Questões de Concurso
Sobre manual de redação da presidência da república em redação oficial
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I. A impessoalidade impede a identificação da autoridade responsável pelo ato.
II. A objetividade exige que o redator se limite ao assunto tratado.
III. A concisão está relacionada à eliminação de informações desnecessárias, sem prejuízo do conteúdo essencial.
Quais estão corretas?
I. A Redação Oficial orienta-se, entre outros atributos, pela clareza, concisão, objetividade, coesão, coerência, formalidade e uso da normapadrão da Língua Portuguesa.
II. O parecer técnico caracteriza-se pela manifestação especializada destinada à análise e à fundamentação de determinada matéria, podendo subsidiar a tomada de decisão administrativa.
III. O relatório técnico destina-se exclusivamente à emissão de opinião conclusiva sobre questão jurídica, substituindo o parecer sempre que houver recomendação ao gestor.
IV. A correspondência oficial e as comunicações administrativas devem observar padronização formal, impessoalidade e identificação do signatário e do órgão expedidor.
V. A elaboração de documentos oficiais exige linguagem rebuscada e expressões de tratamento cerimoniosas, ainda que comprometam a objetividade e a clareza do texto.
VI. O Manual de Redação da Presidência da República constitui referência para a elaboração de expedientes oficiais e para a uniformização das comunicações na Administração Pública.
VII. O emprego da linguagem simples e precisa, sem prejuízo da formalidade administrativa, é compatível com os princípios da Redação Oficial.
VIII. O parecer técnico, o relatório técnico e as demais comunicações administrativas integram os instrumentos de documentação e formalização dos atos da Administração Pública.
Está CORRETO o que se afirma em
“Os munícipes interessados na obtenção do benefício deverão proceder à formalização do pleito mediante preenchimento do formulário pertinente e ulterior submissão da documentação comprobatória.”
Considerando os princípios da Linguagem Simples previstos na Lei nº 15.263/2025, na Lei Estadual nº 18.246/2022 e as recomendações do Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta.
Texto
Vacina contra VSR em idosos reduz internações em 75%
Análise comparou 520 mil vacinados com 2 milhões de não vacinados
Autoria: Tâmara Freire - Repórter da Agência Brasil
O estudo que analisou dados de mais de 2,5 milhões de pessoas concluiu que a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) em idosos esteve associada a uma redução de 75,6% das hospitalizações pela doença.
Além disso, os pacientes vacinados que precisaram ser internados após a infecção apresentaram 63,1% menos problemas cardiovasculares graves, como infarto e AVC. O risco de piora de diversas comorbidades também foi menor, como asma, doença pulmonar obstrutiva crônica, diabetes e doença renal.
O estudo comparou as informações de saúde de cerca de 520 mil pessoas vacinadas com o imunizante Arexvy com outras 2 milhões não vacinadas, nos Estados Unidos, entre agosto de 2023 e maio de 2024, após ponderações estatísticas.
Durante os nove meses analisados, o grupo das pessoas vacinadas registrou não somente menos internações pela doença, como também 79,1% menos hospitalizações com gravidade e 66,8% menos mortes.
Os resultados foram apresentados pela farmacêutica GSK, produtora na vacina, na edição deste ano da Conferência da Respiratory Syncytial Virus Foundation.
De acordo com a GSK, os dados “de mundo real” confirmam a eficiência do imunizante, já demonstrada nos ensaios clínicos.
O VSR é conhecido principalmente como o principal causador da bronquiolite em bebês, mas também é um vírus que infecta muitos idosos com gravidade, explica o cardiologista José Carlos Zanon, membro do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia.
“Com o envelhecimento, o nosso sistema imunológico passa por um processo de imunosenescência, e passa a ter uma resposta reduzida a diferentes tipos de infecções, o que predispõe a casos mais graves. Inclusive, a mortalidade percentual entre os idosos pelo VSR é maior do que entre as crianças”, explicou Zanon.
Dados da plataforma Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostram que no primeiro semestre deste ano o VSR respondeu por 38,1% dos casos e 11,5% das mortes por síndrome respiratória aguda grave com diagnóstico confirmado para alguma infecção viral. Os idosos são o segundo grupo mais afetado, atrás das crianças de até 2 anos de idade.
Os casos têm crescido nesta época do ano, conforme a sazonalidade da doença. Considerando apenas o mês de junho, os casos graves causados por VSR passam de 50% daqueles comprovadamente provocados por algum vírus respiratório.
De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações, Renato Kfouri, a ampliação do diagnóstico possibilitou ao sistema de saúde reconhecer a importância do VSR como agente causador de doença respiratória grave também entre os idosos.
“Muitos estudos mostram até mais tempo de hospitalização do que pelo vírus influenza, da gripe, maior risco de morte associado, especialmente em indivíduos que têm condições crônicas cardiovasculares e pulmonares”, acrescenta.
O cardiologista José Carlos Zanon explica que além de afetar as vias respiratória, o VSR causa uma “cascata inflamatória” em todo o organismo e por isso pode descompensar outras doenças que o paciente já tenha, como diabetes, ou mesmo provocar problemas cardíacos e derrames.
No Brasil, a vacinação contra o VSR só é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para as gestantes, com o objetivo de proteger os bebês recém-nascidos.
Porém, dois imunizantes foram aprovados para uso em adultos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e estão disponíveis na rede privada.
A Sociedade Brasileira de Imunizações recomenda que a vacina seja tomada por todos os idosos acima de 70 anos, e pelas pessoas entre 60 e 70 anos que tenham algum fator de risco.
O imunizante também é recomendado para todos os adultos imunocomprometidos.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/ vacina-contra-vsr-em-idosos-reduz-internacoes-em-75.
Julgue o item que se segue, à luz do disposto no MRPR.
O excerto a seguir atende aos requisitos de formas de tratamento a serem adotadas em textos oficiais cujo destinatário seja o ministro da Educação.
Senhor Ministro,
Convido Vossa Excelência a participar da Semana Acadêmica de Pesquisa, a ser realizada entre os dias 10 e 15 de outubro do corrente ano, no Centro de Convenções desta universidade.
Julgue o item que se segue, à luz do disposto no MRPR.
O excerto a seguir atende aos atributos de impessoalidade e uso da norma padrão previstos no MRPR.
O presente projeto visa à inclusão de estudantes de áreas periféricas nos programas de ensino profissionalizantes a que esta instituição se vincula.
Julgue o item que se segue, à luz do disposto no MRPR.
Considerando-se que o seguinte excerto tenha sido extraído de um texto oficial dirigido a chefe de departamento de universidade pública, é correto afirmar que o emprego das formas pronominais está em conformidade com o previsto no MRPR.
Vossa Senhoria deve informar vosso indicado para atuação no departamento ao final de vosso mandato.
Julgue o item que se segue, à luz do disposto no MRPR.
Em comunicação oficial dirigida a autoridade com título de embaixador, as formas de tratamento a serem adotadas no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto, respectivamente, são: A Sua Excelência o Senhor ou A Sua Excelência a Senhora; Excelentíssimo Senhor Embaixador ou Excelentíssima Senhora Embaixatriz; e Vossa Excelência Embaixador ou Vossa Excelência Embaixatriz.
Acerca de redação oficial, julgue o item a seguir, com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
Na redação de textos oficiais, emprega-se um padrão oficial de linguagem.
Acerca de redação oficial, julgue o item a seguir, com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).
A concisão de um texto configura-se pela organização de seus elementos de modo que haja conexão, continuidade e harmonia entre as palavras, as frases e os parágrafos que o constituem.