Questões de Concurso Sobre tipologia textual em português

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Q104296 Português
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Em relação às ideias do texto acima e às estruturas nele
empregadas, julgue os itens subsequentes.

A direção argumentativa do texto indica que o seu autor é favorável à divulgação da imagem e de informações, em livros biográficos, de pessoas de notoriedade pública.
Alternativas
Q100413 Português
A respeito das características textuais e das estruturas lingüísticas do texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q100358 Português
Nos primeiros começos de Brasília

Brasília é construída na linha do horizonte — Brasília é artificial. Tão artificial como devia ter sido o mundo quando foi criado. — Se eu dissesse que Brasília é bonita, veriam imediatamente que gostei da cidade. Mas se digo que Brasília é a imagem de minha insônia, vêem nisso uma acusação; mas a minha insônia não é bonita nem feia — minha insônia sou eu, é vivida, é o meu espanto. Os dois arquitetos não pensaram em construir beleza, seria fácil; eles ergueram o espanto deles, e deixaram o espanto inexplicado. A criação não é uma compreensão, é um novo mistério.

Clarice Lispector. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 292-3 (com adaptações).

Com referência ao segundo texto de Bárbara Freitag e ao texto acima, de Clarice Lispector, julgue o seguinte item.

Julgue os itens subseqüentes, relativos ao fragmento de texto de Clarice Lispector.

Quanto à tipologia, esse trecho serve de exemplo de texto descritivo em linguagem literária.
Alternativas
Q100356 Português
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Acerca do fragmento de texto acima, de Bárbara Freitag, julgue os itens que se seguem.

A referência da palavra “àquelas” (L.12) é a expressão “suas antigas cidades” (L.11).
Alternativas
Q100340 Português
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A respeito das idéias e das estruturas do fragmento de texto acima, julgue os itens que se seguem.

O trecho acima compõe um texto predominantemente narrativo, como evidenciam as referências históricas.
Alternativas
Q100328 Português
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Julgue os itens que se seguem, a respeito desse texto.

De acordo com a estrutura argumentativa do texto, a apresentação do conceito de alienação está subordinada aos seguintes argumentos: o trabalhador não produz para si mesmo, não é dono da própria força de trabalho e ignora a função, o valor de mercado e o público consumidor da mercadoria.
Alternativas
Q99283 Português
Em relação ao gênero, pode-se afirmar que o texto é
Alternativas
Q97616 Português
O texto I pode ser classificado como:
Alternativas
Q97477 Português
O texto pode ser classificado como:
Alternativas
Q97210 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 1 a 10.

De acordo com as escolhas lexicais e sintáticas feitas pelo autor, é correto afirmar que este se coloca explicitamente no texto de forma subjetiva e pessoal.
Alternativas
Q97209 Português
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Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima,
julgue os itens de 1 a 10.

Trata-se de trecho do gênero reportagem em que predomina o tipo textual dissertativo/argumentativo.
Alternativas
Q96840 Português
TEXTO I


CONTRA O BOM SENSO


Há uma espécie de vício de origem na proposta do Ministério do Esporte de criar uma carteirinha para o
orcedor frequentar os estádios. Trata-se, antes de tudo, de desrespeito ao direito de locomoção do cidadão ?
que, por aval da Constituição, é livre para ir a qualquer lugar. Mas, ainda que não esbarrasse nesse pressuposto,
a idéia de burocratizar o saudável hábito de acompanhar o time do coração deveria ser arquivada sob a rubrica de
providências infelizes.
A proposta do ministério é adoçada pela palatável intenção de implantar no país uma política de
segurança e prevenção da violência nos estádios de futebol. A ideia seria cadastrar os torcedores para,
adicionalmente, desenhar o perfil de quem vai aos estádios e, dessa forma, municiar os clubes com informações
que ajudariam na elaboração de políticas para atrair mais público aos jogos.
No entanto, se o intento, por princípio, é correto, a ferramenta fere o bom senso. Garantir a segurança
dos torcedores, e por extensão dos cidadãos, é dever constitucional do estado, seja em estádios ou em qualquer
outro local do país. No caso específico da violência no futebol, é salutar que o poder público se preocupe com as
condições em que o contribuinte vá exercer seu direito ao entretenimento. Mas é inconcebível que o ônus de uma
política de segurança caia sobre quem deve ser preservado de selvagerias, o que, em última análise, aconteceria
com a implantação da carteirinha.
Tal papel cabe às autoridades constituídas. Não há de ser com ações burocráticas ?ademais de
afrontarem direitos constituídos ? que se erradicará a violência nos estádios. Isso se faz, entre outras
providências, com uma política séria de segurança coletiva, com programas que envolvam o torcedor nessa
preocupação comum, com uma legislação que puna exemplarmente os bagunceiros e com outros exemplos que
propugnem pela paz nos campos, em vez de estapafúrdios projetos de controle do cidadão.
Além disso, a proposta ministerial embute um ataque ao bolso do contribuinte: se, como se cogita, o
governo tiver de arcar com o custo das carteiras, eis aí outro exemplo de malversação de idéia. É justo o torcedor
pagar pelo espetáculo do seu time, mas não é correto levá-lo a compulsoriamente financiar a leniência do poder
público e delírios burocráticos.

