Questões de Concurso
Sobre variação linguística em português
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Texto 3

LAERTE. Disponível em: https://twitter.com/laertecoutinho1/status/1251488741866291201. Acesso em: 24 jan. 2022
Com base no texto 3 e de acordo com a variedade padrão da língua escrita, é correto afirmar que:
Sobre esse aspecto, o hibridismo linguístico auxilia:
Previsões de Nostradamus: asteroide e fim de todo o mundo
Astrólogo e médico francês, segundo dizem, Nostradamus predisse alguns dos eventos mais importantes dos últimos séculos. Suas previsões foram assustadoramente precisas.

Fonte: Pixabay© Fornecido por Tech Break.
Diz-se até que ele sabia que John F. Kennedy seria assassinado e que os ataques terroristas de 11 de setembro no World Trade Center, em Nova York, aconteceriam.
E Nostradamus tem algumas profecias terríveis para os tempos atuais.
Aqui, estão suas principais profecias sobre o que os próximos tempos podem nos reservar.
Ele acredita que a Terra será atingida por uma fome de proporções bíblicas. Esta é outra de suas previsões sobre o fim do mundo, que começa com o aumento dos terremotos e a disseminação de vírus - algo que todos nós sabemos muito sobre estes anos. Outro indicador, de acordo com Nostradamus, é uma fome massiva, de um tamanho que o mundo nunca viu antes.
Ele disse: "Depois de um grande problema para a humanidade, um maior está preparado. O Grande Motor renova as eras: chuva, sangue, leite, fome, aço e peste são o fogo do céu visto, uma longa faísca correndo."
Enormes danos serão causados ao nosso planeta por agora, afirma Nostradamus, por enormes tempestades solares. O horóscopo anual afirma que ele disse: "Veremos a água subindo e a terra caindo sob ela." Conforme a devastação se manifesta em todo o mundo, o médico diz que haverá migração em massa e as pessoas que vivem na Terra começarão a lutar pelos poucos recursos naturais restantes. Isso também levará à guerra em todo o planeta.
Não apenas o mundo sofrerá o impacto de um cometa. Nostradamus também disse que isso poderia causar um grande número de desastres naturais. Ele escreveu: "No céu, vê-se fogo e uma longa trilha de faíscas."
Depois de 2020, a última coisa de que precisamos é outro desastre natural; no entanto, ele prevê más notícias se você mora na Califórnia. Nostradamus afirma que um grande terremoto atingirá os Estados Unidos e a Califórnia é o local descrito como o alvo.
A ascensão da tecnologia no século XXI é algo a que todos estamos nos acostumando com a Inteligência Artificial na maioria de nossas casas e minúsculos computadores em nossos bolsos.
Mas, de acordo com Nostradamus, isso realmente aumentará a partir de agora com os soldados tendo chips implantados em seus cérebros.
Aparentemente, esses novos super soldados serão necessários para salvar a raça humana e liderarão as forças armadas.
(Disponível em: Previsões de Nostradamus: Asteroide e 'fim de todo o
mundo' (msn.com). Adaptado)
No Texto 1, de autoria do ilustrador Savron, podemos observar a caricatura de dois participantes da 22ª edição do programa Big Brother Brasil, em um recorte de um momento que chamou a atenção dos telespectadores, por conta do viés humorístico. O Texto 2, por sua vez, traz a definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Sua leitura é necessária para responder a questão:

TEXTO 2:
“Segmento ou fragmento de HQs, geralmente com três ou quatro quadrinhos, apresenta um texto sincrético que alia o verbal e o visual no mesmo enunciado e sob a mesma enunciação. Circula em jornais ou revistas, numa só faixa horizontal de mais ou menos 14 cm x 4 cm, em geral, na seção “Quadrinhos” do caderno de diversões, amenidades ou também conhecido como recreativo, onde se podem encontrar Cruzadas, Horóscopo, HQs, etc.”.
Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais.
Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
No Texto 1, de autoria do ilustrador Savron, podemos observar a caricatura de dois participantes da 22ª edição do programa Big Brother Brasil, em um recorte de um momento que chamou a atenção dos telespectadores, por conta do viés humorístico. O Texto 2, por sua vez, traz a definição de Sérgio Roberto Costa para um determinado gênero textual. Sua leitura é necessária para responder a questão:

TEXTO 2:
“Segmento ou fragmento de HQs, geralmente com três ou quatro quadrinhos, apresenta um texto sincrético que alia o verbal e o visual no mesmo enunciado e sob a mesma enunciação. Circula em jornais ou revistas, numa só faixa horizontal de mais ou menos 14 cm x 4 cm, em geral, na seção “Quadrinhos” do caderno de diversões, amenidades ou também conhecido como recreativo, onde se podem encontrar Cruzadas, Horóscopo, HQs, etc.”.
Fonte: COSTA, Sérgio Roberto. Dicionário de gêneros textuais.
Belo Horizonte: Autêntica, 2008.
Leia o texto a seguir para responder à questão
TEXTO I
Erros e adequação de linguagem - Como evitar o preconceito linguístico?
Jorge Viana de Moraes, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação.
O filósofo Spinoza escreveu: "Tenho-me esforçado por não rir das ações humanas, por não deplorá-las nem odiá-las, mas por entendê-las." (apud BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico).
Diante desse convidativo pensamento do excomungado filósofo racionalista, cabe-nos uma profunda reflexão quando, ao nos referimos às variedades linguísticas de uma determinada língua - neste caso, as variações de uso da língua portuguesa - as tratamos, muitas vezes, sob o signo do erro.
Precisamente em função disso, seria bom esclarecer que há certas afirmações equivocadas, que ainda são bastante usuais para avaliar o desempenho linguístico em geral dos falantes das variantes não-padrão da língua. Afirmações que, além de equivocadas, não são politicamente corretas e, por isso, devem ser evitadas.
Sendo a língua uma realidade essencialmente variável, em princípio não há formas ou expressões intrinsecamente erradas. Há, na verdade, variações. Assim, caberia a todo falante dessa língua adequar seu discurso a determinadas situações linguísticas de uso, que fossem necessárias à comunicação urgente e eficaz, seja ela culta ou não.
Portanto, dentro dessas variações (desde a norma padrão até a forma mais coloquial possível) há defeitos - e não erros - que deveriam ser observados e reparados. De modo que, quando falamos em linguagem coloquial, soa-nos que esta atua como um termômetro social, que mede o quanto um falante está socialmente mais ou menos afastado de uma elite social, falante de um português padrão culto.
Ora, isso não passa, no mínimo, do desconhecimento de qualquer análise de caráter sociolinguístico. Em princípio, mesmo nos falantes que usualmente utilizam, na maior parte do tempo, a chamada variante padrão, percebe-se também em suas falas a utilização da variante coloquial como forma de expressão.
Nossos discursos não são tão puros assim, de tal forma que, ao falarmos, fazemos separações rigorosas daquilo que é formal do que não é formal. Ademais, devemos atentar para as diferenças existentes entre as modalidades falada e escrita da língua. Essas diferenças devem ser estabelecidas e mostradas a todos, de maneira clara e objetiva, quando se aborda o assunto língua.
A partir dessas observações, usar conceitos como adequação e inadequação, dependendo, é claro, da situação comunicativa em que o falante / escritor está inserido, seria mais proveitoso e menos preconceituoso.
Não podemos incidir no mesmo equívoco que algumas pessoas cometem - em manuais, gramáticas ou livros didáticos - quando comparam a variante padrão, escrita, da língua, com a variante não-padrão, falada, se valendo dos mais arraigados e difundidos preconceitos linguísticos contra os falantes dessas variantes não-padrão, dizendo que estes não conhecem a própria língua, pelo fato de "maltratarem-na", "errarem-na" etc.
Tal comportamento explica-se pelo fato de essas pessoas (que atuam praticamente como verdadeiras donas da língua) perceberem a língua como um bloco monolítico, com uma única possibilidade de realização, e que está estática, tal como uma língua morta. E que qualquer manifestação linguística que não siga os padrões do passado (normalmente literários, que são legitimados pelas gramáticas normativas) é traduzida em erro.
Marcos Bagno mostra-nos exatamente isso, quando afirma: "O preconceito linguístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo. [...] Também a gramática não é a língua".
Além do mais, o preconceito linguístico está intimamente relacionado à imagem que cada um dos falantes tem do outro, e não necessariamente sobre o grau de conhecimento efetivo que estes falantes têm do padrão culto da língua.
Sobre isso, Marli Quadros Leite afirma o seguinte: "O preconceito decorre de incompatibilidades entre a pessoa e o ato que ela executa, ou, ao contrário, entre o ato e a pessoa, incluído aí o discurso. Isso quer dizer, se se tiver uma ideia favorável de uma pessoa, tudo o que ele fizer ou disser pode ser aceito, mesmo se o que disser ou fizer for errado, falso ou impreciso. Inversamente, se se tiver uma ideia desfavorável sobre alguém, tudo o que ela disser ou fizer pode ser rejeitado, mesmo se disser verdades ou se se comportar corretamente." Diante desses esclarecimentos, é fundamental que todos os falantes, sabendo exatamente das diferenças acima citadas, ao falarem linguisticamente em errado / certo, atentem para a existência das variações aqui esclarecidas e comecem a tomar a devida cautela quanto ao uso desses referidos conceitos (certo / errado), que, quando mal empregados, acabam por gerar pré-conceitos não somente nas já referidas gramáticas, manuais ou livros didáticos, mas principalmente em nossos mais variados discursos.
https://educacao.uol.com.br
I- O princípio da adequação linguística é fundamental para o fim do preconceito linguístico.
II- A adequação ou inadequação de uma manifestação linguística deve ser avaliada conforme a situação comunicativa.
III- A variante padrão deve ser considerada superior à variante informal, uma vez que é restrita ao ensino de regras.
IV- As variações linguísticas são próprias da língua como um organismo vivo.
V- O uso frequente da variante informal reforçou a hegemonia do português padrão culto.
Está(ão) de acordo com o texto apenas a(s) afirmativa(s):
Leia a tirinha a seguir.

Nessa tirinha, há uma crítica à figura do ser humano em
relação a seu comportamento no trânsito. Tal crítica se
estabelece por meio do(da):
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados na questão.



(Disponível em: https://climainfo.org.br/2022/11/22 – texto especialmente adaptado para esta prova).
I. É uma crítica à ineficácia da maioria das promessas net zero.
II. O uso da linguagem coloquial atribui ao fragmento condição de verdade cotidiana.
III. É tão-somente uma explicação do que foi dito anteriormente.
Quais estão corretas?
TEXTO 01

TEXTO 02
Pai não entende nada A filha de 14 anos chega para o pai e diz: − Pai, preciso comprar um biquíni novo. − Mas, filha, você comprou um biquíni no ano passado. − Ah, pai, quero um biquíni novo. − Filha, teu biquíni é novo. E você nem cresceu tanto assim. − Mas eu quero, pai. − Tá bom, filha. Pegue esse dinheiro e compre um biquíni maior. − Maior, não, pai. Menor. Pai não entende nada mesmo! Fonte: VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Porto Alegre: Editora L&PM, 1997
Comparando-as, pode-se afirmar que
Fonte: https://www.google.com.br/search?q=tiras +redes+sociais&tbm. Acesso em 25 out. 2021. Sobre os recursos linguísticos que compõem o Texto 2, analise os itens que se seguem.
I. Linguagem denotativa e conotativa.
II. Registro formal e registro informal.
III. Frase nominal e frase verbal.
IV. Linguagem verbal e não verbal.
Estão CORRETOS os itens
Brasil dividido em dois
Por Mirian Endo, em 17 de Dezembro de 2021.
De um lado, verde-amarelo, do outro, vermelho. Ou isso ou aquilo. Não há espaço “em cima do muro” ou para a ponderação entre argumentos. O cenário político se reduziu a uma dualidade de opiniões.
Há algum tempo, um comentário em uma postagem sobre política em um perfil em uma rede social na Internet me levou ao fim de uma amizade de longa data. Uma amiga discutiu intensamente comigo por não concordar com a minha opinião. Eu fiquei triste e lamentei a situação, pois sei que não se trata de um caso isolado.
Este acirramento de ânimo presente no dia a dia dos brasileiros só mostra o quão profunda é a autocrítica que cada uma das partes envolvidas tem para fazer. Parte desse problema vem da dificuldade em reconhecer o outro. Para muitas pessoas, o outro existe desde que se subordine ao nosso padrão.
Por que vivenciamos o atual clima de tensão na política, nas redes sociais e em outros meios? Certamente não tenho uma resposta final para essa questão. Me parece, no entanto, que dois fatores contribuem em alguma medida para esse cenário.
Primeiramente, é evidente que as pessoas têm acesso a mais informações de forma quase instantânea. Existem câmeras e smartfones em todos os lugares, prontos para registrar o exato momento em que qualquer pessoa faz algo errado. Esse ambiente de constante vigília que deixaria George Orwell impressionado parece ter criado nas pessoas uma ideia de que todos fazem algo errado em algum momento. Ou, se preferir, todos são suspeitos.
Sim! Todos são suspeitos em um mundo repleto de câmeras. Isso certamente cria em nós uma crise de identidade e reduz o nosso interesse por manter debates amigáveis e construtivos.
