria: 
Alternativas
Q1910213 Medicina
Homem de 35 anos apresenta quadro de tosse produtiva com expectoração amarelada, há 2 dias, associada a febre. Ao exame físico, apresenta crepitações em base direita, estado confusional, pressão arterial 80x50mmHg e frequência respiratória de 26irpm. Radiografia de tórax evidencia infiltrado alveolar em base direita. Qual o tratamento inicial mais adequado para esse caso clínico? 
Alternativas
Q1910212 Medicina
Homem de 70 anos, hipertenso de longa data, é admitido na emergência com dispneia aguda. Ao exame físico, apresenta pressão arterial de 220x120mmHg e crepitações pulmonares bilaterais em dois terços inferiores. Considerando o diagnóstico mais provável, quais medicamentos dentre os listados abaixo, devem ser prescritos, prioritariamente.
Alternativas
Q1910211 Medicina

Homem de 70 anos, viúvo, aposentado e alcoolista diário, vai à consulta médica para acompanhar Hipertensão Arterial Sistêmica e Diabetes anteriormente conhecidas e controladas. Durante a consulta, fica evidente humor deprimido constante, fala em volume baixo e pouco espontâneo. Relata perda do interesse na convivência com os netos e nos jogos de futebol que costuma acompanhar, insônia intermediária, perda de peso involuntária por redução do apetite, e ideias de que é um fardo para a família. Tem ideia de morte, achando que pode ser um alívio, inclusive com pensamentos sobre suicídio, mas sem planejamento no momento.

Qual a opção correta em relação ao manejo do paciente no contexto descrito acima?

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Q1910210 Medicina

Homem, 70 anos, vem em consulta ambulatorial queixando-se de dispneia progressiva nos últimos 2 meses e, agora, em repouso. Relata também edema de membros inferiores e acorda com falta de ar durante a noite. É hipertenso e obeso. Fez um ECG, que revelou sinais de sobrecarga ventricular esquerda e um ecocardiograma, com FEVE = 65%, disfunção diastólica, pressão sistólica na artéria pulmonar de 40mmHg e sinais de aumento de pressões no enchimento do VE (E/e’ > 9). Está em uso de Losartana 50mg 2 vezes ao dia e Hidroclorotiazida 25mg cedo. Ao exame físico: PA = 150 x 90mmHg, FC = 80bpm, crepitações pulmonares em terço inferior bilateralmente, ausência de sopros cardíacos, edema de membros inferiores de 2+/4+. LEGENDA: VE = Ventrículo Esquerdo; FEVE = Fração de Ejeção do VE

Qual é sua conduta inicial? 

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Q1910205 Medicina
Um paciente cirrótico de 56 anos é admitido na emergência com hematêmese importante. Os exames detectaram uma queda de hemoglobina de 14g/dl (referência de exame realizado 1 mês atrás) para 6g/dl. Inicialmente, foi realizada a reposição volêmica e medicado com inibidor de bomba de prótons, vasopressina e vitamina K. Aparentemente, apresenta uma remissão do sangramento e uma endoscopia foi solicitada. Qual das seguintes fontes de sangramento apresenta maior risco de recorrência da hemorragia para esse paciente?
Alternativas
Q1910202 Medicina
Paciente de 27 anos vem evoluindo há 3 dias com disúria e hematúria. Há cerca de 24h, houve piora do quadro com febre elevada, e calafrios. Deu entrada na emergência com os seguintes parâmetros: PA 80x50mmHg, FC: 120bpm. Qual a melhor conduta, nesse caso?
Alternativas
Respostas
5661: A
5662: B
5663: B
5664: C
5665: B
5666: B
5667: A
5668: A
5669: C
5670: B
5671: B
5672: D
5673: A
5674: C
5675: A
5676: D
5677: A
5678: D
5679: B
5680: C