Questões de Concurso
Sobre farmacologia e anestesiologia em medicina
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( ) Paciente de 55 anos, cardiopata, está sendo submetido a hernioplastia inguinal, por alguns minutos o anestesista sai da sala e o cirurgião solicita que seja mudado a posição da mesa, logo em seguida o paciente inicia com queixa de dor anginosa e o eletrocardiograma evolui com sinas de isquemia miocárdica. A provável posição que o paciente foi colocado é em decúbito dorsal associado a cefalodeclive.
( ) No cefaloaclive, se a pressão arterial sistêmica se mantiver normal, a pressão de perfusão cerebral aumentará conforme o grau de elevação da cabeça.
( ) No decúbito ventral com cefalodeclive associado, ocorrerá congestão facial e no pescoço. Rodando a cabeça, altera-se a perfusão arterial e a drenagem venosa intra e extracraniana. O edema conjuntival é frequente por acúmulo de fluido extravascular.
( ) As lesões perioperatórias de nervos periféricos ocorre mais comumente no nervo ulnar, seguido do plexo braquial.
( ) A dor lombar pode ser agravada pelo relaxamento ligamentar que ocorre com a anestesia peridural, subaracnóidea ou geral. A incidência de dor lombar após cirurgias não está relacionada ao tempo cirúrgico.
A sequência correta de cima para baixo é:
O conhecimento da fisiologia cardíaca bem como a monitorização cardíaca faz parte do dia-a-dia do anestesista, sobre isso qual alternativa correta?
Embora os benefícios do uso de anticoncepcionais hormonais orais (ACHOs) superem os riscos, na maioria das pacientes com SOP (síndrome dos ovários policísticos) têm sido levantadas preocupações sobre potenciais efeitos adversos dos ACHOs.
Em relação aos riscos do uso de ACHOs, assinale a alternativa correta.
M.B.V., 63 anos, casada, sem queixas relacionadas à menopausa, encaminhada pelo clínico para a interrupção da terapia hormonal que usa há cerca de 11 anos. Histerectomizada. Menopausa aos 52 anos, apresentou, por 1 ano, fogachos, distúrbio do sono e do humor, ressecamento vaginal e diminuição de libido. Recebeu estrogênio conjugado via oral com alívio total dos sintomas. Após 1 ano: terapia suspensa pelo ginecologista. Fogachos e piora do sono retornaram. No quinto mês após a suspensão, a terapia hormonal foi reintroduzida, com alívio completo do quadro. Dois anos após, a terapia oral foi substituída pela terapia transdérmica. Paciente é hipertensa, controlada com medicação. IMC: 30 kg/m2. Exames laboratoriais sem alterações.
Em relação a esse caso, assinale a alternativa correta.
Paciente de 68 anos, em acompanhamento por doença de Parkinson há 10 anos, em uso atualmente de levodopa, na dose de 250 mg, três vezes ao dia; pramipexol, na dose de 1 mg, três vezes ao dia; e amantadina, na dose de 100 mg, duas vezes ao dia.
Nesta consulta, passou a queixar-se de rigidez e piora dos sintomas antes da próxima dose do medicamento.
Qual a melhor conduta na presença deste fenômeno de wearing-off?
O caso clínico a seguir refere-se à questão.
Paciente, 41 anos, sexo masculino, com histórico de depressão, hipertensão arterial estágio 1, tabagismo e obesidade grau 1, encaminhado no pós-operatório de cirurgia de colecistectomia videolaparoscópica eletiva para UTI devido à presença da taquiarritmia detectada na monitorização cardíaca intraoperatória sem repercussão hemodinâmica, conforme segue:

Homem de 47 anos de idade é avaliado em consulta de rotina. Ele tem hipertensão e faz uso de enalapril (20 mg, de 12/12 horas). Não há tabagismo, etilismo, diabete melito, nefropatia, doença cerebrovascular ou insuficiência cardíaca. Ao exame físico: média de 3 aferições da PA: 148 x 97 mmHg; FC: 70 bpm; demais sinais vitais são normais; restante do exame: NDN. Exames séricos e eletrocardiograma: normais.
Nesse momento, a conduta de escolha é: