Questões de Concurso
Sobre choque e parada cardiorrespiratória em medicina
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de vítimas de episódios de parada cardíaca e inclui o
reconhecimento imediato da parada cardíaca, a ativação do serviço
de atendimento de emergência disponível, o início precoce das
manobras de ressuscitação cardiopulmonar e a rápida desfibrilação
elétrica. A respeito das manobras de ressuscitação cardiopulmonar
preconizadas pela Associação Americana do Coração (American
Heart Association) em 2010, julgue os itens subsecutivos.
de vítimas de episódios de parada cardíaca e inclui o
reconhecimento imediato da parada cardíaca, a ativação do serviço
de atendimento de emergência disponível, o início precoce das
manobras de ressuscitação cardiopulmonar e a rápida desfibrilação
elétrica. A respeito das manobras de ressuscitação cardiopulmonar
preconizadas pela Associação Americana do Coração (American
Heart Association) em 2010, julgue os itens subsecutivos.
de vítimas de episódios de parada cardíaca e inclui o
reconhecimento imediato da parada cardíaca, a ativação do serviço
de atendimento de emergência disponível, o início precoce das
manobras de ressuscitação cardiopulmonar e a rápida desfibrilação
elétrica. A respeito das manobras de ressuscitação cardiopulmonar
preconizadas pela Associação Americana do Coração (American
Heart Association) em 2010, julgue os itens subsecutivos.
Qual a conduta imediata a ser adotada para este paciente?
Em crianças com choque frio, refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar epinefrina contínua na dose de 0,05 microgramas/kg/min, com aumento progressivo conforme a resposta.
A síndrome da disfunção múltipla de órgãos (SDMO) é caracterizada pela disfunção sequencial ou simultânea de vários órgãos e reflete as consequências mal adaptativas à síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS).
Os inibidores da fosfodiesterase regulam o inotropismo e a vasodilatação pela prevenção da hidrólise do AMPc, melhorando a contratilidade e o relaxamento diastólico, e, por isso, podem ser aplicados como vantagem terapêutica em pacientes com choque.
Para criança em choque séptico e hiperglicemia, com glicemia maior que 178 mg/dL, há indicação precisa, com base em evidências, do uso de insulina contínua para manter um controle glicêmico.
Em paciente na fase quente do choque refratário a volume e resistente a dopamina, deve-se iniciar a infusão contínua de dobutamina 0,2 micrograma/kg/min.
Em criança de 6 anos de idade, em parada cardiorespiratória (PCR), atendida fora do ambiente hospitalar, ao se constatar que o ritmo é de taquicardia ventricular (sem pulso), deve-se usar o desfibrilador externo automático para análise de ritmo e choque, utilizando-se pás e sistemas pediátricos.
Nos casos de assistolia, deve-se usar a epinefrina por via endovenosa quando não se consegue retorno cardíaco espontâneo após 5 ciclos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP).
Após análise do ritmo, se for constatada assistolia, deve-se, imediatamente, aplicar choque com carga de 2 J/kg e, em seguida, iniciar compressões torácicas.