🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre manual de redação da presidência da república em redação oficial

Questões Discursivas

Foram encontradas 3.183 questões

Q1170068 Redação Oficial

Leia as proposições sobre a linguagem dos documentos oficiais recomendada pelo Manual de Redação da Presidência da República.


I- Alinguagem dos documentos oficiais difere das demais pelos critérios de formalidade e de rigor próprios desse gênero de texto.

II- Dependendo do grau de formalidade entre emissor e receptor, pode-se usar uma variante mais informal da linguagem.

III- Alinguagem figurada é incompatível com a recomendada pelo Manual.

IV- Devem-se utilizar palavras e expressões simples, em seu sentido comum, salvo quando o texto versar sobre aspectos específicos, hipótese em que se utilizará nomenclatura própria da área técnica.


É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q1170067 Redação Oficial
O Manual de Redação refere-se à norma padrão, entendida como o conjunto de regras fixado a partir das gramáticas normativas da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual a concordância verbal é estabelecida em conformidade com a norma escrita padrão.
Alternativas
Q1170064 Redação Oficial

Seguindo as orientações do manual de Redação da Presidência da República, avalie como verdadeira (V) ou falsa (F) as afirmações acerca da relação entre o emprego dos pronomes de tratamento e as outras classes gramaticais:


( ) Embora se refiram à segunda pessoa do discurso, os verbos relacionados a eles devem ficar na terceira pessoa (do singular ou plural, conforme o caso).

( ) Os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da segunda pessoa.

( ) Quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa a que se refere, e não com o substantivo que compõe a locução.

( ) Como são de segunda pessoa, todo e qualquer pronome a eles referidos devem concordar na segunda pessoa.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETAde preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1170061 Redação Oficial
A correção ortográfica é requisito elementar de qualquer texto, e ainda mais importante quando se trata de textos oficiais. Nos enunciados a seguir, marque a alternativa que está DE ACORDO com as normas ortográficas explicadas pelo Manual de Redação da Presidência da República.
Alternativas
Q1170060 Redação Oficial

Leia as informações abaixo sobre a linguagem da redação oficial recomendada pelo Manual de Redação da Presidência da República e analise as proposições, colocando (V) para verdadeiro e (F) para falso.


( ) Por ser um país continental e com grandes diferenças regionais, a linguagem deve se adequar à região a que se destina, possibilitando uma melhor comunicação a todos os brasileiros.

( ) Devido ao seu caráter público e sua finalidade, os atos oficiais requerem o uso da língua culta do idioma.

( ) Impessoalidade discursiva, linguagem clara e objetiva são essenciais para que a administração pública aja sem prejudicar ou privilegiar ninguém.

( ) Jargões e gírias podem ser usados com moderação para tornar o texto oficial mais atrativo.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1169338 Redação Oficial

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

O Manual de Redação da Presidência da República recomenda que, na comunicação oficial, os e-mails NÃO devem:
Alternativas
Q1169337 Redação Oficial

Cem anos de perdão


    Quem nunca roubou não vai me entender. E quem nunca roubou rosas, então é que jamais poderá me entender. Eu, em pequena, roubava rosas.

      Havia em Recife inúmeras ruas, as ruas dos ricos, ladeadas por palacetes que ficavam no centro de grandes jardins. Eu e uma amiguinha brincávamos muito de decidir a quem pertenciam os palacetes. “Aquele branco é meu.” “Não, eu já disse que os brancos são meus.” “Mas esse não é totalmente branco, tem janelas verdes.” Parávamos às vezes longo tempo, a cara imprensada nas grades, olhando.

      Começou assim. Numa das brincadeiras de “essa casa é minha”, paramos diante de uma que parecia um pequeno castelo. No fundo via-se o imenso pomar. E, à frente, em canteiros bem ajardinados, estavam plantadas as flores.

      Bem, mas isolada no seu canteiro estava uma rosa apenas entreaberta cor-de-rosa-vivo. Fiquei feito boba, olhando com admiração aquela rosa altaneira que nem mulher feita ainda não era. E então aconteceu: do fundo de meu coração, eu queria aquela rosa para mim. Eu queria, ah como eu queria. E não havia jeito de obtê-la. Se o jardineiro estivesse por ali, pediria a rosa, mesmo sabendo que ele nos expulsaria como se expulsam moleques. Não havia jardineiro à vista, ninguém. E as janelas, por causa do sol, estavam de venezianas fechadas. Era uma rua onde não passavam bondes e raro era o carro que aparecia. No meio do meu silêncio e do silêncio da rosa, havia o meu desejo de possuí-la como coisa só minha. Eu queria poder pegar nela. Queria cheirá-la até sentir a vista escura de tanta tonteira de perfume.

