Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

Foram encontradas 7.446 questões

Q4397390 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula se encontra totalmente correto: 
Alternativas
Q4397011 Português

Considere: “Pedro, homem doce e carinhoso, é um ótimo pai”.


É correto afirmar que as vírgulas isolam um:  

Alternativas
Q4361336 Português
De acordo com as regras de pontuação, a vírgula empregada imediatamente após a expressão “disso” (linha 5) no Texto são de uso:
Alternativas
Q4361334 Português
Sobre a pontuação, julgue os itens abaixo em verdadeiro (V) ou falso (F). Em seguida, assinale a alternativa com a ordem correta das respostas, de cima para baixo:

(__)- Emprega-se a vírgula entre o verbo e o(s) seu(s) complemento(s) quando juntos, ainda que um preceda ao outro;
(__)- Manteria a correção gramatical do texto se isolássemos entre vírgulas a expressão “obviamente” (linha 6);
(__)- A vírgula presente imediatamente após “seja” (linha 23) é utilizada para isolar um adjunto adverbial deslocado na oração.
Alternativas
Q4360448 Português
“Salomão, filho de Davi, foi um rei sábio.”. De acordo com as regras de pontuação, as vírgulas que isolam a expressão destacada são de uso: 
Alternativas
Q4360103 Português
Aponte a alternativa em que a vírgula foi utilizada corretamente: 
Alternativas
Q4355625 Português
As duas vírgulas presentes no trecho do Texto 1 “Algumas horas por semana de atividade física, mesmo de baixa intensidade, como passear...” (linhas 1 e 2) são utilizadas pelo autor com o objetivo de:
Alternativas
Q4355469 Português
As duas vírgulas presentes no trecho do Texto 1 “... porque isso abalaria sua autoestima e autonomia, ou seja, seu controle (...)” (linhas 12 e 13) são utilizadas pelo autor com o objetivo de:
Alternativas
Q4348941 Português
Assinale a única alternativa que apresenta erro. 
Alternativas
Q4348940 Português

Atribua 100 pontos para cada afirmativa correta sobre o texto e 50 pontos para cada afirmativa incorreta. Após, assinale a alternativa que apresenta a soma de todos os pontos.



( ) No período “Luiza ressalta que o lúdico faz parte da proposta pedagógica...” (linha 16), a palavra destacada é um pronome relativo.


( ) No texto, o tempo verbal que predomina é o presente do modo indicativo.


( ) A primeira vírgula do segundo parágrafo pode ser substituída por ponto e vírgula.


( ) As orações “para que os alunos tenham a possibilidade de vencer suas dificuldades” (linha 10) expressam uma ideia de finalidade à ideia de criar “diferentes momentos de aprendizagem por meio de materiais estimulantes em diversas áreas do conhecimento” (linhas 8 e 9).


( ) O sujeito do verbo realizar (linha 21) é o mesmo ser sujeito do verbo apropriar-se (linha 24).

Alternativas
Q4347096 Português
Considere os itens a seguir a respeito do texto:
I. O pronome pessoal elas (linha 11) refere-se a todas as pessoas que têm olhos de poeta e que veem nas conchas “sugestões metafísicas” (linha 11). II. Se transformarmos os dois últimos períodos do texto em um único período, as orações deverão ser separadas por ponto e vírgula. III. Na sequência: “Não temos nem penas, nem escamas, nem couro, nem cabelos, nem carapaças” (linhas 26 e 27) as vírgulas separam termos de mesma função sintática. IV. A palavra secretar (linha 36), de acordo com o texto, tem o sentido de produzir. V. Conforme o texto, a expressão a esmo (linha 40) encerra um sentido de adversidade à afirmação de que as incursões e pesquisas “fazem-se guiadas por um motivo prático” (linhas 40 e 41).
De acordo com o texto: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2018 - PM-SP - Aluno Oficial - PM |
Q4136239 Português
Leia o texto para responder à questão.

Um relatório do Fórum Econômico Mundial de 2016 afirma que, em 2050, teremos mais plástico nos oceanos do que peixes. Segundo o documento, a cada ano despejamos 8 milhões de toneladas de plástico. É uma caçamba de caminhão de lixo sendo jogada nas águas por minuto. Se nada for feito, a expectativa é de que pule para duas por minuto em 2030 e para quatro em 2050. Hoje, diz o relatório, temos mais de 150 milhões de toneladas de plástico nos oceanos.

(Estevão Bertoni. Galileu. https://revistagalileu.globo.com. 29.08.2018. Adaptado)
No que se refere à pontuação, o trecho “Hoje, diz o relatório, temos mais de 150 milhões...” está corretamente reescrito em:
Alternativas
Q2380654 Português
Assinale a alternativa em que a frase está com o uso INCORRETO de pontuação.
Alternativas
Q2062695 Português

Infolatria tecnofágica: a era do smartphone


A cibercultura e as realidades virtuais estão transformando radicalmente a nossa experiência psicossocial coletiva: a forma como vivemos, nos comportamos, nos sentimos, nos compreendemos e a própria realidade ao nosso redor.


