A lacuna que antecede o texto do expediente deve ser ocupad...

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Q3258663 Português
O texto II é um fragmento de um modelo de correspondência oficial disponível no Manual de Redação da Presidência da República. Considere o fragmento, para responder à questão.



Texto II

Assunto: Apresentação de novas funcionalidades do Sidof – Módulo I.

_____________________,

1 A chefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República aprimorou o Sistema de Geração e Tramitação de Documentos Oficiais – Sidof, com a inserção de novas funcionalidades. Os novos recursos do sistema serão apresentados aos servidores em módulos organizados por esta chefia.

2 Convido os servidores do [nome do Ministério] para assistir à apresentação do primeiro módulo, a ser realizada em 10 de setembro de 2018, às 9h30, no Auditório desta chefia.

3 Para assegurar o credenciamento, solicito a esse órgão a indicação dos servidores que trabalham com o Sidof, até 28 de agosto de 2018, por meio do endereço eletrônico [endereço eletrônico]:

[...]


(Disponível em:
https://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/assuntos/man ual-de-redacao-da-presidencia-da-republica/manual-deredacao.pdf. Adaptado. Acesso em 10/08/20240)
A lacuna que antecede o texto do expediente deve ser ocupada por um vocativo. Considerando-se que o destinatário é um “Chefe de Gabinete”, a forma que deve ser empregada é: 
Alternativas

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Tema central da questão: Vocativo em correspondência oficial, especificamente o uso do pronome de tratamento conforme o Manual de Redação da Presidência da República (MRPR).

O vocativo é o termo da oração utilizado para chamar ou invocar o destinatário, seguido de vírgula. Em redações oficiais, a escolha do vocativo correto garante respeito à hierarquia e à norma-padrão.

Regra normativa: O MRPR orienta:

  • Para autoridades que não são chefes de Poder (como "Chefe de Gabinete"), o vocativo deve ser: Senhor + o cargo.
  • As formas Digníssimo e Ilustríssimo estão abolidas em atos oficiais.
  • "Excelentíssimo" é reservado para chefes de Poder (Presidente, Governador, Juiz, etc.).
  • "Prezado" é próprio de correspondência particular, e não oficial.

Justificativa da alternativa correta:
A alternativa B) Senhor Chefe de Gabinete, segue integralmente a orientação do MRPR, sendo a única adequada à correspondência oficial dirigida a esse cargo.

Análise das alternativas incorretas:

  • A) Prezado Chefe de Gabinete, — "Prezado" demonstra cortesia, mas não é vocativo previsto para atos oficiais segundo o MRPR.
  • C) Excelentíssimo Chefe de Gabinete, — "Excelentíssimo" só deve ser usado para chefes de Poder, não se encaixando ao cargo em questão.
  • D) Digníssimo Chefe de Gabinete, — "Digníssimo" (DD.) está formalmente abolido em documentos oficiais, conforme o manual.

Estratégia para provas:
Sempre confira quem é o destinatário para aplicar corretamente o pronome de tratamento e evite vocativos abolidos (Digníssimo, Ilustríssimo) ou informalidades (“Prezado”) em redação oficial. Lembre: Senhor + cargo é a forma preferencial, salvo chefes de Poder.

Referências:
MRPR, Bechara, Cunha & Cintra.

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Comentários

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GAB.B

Sem falar que é a forma tradicional e adequada para documentos oficiais e administrativos.

Esse assunto está em Redação Oficial.

A base para esse conteúdo se encontra Manual de Redação da Presidência da República.

⚡ A resposta se encontra em:

Manual de Redação da Presidência da República

Vocativo

Página 26.

"As demais autoridades, mesmo aquelas tratadas por Vossa Excelência, receberão o vocativo Senhor ou Senhora seguido do cargo respectivo."

⭐ Exemplos:

  • Senhora Senadora,
  • Senhor Juiz,
  • Senhora Ministra, 

Gabarito Alternativa | B |

★ Polícia Militar do Estado do Paraná — 2025

Manual de Redação da Presidência da República, pág 27

Em comunicações oficiais, está abolido o uso de Digníssimo (DD) e de Ilustríssimo (Ilmo.).

Evite-se o uso de “doutor” indiscriminadamente. O tratamento por meio de Senhor confere a formalidade desejada.

PMPR!

RESUMO - USO DO VOCATIVO EM DOCUMENTOS OFICIAIS

O vocativo é a invocação direta ao destinatário da mensagem e, nas comunicações oficiais, deve sempre vir seguido de vírgula. Quando o destinatário for CHEFE DE PODER, utiliza-se obrigatoriamente a forma “Excelentíssimo Senhor” ou “Excelentíssima Senhora” + o cargo, como em: “Excelentíssimo Senhor Presidente da República,”.

Para OUTRAS AUTORIDADES tratadas por Vossa Excelência, usa-se apenas “Senhor” ou “Senhora” + o cargo, como em: “Senhor Juiz,” ou “Senhora Ministra,”.

Quando a comunicação for com particular, pode-se empregar “Senhor” ou “Senhora” + a designação usada pela instituição, como em: “Senhora Contribuinte,” ou ainda utilizar o nome do destinatário (“Senhora Maria,”) ou a forma “Prezado Senhor” / “Prezada Senhora”, mantendo o tom formal.

Não se usa mais “Digníssimo” (DD) nem “Ilustríssimo” (Ilmo.), e o uso de “doutor” deve ser evitado, pois o tratamento por “Senhor” já assegura a formalidade necessária.

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