Questões de Concurso Sobre redação oficial

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Q341538 Redação Oficial
Um analista administrativo do Ministério de Estado da Cultura foi encarregado de elaborar correspondência ofcial com informações a respeito da realização da III Conferência Nacional de Cultura. A referida correspondência deverá ser assinada pelo Ministro de estado e encaminhada aos seguintes destinatários: governadores dos estados, secretários de cultura dos estados, reitores das universidades federais e membros dos conselhos estaduais de cultura.
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, são atributos da redação ofcial: impessoalidade, clareza, concisão, formalidade, uniformidade e uso do padrão culto de linguagem. Assinale a opção que apresenta a introdução da referida correspondência que será mais adequada a esses atributos.

Alternativas
Q341537 Redação Oficial
Um analista administrativo do Ministério de Estado da Cultura foi encarregado de elaborar correspondência ofcial com informações a respeito da realização da III Conferência Nacional de Cultura. A referida correspondência deverá ser assinada pelo Ministro de estado e encaminhada aos seguintes destinatários: governadores dos estados, secretários de cultura dos estados, reitores das universidades federais e membros dos conselhos estaduais de cultura.
Em relação à natureza da correspondência a ser enviada, assinale a opção correta.

Alternativas
Q341536 Redação Oficial
Um analista administrativo do Ministério de Estado da Cultura foi encarregado de elaborar correspondência ofcial com informações a respeito da realização da III Conferência Nacional de Cultura. A referida correspondência deverá ser assinada pelo Ministro de estado e encaminhada aos seguintes destinatários: governadores dos estados, secretários de cultura dos estados, reitores das universidades federais e membros dos conselhos estaduais de cultura.
A respeito das formas de tratamento e dos fechos a serem empregados na referida correspondência, julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta

I – Para os reitores, podem ser usados dois vocativos: Senhor(a) Reitor(a) ou Magnífco(a) Reitor(a); por conseguinte, devem ser usados os pronomes Vossa Eminência ou Vossa Magnifcência, respectivamente.

II – Para os governadores dos estados, o pronome adequado será Vossa excelência e, para os secretários de cultura dos estados, Vossa Senhoria, sendo os vocativos correspondentes Senhor(a) Governador(a) e Senhor(a) Secretário(a).

III – Tendo em vista serem particulares e não autoridades, os membros dos conselhos estaduais de cultura recebem o tratamento de Vossa Senhoria ou de Ilustríssimo(a) Senhor(a).

IV – O fecho na correspondência para governadores dos estados deverá ser Respeitosamente, e, para as demais autoridades, Atenciosamente.

V – Ao se referir ao Ministro de estado da Cultura, o analista deverá usar o vocativo excelentíssimo Senhor Ministro.

A quantidade de itens certos é igual a

Alternativas
Q334817 Redação Oficial



Considerando o exemplo de memorando hipotético acima apresentado, julgue o item que se segue, relativo à elaboração de documentos oficiais.

A fim de atender às normas de elaboração de memorandos, referentes à disposição de tipo e número do expediente, bem como de sigla de órgão expedidor, deve- se deslocar esses dados para o início do documento, apresentando-os antes de qualquer outra informação.
Alternativas
Q334816 Redação Oficial



Considerando o exemplo de memorando hipotético acima apresentado, julgue o item que se segue, relativo à elaboração de documentos oficiais.

O segundo parágrafo do texto do documento respeita os requisitos de clareza e uso do padrão culto da língua portuguesa, exigidos na redação de documentos oficiais.
Alternativas
Q311279 Redação Oficial
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Julgue os itens seguintes com relação à redação de correspondências oficiais.




Termos empregados em linguagem técnica bem como expressões da oralidade devem ser evitados em textos oficiais, uma vez que, nesses textos, a compreensão e a formalidade são requisitos primordiais.
Alternativas
Q311278 Redação Oficial
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Julgue os itens seguintes com relação à redação de correspondências oficiais.




A linguagem formal é requerida na redação oficial como forma de se denotar impessoalidade e transmitir informações com clareza.

