Questões de Concurso
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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Com referência a essa situação hipotética, assinale a opção correta.
Em face desse quadro clínico, assinale a opção que apresenta a conduta imediata apropriada para o paciente em questão.
Caso clínico 16A1
Um paciente com 19 anos de idade queixava-se de cefaleia havia duas horas. A dor era do tipo hemicraniana, pulsátil, de forte intensidade, acompanhada de discreta náusea. Ele também se queixou de estresse emocional na última semana e de insônia no dia anterior ao atendimento médico, e citou que apresentava episódios semelhantes a esse havia três anos.
Caso clínico 16A1
Um paciente com 19 anos de idade queixava-se de cefaleia havia duas horas. A dor era do tipo hemicraniana, pulsátil, de forte intensidade, acompanhada de discreta náusea. Ele também se queixou de estresse emocional na última semana e de insônia no dia anterior ao atendimento médico, e citou que apresentava episódios semelhantes a esse havia três anos.
Nesse caso clínico hipotético, além da possibilidade de insuficiência cardíaca descompensada, outro aspecto no paciente em questão, que pode elevar o NT-proBNP, é

Nesse quadro clínico hipotético, o médico responsável pelo atendimento deve
Nessa situação hipotética, é correto medicar a paciente com
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que corresponde ao exame mais apropriado para a avaliação do quadro clínico da paciente.
Nessa situação hipotética, a característica que tornaria a etiologia isquêmica de desconforto pouco provável seria a
I- Admite-se que o período de incubação da hanseníase seja de 1 a 2 meses. A evolução da infecção e da moléstia é de velocidade rápida a moderada.
II- A imunidade celular (IMC), resistência específica contra o BH, pode ser avaliada pelo teste de Mitsuda-Hayashi. Quando negativo, indica certo grau de resistência à infecção. A positividade da reação de Mitsuda atinge um percentual de menos de 10% na população adulta.
III- Na hanseníase indeterminada, a baciloscopia é negativa e o quadro histopatológico é constituído por um pequeno infiltrado de células mononucleares em torno de filetes nervosos, invadindo-os. Em alguns casos, é possível observar bacilos no interior desses filetes. O teste de Mitsuda pode ser positivo ou negativo.
É CORRETO o que se afirma em:
A febre tifoide é uma infecção sistêmica causada pela SalmonellaTyphi, geralmente por ingestão de alimentos ou água contaminados, e ocorre predominantemente em locais associados a precárias condições de higiene e à falta de saneamento básico. É correto afirmar:
I. A transmissão pode ocorrer enquanto houver eliminação de bacilos nas fezes ou na urina, geralmente a partir da primeira semana da manifestação de sintomas até o fim da convalescença.
II. O agente etiológico da febre tifoide é a Salmonellaenterica, sorotipo Typhi (SalmonellaTyphi), bactéria Gram-positiva da família Enterobacteriaceae.
III. A doença é caracterizada por febre alta prolongada, fadiga, cefaleia, tosse seca, náusea, perda de apetite, dor abdominal, constipação (mais comum em adultos) ou diarreia (comum em crianças ou imunocomprometidos), dissociação pulsotemperatura, hepatoesplenomegalia e roséola tífica (rara).
IV. Complicações ocorrem em 10% a 15% dos casos, sendo o sangramento gastrointestinal, a perfuração intestinal e as encefalites as mais graves.
A alternativa correta é:
A difteria ocorre durante todos os períodos do ano e pode afetar todas as pessoas que não são vacinadas, de qualquer idade, raça ou sexo. Acontece com mais frequência nos meses frios e secos (outono e inverno), quando é mais comum a ocorrência de infecções respiratórias, principalmente devido à aglomeração em ambientes fechados, que facilitam a transmissão.
É correto afirmar:
I. O período de incubação da difteria, ou seja, o tempo que os sintomas começam a aparecer desde a infecção da pessoa, é, em geral, de 1 a 6 dias, podendo ser mais longo.
II. O período de transmissibilidade da difteria dura, em média, até 2 meses após o início dos sintomas. O tratamento da difteria é feito com o soro antidiftérico (SAD), que deve ser ministrado em unidade hospitalar.
III. A vacinação é o principal meio de controle e prevenção da difteria. É preciso manter o esquema vacinal de crianças, adolescentes e adultos sempre atualizado.
IV. Após o surgimento da vacina tríplice bacteriana (DTP), o número de casos de difteria se tornou muito raro no Brasil.
A alternativa correta é:
A toxoplasmose é uma infecção causada por um protozoário chamado “Toxoplasma Gondii”, encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se hospedar em humanos e outros animais. É causada pela ingestão de água ou alimentos contaminados e é uma das zoonoses mais comuns em todo o mundo. É correto afirmar:
A endocardite infecciosa (EI) é definida como uma infecção, geralmente bacteriana, do endocárdio. Ela ocorre, principalmente, nas válvulas cardíacas, apesar de, em alguns casos, ocorrer no septo entre as câmaras cardíacas (o endocárdio mural) ou em dispositivos cardíacos implantáveis. É correto afirmar:
A mononucleose infecciosa (MI) é uma doença causada pelo Epstein Barr vírus (EBV). O EBV infecta as células epiteliais da orofaringe e atinge os linfócitos B que circulam nessa região. É correto afirmar:
I. A transmissão ocorre através de secreções orais. O vírus é excretado em maiores concentrações nos 6 primeiros meses após a infecção, podendo durar até 1 ano. Após esse período, a excreção passa a ser menor e intermitente.
II. O período de incubação dura de 4 a 7 semanas. Na fase inicial, os pacientes apresentam sintomas inespecíficos como cefaleia, mal-estar, fadiga e mialgia. Depois, apresentam a tríade da MI: febre + linfadenomegalia + faringite.
III. O tratamento da mononucleose infecciosa é sintomático. Antipiréticos e anti-inflamatórios podem ser usados para conter a febre e melhorar a odinofagia. Repouso é indicado nas primeiras semanas pelo risco de ruptura esplênica traumática.
A alternativa correta é:
O diagnóstico da Doença de Chagas geralmente envolve testes sorológicos para detectar anticorpos contra o T. cruzi no sangue do paciente, juntamente com a avaliação clínica dos sintomas característicos, como febre, inchaço dos gânglios linfáticos, edema e sinais de comprometimento cardíaco ou gastrointestinal.
O diagnóstico da varicela é frequentemente clínico, baseado na aparência das lesões cutâneas e na história de exposição a casos confirmados. Testes laboratoriais, como a reação em cadeia da polimerase (PCR), podem ser realizados em casos atípicos.