Questões de Concurso
Sobre tipologia textual em português
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Julgue os itens que se seguem, referentes às ideias e estruturas linguísticas do texto acima bem como ao emprego da linguagem e à tipologia textual.

Em relação às ideias e à estrutura linguística do texto acima, julgue os itens a seguir.
1) “Você começa a escrever um e-mail de trabalho, e é interrompido pelo toque do celular. Atende à ligação e, quando desliga, vê avisos de mensagens na telinha. Abre uma delas e, antes mesmo de responder, algum colega chama você para terminar aquela conversa que começaram de manhã..." (L. 1-6)
2) “Como empreendia seus próprios projetos e trabalhava de casa, o empresário não sabia mais o que era horário de expediente, final de semana ou feriados.
Mas reagiu a essa falta de limites e criou espaço para folgas e diversão." (L. 42-47)
Considerando tais características, constata-se que o extrato
I No que concerne à tipologia textual, esse texto apresenta segmentos com características predominantemente expositivas e trechos em que prevalece a argumentação.
II O texto segue o princípio segundo o qual o orador de discurso proferido em plenário deve iniciar sua oratória fazendo referência ao objetivo da sessão em curso.
III No parágrafo final do discurso, o orador concita os ouvintes a aderirem às ideias e convicções expressas por ele.
Assinale a opção correta.

Com referência ao texto acima, julgue os próximos itens.

Julgue os próximos itens, referentes à estrutura e à tipologia do
texto em apreço.
A marca linguística que revela essas situações comuns ao narrador e aos leitores é o emprego de

Considerando as ideias e a tipologia do texto apresentado, julgue os itens subsequentes.
TEXTO I
Cidadezinha qualquer
Casas entre bananeiras
Mulheres entre laranjeiras
Pomar amor cantar.
Um homem vai devagar.
Um cachorro vai devagar.
Um burro vai devagar.
Devagar... as janelas olham.
Eta vida besta, meu Deus.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. 2. ed. São Paulo: Abril, 1982, p. 37.)
TEXTO II
Cidadezinha Qualquer versus Nadópolis
1. Cidadezinha Qualquer, os leitores fiquem sabendo logo, é uma cidade comum localizada em uma região distante de um longínquo país. O que os leitores não sabiam ainda, pois eu ainda não lhes contei, e agora conto, é que existe uma cidade chamada Nadópolis, sede de um município fronteiriço com Cidadezinha Qualquer. (...) Nadópolis era uma cidade meio antipática mesmo. Não, não era birra dos cidadãos cidadequalquerianos: Nadópolis tinha um ar arrogante e antipático! A começar pelo nome pomposo. Esse “polis” grego e sofisticado no final do nome, essa pose forçada que destoa do ambiente natural da região, renega a história... Isso para não falar da mania que tinham os nadopolenses de apregoar as vantagens de viver em um município como o seu. Era comum ouvi-los dizer:
2. - “Nadópolis é a cidade mais porreta da região; lá todo mundo veve bem e nóis não tem os pobrema qui as outra cidade de perto tudo tem...”
3. Para que os leitores não julguem o autor muito parcial é bom que se diga: realmente Nadópolis era mais próspera do que Cidadezinha Qualquer. Graças ao incremento de sua agricultura e à grande soma de recursos e trabalho que isto envolve, Nadópolis, àquela época, vivia o seu período de esplendor. Grandes e suntuosas construções erguiam-se por toda parte, o comércio local atraía compradores de toda a proximidade, a vida noturna era agitadíssima. Grupos de visitantes eram levados para pontos estratégicos para serem orientados por um agente turístico sobre as maravilhas da cidade. Como não podia deixar de ser, a arrecadação da Prefeitura local também era das melhores.
(COTRIM, Fabiano. http://www.faroldacidade.com.br. Postado em 01/04/2008. – Texto adaptado)