Considerando a estrutura do texto e seu propósito comunicativo, o texto I é caracterizado como
Alternativas
Q95790 Português
Quanto à estruturação do texto I, é CORRETO afirmar que se trata de um dissertativo- argumentativo porque:
Alternativas
Q95397 Português
Quanto à tipologia, o Texto I classifica-se como
Alternativas
Q95343 Português
Assinale a alternativa que não se aplica ao texto III.
Alternativas
Q94691 Português
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Julgue os seguintes itens, a respeito da organização das estruturas
linguísticas do texto acima.

Apesar de seu caráter predominantemente argumentativo, o texto apresenta trechos descritivos na reprodução das falas de Cacioppo, nas linhas 11-12 e 13-16.
Alternativas
Q94209 Português
O texto, em relação à sua tipologia, deve ser classificado como
Alternativas
Q93981 Português
O texto pode ser entendido como
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MPE-SP Órgão: MPE-SP Prova: MPE-SP - 2010 - MPE-SP - Promotor de Justiça |
Q93953 Português
UM APÓLOGO

Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
– Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma
coisa neste mundo?
– Deixe-me, senhora.
– Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável?
Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
– Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe
importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos
outros.
– Mas você é orgulhosa.
– Decerto que sou.
– Mas por quê?
– É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão
eu?
– Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e
muito eu?
– Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos
babados...
– Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem
atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...
– Também os batedores vão adiante do imperador.
– Você é imperador?
– Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só
mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... [...]
Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a
agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da
bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando,
acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:
– Ora agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do
vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta
para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor
experiência, murmurou à pobre agulha: – Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela
e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro
caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: –
Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária! (MACHADO DE ASSIS, J. M. Contos
Consagrados
. Rio de Janeiro: Ediouro, s. d.)

O título e o fato de o autor iniciar a narrativa com a expressão “era uma vez” permitem associar o texto com o gênero
Alternativas
Q93246 Português
TEXTO III: 

                                            O cajueiro


      O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância, belo, imenso, no  alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
      Eu me lembro de outro cajueiro que era menor e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do  cajá-manga, da pequena touceira de espadas-de-são-jorge e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a  meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos  arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes,  beijos, violetas. Tudo sumira, mas o grande pé de fruta-pão ao lado da casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como
árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu  fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros  além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
      No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas  assim mesmo fiz questão de que Caribé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras  terras um parente muito querido.
      A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira  abaixo, e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida,  pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram;  mas depois foram brincar nos galhos tombados.
      Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.

                                      (Rubem Braga, Cem crônicas escolhidas, Rio, José Olímpio, 1956, pp. 320-22)

Quanto à situação dos fatos narrados no texto, o tempo é apresentado da seguinte forma:
Alternativas
Respostas
3861: C
3862: B
3863: E
3864: C
3865: E
3866: C
3867: A
3868: E
3869: D
3870: E
3871: E
3872: A
3873: B
3874: E
3875: C
3876: E
3877: A
3878: D
3879: B
3880: B