      Então não pude mais. O plano se formou em mim instantaneamente, cheio de paixão. Mas, como boa realizadora que eu era, raciocinei friamente com minha amiguinha, explicando-lhe qual seria o seu papel: vigiar as janelas da casa ou a aproximação ainda possível do jardineiro, vigiar os transeuntes raros na rua. Enquanto isso, entreabri lentamente o portão de grades um pouco enferrujadas, contando já com o leve rangido. Entreabri somente o bastante para que meu esguio corpo de menina pudesse passar. E, pé ante pé, mas veloz, andava pelos pedregulhos que rodeavam os canteiros. Até chegar à rosa foi um século de coração batendo.

      Eis-me afinal diante dela. Paro um instante, perigosamente, porque de perto ela ainda é mais linda. Finalmente começo a lhe quebrar o talo, arranhando-me com os espinhos, e chupando o sangue dos dedos.

      E, de repente – ei-la toda na minha mão. A corrida de volta ao portão tinha também de ser sem barulho. Pelo portão que deixara entreaberto, passei segurando a rosa. E então nós duas pálidas, eu e a rosa, corremos literalmente para longe da casa.

      O que é que fazia eu com a rosa? Fazia isso: ela era minha.

      Levei-a para casa, coloquei-a num copo d’água, onde ficou soberana, de pétalas grossas e aveludadas, com vários entretons de rosa-chá. No centro dela a cor se concentrava mais e seu coração quase parecia vermelho.

       Foi tão bom.

      Foi tão bom que simplesmente passei a roubar rosas. O processo era sempre o mesmo: a menina vigiando, eu entrando, eu quebrando o talo e fugindo com a rosa na mão. Sempre com o coração batendo e sempre com aquela glória que ninguém me tirava.

      Também roubava pitangas. Havia uma igreja presbiteriana perto de casa, rodeada por uma sebe verde, alta e tão densa que impossibilitava a visão da igreja. Nunca cheguei a vê-la, além de uma ponta de telhado. A sebe era de pitangueira. Mas pitangas são frutas que se escondem: eu não via nenhuma. Então, olhando antes para os lados para ver se ninguém vinha, eu metia a mão por entre as grades, mergulhava-a dentro da sebe e começava a apalpar até meus dedos sentirem o úmido da frutinha. Muitas vezes na minha pressa, eu esmagava uma pitanga madura demais com os dedos que ficavam como ensanguentados. Colhia várias que ia comendo ali mesmo, umas até verdes demais, que eu jogava fora.

      Nunca ninguém soube. Não me arrependo: ladrão de rosas e de pitangas tem 100 anos de perdão. As pitangas, por exemplo, são elas mesmas que pedem para ser colhidas, em vez de amadurecer e morrer no galho, virgens.

LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016. p. 408-410.

Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, um dos atributos da redação oficial é a CONCISÃO, pois a comunicação nesse âmbito deve:
Alternativas
Q1169201 Redação Oficial
Em um documento oficial o endereçamento é a parte que informa quem receberá o expediente. Segundo a redação oficial, as informações que devem constar no endereçamento são:
Alternativas
Q1169196 Redação Oficial
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República a “redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige as comunicações oficiais e os atos normativos” (p.16, 2018). Pelas suas características e finalidades, a composição textual da redação oficial é diferente, por exemplo, da correspondência particular ou do texto literário.
São atributos da redação oficial:
Alternativas
Q1166791 Redação Oficial

Sobre os pronomes de tratamento usados nas redações oficiais e em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, analise as proposições abaixo e coloque V para as verdadeiras e F para as falsas.


( ) Seguem as mesmas regras ditadas pelas gramáticas para os textos não oficiais.

( ) Seguem regras diferentes das ditadas pelas gramáticas para os textos não oficiais.

( ) Referem-se à segunda pessoa do discurso, por isso, os verbos relacionados a eles também devem ficar em segunda pessoa (do singular ou plural, conforme o caso).

( ) São de segunda pessoa, porém, todo e qualquer pronome a eles referidos deve concordar na terceira pessoa.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETAde preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1166787 Redação Oficial

Sobre a linguagem da redação oficial recomendada pelo Manual de Redação da Presidência da República, analise as proposições abaixo, colocando V para as verdadeiras e F para as falsas.


( ) A impessoalidade é uma característica que deve ser dada aos assuntos nas comunicações oficiais, entretanto, devem ser estimuladas as impressões individuais de quem as comunica.

