Questões de Concurso
Sobre cirurgia geral em medicina
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O tempo da cirurgia é um fator importante para a avaliação do risco cirúrgico.
Os elementos para avaliação do risco cirúrgico são a situação da própria doença, o sistema cardiovascular e as condições do hospital.
De acordo com a ASA (American Society of Anesthesiologists), esse paciente é classificado, quanto ao estado físico, como ASA I, pois a doença sistêmica que apresenta é leve e está compensada.
Em casos semelhantes ao apresentado, geralmente é permitido ao paciente, durante o período perioperatório, continuar utilizando as medicações anti-hipertensivas.
Nesse paciente, o uso do anestésico inalatório halotano promove o aumento da pressão arterial, por provocar aumento da resistência vascular sistêmica.
( ) paciente 35 anos, estenose valvar aórtica leve, fibrilação atrial, portador de hepatite C em fila de transplante, cirurgia propostas hérnia inguinal estrangulada ( ) paciente 85 anos, ausência de alterações cardíacas clinicas ou aos exames complementares, cirurgia catarata
( ) paciente de 50 anos, portador de DPOC com PO² abaixo de 60, cirurgia por fratura exposta de fêmur esquerdo
( ) paciente 72 anos, antecedente de IAM há 02 anos, portador de ICC com FE de 35% e extrassistoles ventriculares, em hemodiálise renal, cirurgia de colecistectomia
supermercado, com 25 anos de idade, com quatro anos de
trabalho nessa função, queixa-se de endurecimento e
hipersensibilidade dolorosa no pescoço e nos ombros há
alguns anos. No exame neurológico, apresenta dor e parestesia
em região cervical, com irradiação para os membros
superiores, principalmente à direita, associadas a perda de
força muscular nos membros superiores e a hipersensibilidade
dolorosa nas apófises espinhosas vertebrais e nos músculos
paravertebrais na região cervical. Após uma criteriosa
avaliação médica, são identificados sinais de que a paciente
apresenta quadro de cronificação do sintoma álgico, com
comprometimento emocional associado.
Com base no quadro clínico acima apresentado, julgue os itens
que se seguem.
Quando o valor absoluto da VEF1 não autoriza a realização da ressecção pulmonar proposta, deve-se recorrer à cintilografia perfusional e calcular a percentagem de função de cada lobo.
Para a retirada de um dreno pleural no pós-operatório, devemse avaliar três aspectos: drenagem inferior a 400 mL em 24 h, pulmão expandido à radiografia e ausência de tosse.
Caso o cálculo do VEF1 previsto para o pós-operatório seja superior a um litro, o paciente pode ter sua cirurgia realizada. Abaixo disto, a ressecção proposta não deve ser realizada, sob risco de insuficiência ventilatória pós-operatória.
A conduta mais adequada é:
Durante a retirada de varizes tributárias na face lateral da perna, é possível que ocorra uma complicação grave, a lesão acidental do nervo tibial, que pode resultar no pé caído.
A croça da veia safena interna relaciona-se intimamente com a artéria pudenda interna, e deve-se evitar a sua lesão inadvertidamente durante a dissecção e isolamento da croça da safena.
Durante o transplante pulmonar, a reperfusão do pulmão transplantado deve ser lenta e com esse pulmão moderadamente inflado.
A constatação de bactérias no aspirado da secreção traqueal do doador é uma contraindicação para a realização do transplante pulmonar.