Questões de Concurso
Sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Calor humano
Não, não fazia vermelho. Era quase de noite e estava ainda claro. Se pelo menos fosse vermelho à vista como o era intrinsecamente. Mas era um calor de luz sem cor, e parada. Não, a mulher não conseguia transpirar. Estava seca e límpida. E lá fora só voavam pássaros de penas empalhadas. Mas era um calor visível, se ela fechava os olhos para não ver o calor, então vinha a alucinação lenta simbolizando-o: via elefantes grossos se aproximarem, elefantes doces e pesados, de casca seca, embora molhados no interior da carne por uma ternura quente insuportável; eles eram difíceis de se carregarem a si próprios, o que os tornava lentos e pesados.
Ainda era cedo para acender as lâmpadas, o que pelo menos precipitaria uma noite. A noite que não vinha, não vinha, não vinha, que era impossível. E o seu amor que agora era impossível – que era seco como a febre de quem não transpira, era amor sem ópio nem morfina. E “eu te amo” era uma farpa que não se podia tirar com uma pinça. Farpa incrustada na parte mais grossa da sola do pé.
Ah, e a falta de sede. Calor com sede seria suportável. Mas ah, a falta de sede. Não havia senão faltas e ausências. E nem ao menos a vontade. Só farpas sem pontas salientes por onde serem pinçadas e extirpadas. Só os dentes estavam úmidos. Dentro de uma boca voraz e ressequida, os dentes úmidos, mas duros – e sobretudo boca voraz de nada. E o nada era quente naquele fim de tarde eternizada. Seus olhos abertos e diamantes. Nos telhados os pardais secos. “Eu vos amo, pessoas”, era frase impossível. A humanidade lhe era como uma morte eterna que, no entanto, não tinha o alívio de enfim morrer. Nada, nada morria na tarde enxuta, nada apodrecia. E às seis horas da tarde fazia meio-dia. Fazia meiodia com um barulho atento de máquina de bomba de água, bomba que trabalhava há tanto tempo sem água e que virava ferro enferrujado. Há dois dias faltava água na cidade. Nada jamais fora tão acordado como seu corpo sem transpiração e seus olhos diamantes, e de vibração parada. E Deus? Não. Nem mesmo a angústia. O peito vazio, sem contração. Não havia grito.
Enquanto isso era verão. Verão largo como o pátio vazio nas férias da escola. Dor? Nenhuma. Nenhum sinal de lágrima e nenhum suor. Sal nenhum. Só uma doçura pesada: como a da casca lenta dos elefantes de couro ressequido. A esqualidez límpida e quente. Pensar no seu homem? Não, farpa na parte coração dos pés. Filhos? Quinze filhos dependurados, sem se balançarem à ausência de vento. Ah, se as mãos começassem a se umedecer. Nem que houvesse água, por ódio não tomaria banho. Por ódio não havia água. Nada escorria. A dificuldade é uma coisa parada. É uma joia– diamante. A cigarra de garganta seca não parava de rosnar. E Deus se liquefez enfim em chuva? Não. Nem quero. Por seco e calmo ódio, quero isso mesmo, este silêncio feito de calor que a cigarra rude torna sensível. Sensível? Não se sente nada. Senão esta dura falta de ópio que amenize. Quero que isto que é intolerável continue porque quero a eternidade. Quero esta espera contínua como o canto avermelhado da cigarra, pois tudo isso é a morte parada, é a eternidade, é o cio sem desejo, os cães sem ladrar. É nessa hora que o bem e o mal não existem. É o perdão súbito, nós que nos alimentávamos da punição. Agora é a indiferença de um perdão. Não há mais julgamento. Não é o perdão depois de um julgamento. É a ausência de juiz e de condenado. E a morte, que era para ser uma única boa vez, não: está sendo sem parar. E não chove, não chove. Não existe menstruação. Os ovários são duas pérolas secas. Vou vos dizer a verdade: por ódio enxuto, quero é isto mesmo, e que não chova.
E exatamente então ela ouve alguma coisa. É uma coisa também enxuta que a deixa ainda mais seca de atenção. É um rolar de trovão seco, sem nenhuma saliva, que rola mas onde? No céu absolutamente azul, nem uma nuvem de amor. Deve ser de muito longe o trovão. Mas ao mesmo tempo vem um cheiro adocicado de elefantes grandes, e de jasmim da casa ao lado. A Índia invadindo, com suas mulheres adocicadas. Um cheiro de cravos de cemitério. Irá tudo mudar tão de repente? Para quem não tinha nem noite nem chuva nem apodrecimento de madeira na água – para quem não tinha senão pérolas, vai vir a noite, vai vir madeira enfim apodrecendo, cravo vivo de chuva no cemitério, chuva que vem da Malásia? A urgência é ainda imóvel mas já tem um tremor dentro. Ela não percebe, a mulher, que o tremor é seu, como não percebera que aquilo que a queimava não era o fim da tarde encalorada e sim o seu calor humano. Ela só percebe que agora alguma coisa vai mudar, que choverá ou cairá a noite. Mas não suporta a espera de uma passagem, e antes da chuva cair, o diamante dos olhos se liquefaz em duas lágrimas. E enfim o céu se abranda.
LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. p.33- 34.
“Eu vos amo, pessoas.”. 3º§
A palavra “pessoas”, no fragmento acima, exerce a função sintática de:
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a cada questão.
A JABUTICABEIRA
Um jovem se aproximou de um senhor idoso e perguntou:
- Que planta é esta que o senhor está cuidando?
- É uma jabuticabeira - respondeu o velho.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Ah, pelo menos uns quinze anos - informou o homem.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? – indagou irônico, o rapaz.
- Não, não creio que viva tudo isso, pois já estou no fim da minha jornada, disse o ancião.
- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
E o velhinho respondeu calmamente:
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas se todos pensassem como você... Que seria de nós, se não plantássemos hoje a semente que servirá de alimento amanhã?
Não podemos estar voltados somente para nós mesmos. Temos que pensar, também, nas gerações que estão por vir.
Temos que dar nossa colaboração. Muitas medidas tomadas hoje repercutirão no futuro.
Tomara que você sinta orgulho de poder fazer, de alguma forma, parte dele e ter dado a sua contribuição.
https://mpenhahist.blogspot.com/p/textos-interessantes.html/capturado em 27/04/2024
“Os preparativos para sediar a 30ª edição da Conferência das nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), em novembro de 2025, devem deixar um legado histórico e transformador[...]”.
https://agenciapara.com.br/noticia/56776/obras-em-belem-para-receber-cop-30-estao-transformando-a-capital-paraense#
A expressão “em novembro de 2025” está entre vírgulas por qual motivo?
I- As vírgulas foram empregadas de modo adequado para isolar o aposto “médica e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)”.
II- As vírgulas foram empregadas de modo adequado para separar elementos que exercem a mesma função sintática.
III- As vírgulas foram empregadas de modo inadequado, já que não se deve separar sujeito e verbo.
IV- As duas vírgulas poderiam ser substituídas por travessão.
V- Apenas a primeira vírgula poderia ser substituída por travessão.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Humanizar a escrita: a nova tarefa dos robôs
Depois da chegada de nossos robôs auxiliares de escrita, que são capazes de resumir, de parafrasear e até mesmo de escrever por conta própria, vieram os programas de "humanização da escrita", também disponíveis na internet. Essas novas ferramentas, segundo seus fabricantes, servem para tornar indetectável o uso de inteligência artificial na produção de um texto, tornando-o mais semelhante a um texto escrito por um ser humano.
Dado que a inteligência artificial aprendeu com o material produzido por seres humanos, qual seria o elemento humano faltante aos textos escritos por ela? Em outras palavras, como fazer para que humanos não percebam que um texto foi produzido por uma máquina? Por curiosidade, fiz alguns testes, sem a menor pretensão de avaliar essas poderosas inteligências e seus criadores, e não cheguei a uma conclusão sobre o que seria a linguagem humanizada dos robôs.
Em um caso, o robô humanizado substituiu "pedido" por "request" num texto que, aliás, tinha sido escrito por um humano de carne e osso. Em outro, houve substituição de frases mais curtas e econômicas por períodos mais longos e redundantes; em outro, houve troca de "entre" por "dentre" (naturalmente, sem critério gramatical). Enfim, os seres humanos que criam esse tipo de ferramenta têm algum critério, seja ele qual for, para definir o que seria um estilo mais "humano". Qual será?
Em todo o caso, o termo "humanizado" vem aparecendo em muitos contextos, o que nos pode dar uma pista do que nós, afinal humanos, cremos ser "humano". Dia desses, uma discussão entre leitores de uma crônica na internet trouxe, talvez sem querer, uma questão curiosa. Um deles achou que o autor do texto tivesse cometido um erro de português (especificamente o uso de "câmara" no lugar de "câmera"). Outro explicou que as duas formas são corretas etc. etc., o que é verdade e qualquer bom dicionário pode atestar. Outros ainda consideraram inoportuno levantar esse tipo de questão, pois o texto era tão interessante e divertido etc. − tanta coisa a que prestar atenção e o sujeito vai logo reparar na grafia da palavra!
