Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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I – Caso o trecho “Houve um tempo” fosse substituído por Houveram tempos, haveria somente prejuízo semântico ao texto, mas a concordância se manteria preservada.
II – A inclusão de uma vírgula imediatamente após o vocábulo “tempo” não causaria prejuízo gramatical ao texto, ao contrário, ela se faz necessária.
III – A substituição da forma verbal “eram” por foram, embora aceita pelo padrão culto da Língua Portuguesa, daria um novo sentido à informação, prejudicando, dessa forma, o sentido da charge.
IV – O acento agudo do vocábulo “árvores” se justfica por se tratar de uma palavra paroxítona terminada em -es.
V – A colocação do acento circunflexo no vocábulo “que” não configuraria erro gramatical na frase “O que são árvores papá?”.
A sequência correta é:

Considerando os sentidos e as estruturas linguísticas do texto acima
apresentado, julgue os próximos itens.

No texto acima, foi feita uma alteração que prejudicou a correção gramatical. Para torná-lo correto, é necessário


Acerca das ideias expressas no texto acima e de sua estrutura,
julgue os itens a seguir.
Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais.
Galeano, E. Celebração da voz humana/2. In: ___. O livro dos abraços. L & PM, 1991. p. 23 (fragmento)
Antes e com tal zelo e sempre e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
(Fonte: Poesia Completa, de Vinícius de Moraes. Editora J. Aguilar, 2005)
É comum na poesia moderna a omissão dos sinais de pontuação ao final de cada verso. Os versos de Vinícius de Moraes contêm apenas o ponto final, mas poderiam receber algumas vírgulas caso fossem escritos, por exemplo, como frase de um texto em prosa.
Assinale a alternativa que reescreve o texto empregando corretamente as vírgulas.
I – O pronome “Ela”, em suas duas ocorrências (linhas 4 e 19), refere-se a “metrologia” (linhas 1 e 19), respectivamente.
II – Caso uma vírgula fosse colocada imediatamente após “indispensável” (linha 13), a pontuação se manteria correta.
III – O termo “despercebidas” (linha 20) pode ser substituído por desapercebidas sem causar prejuízo de sentido ao texto, já que são palavras homônimas.
IV – A forma verbal “provê” (linha 7) não pode ser substituída por prever, pois acarretaria ao texto prejuízo tanto sintático como de sentido.
A sequência correta é:
I – A inserção de uma vírgula imediatamente após “ciência” (linha 1) acarretaria erro de pontuação ao texto.
II – A forma verbal “Está” (linha 17) tem como referente “A medição” (linha 15).
III – O termo “antiga” (linha 15) tem função adjetiva e pode ser considerado um objeto direto.
IV – As palavras exercício e ciência obedecem à mesma regra de acentuação.
V – No texto, o adjetivo “impensável” (linha 18) exerce a função sintática de objeto indireto.
A sequência correta é:
I – A expressão “convicção” (linha 10) pode ser substituída por certeza sem causar prejuízo de sentido ao texto.
II – Em suas três ocorrências, o termo “que” (linhas 1 e 15) é um pronome relativo com função restritiva.
III – As duas vírgulas inseridas imediatamente após “Anaxágoras” (linha 13) e “depois” (linha 13) são obrigatórias.
IV – A substituição do termo “sobretudo” (linha 20) por contanto que não acarretaria prejuízo de sentido ao texto, já que os dois termos possuem valor adversativo.
V – A oração “Heráclito deitou-se” (linha 7) denota uma ação reflexiva cujo agente da ação é também paciente.
Estão certos apenas os itens
( ) Em “... enquanto professores recebem salários escrachadamente humilhantes,...” (1º§), a expressão destacada indica tempo.
( ) Em “Dizem que nossa economia floresce,...” (8º§), a autora faz uso da linguagem conotativa.
( ) Em “só terão valor se o aluno souber raciocinar, avaliar, escolher e se comunicar dentro dos limites de sua idade.” (4º§), os termos destacados indicam condição.
( ) A eliminação das vírgulas altera o sentido do trecho: “No segundo grau, que encaminha para a universidade ou para algum curso técnico superior, o leque de conhecimentos deve aumentar.” (5º§)
( ) Em “... mas a cultura, senhores, que inclui a educação...” (8º§), o uso da vírgula é facultativo.
A sequência está correta em:
I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justificado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.
A quantidade de itens certos é igual a
I – O conector “que” (linha 2) introduz uma oração subordinada adverbial concessiva, já que restringe um fato expresso na oração principal.
II – O emprego proclítico do pronome átono em “não nos consideram” (linha 20) é justi?cado por haver a atração de uma palavra de sentido negativo.
III – A inserção de uma vírgula imediatamente após “condição” (linha 8) e “Precisamos” (linha 11) acarretaria prejuízo gramatical ao texto.
IV – A forma verbal “têm” (linha 4) recebe acento circunflexo por se encontrar no plural, mas, neste caso, poderia também receber, facultativamente, o acento agudo.
A quantidade de itens certos é igual a
Neste ano, o número 1 entre os mais de 2.200 trabalhos inscritos alcançou o topo graças ao inusitado. O que parece ser as linhas de um monitor cardíaco, daqueles usados para acompanhar pacientes em hospitais, é uma foto das fibras do coração de um mosquito, realizada com o auxílio de reagentes fluorescentes e ampliada 100 vezes. “Meu trabalho é entender como os mosquitos transportam nutrientes, hormônios e doenças como a malária”, diz o autor da imagem, o pesquisador da Universidade Vanderbilt (EUA), Jonas King. Mãos à obra!




