Questões de Concurso Sobre uso dos conectivos em português

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Q63589 Português
As opções seguintes apresentam trechos adaptados do editorial do Jornal Zero Hora (RS) de 20/4/2010. Assinale a opção em que o texto foi transcrito de forma gramaticalmente correta
Alternativas
Q63584 Português
As opções a seguir apresentam trechos adaptados do editorial d'O Estado de S.Paulo de 22/4/2010. Assinale a opção cujo texto respeita as normas gramaticais da língua portuguesa padrão.
Alternativas
Q61840 Português
Considere o seguinte trecho do Texto II:

"Nas conversas sobre o tema, costumo ser o único a não ter do que me queixar: sou bom de cama." (L. 4-6)

Qual das sentenças abaixo mantém o mesmo sentido desta que foi destacada?
Alternativas
Q61489 Português
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A respeito da organização dos sentidos e das estruturas linguísticas
do texto apresentado, julgue os itens que se seguem.

Por meio da oração iniciada por "passando" (L.8), atribui-se uma causa para a dinâmica das interações sociais expressas nas orações iniciais do período.
Alternativas
Q59819 Português
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Acerca dos aspectos semânticos e gramaticais do texto apresentado,
julgue os seguintes itens.

Mantém-se a relação existente entre as orações separadas no texto por dois-pontos (L.40), caso esse sinal de pontuação seja substituído por vírgula e, após esta, seja acrescentado o vocábulo pois.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FCC Órgão: TJ-MS Prova: FCC - 2010 - TJ-MS - Juiz |
Q59668 Português
Considerado o segundo parágrafo, é correto afirmar:
Alternativas
Q58744 Português
Sempre levando em conta o contexto, é correto afirmar:
Alternativas
Q55991 Português
Estradas e viajantes

A linguagem nossa de cada dia pode ser altamente
expressiva. Não sei até quando sobreviverão expressões, ditados,
fórmulas proverbiais, modos de dizer que atravessaram o
tempo falando as coisas de um jeito muito especial, gostoso,
sugestivo. Acabarão por cair todas em desuso numa época como
a nossa, cheia de pressa e sem nenhuma paciência, ou
apenas se renovarão?

Algumas expressões são tão fortes que resistem aos
séculos. Haverá alguma língua que não estabeleça formas de
comparação entre vida e viagem, vida e caminho, vida e estrada?
O grande Dante já começava a Divina Comédia com "No
meio do caminho de nossa vida...". Se a vida é uma viagem, a
grande viagem só pode ser... a morte, fim do nosso caminho.
"Ela partiu", "Ele se foi", dizemos. E assim vamos seguindo...

Quando menino, ouvia com estranheza a frase "Cuidado,
tem boi na linha". Como não havia linha de trem nem boi
por perto, e as pessoas olhavam disfarçadamente para mim, comecei
a desconfiar, mas sem compreender, que o boi era eu;
mas como assim? Mais tarde vim a entender a tradução completa
e prosaica: "suspendamos a conversa, porque há alguém
que não deve ouvi-la". Uma outra expressão pitoresca, que eu
já entendia, era "calça de pular brejo" ou "calça de atravessar
rio", no caso de pernas crescidas ou calças encolhidas, tudo
constatado antes de pegar algum caminho.

Já adulto, vim a dar com o termo "passagem", no
sentido fúnebre. "Passou desta para melhor". Situação difícil:
"estar numa encruzilhada". Fim de vida penoso? "Também, já
está subindo a ladeira dos oitenta..." São incontáveis os exemplos,
é uma retórica inteira dedicada a imagens como essas.
Obviamente, os poetas, especialistas em imagens, se encarregam
de multiplicá-las. "Tinha uma pedra no meio do caminho",
queixou-se uma vez, e para sempre, o poeta Carlos Drummond
de Andrade, fornecendo-nos um símbolo essencial para todo e
qualquer obstáculo que um caminhante fatalmente enfrenta na
estrada da vida, neste mundo velho sem porteira...


