Questões de Concurso
Sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.
expectoração mucoide, que vem ocorrendo há mais de três anos. Informou ser tabagista (45 maços/ano) e que, nos últimos seis meses,
passou a ter dispneia progressiva aos esforços físicos. O exame físico mostrou: paciente dispneica leve, acianótica, pressão arterial de
120 mmHg × 80 mmHg, frequência cardíaca de 80 bpm, frequência respiratória de 22 irpm, com ritmo cardíaco regular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca, diâmetro anteroposterior da caixa torácica aumentado, presença
de hipersonoridade à percussão do tórax e murmúrio vesicular reduzido de forma difusa, com roncos esparsos à ausculta pulmonar; o
restante do exame não apresentou anormalidades. Abaixo é reproduzida a radiografia do tórax em projeção posteroanterior realizada para
essa paciente.

Em adição ao quadro clínico em apreço, considere que a paciente tenha procurado um pronto-socorro, duas semanas após o
primeiro atendimento, com queixas de palpitações taquicárdicas, sem sensação de escurecimento visual ou perda de consciência associadas,
e que o exame físico do atendimento atual tenha mostrado: paciente dispneica moderada, com acrocianose leve, pressão arterial de
118 mmHg × 78 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, frequência respiratória de 23 irpm, com ritmo cardíaco irregular em 2 tempos,
bulhas cardíacas hipofonéticas e ausência de sopros à ausculta cardíaca; sem outras alterações em relação ao exame físico anterior.
Considere, ainda, que a paciente tenha sido submetida à monitorização eletrocardiográfica, cuja tira de eletrocardiograma (ECG) está
mostrada a seguir, na qual podem ser vistas as derivações MC1 (traçado superior), MC2 (traçado intermediário) e D2 modificada (traçado
inferior) — registros feitos com velocidade do papel = 25 mm/s e calibração de 1 cm = 1 mV.

Com base nessa nova condição clínica, julgue os itens seguintes.
integrante do ambiente em que vive. Para ele, todo o contexto em
que o indivíduo se encontra deve ser analisado, pois são diversos os
elementos que podem influenciar a saúde e a doença dos indivíduos,
de modo que o bom médico deve conhecer o ambiente, os hábitos
e os determinantes de saúde de seus pacientes. Com base nessas
informações e nos múltiplos aspectos por elas suscitados, julgue o
próximo item.
integrante do ambiente em que vive. Para ele, todo o contexto em
que o indivíduo se encontra deve ser analisado, pois são diversos os
elementos que podem influenciar a saúde e a doença dos indivíduos,
de modo que o bom médico deve conhecer o ambiente, os hábitos
e os determinantes de saúde de seus pacientes. Com base nessas
informações e nos múltiplos aspectos por elas suscitados, julgue o
próximo item.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista, foi atendido em consultório médico, relatando dor
torácica atípica, dispneia aos pequenos esforços e palpitação
iniciada havia 1 hora. No exame clínico, apresentou palidez
cutaneomucosa e sudorese intensa. A pressão arterial media
212 mmHg × 116 mmHg, a frequência cardíaca, 112 bpm, e a
saturação de
era de 92% em ar ambiente. A ausculta pulmonarrevelou estertores na metade inferior dos hemicampos pulmonares.
O paciente não apresentou edema de membros inferiores, turgência
jugular ou hepatomegalia. O ritmo cardíaco era regular em três
tempos (B3) e as bulhas, hipofonéticas.
Com base no caso clínico acima e nas recomendações do Consenso
Internacional em Ressuscitação Cardiovascular e Emergência
Cardiovascular de 2010 e da III Diretriz Brasileira de Insuficiência
Cardíaca, julgue o item abaixo.
tabagista (50 anos-maço), com histórico familiar relevante de
doença arterial coronariana, buscou auxílio médico para a avaliação
dos riscos que poderia ter de contrair doenças cardiovasculares e
para receber orientações em relação à mudança de hábitos
alimentares e de seu estilo de vida, de modo geral.
Com base no caso acima e tendo em vista a doença arterial
coronariana, julgue o item a seguir.
tabagista (50 anos-maço), com histórico familiar relevante de
doença arterial coronariana, buscou auxílio médico para a avaliação
dos riscos que poderia ter de contrair doenças cardiovasculares e
para receber orientações em relação à mudança de hábitos
alimentares e de seu estilo de vida, de modo geral.
Com base no caso acima e tendo em vista a doença arterial
coronariana, julgue o item a seguir.
tabagista (50 anos-maço), com histórico familiar relevante de
doença arterial coronariana, buscou auxílio médico para a avaliação
dos riscos que poderia ter de contrair doenças cardiovasculares e
para receber orientações em relação à mudança de hábitos
alimentares e de seu estilo de vida, de modo geral.
Com base no caso acima e tendo em vista a doença arterial
coronariana, julgue o item a seguir.
tabagista (50 anos-maço), com histórico familiar relevante de
doença arterial coronariana, buscou auxílio médico para a avaliação
dos riscos que poderia ter de contrair doenças cardiovasculares e
para receber orientações em relação à mudança de hábitos
alimentares e de seu estilo de vida, de modo geral.
Com base no caso acima e tendo em vista a doença arterial
coronariana, julgue o item a seguir.
A respeito das estenoses valvares, julgue as alternativas abaixo.
I. Denomina-se estenose mitral a condição em que, pela restrição à abertura dos folhetos valvares, há uma redução da área valvar mitral, levando a formação de um gradiente de pressão astólico entre o átrio esquerdo e ventrículo esquerdo.
II. A congestão pulmonar é a principal responsável pelos sintomas da estenose mitral.
III. A estenose aórtica é a condição em que, pela restrição à abertura dos folhetos valvares, há uma redução da área valvar aórtica, levando a formação de um gradiente de pressão sistólico entre o ventrículo esquerdo e a aorta.
IV. Um dos mecânicos compensatórios da estenose aórtica é a hipertrofia do ventrículo esquerdo.
V. A estenose tricúspide é caracterizada pela restrição à abertura dos folhetos valvares, havendo uma redução da área valvar tricúspide promovendo a formação de um gradiente de pressão diastólico entre átrio direito e o ventrículo direito. A etiologia de quase todos os casos é a cardiopatia reumática crônica.
A eficiência do bombeamento cardíaco é muito controlada pelos nervos simpáticos e parassimpáticos, suprindo com abundância o coração. A respeito do controle do coração por tais nervos, marque a alternativa incorreta.