Questões de Concurso Sobre uso da vírgula em português

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Q967166 Português

           

Assinale a alternativa em que, na reescrita do texto do último quadrinho, o emprego das vírgulas está de acordo com a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q965565 Português

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e das construções linguísticas do texto apresentado.


Caso o advérbio “praticamente” (ℓ.23) fosse isolado por vírgulas, a correção gramatical do trecho seria alterada.

Alternativas
Q965556 Português

No que se refere aos sentidos e às construções linguísticas do texto precedente, julgue o item a seguir.


A correção gramatical do texto seria mantida, mas seu sentido seria alterado, caso o trecho “que se infiltra no ambiente no qual dormimos” (ℓ. 18 e 19) fosse isolado por vírgulas.

Alternativas
Q965377 Português
No texto 1A1-I, o emprego de vírgulas para isolar as expressões “adotado no país” (l.22) e “embora se pareça com o IVA” (ℓ. 23 e 24) é
Alternativas
Q965001 Português
Assinale a alternativa em que a pontuação esteja empregada corretamente:
Alternativas
Q965000 Português
Assinale a alternativa em que há erro de pontuação:
Alternativas
Q964997 Português
Assinale a alternativa que possui um erro de pontuação:
Alternativas
Q964772 Português
No que se refere ao uso de sinais de pontuação no texto de referência, é INCORRETO o que se comenta em:
Alternativas
Q964719 Português
A vírgula foi empregada no excerto “Em países como a Alemanha, cerca de 50% dos estudantes fazem cursos técnicos.” (linhas 8-9) sob a mesma justificativa de sua utilização em:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: CRF-TO Prova: IADES - 2019 - CRF-TO - Analista de TI |
Q963920 Português
Quanto à norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IADES Órgão: CRF-TO Prova: IADES - 2019 - CRF-TO - Analista de TI |
Q963918 Português
Assinale a alternativa que, de acordo com as regras para o uso da vírgula, reproduz uma mensagem compatível com o propósito do texto.
Alternativas
Q963858 Português
Segundo as regras de pontuação vigentes, o uso da vírgula
Alternativas
Q963811 Português
Escolha a alternativa em que a oração está pontuada adequadamente:
Alternativas
Q963381 Português
Observe o seguinte período: “Os súditos tinham de obedecer a seus governantes, filhos a seus pais e esposas, a seus maridos.” (linhas 15 e 16)  
Em relação à sua estrutura e pontuação, analise as afirmativas a seguir: 
I. O emprego da vírgula se justifica por se tratar de zeugma. II. A construção estaria corretamente pontuada da seguinte maneira: Os súditos tinham de obedecer a seus governantes; filhos, a seus pais; e esposas, a seus maridos. III. O período é composto por duas orações.
Assinale
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Q962357 Português

      Solidão Coletiva – uma crônica sobre o vazio de uma cidade grande


      Se pararmos para pensar, a solidão nos persegue. Sempre estamos tão juntos e, ao mesmo tempo, tão sozinhos.

      O simples fato de estarmos rodeados por dezenas, centenas ou milhares de pessoas, não nos garante que pertençamos ao grupo.

      A cidade é um dos maiores exemplos. Trem, metrô, ônibus em horário de pico. Homens ou mulheres. Jovens ou velhos. Gordos ou magros. Trabalho ou estudo. Cada um do seu jeito, indo cuidar da sua própria vida. Não há conversa ou um sorriso amigável. Rostos sérios e cansados sem ao menos se preocupar em lhe desejar um bom dia. Parece que ninguém está tendo um bom dia.

      Na rua, todos têm pressa. Mochila à frente do corpo, senão você é roubado. Olhar no chão para manter o ritmo do passo, ou logo à frente, como quem quer chegar logo sem ser importunado.

      Um braço estendido me tira do devaneio. É alguém sentado no chão, com um cobertor fino, pedindo algumas moedas. Como boa integrante de uma multidão fria e apressada, ignoro e continuo meu caminho. Essa é uma visão tão rotineira que se torna banal e, assim como eu, ninguém ali observou aquele cidadão com olhos sinceros. Não me julgue, eu sei que você faz o mesmo. O calor humano não parece suficiente para aquecer corações.

      É um mar de gente. Mas não me sinto como mais uma onda, que compõe a beleza do oceano. Sinto-me em um pequeno barco à vela, perdida em alto mar. Parada no meio da multidão, sinto sua tensão constante, como se a qualquer momento fosse chegar um tsunami. Sinto-me naufragando.

      Você já pegou a estrada à noite? É ali que percebemos que a cidade nunca dorme por completo. Carros a perder de vista em qualquer horário, com luzes que compõem uma beleza única. Porém, esquecemos que em cada carro não existe somente uma pessoa ou outra, mas sim histórias.

      Para onde cada um está indo é um mistério. Neste momento, percebo que, assim como eu enxergava alguns minutos atrás, ninguém ali me vê como ser humano. Veem-me como mais um carro, mais uma máquina que atrapalha o trânsito de um local tão movimentado. Só eu sei meu próprio caminho e para onde vou. Estou sozinha entre centenas de pessoas.