(Peregrino Solerte, inédito)

Considerando-se o contexto, expressam uma causa e seu efeito, nessa ordem, os segmentos:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: CAERN Prova: FGV - 2010 - CAERN - Agente Administrativo |
Q43970 Português
Apesar da escalada das megalópoles ao longo do século XX, essa inversão ocorreu em escala global apenas em 2008. (L.4-6)

Assinale a alternativa em que, ao se substituir o termo grifado no período acima, tenha-se mantido a mesma correlação semântica.
Alternativas
Q41412 Português
Nas alternativas a seguir, ambas as expressões servem essencialmente à articulação sequencial das ideias do texto, à exceção de uma. Assinale-a.
Alternativas
Q41408 Português
Vê-se, pois, que o plano ético permeia todas as ações humanas. Com relação à frase transcrita e a análise sintática tradicional, considere as afirmativas a seguir.

I. O vocábulo que é uma conjunção integrante e presta-se a articular a oração subjetiva ao núcleo verbal que a subordina.
II. A forma verbal vê-se está na voz ativa e seu sujeito recebe a classificação de sujeito indeterminado.
III. O período estrutura-se por coordenação, sendo a segunda oração coordenada sindética conclusiva introduzida pela conjunção pois.


Assinale:


Alternativas
Q41405 Português
Na medida em que se escolhe, se avalia para obter a consciência do que é preferido. Ao escolher um caminho, pondera-se que, de algum modo ou sob algum prisma, é o melhor em relação a outro; o caminho escolhido mata outras possibilidades. Na escolha não pode haver indiferença.
Com relação à forma e à significação do trecho acima, analise as afirmativas a seguir.

I. A oração reduzida Ao escolher um caminho informa circunstância de tempo.
II. A locução na medida em que poderia ser substituída, sem prejuízo da estrutura e do sentido, por à medida que.
III. Nas duas ocorrências, a partícula se é analisada como parte integrante do verbo.

Assinale:
Alternativas
Q41402 Português
Sob o ângulo especificamente ético, não haverá escolha, exercício da liberdade, definição ética quando não houver avaliação, preferência a respeito das ações humanas. Eis por que na base da ética, como dissemos, encontram-se necessariamente a liberdade e a valoração; a ética só se põe no mundo da liberdade, da escolha entre ações humanas avaliadas.
Com relação à estrutura e à compreensão do trecho transcrito, é correto afirmar que:
Alternativas
Q40013 Português
A cor do invisível

Certo autor famoso dividiu um livro seu em duas partes: na primeira, contos realistas, na segunda, contos fantásticos. Resultado: tem-se a frustrada impressão de que ficou cada uma das partes amputada da outra, quando na realidade os dois mundos convivem. Por que chamar de invisível ou fantástico a esse mundo de que faz parte a caneta esferográfica com que vou abrindo caminho pelo papel como um esquiador sobre o gelo? Este é o mundo que se vê... e no entanto pertence ao mesmo mundo espiritual que está movendo a minha mão.
Um dia, num poema, ante esse frêmito que às vezes agita quase imperceptivelmente a relva do chão, eu anotei: são os cavalos do vento que estão pastando.
Invisíveis? Disse Ambrosio Bierce que, da mesma forma que há infrassons e ultrassons inaudíveis ao ouvido humano, existem cores no espectro solar que a nossa vista é incapaz de distinguir. Ele disse isso num conto seu, para explicar os estragos e as estrepolias de um monstro que "ninguém não viu".
Mas deixemos de horrores e de monstros - coisas de velhas e crianças - e acreditemos na cor dos seres por enquanto invisíveis para nós, como é chamado invisível este oceano de ar dentro do qual vivemos. Há muitas cores que não vêm nos dicionários. Há, por exemplo, a indefinível cor que têm todos os retratos, os figurinos da última estação, a voz das velhas damas, os primeiros sapatos, certas tabuletas, certas ruazinhas laterais: ? a cor do tempo...


(Adaptado de Mário Quintana, Na volta da esquina)
Constituem uma causa e seu efeito, nesta ordem:
Alternativas
Q39683 Português
                              O cosmopolita desenraizado

      Quando Edward Said morreu, em setembro de 2003, após batalhar por uma década contra a leucemia, era provavelmente o intelectual mais conhecido do mundo. Orientalismo, seu controvertido relato da apropriação do Oriente pela literatura e pelo pensamento europeu moderno, gerou uma subdisciplina acadêmica por conta própria: um quarto de século após sua publicação, a obra continua a provocar irritação, veneração e imitação. Mesmo que seu autor não tivesse feito mais nada, restringindo-se a lecionar na Universidade Columbia, em Nova York - onde trabalhou de 1963 até sua morte ?, ele ainda teria sido um dos acadêmicos mais influentes do final do século XX.