Toda essa cultura cibernético-informacional é, de fato, incrivelmente cômoda, útil, funcional, sedutora, mas, ainda assim, afirmamos que mais informação circulando nas redes e mídias não significa de modo algum mais conhecimento assimilado, educação, cidadania; e que muito menos a tecnologia, por si, seja sinal seguro de mais esclarecimento, humanidade, erudição e desenvolvimento cultural. O que vale dizer que mais disponibilidade – de dados, conteúdos, twitters, posts, zaps e congêneres – não determina, por si só, qualquer tipo de evolução cognitiva e intelectual.


Outro mito muito propalado aos quatro ventos é o de que a tecnologia seria essencial e necessariamente benéfica às coletividades humanas. O que é – diga-se – uma balela. Pois nós – que pesquisamos a referida matéria há quase uma década – chegamos à dura conclusão de que as tecnologias sempre acabam servindo primeiro aos poderes hegemônicos já dominantes e, tardiamente, à sociedade de uma maneira mais ampla. Sim, pois os investidores que apostam nesses projetos só o fazem com vistas – é óbvio – ao retorno financeiro que eles possam proporcionar, e não num altruísmo improvável que não tem lugar no mundo materialista e venal que aí está. Mesmo porque vivemos numa realidade mercantilista, cuja lógica comercial rege grande parte das relações sociais humanas e assim molda a realidade factual, consuma o presente e vai plasmando também o próprio futuro. 


Ipso facto, podemos afirmar que a cibercultura e o ciberespaço seguem as mesmas leis, operam no mesmo meio societal, sob o mesmo regime econômico, e, por isso mesmo, estão sujeitos às mesmas dinâmicas. E essa fixação – que hoje se observa em relação, por exemplo, aos smartphones, seu culto e massiva utilização – reflete exatamente essa exploração das massas por meio das tecnologias e da própria cultura que se cria em torno delas. Em pouquíssimas palavras, a pessoa paga uma verdadeira fortuna para comprar o aparelho, e ainda adquire um custo fixo considerável para o fornecimento de um serviço – frise-se – que é executado, em sua maioria, por máquinas e sequências algorítmicas. Sim, pois mais uma linha telefônica conectada à rede de qualquer operadora significa, na prática, apenas um comando de computador.


QUARESMA, Alexandre.


<http://sociologiacienciaevida.com.br/infolatria-tecnofagica-era-do-smartphone/> Acesso em 27/março/2018. [Adaptado]

Assinale a alternativa correta, considerando o texto.
Alternativas
Q2060310 Português
Como os brasileiros veem a ciência e os cientistas?

Análise de três décadas de pesquisas de opinião desfaz mitos e traz revelações: população diz estar tão interessada em ciência quanto por esporte, mas pouquíssimos conseguem citar o nome de um pesquisador brasileiro ou de uma instituição. 

texto_1 - 24 .png (845×448) texto_25 - 40 .png (842×464)
texto_50 - 82 .png (841×611)


(CASTELFRANCHI, Yurij. Como os brasileiros veem a ciência e os cientistas?, Ciência Hoje, set. 2018, ed. 347. Disponível em: <http://cienciahoje.org.br/artigo/comoos-brasileiros-veem-a-ciencia-e-os-cientistas/>)
No texto, todas as palavras a seguir estão entre vírgulas. Dentre elas, a única para a qual o uso dessas vírgulas é obrigatório, é:
Alternativas
Q2058642 Português

                                   

Considerando os aspectos linguísticos do texto e as ideias nele expressas, julgue o item subsequente. 



A omissão das vírgulas que separam a oração com o conectivo “onde”, “onde pessoas solitárias deslizam discretamente para a morte” (linhas 39 e 40), modificaria a informação do texto.
Alternativas
Q2056121 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.

TEXTO I

Na fala do último quadrinho, há um desvio da norma-padrão explicado
Alternativas
Q2053047 Português
O uso adequado da pontuação é fundamental para o bom entendimento do texto. Nos casos abaixo, a vírgula está usada de forma inadequada em: 
Alternativas
Q2052680 Português
Considere o trecho.
Com apenas sete anos de idade, Durval Fernandes da Silva, de uma família com mais dez filhos, começou a trabalhar.

Mantendo-se o sentido e obedecendo-se às convenções de pontuação do português escrito padrão, a opção em que a reescrita do trecho está correta é: 
Alternativas
Q2052178 Português

Mitos da criminalidade juvenil no Brasil

Marília Rovaron


Propostas de emenda à Constituição que reduzem a maioridade penal e projetos de lei que ampliam o tempo de internação de adolescentes envolvidos em crimes hediondos têm reaparecido nas pautas do Senado brasileiro. A análise dessa complexa questão demanda, porém, um conhecimento mais objetivo da realidade dos atos infracionais praticados por adolescentes em relação ao problema da violência no Brasil. Muitos mitos circundam o debate acerca da autoria de jovens na criminalidade urbana, sendo três deles mais ce ntrais nas discussões.