Até que outro acrescentou que qualquer um, autor ou revisor, pode errar (ora bolas!), a que se seguiu um comentário de assentimento: "Exatamente, compreensível. Essa é a forma humanizada da ortografia". Note-se que, a essa altura, o problema não era saber se as duas grafias eram corretas, muito menos se cogitava aproveitar o ensejo para discutir a variação ortográfica ou as acepções da palavra. Não. O problema mesmo foi o fato de alguém ter levantado a questão de supostamente haver um erro de grafia no texto do escritor.
A "forma humanizada da ortografia", ao que tudo indica, pressupõe um nível importante de tolerância. Sendo a ideia compreensível, para que essa "obsessão" pelo "correto"? Existe "o correto"? O curioso é que a ortografia, por ser convencionalmente estabelecida, é (ou era) a parte da gramática menos sujeita aos debates sobre variação da língua.
A humanização a que alude o comentário, porém, parece mais ligada a uma atitude ou posicionamento moral, que prescreve tolerância com a "diversidade ortográfica" como reflexo da tolerância com a pessoa que escreveu o texto. Corrigir ou assumir "tom professoral" é uma espécie de afronta à expressão alheia, uma atitude em si "intolerante". É preciso, afinal, respeitar o "diverso". O problema é que a língua precisa de elementos comuns para que seja eficaz em sua principal função, a da comunicação ("comunicar", na origem, é "pôr em comum").
Talvez essa postura humanizada explique o fato de hoje ser frequente encontrarmos erros gramaticais em livros caros, ilustrados, produzidos em ótimo papel, com capa dura etc. Afinal, como diziam nossas avós, errar é humano e, como já disse José Saramago, na sua "História do Cerco de Lisboa", ao explicar que o revisor nem sempre corrige, "primeiro mandamento do decálogo do revisor que aspire à santidade, aos autores deve-se evitar sempre o peso das vexações".
Não faz assim tanto tempo que o nosso querido Paulo Coelho, um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, era alvo de críticas na imprensa por causa das gralhas que se avolumavam nos seus livros, as quais, diga-se, nunca atrapalharam seus negócios. Certa vez, um tanto irritado pela cobrança de jornalistas, ele se saiu com um chiste, que acabou sendo levado a sério: disse que a magia de seus livros (responsável pelo milagre das vendas) poderia estar justamente nos erros gramaticais, de modo que não providenciaria revisão nas edições seguintes. E assim provavelmente foi. Mal sabia ele que antecipava uma tendência.
A tolerância às falhas às − falhas, que, mágicas ou não, afinal, nos lembram que somos humanos parece ser − um valor nos dias de hoje. Talvez essa seja a dica de ouro para os humanizadores de texto. Vamos ensinar os robôs a errar.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br
Os dois termos destacados, (1) e (2) no período acima, se classificam quanto à função sintática, respectivamente, como




Rubens visava o cargo mais alto do escritório.
Assinale a alternativa que identifique a natureza do erro presente na sentença acima:


(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/trissia-ordovas-sartori/noticia/2024/06/sobreorquideas-e-pessoas-html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em relação à classe morfológica, a palavra é classificada como um substantivo.
II. Sua função sintática no trecho é a de adjunto adnominal.
III. Um sinônimo possível para o vocábulo é “singular”.
Quais estão corretas?
Uma em quatro pessoas já vive em países que
atingiram pico populacional
As estimativas atualizadas da divisão de população das
Nações Unidas aumentaram as chances de que o
mundo chegue ao pico demográfico ainda neste século,
um cenário ainda mais pronunciado de declínio agregado
da população mundial.
As estimativas atualizadas da divisão de população das
Nações Unidas aumentaram as chances de que o
mundo chegue ao pico demográfico ainda neste século,
um cenário ainda mais pronunciado de declínio agregado
da população mundial.
A chance de que a humanidade atinja seu pico
populacional ainda neste século e, em seguida, entre em
um processo gradual de declínio ficou maior: a ONU fala
em 80% de chances de que isso ocorra, contra 30% de
probabilidade há dez anos.
Isso deve ocorrer em meados de 2080, quando seremos
10,3 bilhões. A partir daí, a humanidade deve entrar em
declínio demográfico e terminar o século 21 com 10,2
bilhões − 700 milhões a menos do que o estimado há
uma década.
Os resultados das estimativas divulgados nesta
quinta-feira (11) fazem parte das projeções anuais
produzidas pela ONU desde 1950, calculadas com base
nos censos nacionais e em estatísticas vitais de todos os
países, além de centenas de pesquisas amostrais com
representatividade nacional. As projeções tratam de
informações gerais relativas aos grandes fatores que
influenciam tamanho e composição das populações:
natalidade, fecundidade, mortalidade, migração, idade
média ao ter filhos, entre outros.
