Questões de Concurso
Sobre uso do ponto, do ponto de exclamação e do ponto de interrogação em português
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I.A oração absoluta do período simples: "Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas" - está escrita com sujeito composto, verbo de primeira conjugação no pretérito imperfeito do modo indicativo, indicando a ação dos personagens do texto.
II.O período composto: "De repente, o garoto cai, se machuca e grita: - Aai!!!" - Inicia com expressão adverbial e termina com termo invariável indicativo de dor.
III.A vírgula do período: "Para sua surpresa, ele escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha: - Aai!!!" - separa expressão deslocada, equivalente a "surpreendentemente".
IV.No trecho: "Curioso, pergunta: - Quem é você? Recebe como resposta: - Quem é você?" - Temos o mesmo pronome indefinido interrogativo iniciando frases idênticas; temos o mesmo pronome de tratamento em duas ocorrências, indicando o interlocutor direto.
Estão CORRETAS:
I.A oração absoluta do período simples: "Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas" - está escrita com sujeito composto, verbo de primeira conjugação no pretérito imperfeito do modo indicativo, indicando a ação dos personagens do texto.
II.O período composto: "De repente, o garoto cai, se machuca e grita: - Aai!!!" - Inicia com expressão adverbial e termina com termo invariável indicativo de dor.
III.A vírgula do período: "Para sua surpresa, ele escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha: - Aai!!!" - separa expressão deslocada, equivalente a "surpreendentemente".
IV.No trecho: "Curioso, pergunta: - Quem é você? Recebe como resposta: - Quem é você?" - Temos o mesmo pronome indefinido interrogativo iniciando frases idênticas; temos o mesmo pronome de tratamento em duas ocorrências, indicando o interlocutor direto.
Estão CORRETAS:
I.A oração absoluta do período simples: "Um pequeno garoto e seu pai caminhavam pelas montanhas" - está escrita com sujeito composto, verbo de primeira conjugação no pretérito imperfeito do modo indicativo, indicando a ação dos personagens do texto.
II.O período composto: "De repente, o garoto cai, se machuca e grita: - Aai!!!" - Inicia com expressão adverbial e termina com termo invariável indicativo de dor.
III.A vírgula do período: "Para sua surpresa, ele escuta a voz se repetir em algum lugar da montanha: - Aai!!!" - separa expressão deslocada, equivalente a "surpreendentemente".
IV.No trecho: "Curioso, pergunta: - Quem é você? Recebe como resposta: - Quem é você?" - Temos o mesmo pronome indefinido interrogativo iniciando frases idênticas; temos o mesmo pronome de tratamento em duas ocorrências, indicando o interlocutor direto.
Estão CORRETAS:
Teatro
Apesar de não existirem registros históricos do surgimento da arte do teatro, algumas hipóteses dão conta de que a arte de representar nasceu da sua própria essência, que é a mímesis (do grego mimésis), que significa imitação. Foi imitando os animais, mostrando os dentes, batendo palmas, que os humanos da Pré-história aprenderam a arte de representar. Acreditamos que assim agiam em adoração aos seus deuses, nos rituais, nas danças para o fogo ou para a chuva. Ou também como demonstração de superioridade pelo macho dominante sobre os machos do grupo, impondo respeito, medo e aceitação.
A arte do teatro é construída pela fantasia de uma história, pela representação de um ator e pela assistência de uma pla teia. É como num jogo, muito parecido com o mundo real. Essa arte evoluiu com a humanidade. O teatro, como o conhecemos hoje, teve seus primeiros registros na Grécia Antiga.
(BELLO, Paulo. Trilha 2. Teatro. Digital arte: color. Curitiba. Adaptado.)
Dê uma chance ao ser humano
A vizinha tocou a campainha e, quando abri a porta, surpreso com a visita inesperada, ela entrou, me abraçou forte e falou devagar, olhando fundo nos meus olhos: “Você tem sido um vizinho muito compreensivo e eu ando muito relapsa na criação dos meus cachorros. Isso vai mudar!” Desde então, uma série de procedimentos na casa em frente à minha acabou com um pesadelo que me atormentou por mais de um ano. Sei que todo mundo tem um caso com o cachorro do vizinho para contar, mas, com final feliz assim, francamente, duvido. A história que agora passo a narrar do início explica em grande parte por que ainda acredito no ser humano – ô, raça!
Não sei se os outros vizinhos decidiram em assembleia que esperariam a todo custo por uma reação minha, mas, para encurtar a história, o fato é que, um ano e tanto depois da chegada do primeiro pastor alemão àquela casa, eu tive um ataque, enlouqueci, surtei. Imagine o mico: vinha chegando da rua com meus filhos – gêmeos de 10 anos –, chovia baldes, eu não conseguia achar as chaves e os bichos gritavam como se fôssemos assaltantes de banco. Segura o guarda-chuva! Cadê as chaves? Será que não podiam ao menos parar de latir um pouco, caramba? – Cala a boooooocaaaa! – gritei para ser ouvido em todo o bairro. Os cachorros emudeceram por dez segundos. Fez--se um silêncio profundo na Gávea. Os garotos me olhavam como se estivessem vendo alguém assim, inteiramente fora de si, pela primeira vez na vida. Eu mesmo não me reconhecia, mas, à primeira rosnada que se seguiu, resolvi ir em frente, impossível recuar: “Cala a booooocaaaa! Cala a boooocaaaaa!” Silêncio total. Os meninos estavam agora admirados: acho que jamais tinham visto aqueles bichos de boca fechada.
Havia muito tempo que não entrava nem saía de casa sem que os cães dessem alarme de minha presença na rua. Tinha vivido uma época de separações, morte de gente muito querida, além de momentos de intensa felicidade, sempre com aqueles bichos latindo sem parar. De manhã, de tarde, de noite, de madrugada, manja pesadelo? “Seus cachorros são insuportáveis e, se vocês nada fizerem a respeito – estamos no Brasil, tudo é possível –, eu vou me embora, me mudo, sumo daqui...” – escrevi algo assim, mais resignado que irritado, o arquivo original sumiu do computador.
Mas chegou aonde devia ou a vizinha não teria me dado aquele abraço comovido na noite em que abri a porta, surpreso com ela se anunciando no interfone, depois de meu chilique diante de casa. No dia seguinte chegou carta do marido dela: “Seu incômodo é o nosso, agravado pelo fato de sermos responsáveis por essas criaturas que adotamos não para funções policiais, mas por amor mesmo. Try a little bit harder, diz a canção, e é o que será feito. Desculpe os aborrecimentos. Agradeço sua paciência e educação”.
Desde então – há coisa de um mês, portanto –, meus vizinhos têm feito o possível para controlar o ímpeto de seus bichos, que já não me vigiam dia e noite, arrumaram para eles coisa decerto mais interessante a fazer no quintal. Quando o DNA de Rin-tin-tin ameaça se manifestar, são chamados à atenção e se calam. Às vezes não acredito que isso esteja realmente acontecendo neste mundo cão em que vivemos. Se não estou vendo coisas – o que também ocorre com certa frequência –, o ser humano talvez ainda tenha alguma chance de dar certo. Pense nisso!
(VASQUES, Tutty. In: Santos, Joaquim Ferreira dos (Org.). As cem melhores
crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. Adaptado.)
Leia a tirinha a seguir:

(Armandinho. Disponível em: http://admin.guiame.com.br/novageracao/charges/charges-alem-da-agua-esta-faltando-o-amor.html. Em: 28/08/2014.)
De acordo com o primeiro quadrinho, na frase interrogativa “Como você conseguiu errar essa?!”, o ponto de interrogação está associado ao ponto de exclamação (?!). Tal fato demonstra:
TExTO I
“Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso”.
TExTO II

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/382806037074799131/>.
Avalie o que se afirma sobre os dois textos.
I – No Texto II, as palavras “Você” e “isto” pertencem à mesma classe gramatical; já “irônica” e “sozinha” qualificam o termo ao qual respectivamente se referem.
II – Em “Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho.” (Texto I), o diminutivo confere um tom irônico e bem-humorado à frase.
III – Nas orações “abundam os pontos de exclamação” (Texto I) e “Descobriu isto sozinha?” (Texto II), com base na transitividade verbal, é correto afirmar que os verbos destacados são intransitivos.
IV – No Texto I, alterando-se a expressão “o ponto final” para o plural, o último período assumirá, em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa, a seguinte redação: “Adicionese ao estrondo exclamativo os pontos finais por extenso”.
Está correto apenas o que se afirma em
Leia a charge a seguir:

Em “Afinal, o que faz um professor?”, o ponto de interrogação foi empregado para:
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
Assinale a opção CORRETA quanto à pontuação.
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
Considere os dois textos as seguir
TEXTO I
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo.
TEXTO II
Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/745908757017111559/>.
Avalie as afirmações sobre os sinais de pontuação.
I – O sinal de pontuação que marca, na escrita, a entonação de um questionamento foi utilizado adequadamente nos dois textos.
II – O travessão na frase “ ‒ e lá vem a preciosa informação.” (Texto I) indica a interrupção do que o autor desejava comunicar.
III – O ponto de exclamação em “Olha só!” (Texto II) introduz uma reflexão e antecede as palavras ditas por uma das personagens.
IV – As aspas em “vale dizer” (Texto I) e em “encarnar” (Texto II) foram empregadas para isolar expressão e palavra intercaladas no respectivo período.
Está correto apenas o que se afirma em
Tipos de chás e seus benefícios
Equipe Editorial do Tua Saúde

(Disponível em: https://www.tuasaude.com/tipos-de-cha-e-seus-beneficios/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)