O segundo fator está relacionado às redes sociais. O acesso às redes sociais é um aspecto de empoderamento, pois nos permite falar para um público e, eventualmente, sermos louvados por isso. Com um celular em mãos, podemos opinar, criticar, apontar defeitos, divulgar notícias – até mesmo falsas notícias – levantar bandeiras e defender pontos de vista.
O que aconteceria se todos tivessem acesso a esse grande poder de comunicação? Bem, basta pegar seu aparelho celular e conferir as inúmeras opiniões rudes, pouco sensatas, imorais ou apresentadas sem qualquer respeito ao próximo que inundam a Internet diariamente.
Ao término dessa breve reflexão, uma pergunta é inevitável:
podemos ter esperanças de que tempos melhores virão?
I. Ao utilizar uma sequência de verbos no infinitivo no trecho “Com um celular em mãos podemos opinar, criticar, apontar defeitos, divulgar notícias”, a autora lança mão de um recurso linguístico chamado de metonímia, ou seja, ela procura reforçar seus argumentos a partir da enumeração dos fatos ou de uma lista de ações.
II. No trecho “O cenário político se reduziu a uma dualidade de opiniões”, a autora utiliza uma linguagem formal para exprimir uma ideia de dualidade no debate sobre todos os temas pertinentes à vida dos Brasileiros. No texto, essa ideia precede uma proposição para a equalização dos dilemas descritos no texto.
III. A profunda autocrítica que os brasileiros têm feito nos últimos anos contribuiu extensamente para a ampliação da percepção dos eleitores sobre as falhas dos sistemas político e jurídico do nosso país, afirma a autora no texto.
Marque a alternativa CORRETA:
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
( ) Dialeto é a variedade linguística de um grupo específico de falantes que possuem as mesmas características socioculturais (classe econômica, nível cultural, profissão).
( ) Socioleto é o modo característico de uso da língua em determinado lugar, região, província, país.
( ) Cronoleto é a variedade própria de certa faixa etária, de uma geração de falantes.
( ) Idioleto é o modo de falar característico de um grupo de pessoas.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
O texto refere-se à questão.
A Terra é chata
Estou a fim de concordar com os terraplanistas. Mas, antes, meu cérebro terá de virar uma pizza
I – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma culta.
II – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma popular.
III – Pelo gênero textual usado pelo autor e considerando a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso, Castro usou predominantemente a norma-padrão.
IV – No segundo parágrafo, segundo período, na oração “Eles o estão chamando de TOI 700 d [...]”, o uso do pronome oblíquo “o” expressa uma construção da norma culta, conforme a exposição de Marcos Bagno, na obra Nada na língua é por acaso.
V – No quinto parágrafo, primeiro período, a concordância nominal usada pelo autor, “Os cientistas [...]”, ocorre na norma-padrão, mas não ocorre predominantemente na norma popular, na qual se flexiona somente o determinante: “Os cientista”.
Está correto apenas o que se afirma em
