Questões de Concurso Comentadas sobre vícios da linguagem em português

Foram encontradas 515 questões

Q2017395 Português

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial. 


Esclareço que, para mim, não está certo os levantamentos de dados referentes a assuntos técnicos administrativos, a fim de serem utilizados por terceiros interessados nos dados necessários ao seu controle, então não concordo com a sua iniciativa.

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Q2017394 Português

Julgue o item, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial. 


Solicitamos a essa chefia para instruir os novos técnicos administrativos a realizar serviços operacionais e administrativos, tendo em vista o funcionamento deste Conselho, conforme às regras e procedimentos estabelecidos. 

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Q2007239 Português
Leia o texto abaixo, escrito hipoteticamente por um aluno.

“O mundo está um caos social. A beleza deu lugar a escuridão, assim os homens enxergam como a vida pode ser pacata e bela. Todas às vezes quando me deparo em uma situação de perigo percebo poder fazer o mundo melhor e a vida mais tranquila que me fará também uma pessoa honesta e sem preconceito. Embora tenha consciência posso ser um agente social para evitar a pandemia que assola o mundo nos dias de hoje.
Considerando o texto 2, assinale a alternativa correta.
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Q2006849 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:

Eu nasci há dez mil anos atrás

Eu nasci há dez mil anos atrás

e não tem nada nesse mundo que eu não saiba de mais


Eu vi Cristo ser crucificado

O amor nascer e ser assassinado

Eu vi as bruxas pegando fogo para pagarem seus pecados,

Eu vi,

Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho

Vi Maomé cair na terra de joelhos

Eu vi Pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho

Eu vi,


Eu vi as velas se acenderem para o Papa

Vi Babilônia ser riscada do mapa

Vi conde Drácula sugando o sangue novo

e se escondendo atrás da capa

Eu vi,

Eu vi a arca de Noé cruzar os mares

Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares

Eu vi Zumbi fugir com os negros para floresta

pro quilombo dos palmares

Eu vi,


Eu vi o sangue que corria da montanha

quando Hitler chamou toda a Alemanha

Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha


Eu li,

Eu li os símbolos sagrados de Umbanda

Eu fui criança para poder dançar ciranda

E, quando todos paraguejavam contra o frio,

eu fiz a cama na varanda


Eu tava junto com os macacos na caverna

Eu bebi vinho com as mulheres na taverna

E quando a pedra despencou da ribanceira

Eu também quebrei a perna

Eu também,

Eu fui testemunha do amor de Rapunzel

Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu

E pra aquele que provar que eu estou mentindo

eu tiro o meu chapéu

Raul Seixas

Na mesma frase da questão anterior o compositor, provavelmente motivado por questões de métrica poética se vale de um recurso/vício de linguagem chamado:
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Q1994154 Português
No aeroporto

Viajou meu amigo Pedro. Fui levá-lo ao Galeão, onde esperamos três horas o seu quadrimotor. Durante esse tempo, não faltou assunto para nos entretermos, embora não falássemos da vã e numerosa matéria atual. Sempre tivemos muito assunto, e não deixamos de explorá-lo a fundo. Embora Pedro seja extremamente parco de palavras, e, a bem dizer, não se digne de pronunciar nenhuma. Quando muito, emite sílabas; o mais é conversa de gestos e expressões, pelos quais se faz entender admiravelmente.

É o seu sistema.

Passou dois meses e meio em nossa casa, e foi hóspede ameno. Sorria para os moradores, com ou sem motivo plausível. Era a sua arma, não direi secreta, porque ostensiva. A vista da pessoa humana lhe dá prazer. Seu sorriso foi logo considerado sorriso especial, revelador de suas boas intenções para com o mundo ocidental e oriental, e em particular o nosso trecho de rua. Fornecedores, vizinhos e desconhecidos, gratificados com esse sorriso (encantador, apesar da falta de dentes), abonam a classificação.

Devo dizer que Pedro, como visitante, nos deu trabalho; tinha horários especiais, comidas especiais, roupas especiais, sabonetes especiais, criados especiais. Mas sua simples presença e seu sorriso compensariam providências e privilégios maiores. Recebia tudo com naturalidade, sabendo-se merecedor das distinções, e ninguém se lembraria de achá-lo egoísta ou importuno. Suas horas de sono - e lhe apraz dormir não só à noite como principalmente de dia - eram respeitadas como ritos sagrados, a ponto de não ousarmos erguer a voz para não acordá-lo. Acordaria sorrindo, como de costume, e não se zangaria com a gente, porém nós mesmos é que não nos perdoaríamos o corte de seus sonhos. Assim, por conta de Pedro, deixamos de ouvir muito concerto para violino e orquestra, de Bach, mas também nossos olhos e ouvidos se forraram à tortura da tevê. Andando na ponta dos pés, ou descalços, levamos tropeções no escuro, mas sendo por amor de Pedro não tinha importância.

Objetos que visse em nossa mão, requisitava-os. Gosta de óculos alheios (e não os usa), relógios de pulso, copos, xícaras e vidros em geral, artigos de escritório, botões simples ou de punho. Não é colecionador; gosta das coisas para pegá-las, mirá-las e (é seu costume ou sua mania, que se há de fazer) pô-las na boca. 

Quem não o conhecer dirá que é péssimo costume, porém duvido que mantenha este juízo diante de Pedro, de seu sorriso sem malícia e de suas pupilas azuis - porque me esquecia de dizer que tem olhos azuis, cor que afasta qualquer suspeita ou acusação apressada, sobre a razão íntima de seus atos.

Poderia acusá-lo de incontinência, porque não sabia distinguir entre os cômodos, e o que lhe ocorria fazer, fazia em qualquer parte. Zangar-me com ele porque destruiu a lâmpada do escritório? Não. Jamais me voltei para Pedro que ele não me sorrisse; tivesse eu um impulso de irritação, e me sentiria desarmado com a sua azul maneira de olhar-me. Eu sabia que essas coisas eram indiferentes à nossa amizade - e, até, que a nossa amizade lhes conferia caráter necessário de prova; ou gratuito, de poesia e jogo.

Viajou meu amigo Pedro. Fico refletindo na falta que faz um amigo de um ano de idade a seu companheiro já vivido e puído. De repente o aeroporto ficou vazio.

Carlos Drummond de Andrade.
Analise o texto abaixo:
Nunca esquecerá daquele sorriso, nem de seu egocentrismo. Nunca gastou um centavo sequer de seu bolso para suas despesas no armazém. Me impressiona o fato de que nem o dono da casa nem o hóspede se desentenderam em nada. Ninguém entendeu. Algum de nós falhou nessa impressão? Por outro lado creio, que pelas circunstâncias e características do hóspede, nosso julgamento foi precipitado.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação ao texto.
( ) Há no texto erro de regência verbal. ( ) Um vício de linguagem foi empregado. ( ) Não há problemas quanto à concordância verbal. ( ) A colocação pronominal obedece à norma padrão da língua. ( ) O uso da pontuação está adequado.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q1992968 Português
Vícios de linguagem são todas as expressões/construções verbais e não verbais que alteram a norma padrão ou norma culta. Geralmente, ocorrem por descuido ou por falta de conhecimento das regras. Assinale a alternativa em que não há vício de linguagem.
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Q1992645 Português
Observe as frases:
I. Mário beijou a boca dela.
II. Ela é a protagonista da peça.
III. Descer a ladeira para baixo com a carriola é mais fácil.
IV. Raisa recebeu rosas do rei.
Assinale a afirmativa correta: 
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Q1986155 Português
Assinale a frase a seguir que está isenta de ambiguidade. 
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Q1973120 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

5 segredos da felicidade, segundo o “homem mais feliz do mundo”

O monge budista Matthieu Ricard é a “pessoa mais feliz do mundo”.

Esse título foi dado por cientistas da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, que estudaram seu cérebro.

Mas qual é, na visão dele, o segredo para tanta felicidade? Aos 70 anos, Ricard dá cinco conselhos.

1. Defina o que é felicidade

“Felicidade é um jeito de ser. É um estado mental ótimo, excepcionalmente saudável, que dá a você os recursos para lidar com os altos e baixos da vida.”

2. Seja paciente

“Não seja como uma criança que faz pirraça. ‘Eu quero ser feliz agora’, isso não funciona. Leva tempo cultivar todas aquelas qualidades humanas fundamentais que geram bem-estar.”

3. Saiba que você pode treinar sua mente

“O que você fizer vai mudar seu cérebro. Se você aprender malabarismo, a mergulhar ou a esquiar, seu cérebro vai mudar. Da mesma forma, se você treinar sua concentração, se você treinar para ter mais compaixão, se você treinar para ser mais altruísta, seu cérebro vai mudar, você será uma pessoa diferente. Todas essas habilidades podem ser aprendidas, assim como tocar piano ou jogar xadrez.”