Alternativas
Q309914 Redação Oficial
Julgue os itens seguintes, relativos à redação de correspondências
oficiais.
Os tratamentos Digníssimo Senhor e Ilustríssimo Senhor, atualmente, não fazem parte do rol de vocativos recomendados ou em uso.
Alternativas
Q306793 Redação Oficial
Julgue os itens seguintes, relativos à redação de correspondências
oficiais.
Um texto de redação oficial deve ser redigido com vistas a evitar a prolixidade.
Alternativas
Q306792 Redação Oficial
Julgue os itens seguintes, relativos à redação de correspondências
oficiais.
O nível de linguagem utilizado em atos e expedientes oficiais encontra justificativa no seu caráter público e no fim a que eles se destinam, além da obrigatoriedade de que sejam inteligíveis para qualquer público.
Alternativas
Q306791 Redação Oficial
Julgue os itens seguintes, relativos à redação de correspondências
oficiais.
Os princípios que regem a redação de correspondências oficiais favorecem a existência de uma única interpretação para o texto do expediente, assim como asseguram impessoalidade e uniformidade no trato dos assuntos concernentes aos órgãos governamentais.
Alternativas
Q306680 Redação Oficial
É todo pedido escrito encaminhado a uma autoridade do serviço público, solicitando alguma providência ou o reconhecimento e a atribuição de um direito. Esta é a definição para:
Alternativas
Q278136 Redação Oficial
A forma de tratamento usada por Libório na fala “Vossemecê fala desse modo porque tem poderes, governa a freguesia” (11º parágrafo) é, na verdade, uma forma modificada pelo linguajar popular do tratamento antigo “Vossa Mercê”, hoje usado na forma “Você”. De acordo com as normas de tratamento em vigor, para se dirigir a um sacerdote, o falante deve usar a forma Vossa Reverendíssima ou Vossa Reverência. Por outro lado, dirigindo-se a uma autoridade do Poder Judiciário, o falante deve usar a forma de tratamento:
Alternativas
Q212594 Redação Oficial

TEXTO:

A Guarda Municipal pode ser mais que apenas uma corporação, pode ser principalmente solidária, dinâmica e uma grande prestadora de atendimentos de excelência em várias áreas de atuação para a população, trazendo benefícios com ideias simples e com um custo quase inexistente.

Existem vários programas das Guardas Municipais no Brasil que estão apresentando resultados positivos junto a sua localidade. Em virtude da sua atuação direta com a comunidade, as Guardas Municipais passam a conhecer as tipicidades dos bairros, a ponto de, em determinadas regiões, onde a insegurança era premissa máxima, agora o cidadão já pode dizer: “eu estou me sentindo mais seguro, quando caminho pela minha cidade”.

O maior dilema da Guarda Municipal, enquanto prestadora de serviço de Segurança Pública Municipal, na esfera municipal, não é encontrar resistência frente à legislação vigente, doutrina ou jurisprudência, mas na intransigência de alguns dirigentes que a veem como uma concorrente.

Cabe lembrar que quanto mais precária é a segurança oferecida pelo Poder Estatal, maior será o número de prestadoras de segurança particular, muitas na clandestinidade, colocando em risco seus próprios contratantes.

À medida que a criminalidade aumenta no país em proporções assustadoras, surgem tendências político-partidárias querendo diminuir a competência na área de segurança pública por parte dos municípios.

Como podemos observar, em um determinado estado brasileiro, através da Diretriz nº. PM3-001/02/01, editada em janeiro de 2001, pelo comando geral, a finalidade era repassar aos comandos locais o que segue abaixo:

“Padronizar os procedimentos das OPM em relação às Guardas Municipais existentes, bem como, aqueles a serem adotados junto ao poder público municipal nos municípios em que houver pretensão de criação dessas instituições e outras providências a serem adotadas para desestimular iniciativas nesse sentido.” (grifo do autor)

Percebe-se claramente que a preocupação deste comando não está voltada à área de segurança pública dos municípios em pauta, mas, sim, às lacunas deixadas por esta instituição, em virtude do seu sistema metódico, de certo modo arcaico, ser ineficiente frente às necessidades básicas da comunidade. O medo maior está na concorrência de um órgão público municipal capaz de diminuir os índices de insegurança local.

Anteriormente, a preocupação estava centrada no estado, em virtude da dicotomia policial. O governo federal, buscando pôr um fim a esse dilema, iniciou o processo de integração das instituições policiais. Para alguns comandantes retrógados manterem-se ocupados, optaram em começar a se preocupar com a existência e manutenção das Guardas Municipais, esquecendo-se da sua principal função que é oferecer Segurança Pública de qualidade.

Por outro lado, enquanto estes comandos digladiam-se politicamente, a criminalidade vem crescendo e se organizando cada vez mais, a ponto de tornar o povo e a polícia reféns em suas próprias casas e casernas. O crime nas grandes cidades tornou-se insustentável. O criminoso passou a desafiar as próprias instituições de segurança, que acabam por ser invadidas ou tornam-se objetos de atentados.

(...)

Cabe ainda ressaltar que a Guarda Municipal não está exclusivamente voltada para a segurança pública, conforme os moldes do Regime Militar, mas, sim, para atuação na área de defesa social que corresponde a uma parcela significativa da prestação de serviço à comunidade de maneira extensiva, o qual abrange segurança pública, defesa civil, entre outras ações do poder público. (...)

A criminalidade não se resolve no contexto restrito da segurança pública, mas em um programa de ampla defesa social, isto é, numa política social que envolva o punir (quando útil e justo) e o tratamento ressocializante do criminoso e do foco social de onde emerge.

Dessa forma, a Guarda Municipal, sendo a prestadora de serviço que trabalha diuturnamente representando o Poder Público Municipal, em todos os bairros e periferias , torna-se uma das poucas instituições do município capaz de dar o pronto atendimento às necessidades locais.

(www.direitonet.com.br/artigos/Por-que-manter-a-guarda-municipal/Por Claudio Frederico de Carvalho/com adaptações)

Quanto à redação de correspondência oficial está INCORRETA a seguinte afirmativa:
Alternativas
Q203852 Redação Oficial
A correspondência é um importante instrumento de comunicação organizacional. Para cada tipo de comunicação, há uma correspondência mais utilizada. Quando é requerida uma comunicação dirigida ao público interno, redigida de maneira informal e utilizando formulário com partes previamente impressas, utiliza-se
Alternativas
Q203848 Redação Oficial
A nota escrita pela qual uma autoridade dá solução a um pedido ou encaminha a outra autoridade pedido para que decida sobre o assunto é chamada
Alternativas
Q203845 Redação Oficial
A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoalidade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. Diante das seguintes proposições,

I. A concisão é antes uma qualidade do que uma característica do texto oficial. Conciso é o texto que consegue transmitir um mínimo de informações com um máximo de palavras. Para que se redija com essa qualidade, é fundamental que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto depois de pronto.
II. A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer pela escrita. No caso da redação oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público (este ou aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção); o que se comunica é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica; o destinatário dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo ou dos outros Poderes da União.
III. As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida de que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
IV. A clareza não deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. No entanto a clareza é algo que se atinje por si só: ela não depende estritamente das demais características da redação oficial.
V. As comunicações oficiais devem ser sempre formais, isto é, obedecem a certas regras de forma: além das já mencionadas exigências de impessoalidade e uso do padrão culto de linguagem, é imperativo, ainda, certa formalidade de tratamento. A formalidade diz respeito à polidez, à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.

verifica-se que
Alternativas
Q202659 Redação Oficial
Dadas as preposições,

I. A expressão de tratamento utilizada para os reitores das universidades é Magnífico(a) Reitor(a).

II. Em uma correspondência em que o destinatário é tratado por Vossa Senhoria, deve-se dirigir a ele com o vocativo Excelentíssimo Senhor.

III. Em relação às expressões de tratamento nas correspondências oficiais é correto usar a expressão Vossa Senhoria para Ministros de Estado.

IV. Doutor embora seja título acadêmico é uma forma de tratamento, sendo empregado apenas em comunicações dirigidas a pessoas que tenham concluído cursos superiores.

V. No endereçamento, as autoridades tratadas por Vossa Excelência são nomeadas por Excelentíssimo Senhor.

verifica-se que
Alternativas
Q188515 Redação Oficial
Redação oficial é a maneira de redigir própria da Administração Pública. Sua finalidade básica é possibilitar a elaboração de comunicados e normativos oficiais cujo objetivo é transmitir a mensagem com eficácia, permitindo entendimento imediato. Existem diversos instrumentos utilizados para estabelecer a comunicação no intuito de transmitir, interna ou externamente, assunto relativo às suas competências. A esse respeito, analise as definições a seguir.
I – Comunicação Interna – instrumento utilizado para divulgação de eventos programados e outros assuntos de interesse da unidade, podendo ser afixado nos locais próprios para essa finalidade ou divulgados pela rede interna de computadores.

II – Protocolo – ato mediante o qual o titular de uma Unidade regula procedimentos gerais a respeito do modo e da forma de execução de serviços, fixa comandos de ação ou estabelece normas para cumprimento de determinado serviço.

III – Ofício – correspondência oficial utilizada para formalizar a comunicação com dirigentes e demais autoridades de outras instituições, sejam elas públicas ou privadas, e com particulares.

IV – Requerimentos – atos expedidos por autoridade administrativa competente que estabelecem normas ou regras, com vistas à correta aplicação da lei.
São corretas APENAS as definições

Alternativas
Q188513 Redação Oficial
Para a redação de documentos oficiais, merecem desta- que algumas características peculiares identificáveis na forma oficial de redigir: clareza, formalidade, uniformidade e impessoalidade. Relacione essas características, apresentadas na coluna da esquerda, com o respectivo significado, indicado na coluna da direita.
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Estão corretas as seguintes associações

Alternativas
Respostas
9541: C
9542: B
9543: A
9544: C
9545: E
9546: C
9547: C
9548: C
9549: C
9550: C
9551: C
9552: D
9553: E
9554: D
9555: D
9556: C
9557: D
9558: A
9559: B
9560: B