Questões de Concurso Sobre variação linguística em português

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Q605177 Português
Considere os textos abaixo para responder à questão. 

− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.

Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan. 

 
Levando em consideração o gênero discursivo a que pertence o texto, é correto afirmar que, nessa produção de Cristovão Tezza, se
Alternativas
Q605169 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

GATO-SAPATO
‘FAZER ALGUÉM GATO-SAPATO’ é maltratar, tratar alguém com desprezo.
A expressão teria surgido por associação com o mais vil dos ultrajes felinos: ser subjugado por um cão e assim ficar um ‘gato sob pata’. Aí, ‘sob pata’ se teria transformado em sopata (tal como ‘sob o papo’ virou sopapo e ‘sob pé’ virou sopé). Mas a palavra nem chegou a se estabelecer: foi logo substituída por sapato porque (a) ninguém conhecia sopata, (b) sapato todo o mundo conhecia e era a palavra mais parecida com sopata e (c) sapato rimava com gato.

(Reinaldo Pimenta. A Casa da Mãe Joana. Curiosidades nas origens das palavras, frases e marcas. 10 ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2010, p.104) 
É lícito afirmar que o enunciador
Alternativas
Q605168 Português
Considere o texto abaixo para responder à questão.

GATO-SAPATO
‘FAZER ALGUÉM GATO-SAPATO’ é maltratar, tratar alguém com desprezo.
A expressão teria surgido por associação com o mais vil dos ultrajes felinos: ser subjugado por um cão e assim ficar um ‘gato sob pata’. Aí, ‘sob pata’ se teria transformado em sopata (tal como ‘sob o papo’ virou sopapo e ‘sob pé’ virou sopé). Mas a palavra nem chegou a se estabelecer: foi logo substituída por sapato porque (a) ninguém conhecia sopata, (b) sapato todo o mundo conhecia e era a palavra mais parecida com sopata e (c) sapato rimava com gato.

(Reinaldo Pimenta. A Casa da Mãe Joana. Curiosidades nas origens das palavras, frases e marcas. 10 ed. Rio de Janeiro: Editora Campus, 2010, p.104) 
É correto afirmar que o texto
Alternativas
Q605160 Português
Considere a letra da canção Lavadeira do rio, de Lenine e Bráulio Tavares, adaptada, na ortografia e pontuação, para acompanhar sua interpretação cantada, para responder à questão. 

Ah! lavadeira do rio
muito lençol pra lavar
fica faltando uma saia
quando o sabão se acabar
mas corra pra beira da praia
veja a espuma brilhar
ouça o barulho bravio
das ondas que batem na beira do mar
ê, ô, o vento soprô
ê, ô, a folha caiu
ê, ô, cadê meu amor
que a noite chegô fazendo frio
ô, Rita, tu sai da janela
deix’esse moço passar
quem não é rica, e é bela
não pode se descuidar
ô, Rita, tu sai da janela
que as moça desse lugar
nem se demora donzela
nem se destina a casar
ê, ô, o vento soprô... 
É INCORRETA a seguinte observação sobre recursos linguístico-discursivos empregados no texto:
Alternativas
Q605159 Português
Considere a letra da canção Lavadeira do rio, de Lenine e Bráulio Tavares, adaptada, na ortografia e pontuação, para acompanhar sua interpretação cantada, para responder à questão. 

Ah! lavadeira do rio
muito lençol pra lavar
fica faltando uma saia
quando o sabão se acabar
mas corra pra beira da praia
veja a espuma brilhar
ouça o barulho bravio
das ondas que batem na beira do mar
ê, ô, o vento soprô
ê, ô, a folha caiu
ê, ô, cadê meu amor
que a noite chegô fazendo frio
ô, Rita, tu sai da janela
deix’esse moço passar
quem não é rica, e é bela
não pode se descuidar
ô, Rita, tu sai da janela
que as moça desse lugar
nem se demora donzela
nem se destina a casar
ê, ô, o vento soprô... 
O exame do texto revela que os compositores
Alternativas
Q490758 Português
GRAFIA DE SÃO PAULO - A Folha usará "presidente", e não "presidenta", para se referir à petista Dilma Rousseff. Em português, as duas formas estão corretas, "mas a feminina é pouco usada", diz Thaís Nicoleti, consultora de língua portuguesa do Grupo Folha-UOL. De acordo com Pasquale Cipro Neto, o uso da forma "presidenta" causa estranheza aos leitores.

                                          Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj0201201105.htm>. Acesso em 02 jan. 2011.

A regra que justifica a escolha do uso de “presidente” e não “presidenta” pelo jornal é baseada
Alternativas
Q379706 Português
No texto há vários exemplos de linguagem coloquial, conforme se pode observar na seguinte alternativa:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: IF-RN Prova: COMPERVE - 2011 - IF-RN - Contador |
Q330014 Português
No texto, predomina um tom

Alternativas
Q262637 Português
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Com relação aos sentidos do poema acima e ao nível de
formalidade da linguagem nele empregada, julgue os itens a seguir.

O termo “tão” (v.2), é uma redução da forma verbal estão e, próprio da linguagem oral informal, exigiria que o termo subsequente “doente” fosse flexionado no plural.

Alternativas
Q262636 Português
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Com relação aos sentidos do poema acima e ao nível de
formalidade da linguagem nele empregada, julgue os itens a seguir.

O termo “Dodói”, no título do poema, pertence à linguagem oral infantil, por isso configura-se como vocábulo coloquial e informal, sendo um recurso para conferir humor ao texto.

Alternativas
Q235319 Português
Por tratar-se de um livro descompromissado com a erudição, o autor emprega algumas vezes a linguagem coloquial. A alternativa que exemplifica esse tipo de variação de linguagem é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235237 Português
Abaixo estão declarações de personalidades políticas sobre a inflação.Tais frases foram retiradas do livro O Brasil em mil frases, SP, Publifolha. 1996.

I . Nos últimos dez anos tivemos oito planos de estabilização, cincocongelamentos, quatro trocas de moeda, quinze políticas salariaise cinquenta e quatro formasde controlede preços. E continuamos trocando de ministro como se troca de camisa. (Aloízio Mercadante, 1992)

II. Fiz tudo o que sabia. Essainflação brasileira não tem vergonha. Oque já fizemos! E ela não cai... (Ernane Galveas, 1984)

III. Se o povo nas ruas derrubou a ditadura, derrubará também a inflação. (Franco Montoro,1986)

IV. Não há excesso de liquidez. O que há é uma sensação de excesso de liquidez.(Zélia Cardoso de Mello, 1990)

Entre essas declarações, as que mostram o emprego de umavariação coloquialsão somente:

Alternativas
Ano: 2011 Banca: FUJB Órgão: MPE-RJ Prova: FUJB - 2011 - MPE-RJ - Técnico Administrativo |
Q235234 Português
O segmento do texto que representa uma variação coloquialde linguagem é:
Alternativas
Q195949 Português

TEXTO 2 – NÃO APELE PARA A AUTOMEDICAÇÃO

Superinteressante, Nov. 2010

     Diante de uma dor de cabeça alucinante ou de uma queimação no estômago depois do jantar, bate um ímpeto de correr à farmácia e liquidar o mal-estar por conta própria. Ou então, ao acordar com dor de garganta, a saída mais fácil parece ser usar aquele antibiótico receitado para outra pessoa, em outra ocasião. Tentações assim são perigosas, especialmente para quem se automedica com frequência. Para início de conversa, é muito difícil acertar em cheio no tipo de droga, na dose e no tempo de tratamento necessários para resolver um problema de saúde, principalmente uma infecção. A probabilidade de o micro-organismo envolvido na história se tornar resistente e contra-atacar é enorme. Pior: algumas substâncias, à medida que se acumulam no organismo, sobrecarregam órgãos vitais, como rins e fígado. Outras têm o poder de anular ou potencializar os efeitos de medicamentos associados a elas. No último caso, sintomas como sonolência, tontura, enjoo e falta de concentração podem perturbar o sujeito e até desencadear quadros mais graves. Não arrisque sua saú- de! Ouça um profissional antes de engolir qualquer remédio ou até mesmo um suplemento. Só eles conhecem as peculiaridades de cada substância e são capazes de prescrevê-las, garantindo a sua segurança. Você não vai querer arrumar outra dor de cabeça, vai?

O texto é predominantemente expresso em língua culta, mas, em algumas passagens, aparece uma marca de linguagem coloquial. A alternativa em que uma dessas passagens aparece é:
Alternativas
Q141134 Português
”Minha terra tem palmeiras” – o verbo ter foi usado segundo o registro coloquial na frase:
Alternativas
Q133042 Português
Texto para os itens de 49 a 62

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Ainda com relação a esse texto, julgue os itens a seguir.

Os vocábulos “adágio” (L.6), ‘objetal’ (L.8) e “numa” (L.23) correspondem a marcas de oralidade que dão fluidez ao texto.
Alternativas
Q133007 Português
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Com base nas ideias e nas estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens que se seguem.

As marcas que caracterizam a informalidade do discurso falado, ao serem inseridas em um discurso mais formal, como no texto acima, devem ser destacadas pelo emprego das aspas, tal como ocorre no período que inicia o texto.
Alternativas
Q132992 Português
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Com relação à organização das ideias do texto, julgue os itens a
seguir.

A exclamação “e quanto!” (L.22) constitui uma manifestação informal de linguagem, associada ao discurso falado.
Alternativas
Q111612 Português
A respeito do quadrinho, analise as afirmativas a seguir:

I. Ao passar parte da fala do homem para o discurso indireto, ficaria correta a frase “O homem pediu à mulher que trouxesse um copo de água bem gelada para ele”.

II. Na fala da mulher, ficaria correto substituir devia por deveria.

III. Há marcas linguísticas na fala do homem que caracterizam o registro coloquial.

Assinale
Alternativas
Q95481 Português
Assinale a alternativa correta a respeito de fatos gramaticais e estilísticos encontrados no texto II.
Alternativas
Respostas
1481: C
1482: A
1483: A
1484: E
1485: B
1486: D
1487: D
1488: C
1489: E
1490: C
1491: D
1492: A
1493: D
1494: E
1495: B
1496: E
1497: E
1498: C
1499: C
1500: B