4. Pratique pouco e com frequência

“É como quando você rega as plantas no seu apartamento. Você precisa regar um pouco todos os dias. Se você derramar um balde uma vez por mês, a planta vai morrer. É melhor fazer sessões curtas de meditação com frequência do que uma muito longa de tempos em tempos, porque o processo de neuroplasticidade não será ativado ou mantido.”

5. Não deixe o tédio desencorajá-lo

“Devemos perseverar, porque, às vezes, quando está chato é que uma mudança de verdade ocorre. A regularidade é uma das grandes dicas de meditação e treinamento mental para se tornar uma pessoa melhor, mais feliz e mais altruísta.”

Texto adaptado. Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/geral-40005893>. Acessado em: 27/01/2019.
Assinale a alternativa em que há algum vício de linguagem.
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Q1973092 Português
Leia atentamente o texto a seguir, para responder a próxima questão.

O lado bom de não saber

Uma das coisas mais inteligentes que um homem e uma mulher podem saber é saber que não sabem. Aliás, só é possível caminhar em direção à excelência se você souber que não sabe algumas coisas. Porque há pessoas que, em vez de ter humildade para saber que não sabem, fingem que sabem. Pior do que não saber é fingir que sabe. Quando você finge que sabe, impede um planejamento adequado, impede uma ação coletiva eficaz. Por isso, a expressão “não sei” é um sinal de absoluta inteligência.

Essa é a regra básica da vida: quando você está no fundo do poço, a primeira coisa que precisa para sair de lá é parar de cavar. E a pá que continua cavando é, ao não saber, fingir que sei. Fingir para quem? Não existe autoengano. Isso significa que quando alguém diz “não sei”, é um sinal de inteligência. Aliás, a pessoa humilde é capaz de ter dúvida, e isso é motor de mudança. Cuidado com gente que não tem dúvida. Gente que não tem dúvida não é capaz de inovar, de reinventar, não é capaz de fazer de outro modo. Gente que não tem dúvida só é capaz de repetir. Cuidado com gente cheia de certeza. Num mundo de velocidade e mudança, imagine se você ou eu somos cheios de certeza a dificuldade que isso nos carrega. Claro, você não pode ser alguém que só tem dúvida, mas não tê-las é sinal de tolice. “Será que estou fazendo do melhor modo? Da maneira mais correta? Será que estou fazendo aquilo que deve e pode ser feito?”

Só seres que arriscam erram.

(CORTELLA. Mário Sérgio. Qual é a tua obra?: inquietações propositivas sobre gestão, liderança e ética. Petrópolis, RJ: Vozes, 2015.)
No texto, o autor utiliza-se da repetição como recurso de ênfase às suas ideias. Porém, as repetições podem ser classificadas como vícios de linguagem. Assinale a alternativa em que NÃO ocorre esse problema. 
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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2022 - PC-SP - Escrivão de Polícia |
Q1945443 Português
Para responder à questão, considere o texto seguinte.

Assim que for retomado o atendimento presencial, nós vamos estar fazendo um mutirão para atender preferencialmente os pacientes prioritários que já colocaram sua rúbrica no formulário.
Os vícios de linguagem que podem ser identificados nesse texto são
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Q1934114 Português

Alimentação e expectativa de vida 


        Já está claro que comer menos doces e mais vegetais faz bem para a saúde. Um novo estudo, porém, traduziu em números os impactos de ter uma dieta saudável: é possível aumentar em até 13 anos a expectativa de vida ao mudar a alimentação. 

          A pesquisa estimou o tempo de vida ganho - ou melhor, que deixaria de ser perdido - ao se substituir uma dieta típica ocidental - com alta ingestão de carne vermelha, açúcar e processados - por uma alimentação ______ base de grãos integrais e leguminosas, como feijão e lentilha.

         De acordo com os pesquisadores, um jovem de 20 anos nos Estados Unidos pode alcançar um aumento de até 13 anos na expectativa de vida após fazer essa mudança alimentar de forma permanente. Entre as mulheres americanas com a mesma idade, o ganho seria de 10,7 anos ao adotar uma dieta mais saudável.

          A mudança alimentar na faixa dos 40 também ajuda na saúde. O ganho de expectativa de vida, de acordo com a pesquisa, é de 10 anos para as mulheres e de 11,7 anos para os homens que trocam alimentos como bacon e salsichas por legumes e verduras.

       Já entre os idosos de 80 anos, os cientistas apontaram um benefício menor: alta de 3,4 anos na expectativa de vida, após a troca da dieta. Todas as faixas etárias analisadas se beneficiariam das mudanças alimentares, de acordo com a pesquisa, mas o ganho cai ______ medida em que a troca ocorre mais tarde.

      “A mudança sustentada de uma dieta típica para uma dieta otimizada desde tenra idade pode se traduzir em um aumento na expectativa de vida de mais de 10 anos. Os ganhos são reduzidos substancialmente com o atraso no início das mudanças, principalmente quando se aproxima a idade de 80 anos”, concluíram os pesquisadores.

       Até mesmo uma dieta “no meio do caminho” entre a típica ocidental e a considerada ideal traz benefícios, segundo os autores. Um prato que não exclui, mas reduz a quantidade de carnes vermelhas e processadas e a de bebidas açucaradas também está associado ______ um aumento de expectativa de vida, embora menor.

    Já está claro para a Medicina que comer certos alimentos pode levar a um aumento de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, responsáveis pelo grande número de mortes em todo o mundo. Carnes processadas, como bacon e linguiça, por exemplo, aumentam o risco de câncer do intestino, segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS).
(Fonte: Terra - adaptado.)
Sobre os vícios de linguagem, expressões como anexar junto; limite máximo; elo de ligação; acabamento final são exemplos de: 
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Q1930157 Português
A frase abaixo que NÃO contém termos desnecessários, por já estarem contidos em outros vocábulos, é:
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Q1921414 Português

“Os homens prudentes, pelos casos passados e pelos presentes, julgam os que estão por vir.”

Essa frase pode apresentar ambiguidade, já que o segmento “os que estão por vir” pode referir-se a “homens” ou a “casos”.

A frase abaixo em que há uma ambiguidade possível é:

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Q1902695 Português

Texto CB1A2-I


    O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?

    Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.


Ruth Amosy. A argumentação no discurso.

São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I. 


No segundo período do primeiro parágrafo, a eliminação do vocábulo “a”, em todas as suas ocorrências, não prejudicaria a correção gramatical do texto, mas implicaria mudança de sentido.  

Alternativas
Q1882876 Português
Leia o texto.

(…) era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns, após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar; via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço, que elas despiam, suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas das mãos. As portas das latrinas não descansavam, era um subir e fechar a cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou as saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo no capinzal dos fundos, por trás da estalagem ou no recanto das hortas.

Aluísio Azevedo. O cortiço – fragmento
Analise as afirmativas abaixo:

1. Há algumas palavras no texto que caracterizam como animais as pessoas descritas.
2. As pessoas eram conformadas com a condição que tinham para viver.
3. Na frase: “via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço”, há uma colocação pronominal que poderia ser em próclise.
4. Na frase: “os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pelo”, há um pleonasmo vicioso.
5. A frase: “As portas das latrinas não descansavam, era um subir e fechar a cada instante” é um período composto por orações coordenadas.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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Q1873277 Português
Relacione as frases da coluna 2 com seus respectivos de vícios de linguagem da coluna 1.

Coluna 1 Vícios de linguagem
1. solecismo
2. pleonasmo
3. ambiguidade
4. colisão
5. cacofonia

Coluna 2 Frases
( ) Meu coração por ti gela.
( ) Haviam muitos alunos no auditório.
( ) Contrariado, entrou para dentro do auditório.
( ) Viajarei já em Janeiro.
( ) Saíram a passear: o pai o e seu filho.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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Q1864728 Português
Vícios de linguagem são todas as expressões ou construções que alteram a norma padrão ou norma culta. Geralmente, elas são provocadas por descuido ou por falta de conhecimento das regras por parte do falante.

Entre, os vícios de linguagem está o SOLECISMO que ocorre quando:
Alternativas
Q1862898 Português
Vícios de linguagem, conforme Cegalla (2007, p. 634), são "incorreções e defeitos no uso da língua falada ou escrita. Originam-se do descaso ou do despreparo linguístico de quem se expressa." Alguns professores pontuam, ainda, que qualquer desvio das normas gramaticais pode ser considerado um vício de linguagem.

Assinale em que o vício de linguagem NÃO está corretamente identificado em parênteses:
Alternativas
Q1860286 Português
Qual vício de linguagem se observa na frase Me dá uma mão
Alternativas
Respostas
201: E
202: E
203: E
204: D
205: A
206: A
207: B
208: C
209: B
210: A
211: D
212: C
213: B
214: E
215: C
216: A
217: D
218: B
219: E
220: C