Questões de Concurso
Comentadas sobre cardiologia e alterações vasculares em medicina
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I. Atresia pulmonar. II. Estenose pulmonar crítica. III. Transposição das grandes artérias.
Quais estão corretas?
I. Em 40% dos casos de síncope, o diagnóstico causal não é estabelecido.
II. Um ECG normal descarta causas cardíacas de síncope em pacientes de alto risco.
III. Perda de consciência com déficit neurológico persistente ou alteração do estado mental sugere diagnóstico de síncope verdadeira.
Quais estão corretas?
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
A redução da pressão arterial nas emergências hipertensivas deve ser realizada de maneira gradual, com a meta de reduzir a pressão em até 25% nas primeiras 2 horas, com vistas a evitar complicações como a diminuição da perfusão cerebral.
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
O uso de desfibrilação precoce em casos de arritmias chocáveis, como fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso, é um dos fatores mais importantes para aumentar as taxas de sobrevivência em paradas cardíacas.
A respeito de ressuscitação cardiopulmonar e crise hipertensiva, julgue o próximo item.
A urgência hipertensiva caracteriza-se por uma elevação significativa da pressão arterial (geralmente superior a 180 mmHg × 120 mmHg) com lesão aguda de órgãos-alvo, o que resulta, por exemplo, em encefalopatia hipertensiva, insuficiência renal aguda, edema pulmonar ou acidente vascular cerebral (AVC).
Acerca das emergências clínicas, julgue o item a seguir.
Pode-se descartar como hipótese diagnóstica, sem exames laboratoriais adicionais, infarto agudo do miocárdio em pacientes com dor torácica atípica.
No que se refere à abordagem das queixas comuns em serviço de urgência, julgue o item seguinte.
Etnia negra, transplante de órgão, sexo feminino, tabagismo e idade avançada são fatores de risco comprovados de angioedema associado a IECA (inibidores da enzima de conversão de angiotensina).
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Em casos como o dessa paciente, a curva de autorregulação é deslocada para a direita, o que permite que ela tolere níveis mais elevados da PA com menos sintomas.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Após o adequado controle do quadro, recomendam-se a espironolactona no receituário de alta e o acompanhamento ambulatorial precoce, em até sete dias.
Considerando o caso clínico apresentado e as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial de 2020, julgue o item subsecutivo.
Trata-se de um caso de emergência hipertensiva em uma paciente com HAS refratária.