O primeiro mito aponta uma criminalidade crescente e descontrolada, praticada por crianças e adolescentes, contrariando as estatísticas oficiais que, na verdade, revelam um hiperdimensionamento na apresentação das violências praticadas por jovens, se comparadas às praticadas por adultos. No ano de 2012, por exemplo, só 8,4% dos homicídios registrados no país foram cometidos por adolescentes. E, no ano de 2010, das 8.686 crianças e adolescentes assassinados no Brasil, 2,5% das mortes foram cometidas por adolescentes, segundo o estudo Porque dizemos não à redução da maioridade penal, de 2013, da Fundação Abrinq. Portanto, ao contrário do que afirma a opinião pública, é baixa a proporção de jovens que cometem atos infracionais graves, como os homicídios. E o mesmo se observa em roubo e tráfico.

O segundo mito associa a pobreza à criminalidade, determinando o risco que as crianças e os adolescentes pobres oferecem à sociedade, como criminosos em potencial. Diversas pesquisas comprovam a participação de jovens de diferentes classes sociais em atos infracionais. O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

O terceiro mito sustenta que há uma passividade do Estado frente às ações consideradas criminosas praticadas por jovens, reforçando o desejo de grande parte da sociedade por uma menor tolerância no trato com crianças e adolescentes autores de ato infracional, desconsiderando, assim, os índices crescentes das medidas socioeducativas no país, sobretudo das medidas privativas de liberdade.

As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais. É quando o papel da punição na política criminal contemporânea adquire força e capilaridade no tecido da sociedade, afetando um público-alvo específico e legitimado por uma sociedade conivente com o recrudescimento de um sistema que se mostra seletivo em suas punições. Apesar da gravidade de acontecimentos violentos no país, deve-se ressaltar que, do total de adolescentes em conflito com a lei, apenas 8,4% cometeram homicídios. A maioria dos delitos juvenis é roubo, seguido por tráfico. Sabemos também que a maioria dos adolescentes em conflito com a lei já abandonou a escola ainda no Ensino Fundamental e que é imensa a dificuldade daqueles que estão cumprindo medidas socioeducativas, principalmente em liberdade assistida, em retomar seus estudos.

Ao mesmo tempo, não existem indícios suficientes de que aumentar a repressão e o rigor das medidas socioeducativas em si seja o bastante para reduzir a criminalidade e os homicídios. Ao contrário, dados do Conselho Nacional de Justiça atestam que 70% dos egressos do sistema prisional retornam a ele por reincidirem. Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis 

— ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.

É dever do Estado aprimorar e ampliar as políticas sociais que amparam a juventude vulnerável. E é, sobretudo, a ausência dessas políticas que gera as condições de vulnerabilidade, empurrando os adolescentes para a criminalidade. Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constitui em violência contra a infância e a adolescência.

Nos sistemas judiciário, executivo e legislativo, ainda está bem presente a “lógica menorista” (visão antiga que ainda considera crianças e adolescentes “objetos do direito”, assujeitados, em situação irregular, e não sujeitos em desenvolvimento, que demandam proteção, respeito e autonomia), e pouco avançamos em leis que permitem saltos nessa visão. Debatemos a ineficácia de um Estatuto da Criança e do Adolescente que nem sequer foi implantado por completo e opinamos sobre a redução da maioridade penal, esquecendo -nos de que as causas da questão social continuam intocáveis em praticamente todas as esferas.

A efetivação da mudança de paradigma no sistema de justiça juvenil exige uma transformação coletiva na mentalidade da sociedade para que a opinião pública aprofunde as reflexões acerca da cultura punitiva e possa, assim, vislumbrar novas formas de sociabilidade, pautadas na liberdade. Da mesma forma que à lei não pode ser atribuído o papel de salvar a humanidade, o cárcere não resolverá as desigualdades sociais que marcam tão profundamente as vidas dos jovens e sua busca por sobrevivência, expressão, visibilidade e ascensão social.


Disponível em: <www.cartaeducacao.com.br>. Acesso em: 14 dez. 2017. [Adaptado]

Considere os períodos:

I As simplificações das justificativas normalmente empregadas na defesa por mais punição aos jovens envolvidos (ou em risco de se envolver) em atos criminais parecem sempre mover a atenção para os indivíduos e não para as estruturas sociais .
II Assim, a extensão dessa situação às infrações juvenis — ou seja, mais encarceramentos de adolescentes — não amenizará os índices de crimes cometidos por eles no país.
III Desse modo, a simples ausência de universalidade de direitos fundamentais, como o direito à moradia, à educação, à saúde, à inserção produtiva qualificada, já se constitui em violência contra a infância e a adolescência.
IV O que importa considerar, nesses casos, são os encaminhamentos dados: a diferenciação entre dependente químico e traficante é um exemplo claro dos tipos de tratamento possíveis aos sujeitos a partir de recortes de cor, classe social e região de moradia.

Considerando a tradição gramatical relativa ao uso dos sinais de pontuação,
Alternativas
Respostas
4301: A
4302: B
4303: A
4304: A
4305: A
4306: D
4307: A
4308: C
4309: C
4310: B
4311: C
4312: D
4313: D
4314: E
4315: C
4316: C
4317: A
4318: A
4319: B
4320: D