"O cenário demográfico evoluiu muito nos últimos anos.
Em alguns países, a taxa de natalidade agora é ainda
mais baixa do que anteriormente previsto, e também
estamos vendo declínios ligeiramente mais rápidos em
algumas regiões de alta fecundidade", diz Li Junhua,
subsecretário-geral de Assuntos Econômicos e Sociais
da ONU, em comunicado.
Um dos principais fatores foi a fecundidade ainda menor
do que a estimada na China, que já vem há décadas em
trajetória de redução das taxas de fecundidade e viu seu
primeiro declínio populacional em 62 anos em 2022.
Foram 850 mil pessoas a menos no país em 2022,
segundo dados oficiais, resultado de um número de
mortes maior que o de nascimentos.
Um resultado divulgado pela ONU que reforça a
tendência é o número de nascimentos por mulher, que
registra uma criança a menos do que em 1990. São 2,3
filhos em média por mulher no mundo atualmente, em
comparação a 3,3 em 1990.
Cerca de metade dos países registram taxas de
fecundidade abaixo de 2,1 nascimentos por mulher,
patamar que hipoteticamente manteria populações em
tamanho constante a longo prazo em cenário em que
não ocorre migração.
Há ainda países que experienciam taxas de fecundidade
chamadas de ultrabaixas pela ONU, ou seja, abaixo de
1,4 nascimento por mulher, casos de China, Espanha,
Itália e Coreia do Sul, por exemplo. Para os 24 países
nesse patamar, segundo a organização, o retorno ao
nível de reposição de 2,1 filhos por mulher nos próximos
30 anos é altamente improvável.
O impacto desse cenário demográfico já é sentido em
termos econômicos, com discussões que vão da cultura
ao mercado de trabalho, e também preocupa pelo efeito
inercial na estrutura etária das populações. Isto é:
décadas de baixas taxas de fecundidade resultam em
décadas de populações proporcionalmente mais
envelhecidas no presente e no futuro, que não
conseguirão retomar em pouco tempo os níveis
experimentados antes.
No momento de pico da população mundial no fim do
século, as estimativas sugerem que a fatia da
humanidade com 65 anos ou mais será maior do que a
de pessoas com menos de 18 anos. A diferença nos
extremos da estrutura etária acontecerá bem antes: em
meados de 2030, pessoas com 80 anos ou mais serão
mais numerosas do que os recém-nascidos (1 ano ou
menos).
Para Li Junhua, da ONU, há um lado positivo nesse
cenário de redução demográfica. "O pico mais cedo e
mais baixo é um sinal esperançoso. Isso poderia
significar pressões ambientais reduzidas dos impactos
humanos devido a um consumo agregado menor", diz.
Ele ressalta, por outro lado, que "um crescimento
populacional mais lento não eliminará a necessidade de
reduzir o impacto médio atribuível às atividades de cada
pessoa".
A Índia, que ultrapassou a China como país mais
populoso do mundo e tem mais de 1,4 bilhão de
habitantes, ainda tem uma janela de crescimento
relativamente grande. Segundo as estimativas da ONU,
o ano em que o país deve atingir seu pico populacional é
2062.
A migração deve seguir sendo um fator determinante
para a composição demográfica dos países. Em 50 deles
a imigração projetada será importante para atenuar o
declínio populacional; por outro lado, 13 países com a
fecundidade ultrabaixa devem sofrer com a emigração e
aprofundar a redução de sua população.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br
Os termos destacados no período acima desempenham função sintática, respectivamente, de
Essa situação também ocorre no trecho destacado em:
• … como a fumaça do lixo queimado nos fornos, que todos os edifícios sempre tiveram no porão, estava contaminando demais o ambiente…
• … as sobras domésticas em sacolas plásticas, que depois das 9h da noite devem ser colocadas ao lado do elevador de serviço.
• (Estão sendo fabricadas a toda pressa e algumas empresas já as anunciam, por preços inatingíveis).
Assinale a alternativa em que corretamente se indicam as circunstâncias das expressões destacadas, na ordem em que se encontram.


Internet:<www.mundodomarketing.com.br>
• ... caçambas sendo atiradas ao chão na madrugada, o asfalto sendo corroído, buracos por toda parte... (2º parágrafo)
• O espantoso é que, com toda a tecnologia de construção que a gente vê pelo mundo inteiro, ainda existam bate-estacas dinossáuricos... (3º parágrafo)
• Mas como manter teletrabalho com a insensatez das construções que, a cada momento, surgem repentinamente ao nosso redor? (3º parágrafo)
As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de:
