Questões de Concurso
Sobre uso da vírgula em português
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 01
Atenção é vida
Você sente que está sempre ocupado, mas nem sempre com o que importa? A promessa da vida digital era facilitar, ganhar tempo e aproximar. Mas, na prática, para muita gente, ela tem feito o contrário: acelera, fragmenta e ocupa espaços que antes eram de presença, descanso e silêncio.
A forma como você usa o seu celular diz muito sobre quem você acredita que precisa ser. Se você sente que precisa responder a todas as solicitações na hora, talvez esteja carregando a crença de que disponibilidade é sinônimo de valor. Se não consegue ficar offline, pode estar confundindo conexão com pertencimento. Se acorda e dorme com o celular na mão, talvez esteja terceirizando o próprio ritmo.
Simplificar a vida digital não começa no aparelho. Começa na sua atualização de identidade. Porque toda mudança sustentável exige, na prática, uma faxina interna. E essa faxina passa por três frentes: crenças, emoções e relacionamentos.
Quais crenças te mantêm refém do excesso? A ideia de que “se eu não fizer, ninguém faz”? Ou de que “descansar é perder tempo”? Quais emoções você evita quando se distrai rolando a tela? Ansiedade, solidão, medo de ficar de fora? E quais relações digitais já perderam o sentido, mas continuam ocupando espaço: grupos silenciados, conteúdos que não agregam, conversas que drenam mais do que nutrem?
A vida não fica mais leve quando você organiza o celular. Ela simplifica quando você organiza a si mesmo. Na prática, isso pede decisões simples e profundas. Não levar o celular para a cama, porque ele não é companhia, é estímulo. Não se sentar à mesa com notificações abertas, porque presença não se divide. Escolher em quais grupos estar, porque acesso não significa vínculo. Usar o modo “não perturbe” como limite saudável, não como luxo.
Parece pouca coisa, mas não é. Cada pequena escolha, cada faxina, reorganiza sua atenção. E atenção é vida. A verdade é que não falta tempo. Faltam clareza e coragem para eliminar relações, hábitos e estímulos que já não fazem sentido.
Quando você sabe o que importa, fica mais fácil dizer não para o que só ocupa espaço. E isso vale para o digital e para a vida. Porque a mesma pessoa que se perde nas telas, muitas vezes, também se perde nas decisões, nos excessos e nas expectativas. Você não precisa de mais tempo. Precisa reconhecer quem você é hoje e se está investindo energia em relações que fazem sentido.
Fonte: CAMARGO, Izabella. Atenção é vida. Disponível em: https://vidasimples.com. Acesso em: 20 jun. de 2026. Adaptado.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Simplicidade
Uma das coisas que eu mais admiro em algumas pessoas é a capacidade de viver com simplicidade. Vejam bem: não estou falando de voto de pobreza, nem de um falso minimalismo ou de militância fake pelo desapego. Falo de pessoas genuinamente simples.
Ao longo da minha vida, eu tive a oportunidade de conhecer algumas pessoas verdadeiramente simples. Algumas delas, para a minha sorte, da minha própria família. Outras, gratas surpresas com que a vida me presenteia de vez em quando.
Minha avó era uma pessoa simples. Me lembro até hoje de como ela era autenticamente feliz com coisas simples. Cuidar de suas plantinhas. Passear com os netos. Alimentar seus cachorros. Ir à igreja fazer suas orações. Ela teve uma vida muito dificil, e em sua velhice eram essas pequenas coisas que a faziam feliz. Ela valorizava os momentos com as pessoas que amava, e não as coisas. (...)
Em tempos de consumismo desenfreado, ostentação, status medido por número de likes nas redes sociais, manter-se simples é um desafio. Manter o foco no que é realmente importante e fundamental, sem nos deixar distrair com as tentações das futilidades, parece ser a utopia do século. O segredo para atingir este ideal eu não conheço, mas sei de um bom caminho: preste atenção no que realmente toca sua alma, e diferencie do que apenas satisfaz o seu ego. A fórmula pode estar por aí.
GODOY, Mayara. Simplicidade. Crônicas de categoria. Disponível em <https://cronicasdecategoria.com/2020/03/02/simplicida
de/>.
"Minha avó (...) era autenticamente feliz com coisas simples. Cuidar de suas plantinhas. Passear com os netos. Alimentar seus cachorros. Ir à igreja fazer suas orações."
Marque a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima em que a pontuação se encontra totalmente correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Era uma casa
muito engraçada
Não tinha teto,
não tinha nada
Ninguém podia
entrar nela não
Porque na casa
não tinha chão
Ninguém podia
dormir na rede
Porque na casa
não tinha parede
Ninguém podia
fazer pipi
Porque penico
não tinha ali
Mas era feita
com muito esmero
Na rua dos bobos,
número zero
Vinicius de Moraes, "A Casa", em A Arca de Noé (1970).
Leia o texto a seguir para responder à questão
Doenças renais crônicas, obesidade, depressão… Décadas atrás, era impensável a ideia de que tais enfermidades pudessem atingir cães, gatos e outros animais. Hoje, porém, a medicina veterinária enfrenta casos antes considerados tipicamente humanos. Mais que uma evolução dos métodos de diagnóstico, a mudança pode ser reflexo da influência dos donos sobre a saúde de seus animais domésticos.
Em humanos, a possibilidade de expressar sentimentos e angústias pela fala facilita o diagnóstico da depressão. Em cães, entretanto, é preciso ficar atento ao comportamento do animal. Apatia, perda de apetite e busca de isolamento são sinais de que o animal pode estar deprimido, assim como acontece com seres humanos.
Se os sintomas de depressão são os mesmos em cães e humanos, há semelhança também no tratamento da doen ça, com uso de psicotrópicos e psicoterapia. Além disso, os tutores são instruídos a mudar algumas atitudes em relação a eles, como passar mais tempo em sua companhia, levá-los para passear, melhorar sua alimentação e permitir a convivência com outros cães.
(Guilherme de Souza. Tal cão, tal dono. https://cienciahoje.org.br. Adaptado)
Considerando as regras de emprego da vírgula, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Mais cedo ou mais tarde vai bater um desespero na humanidade em relação às mudanças climáticas. E, então, vamos procurar soluções radicais e arriscadas. Um grupo de cientistas já está desenvolvendo essas soluções. A questão é se teremos coragem de tirá-las da prateleira.
Do ponto de vista científico, o aquecimento global é um fenômeno com causas já conhecidas e solução já identificada. Hoje, o problema é convencer a humanidade a fazer o óbvio e adotar a solução. Mas isso tem sido impossível. Nossa espécie parece incapaz de sacrificar o presente por um futuro melhor. E, por esse motivo, estamos sentados vendo o problema se agravar, na esperança de morrermos de morte natural antes de a situação ficar desesperadora.
Na história do planeta, uma quantidade enorme de material orgânico produzido por seres vivos ao longo de milhões de anos foi enterrada em grandes depósitos. É o que chamamos de petróleo e outros combustíveis fósseis. Outro nome adequado é hidrocarbonetos, pois são constituídos por moléculas que possuem carbono reduzido, fruto de milhões de anos de fotossíntese que aos poucos foi retirando carbono oxidado da atmosfera, reduzindo a quantidade de gás carbônico.
Há aproximadamente 150 anos, a humanidade descobriu os combustíveis fósseis e passou a queimá-los de forma desenfreada. Uma energia barata enterrada pelos seres vivos que nos antecederam no planeta. E, com isso, estamos liberando quantidades crescentes de gás carbônico na atmosfera. E esse é um dos gases responsáveis pelo efeito estufa, outro nome perfeito. Esses gases permitem que a luz solar entre na atmosfera, mas impedem que o calor gerado volte para o espaço sideral. Eles funcionam como o vidro de uma estufa, deixam a luz entrar, mas impedem a saída do calor. E o planeta vai esquentando aos poucos. Mas, como o sapo na panela, estamos sentindo o calor aumentar sem tomar providências.
A receita para interromper esse processo é simples. Basta deixar de queimar combustíveis fósseis e buscar outras formas de energia. Mas, como o sapo, ficamos esperando que alguma coisa aconteça, talvez que o fogo sob a panela se apague sozinho. Como o sapo, um dia vamos perceber que a situação é desesperadora.
(Fernando Reinach, “Uma solução para quando o desespero chegar”, 18.05.2026. Disponível em: www.estadao.com.br. Adaptado)
No trecho apresentado, as vírgulas foram empregadas para:
A leitura é uma prática essencial para a formação cidadã. Ela amplia o repertório cultural desenvolve o pensamento crítico fortalece a capacidade de argumentação e favorece a participação social.
Considerando as regras de pontuação da norma-padrão da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta a versão CORRETAMENTE pontuada do segundo período:
Considerando o uso da vírgula no texto acima e os possíveis efeitos de sentido decorrentes da pontuação, assinale a alternativa CORRETA:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Interações entre as mudanças climáticas e os
impactos socioeconômicos
Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.
Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.
Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.
O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.
É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.
Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e
Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.
I. O vocábulo atua como uma conjunção adversativa, estabelecendo uma relação discursiva de oposição, contraste ou ressalva em relação às ideias anteriores.
II. A substituição de Entretanto por No entanto, Contudo ou Todavia preserva tanto a correção gramatical do período quanto o seu sentido original.
III. A conjunção Entretanto admite deslocamento para o interior da oração, exigindo isolamento por vírgulas por conta do seu caráter intercalado.
Está CORRETO o que se afirma em:
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Interações entre as mudanças climáticas e os
impactos socioeconômicos
Segundo o Intergovernamental Panel on Climate Change (IPCC), as emissões globais de gases de efeito estufa devem cair pelo menos 7% ao ano, entre 2021 e 2030, e zerar as emissões em 2050, para afastar a chance de colapso climático, estabilizando o aquecimento global em 1,5oC. Entretanto, as emissões, ao longo dos últimos anos, estão, na verdade, aumentando globalmente cerca de 2% a 4% ao ano. As mudanças climáticas interagem com múltiplos estressores sociais e ambientais, intensificando seus impactos sociais e econômicos.
Populações vulneráveis vivendo em encostas, que podem perder a vida em uma única chuva forte, são apenas um dos muitos exemplos. O agricultor que tem sua pequena propriedade familiar e é obrigado a abandonar as poucas cabeças de gado e a roça devido a uma seca prolongada também corre o risco de ser afetado. Muitas dessas dimensões das mudanças climáticas e suas interações sociais precisam ser mais bem compreendidas por meio de uma estreita colaboração entre diversas áreas de pesquisa na academia e de múltiplos atores sociais, incluindo lideranças políticas, organizações não governamentais, grupos sociais, comunidades e minorias.
Os três relatórios mais recentes do IPCC, lançados em 2021 e 2022, mostram o quanto o Brasil, particularmente, é vulnerável às mudanças climáticas. O aquecimento médio observado no país, nas últimas décadas, é significativamente maior do que o aquecimento médio do planeta, pois as áreas continentais se aquecem mais do que as áreas oceânicas, que estão incluídas na média mundial. Nos últimos vinte anos, extremos climáticos registrados em todas as regiões brasileiras enfatizaram a necessidade de soluções para minimizar os problemas socioeconômicos decorrentes de secas fortes e frequentes e inundações em grandes áreas, inclusive áreas urbanas.
O nosso modelo econômico, baseado no agronegócio, também é particularmente vulnerável a alterações nos padrões pluviométricos e nos padrões e aumento dos extremos climáticos. Quanto e quando chove é fundamental para a produtividade agrícola, podendo trazer insegurança alimentar e instabilidade econômica para a população brasileira. Vale ressaltar que nosso país também apresenta insegurança energética dada a vulnerabilidade da geração de energia hidrelétrica aos padrões de chuva. Observamos que a seca no Brasil central em 2021 afetou o custo da eletricidade, pois várias termelétricas foram ativadas e estas geram eletricidade com custo mais alto que as hidroelétricas. O Brasil tem 8.500 km de áreas costeiras, incluindo várias grandes cidades, tornando-o vulnerável à elevação do nível do mar e à acidificação marinha, que afetam a economia baseada em recursos pesqueiros.
É fundamental ajudar o país a desenvolver estratégias baseadas na ciência para que o Brasil possa cumprir suas obrigações internacionais associadas ao Acordo de Paris e à Agenda 2030. Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) fornecem um arcabouço de como nossa sociedade pode se tornar mais sustentável, e ao mesmo tempo, mais justa e resiliente. A ação contra a mudança do clima e o ODS 13, mas muitos dos demais ODS são impossíveis de serem cumpridos sem um clima estável e previsível, além de dependerem de um sistema econômico mais justo que respeite os limites propiciados pelos recursos naturais finitos, e que considere a questão da justiça climática.
Fonte: ARTAXO, P. Mudanças climáticas: caminhos para o Brasil. Ciência e
Cultura, São Paulo, v.74, n.4, p.1-14,2022.
Texto para o item.
Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios
Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.
O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.
Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.
A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.
A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.
“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.
Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.
