Questões de Concurso
Sobre variação linguística em português
Foram encontradas 1.547 questões
Figura 42A1-II

I – Sacolé, Dindim, Geladinho; II – Vossemecê, vosmecê, vossa mercê, você; III – Não peixe com meu peixe, ô playboy; IV – Muito obrigada, Luísa!
( ) Variação diatópica ( ) variação histórica ( ) variação diastrática ( ) variação diafásica
I. O texto apresenta, concomitantemente, registros de linguagem formal e informal.
II. Não se verificam marcas de oralidade na narrativa.
III. Há ironia em pelo menos uma passagem do texto.
IV. Um dos personagens reporta-se ao seu interlocutor, na segunda pessoa, como “tu”.
Estão corretas as afirmativas
Observe o fragmento abaixo de uma carta pessoal:
“Rosa: esta é a última carta que te escrevo. Brevemente embarcarei num navio que me levará a um país distante de onde não sei se voltarei. Antes de separar-nos, escrevo-te esta carta como despedida.”
O nível de linguagem utilizado nesta carta pode ser classificado
como
"Na penumbra da noite, os silêncios se entrelaçavam como fios de uma trama intricada, sussurrando segredos que se perdiam nos recantos sombrios da consciência. A lua, testemunha silente, lançava seus raios pálidos sobre os contornos obscuros da realidade."
Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
I. É correto afirmar que o desencadeamento do Burnout em um docente está diretamente ligado a circunstâncias que estão dentro e fora do controle desse profissional.
II. É correto afirmar que as dificuldades de lidar com a síndrome de Burnout advém da dificuldade de identificar os motivos que levaram o docente a esse estado.
III. É correto afirmar que melhorias escolares nos âmbitos político, econômico e social poderiam impedir ou atenuar a possibilidade de desenvolvimento do Burnout em docentes.
Marque a alternativa correta:

FONTE: https://minhalinguaeeu.blogspot.com/2010/03/lingua-eidioma.html.
Texto 2
Doutor Félix
Para o pensamento geral, bom advogado é aquele que participa do Tribunal do Júri Popular. Advogado bom de tribuna logo cai na graça do povo. “Viu como ele fala? Tem medo não. O promotor se levantou também e, se o juiz não entra no meio! Sei não, a coisa ficaria feia.” [...]
O público ouvia com atenção e não se ouvia um pio na assistência, mesmo porque não era galinheiro. Ninguém duvidava da condenação, mas a curiosidade era grande. O que iria fazer doutor Félix? Como iria sair daquela? Ele, sempre competente, acostumado a ganhar, na certa iria perder aquela batalha.
[...]
ISAIAS, Davi. Crônicas da Goiabeira – volume I. Goiânia: 2008. Editora
América.

Nesse comunicado há uma palavra mal-empregada, que é:
Leia o texto para responder à questão.
Uma aluna de pedagogia que trabalha de dia em uma casa lotérica me relatou isto: um cliente, já idoso, sempre a procurava para fazer o jogo e um dia lhe disse: “Moça, qual é a sua graça?”. Ela ficou sem entender e sem saber o que responder. Só mais tarde percebeu que a pergunta era: “Qual é o seu nome?”
(Bortoni Ricardo, 2004)
– Ana Lúcia, seu pai ainda está viajando?
– Está.
– Mentirosa! Sua mãe é desquitada.
Ficou impotente diante da palavra desconhecida. [...]
Desquitada. Passou dias tentando solucionar sozinha. Seria uma coisa como burra, feia? Não, não parecia. Flor? Flor parecia, mas não explicava nada: orquídeas, rosas, sempre-vivas, desquitadas... Parecia. “Mentirosa! Sua mãe é desquitada!” Tita dissera como quem diz o quê? o quê? o quê? sem-vergonha. Sim!, como quem diz sem-vergonha: olhando de frente e esperando um tapa.
[...]
– Mamãe, o que é desquitada? – atirou rápida com uma voz sem timbre.
[...]
– Desquitada é quando o marido vai embora e a mãe fica cuidando dos filhos.
[...] Bom, que desquitada não fosse um insulto. Bom mesmo. Deixava-a livre para pensar e não pensar, coisa tão difícil que
– Marido é o pai? – ela quis confirmar, conquistando áreas que as outras crianças tinham naturalmente. A mãe sorriu e confirmou.
Tita sabia dizer “papai” porque a mãe não era desquitada – ia Ana Lúcia aprendendo, descobrindo. Havia muita coisa em que pensar naquela conversa. Por exemplo: o que ela chama de marido é o que eu chamo de pai. Essa é uma diferença entre mãe e filha.
Ela sabia cada vez mais.
ÂNGELO, Ivan. In: Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009. p. 261 (Adaptado).
A sinonímia entre “marido e pai”, nesse contexto, dá-se em função da variação linguística
Leia a charge a seguir:

Legenda:
A dor começa acima do mucumbu, vai subindo até o meio das pazes e responde aqui na titela.
Pela leitura da charge, é possível analisar CORRETAMENTE que: