Questões de Concurso Sobre variação linguística em português

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Q167825 Português
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A partir das estruturas e idéias do texto acima, julgue os seguintes
itens.

Em “as onda se espaia” (L.2) e em “As garça dá” (L.3), evidencia-se a tendência, presente na língua oral, de flexionar apenas o primeiro elemento de um sintagma plural.
Alternativas
Q149046 Português
O termo “desengavetou" (L.6) e a expressão “empunhar sozinho a bandeira" (L.11) conferem ao texto um traço de informalidade.
Alternativas
Q62388 Português
No texto, a expressão figurada que indica um uso coloquial, isto é, menos formal da língua, é
Alternativas
Q53217 Português
Acerca da estruturação dos parágrafos e dos períodos do texto, assinale a opção incorreta.
Alternativas
Q52115 Português
O texto caracteriza-se pelo emprego abundante de expressões coloquiais, usualmente condenadas na escrita formal. O texto apresenta um exemplo desse tipo de expressão no trecho
Alternativas
Q51961 Português
É correto afirmar que está de acordo com a norma culta:
Alternativas
Q21341 Português
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Acerca do gênero textual e das estruturas lingüísticas do texto acima, julgue os itens a seguir.
O gênero textual apresentado permite o emprego da linguagem coloquial, como ocorre, por exemplo, em "Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro" (L.13) e "um tijolo de burrice" (L.14).
Alternativas
Q9781 Português
As opções a seguir descrevem marca(s) lingüística(s) contida(s) no texto. Assinale a opção em que a(s) marca(s) apontada(s) não corresponde(m) a traço(s) de oralidade do texto.
Alternativas
Q2954698 Português

TEXTO 1



SECRETÁRIA – Luís Fernando Veríssimo



     O teste definitivo para você saber se você está ou não integrado no mundo moderno é a secretária eletrônica. O que você faz quando liga para alguém e quem atende é uma máquina.


     Tem gente que nem pensa nisso. Falam com a secretária eletrônica com a maior naturalidade, qual é o problema? É apenas um gravador estranho com uma função a mais. Mas aí é que está. Não é uma máquina como qualquer outra. É uma máquina de atender telefone. O telefone (que eu não sei como funciona, ainda estou tentando entender o estilingue) pressupõe um contato com alguém e não com alguma coisa. A secretária eletrônica abre um buraco nesta expectativa estabelecida. É desconcertante. Atendem – e é alguém dizendo que não está lá! Seguem instruções para esperar o bip e gravar a mensagem.


     É aí que começa o teste. Como falar com ninguém no telefone? Um telefonema é como aqueles livros que a gente gosta de ler, que só tem diálogos. É travessão você fala, travessão fala o outro. E de repente você está falando sozinho. Não é nem monólogo. É diálogo só de um.


     - Ahn, sim, bom, mmm... olha, eu telefono depois. Tchau.


     O “tchau” é para a máquina. Porque temos este absurdo medo de magoá-la. Medo de que a máquina nos telefone de volta e nos xingue, ou pelo menos nos bipe com reprovação.


     Sei de gente que muda a voz para falar com secretária eletrônica. Fica formal, cuida a construção da frase. Às vezes precisa resistir à tentação de ligar de novo para regravar a mensagem porque errou a colocação do pronome.


     Outros não resistem. Ao saber que estão sendo gravados, limpam a garganta, esperam o bip e anunciam:


     - De Augustín Lara...


     E gravam um bolero.


     Talvez seja a única atitude sensata. 

A frase abaixo que representa uma linguagem coloquial é:

Alternativas
Q1380609 Português


Considerando o texto acima, julgue o item. 

Pelo emprego de expressões coloquiais, pela informalidade, pelas escolhas lexicais e sintáticas, a linguagem do texto é inadequada para documentos oficiais.
Alternativas
Q9356 Português
O Senhor Computador

          Acabo de perder a crônica que havia escrito.
     Sequer tenho onde reescrevê-la, além desse caderninho
     onde inclino com mãos trêmulas uma esferográfica preta,
     desenhando garranchos que não vou entender daqui a meia
5    hora. Explico: tenho, para uso próprio, dois computadores.
     E hoje os dois me deixaram órfão, fora do ar, batendo
     pino, encarando o vazio de suas telas obscuras. A carroça
     de mesa pifou depois de um pico de energia. O portátil,
     que muitas vezes levo para passear como um cachorrinho
10  cheio de idéias, entrou em conflito com a atualização do
     antivírus e não quer "iniciar". O temperamental está fazendo
     beicinho, e não estou a fim de discutir a relação homemmáquina
     com ele.
          Farei isso, pois, com os leitores. Tenho consciência
15  de que a crônica sobre as agruras do escritor com computadores
     indolentes virou um clichê, um subgênero batido
     como são as crônicas sobre falta de idéia. Mas não tenho
     opção que não seja registrar meu desalento com as
     máquinas nos poucos minutos que me restam até que a
20  redação do jornal me telefone cobrando peremptoriamente
     esse texto.
          E registrar a decepção comigo mesmo - com a
     minha dependência estúpida do computador. Não somente
     deste escriba, aliás: somos todos cada vez mais
25 subordinados ao senhor computador. Vemos televisão no
     computador, vamos ao cinema no computador, fazemos
     compras no computador, amigos no computador. Música
     no computador. Trabalho no computador.
     Escritores mais graduados me confessam escrever
30  somente a lápis. Depois de vários tratamentos, passam o
     texto para o computador, "quando já está pronto". Faço
     parte de uma geração que não apenas cria direto no
     computador, mas pensa na frente do computador. Teclamos
     com olhos dilatados e dedos frementes sobre a cortina
35 branca do processador de texto, encarando uma tela que
     esconde, por trás de si, um trilhão de outras janelas,
     "o mundo ao toque de um clique".
          Nada mais ilusório.
          O que assustou por aqui foi minha sincera reação
40  de pânico à possibilidade de perder tudo - como se a
     casa e a biblioteca pegassem fogo. Tenho pelo menos
     seis anos de textos, três mil fotos e umas sete mil
     músicas em cada um dos computadores - a cópia de
     segurança dos arquivos de um estava no outro. Claro, seria
45 impossível que os dois quebrassem - "ainda mais no
     mesmo dia!" Os técnicos e entendidos em informática
     dirão que sou um idiota descuidado. Eles têm razão.
          Há outro lado. Se nada recuperar, vou me sentir
     infinitamente livre para começar tudo de novo. Longe do
50 computador, espero.

CUENCA, João Paulo. Megazine. Jornal O Globo. 20 mar. 2007.
(com adaptações)
Assinale a passagem em que predomina o uso da linguagem informal.
Alternativas
Q2908141 Português

É


A gente quer calor no coração

A gente quer suar, mas de prazer

A gente quer é ter muita saúde

A gente quer viver a liberdade

A gente quer viver felicidade

É a gente não tem cara de panaca

A gente não tem jeito de babaca... (Trecho da canção de Luiz Gonzaga Jr.)

O uso das gírias "panaca" e "babaca" mostram:

Alternativas
Q1637971 Português
Considera-se que a linguagem possui pelo menos dois níveis de registro: o culto e o coloquial. Embora essa caracterização não seja estanque, pode-se reconhecer a predominância de um dos registros nos diferentes contextos de enunciação, com o que se agrega credibilidade aos enunciados. Verifique quais circunstâncias e registros estão corretamente agrupados, nas alternativas abaixo:
Alternativas
Q288109 Português
O fragmento em que aparece o nível coloquial da linguagem está transcrito na alternativa

Alternativas
Q218950 Português
De acordo com os padrões da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q42499 Português
Marque a assertiva errada em relação ao seguinte texto:

O momento é de resgatar as essências, guiar-se pelo bom senso e praticar a ética junto a consumidores, fornecedores, acionistas e comunidade. Num mundo estarrecido pelas guerras, pelo terrorismo e pelo imperialismo a qualquer preço, ganham admiração o diálogo, a transparência e a contribuição para uma sociedade melhor. Fora e dentro do meio empresarial.

(Carta Capital, n° 307)
Alternativas
Ano: 2005 Banca: EJEF Órgão: TJ-MG Prova: EJEF - 2005 - TJ-MG - Oficial Judiciário |
Q29039 Português
"No latim não era não." (linhas 2-3)

É CORRETO afirmar que essa frase é característica da linguagem
Alternativas
Q2258688 Português
Atente para as frases abaixo.
I. Quando leio Machado de Assis, os parágrafos me arrastam, as páginas fluem e o livro se encerra sem que eu tenha dado pela passagem das horas.
II. Tratando-se de um romance como esse, o leitor deve ficar atento a todos os detalhes, pois não há minúcia que possa ser dada como irrelevante para a significação do contexto.

III. Mal avistei as velas e percebi, pela nervosa movimentação delas, que a agitação do mar obrigara os velejadores a aportarem mais cedo do que desejam.
IV. Ele ganha a vida perdendo-a, pois nenhum prazer encontra no trabalho, marcado por uma rotina em que se apaga toda possibilidade de aventura.
Há aproveitamento de recursos de linguagem figurada APENAS nas frases
Alternativas
Q2239119 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


(João Mangabeira, Oração do Paraninfo, proferida em Salvador, BA, em 8/12/1944, com adaptações)

Assinale a opção correta a respeito do emprego das estruturas lingüísticas no texto.
Alternativas
Respostas
1464: C
1465: C
1466: B
1467: E
1468: C
1469: A
1470: C
1471: E
1472: A
1473: E
1474: B
1475: B
1476: A
1477: E
1478: D
1479: D
1480: B
1481: C
1482: B