      Mesmo assim, muitas dizem preferir a cidade ao campo. Morar no interior não é uma opção para a maior parte das multidões – elas dizem que lá não há nada de interessante acontecendo e o silêncio da natureza as faz sentir muito distantes do mundo.

Por Beatriz Gimenez Disponível em: https://falauniversidades.com.br/cronica-solidao-cidade-grande/

Os travessões utilizados pela autora no título e no último parágrafo do texto poderiam ser substituídos, respectivamente, por:
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Q961985 Português
Em “Para que nenhum estado se sobreponha ao outro, todos eles elegem três senadores pelo sistema majoritário, para mandatos de oito anos, com renovação de 1∕3 e 2∕3 em cada eleição.” (linhas de 36 a 39), justifica-se o emprego de vírgula obrigatória
Alternativas
Q4431095 Português
Assinale a alternativa em que, sob nenhuma hipótese, pode-se colocar vírgula:
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Q4426852 Português

Leia o texto.


A moça em prantos



O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.


Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.


Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.


E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos. Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?


Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas.


A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.


Carlos Heitor Cony

Leia a anedota de Ziraldo em: O Livro do riso do Menino Maluquinho. Ela foi adaptada para essa questão.



Junim quebrou o braço e ficou um tempão com o braço na tipóia. Um dia, ele perguntou ao médico.


— Doutor, o senhor acha que depois que eu tirar o gesso eu vou conseguir tocar piano?


— Claro, meu filho - respondeu o médico.


— Que bom – disse Junim. — Antes eu não conseguia de jeito nenhum.



Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre o texto.



( ) O humor da anedota reside no fato de que a expectativa do leitor foi quebrada pela última fala de Junim.


( ) Todas as palavras do texto estão corretamente acentuadas.


( ) Os termos sublinhados estão separados por vírgula porque são apostos explicativos.


( ) A expressão “um dia” está separada por vírgula por se tratar de um adjunto adverbial deslocado.


( ) A expressão “ao médico”, no texto, é um termo integrante da oração, especificamente, um objeto indireto.


( ) O verbo “ficar” é considerado de ligação. Assim, ele forma predicado nominal. Exemplo disso tem-se no primeiro período do texto.



Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.

Alternativas
Q4426851 Português

Leia o texto.


A moça em prantos



O poeta encontrou uma pedra no meio do caminho, nunca esqueceu dessa pedra, que lhe deu assunto para o seu poema mais conhecido. Não sendo poeta, encontrei não uma, mas infinitas pedras no meio do caminho, e não só no meio, mas no início e no fim de cada caminho. Não me renderam um único poema, nem mesmo uma modesta crônica.


Mas jamais esqueci a primeira moça que vi chorando. Eu devia ter seis ou sete anos, achava que só as crianças podiam e deviam chorar, tinham motivos bastante para isso, desde as fraldas molhadas nos primeiros meses de existência até a inexpugnável barreira dos “não pode”, que emparedam a infância e criam neuras para o resto da vida.


Um adulto chorando era incompreensível para mim, um acontecimento pasmoso, uma aberração da natureza, pois os adultos podiam tudo e tudo lhes é permitido. E a moça era um adulto, ao menos para mim, embora ela fosse realmente moça, aí pelos 15 anos ou pouco mais.


E chorava. Não abrindo o berreiro como as crianças, mas dolorosamente, e na certa misturando motivos. Mesmo assim fiquei imaginando a causa do seu pranto. Faltara à escola e por isso ficara sem sobremesa? Fora proibida de brincar na calçada? Queria ganhar uma bicicleta e fora convencida a continuar com o insípido velocípede?


Vi muita gente chorando depois, homens feitos, mulheres maduras. Eu mesmo, quando levo meus trancos, repito o menino que ia para debaixo da mesa de jantar para poder chorar sem passar recibo da minha dor. Hoje, ficaria feio esconder-me debaixo das mesas, mas sei que é um bom lugar para isso. Melhor do que a cama, onde devemos fazer outras coisas.


A moça que chorava não se escondera, chorava de mansinho, na verdade nem parecia estar chorando. Devia apenas estar muito triste porque misturava todos os motivos para a sua tristeza.


Carlos Heitor Cony

Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta.
Alternativas
Q4426191 Português
Leia o texto.


Talvez espante o leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirta que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! que desabafo! que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não temos mais vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que piscamos para o território da morte; não digo que ele se estenda para cá, e nos examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados.


Machado de Assis. Memórias póstumas de Brás Cubas.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ). ( ) Na última frase do texto, temos um vocativo separado por vírgula, sendo essa a razão para o uso dessa pontuação.

( ) Os termos “o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças” são, no texto, sujeito composto de um mesmo verbo e se fazem acompanhar de adjunto adnominal.
( ) Na frase: “a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência”, o termo sublinhado é um adjunto adverbial.
( ) Há um pleonasmo vicioso em “mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento”.
( ) Está corretamente pontuada a seguinte frase: “Busquei referências daquele homem, que estando inconsciente, não me podia dar”.

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
4281: B
4282: E
4283: C
4284: D
4285: D
4286: A
4287: E
4288: A
4289: A
4290: B
4291: A
4292: A
4293: B
4294: A
4295: E
4296: C
4297: B
4298: C
4299: B
4300: A