( ) A clareza, que diz respeito à compreensão imediata do texto pelo leitor, é prejudicada pela ambiguidade e é conferida ao texto mediante fatores como uso do padrão culto da língua, padronização e concisão.

( ) Por seguir parâmetros ditados pelo Manual de Redação, o texto oficial dispensa uma releitura do texto redigido.

( ) Impessoalidade discursiva, linguagem clara e objetiva são essenciais para que a administração pública aja sem prejudicar ou privilegiar ninguém.

( ) Para atingir a clareza, além de cumprir as demais características da Redação oficial, é necessário revisar o texto.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1166784 Redação Oficial

Sobre os fechos para as comunicações oficiais recomendados pelo Manual de Redação da Presidência da República, analise as proposições abaixo, atribuindo-lhes V para as verdadeiras e F para as falsas.


( ) Para autoridades de hierarquia superior a do remetente ou demais casos: Respeitosamente.

( ) Para autoridades de mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos: Atenciosamente.

( ) As comunicações dirigidas a autoridades estrangeiras, têm as mesmas regras de fecho das comunicações dirigidas a autoridades inframencionadas.

( ) Os fechos têm formatação determinada pelo Manual de Redação da Presidência da República.


Marque a alternativa que contém a sequência CORRETAde preenchimento dos parênteses.

Alternativas
Q1166782 Redação Oficial
O Manual de Redação da Presidência da República recomenda o emprego do padrão culto da linguagem nas correspondências oficiais. Assinale a alternativa que apresenta concordância verbal ADEQUADA, conforme tais recomendações.
Alternativas
Q1163872 Redação Oficial
Sobre as atuais formas de tratamento e endereçamento nas comunicações oficiais estabelecidas pelo Decreto presidencial n° 9.758/2019, uma das alternativas a seguir está incorreta Assinale-a.
Alternativas
Q1114116 Redação Oficial

Texto 1 para responder à questão.


Como a prisão muda a personalidade de detentos

JARRETT, C. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/vert-fut44282247>. Acesso em: 13 set. 2019, com adaptações.

Suponha que a psicóloga Marieke Liema, a serviço da Universidade Estadual de Goiás, estivesse interessada em realizar entrevistas com detentos de alguns presídios goianos e que, para isso, fosse necessário emitir um expediente ao Diretor-Geral de Administração Penitenciária do Estado de Goiás, com a finalidade de apresentar a proposta e solicitar a realização do trabalho. De acordo com as normas prescritas pelo Manual de Redação da Presidência da República, nesse contexto comunicativo, a suposta correspondência
Alternativas
Q1109444 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Ela não é necessariamente árida e contrária à evolução da língua, uma vez que sua finalidade é comunicar com objetividade e clareza. Desta forma, a redação oficial deve caracterizar-se por:
Alternativas
Q1092490 Redação Oficial
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, analise as afirmativas abaixo:
I. O Manual de Redação da Presidência da República estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: Para autoridades de hierarquia superior a do remetente, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente, e, para autoridades de mesma hierarquia, de hierarquia inferior ou demais casos: Atenciosamente,. II. Nos termos da Medida Provisória nº 2.200-2, de 24 de agosto de 2001, para que o e-mail tenha valor documental, isto é, para que possa ser aceito como documento original, é necessário existir certificação digital que ateste a identidade do remetente, segundo os parâmetros de integridade, autenticidade e validade jurídica da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. III. As comunicações administrativas devem ser sempre formais, isto é, obedecer a certas regras de forma (BRASIL, 2015a). Isso é válido tanto para as comunicações feitas em meio eletrônico (por exemplo, o e-mail, o documento gerado no SEI! o documento em html etc.), quanto para os eventuais documentos impressos. IV. A Mensagem é o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da administração pública; para expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; para submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; para apresentar veto; enfim, fazer comunicações do que seja de interesse dos Poderes Públicos e da Nação.
É CORRETO o que se afirma em:  
Alternativas
Q1092488 Redação Oficial
Com base no Manual de Redação Oficial da República, em um documento oficial o signatário é quem:
Alternativas
Q1092487 Redação Oficial
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta a grafia CORRETA de local e data de um documento oficial:
Alternativas
Q1090972 Redação Oficial
Assinale a alternativa que NÃO se refere de modo correto ao uso de siglas e acrônimos, segundo as instruções do Manual de Redação da Presidência da República:
Alternativas
Respostas
1601: E
1602: D
1603: C
1604: B
1605: C
1606: C
1607: D
1608: D
1609: B
1610: B
1611: B
1612: E
1613: E
1614: A
1615: D
1616: A
1617: D
1618: B
1619: A
1620: C