      Mas ele não viveu confinado. Desde 1967, cada vez com mais paixão e ímpeto, Edward Said tornou-se também um comentarista eloquente e onipresente da crise do Oriente Médio e defensor da causa dos palestinos. O engajamento moral e político não chegou a constituir um deslocamento da atenção intelectual de Said - sua crítica à incapacidade do Ocidente em entender a humilhação palestina ecoa, afinal, em seus estudos sobre o conhecimento e ficção do século XIX, presentes em Orientalismo e em obras subsequentes. Mas isso transformou o professor de literatura comparada da Universidade de Columbia num intelectual notório, adorado ou execrado com igual intensidade por milhões de leitores.

      Foi um destino irônico para um homem que não se encaixava em quase nenhum dos modelos que admiradores e inimigos lhe atribuíam. Edward Said passou a vida inteira tangenciando as várias causas com as quais foi associado. O "porta-voz" involuntário da maioria dos árabes muçulmanos da Palestina era cristão anglicano, nascido em 1935, filho de um batista de Nazaré. O crítico intransigente da condescendência imperial foi educado em algumas das últimas escolas coloniais que treinavam a elite nativa nos impérios europeus; por muitos anos falou com mais facilidade inglês e francês do que árabe, sendo um exemplo destacado da educação ocidental com a qual jamais se identificaria totalmente.

      Edward Said foi o herói idolatrado por uma geração de relativistas culturais em universidades de Berkeley a Mumbai, para quem o "orientalismo" estava por trás de tudo, desde a construção de carreiras no obscurantismo "pós-colonial" até denúncias de "cultura ocidental" no currículo acadêmico. Mas o próprio Said não tinha tempo para essas bobagens. A noção de que tudo não passava de efeito linguístico lhe parecia superficial e "fácil". Os direitos humanos, como observou em mais de uma ocasião, "não são entidades culturais ou gramaticais e, quando violados, tornam-se tão reais quanto qualquer coisa que possamos encontrar".

            (Adaptado de Tony Judt. "O cosmopolita desenraizado". Piauí, n. 41, fevereiro/2010, p. 40-43)

Mas ele não viveu confinado. (início do segundo parágrafo)

A noção adversativa da palavra em destaque articula a frase acima ao segmento:
Alternativas
Q38630 Português
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Com referência às ideias e à tipologia do texto, julgue os itens subsequentes.
Acerca dos elementos gramaticais presentes no texto, julgue os itens que se seguem.

No texto, a palavra "Ora" (l.16) tem sentido diferente daquele empregado na seguinte frase: Ora essa ação é voluntária, ora ela é socialmente determinada.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2010 - SUSEP - Analista Técnico - Prova 1 |
Q38104 Português
Assinale a opção que preenche, de maneira coerente e gramaticalmente correta, as lacunas do texto.

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Alternativas
Ano: 2010 Banca: ESAF Órgão: SUSEP Prova: ESAF - 2010 - SUSEP - Analista Técnico - Prova 1 |
Q38103 Português
Assinale a opção que completa corretamente a sequência de lacunas no texto abaixo.

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Alternativas
Ano: 2010 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Banco da Amazônia Provas: CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Administração | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Enfermagem do Trabalho | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Médico veterinário | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Banco de Dados | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Governança de TI | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Análise de Sistemas | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Contabilidade | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Economia | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Arquitetura de Tecnologia | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Agronômica | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Psicologia do Trabalho | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Civil | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Redes e Telecomunicações | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Segurança da Informação | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Administração de Dados | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Produção e Infraestrutura | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Tecnologia da Informação - Suporte Técnico | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Mecânica | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Engenharia Florestal | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Técnico Científico - Estatística | CESPE - 2010 - Banco da Amazônia - Comunicação Social (Bacharelado) - Arquitetura de Tecnologia |
Q34507 Português
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Acerca dos elementos gramaticais presentes no texto, julgue os itens
que se seguem.
No texto, a palavra "Ora" (L.16) tem sentido diferente daquele empregado na seguinte frase: Ora essa ação é voluntária, ora ela é socialmente determinada.
Alternativas
Respostas
5001: E
5002: D
5003: C
5004: E
5005: C
5006: C
5007: B
5008: B
5009: B
5010: E
5011: A
5012: D
5013: E
5014: C
5015: A
5016: E
5017: C
5018: D
5019: D
5020: C