Questões de Concurso
Sobre tipologia textual em português
Foram encontradas 4.183 questões
Para responder às questões de 6 a 10, leia os quadrinhos abaixo.

Releia o seguinte trecho:
"Receio que ele passará a maior parte dos seus primeiros
anos usando termos como 'perdeu playboy' e 'lelek'"
Sobre as formas verbais “passará” e “usando” pode-se afirmar, respectivamente, que:
Para responder às questões de 6 a 10, leia os quadrinhos abaixo.

Veja:
“Parece haver uma complicação com o desenvolvimento da
sua criança”
Assinale a alternativa em que a modificação proposta não leva a desvio em relação à Norma Culta ou a modificação significativa de sentido.
Para responder às questões de 6 a 10, leia os quadrinhos abaixo.

Considerando a organização sintática e a seleção lexical nos quadrinhos, pode-se afirmar corretamente que:
Para responder às questões de 6 a 10, leia os quadrinhos abaixo.

Sobre os quadrinhos como um todo, analise as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Os pais da criança choram por não compreenderem a linguagem excessivamente técnica do médico.
II. O humor se constrói, em grande parte, pelo fato de que os “problemas” citados pelo médico não são físicos, como esperavam os pais.
III. Não há, nos quadrinhos, qualquer problema relacionado às regras de pontuação ditadas pela Norma Culta da língua.
Está correto o que se afirma em:
Para responder às questões de 6 a 10, leia os quadrinhos abaixo.

Sobre o texto verbal dos quadrinhos, assinale a afirmação correta.
Leia o texto abaixo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta global sobre a vigilância na proliferação de infecções provocadas pelo zika vírus. De acordo com o Estadão, a indicação é de que os pacientes permaneçam isolados.
O comunicado da OMS frisou o aumento de nascimentos de bebês com microcefalia e casos da síndrome de Guillain-Barré, identificados no Brasil. Há um reconhecimento do vírus em relação ao crescimento desses casos e o país planeja um protocolo específico para as grávidas.
No Brasil, os números de microcefalia avançaram para 1.248. O registro de mortes por zika vírus, até o momento, foram três: dois adultos e um recém-nascido. A recomendação é de reforçar os sistemas de vigilância, para beneficiar um atendimento e detecção mais eficaz das infecções.
As autoridades foram instruídas a ficar alertas para uma possível dispersão do vírus para outras regiões, além de observar as complicações neurológicas e doenças autoimunes em pacientes. A má-formação no cérebro de bebês também foi um destaque no documento.
Eventuais formas de transmissão da doença, de acordo com O Globo, podem ir além das picadas do Aedes aegypti: pelo sêmen, transfusão de sangue ou pelo leite materno. Os pesquisadores apontam para evidências nas quais os vírus são encontrados nos três tipos de fluidos corporais, mas vale lembrar que os estudos sobre o Zika ainda são escassos: existem cerca de 200 publicações científicas, contra mais de 14.500 sobre dengue, por exemplo.
Segundo o infectologista Celso Granato, em entrevista ao jornal O Globo, existe um risco de epidemia no Rio de Janeiro. "Por enquanto, a Secretaria Estadual de Saúde registra 21 ocorrências da malformação, 15 delas somente no segundo semestre deste ano. O risco de epidemia de Zika no Rio é real, mas a gente ainda não tem como dimensionar o tamanho desse risco", acredita.
http://epoca.globo.com/tempo/filtro/noticia/2015/12/oms-alerta-para-reforcar-vigilancia-de-infeccoes-provocadas-pelo-zika-virus.html
Podemos concluir que o texto se enquadra como sendo:
Para responder a questão, leia a tirinha a seguir.
Sobre a expressão “a gente”, que aparece no primeiro quadrinho, pode-se afirmar corretamente que:
Para responder a questão, leia a tirinha a seguir.
A respeito da pontuação nos quadrinhos, pode-se afirmar corretamente que:
A respeito da palavra "é", presente no último quadrinho, analise as afirmações.
I. É uma forma verbal.
II. Não deveria ser acentuada.
III. É um monossílabo tônico.
Está correto o que se afirma em:
Em "É um livro que prende o leitor", a oração em destaque exerce determinada função sintática em relação à principal. Assinale a alternativa em que o termo em destaque exerça essa mesma função sintática. Trata-se de um trecho da letra da canção "Livros", de Caetano Veloso.
A palavra "BLAM", que aparece no segundo quadrinho, apresenta um processo de formação especial, que é a:
Na tirinha, a construção do humor tem como foco a polissemia de uma palavra. Qual é ela?
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha abaixo.
(Disponível em www.livrosepessoas.com)
A palavra "BLAM", que aparece no segundo quadrinho, apresenta um processo de formação especial, que é a:
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha abaixo.
(Disponível em www.livrosepessoas.com)
Na tirinha, a construção do humor tem como foco a polissemia de uma palavra. Qual é ela?
Para responder às questões de 6 a 10, leia a tirinha abaixo.
(Disponível em www.livrosepessoas.com)
Em "Que livro interessante", a palavra "que" classifica-se, morfologicamente, como:
TEXTO IV
Aulas com pipas!
Papagaio, pandorga, arraia, cafifa ou, simplesmente, pipa. Não importa o nome que receba esse brinquedo, feito com varetas de madeira leve, papel fino e linha: qualquer pessoa tem tudo para se encantar com ele! Pudera: colocar uma pipa para bailar no ar é a maior diversão! E sabia que, na sala de aula, a pipa tem muito a ensinar?
Nas aulas de português, as pipas inspiravam poesias e redações e a professora de história aproveitava para, obviamente, falar um pouco sobre a história das pipas. Quer saber o resultado de tanta integração? Excelentes notas no final do ano e um grande festival de pipas para comemorar!
Ah! E se você há muito tempo gosta de soltar papagaios por aí, responda depressa: está tomando os cuidados necessários para não sofrer um acidente?
Então, anote algumas dicas: nunca use cerol uma mistura de cola e vidro moído, extremamente cortante e perigosa e procure soltar suas pipas em lugares apropriados, longe de fios elétricos.
Disponível em: <http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2194. Acesso em: 22 nov. 2004. (Adaptação).
No último parágrafo do Texto IV, observa-se um apelo direto à atenção do leitor sobre os cuidados que devem ser tomados para não tornar a pipa um brinquedo perigoso para si e para os outros.
Do ponto de vista gramatical, o efeito de sentido pretendido é obtido por meio do uso de
TEXTO IV
Aulas com pipas!
Papagaio, pandorga, arraia, cafifa ou, simplesmente, pipa. Não importa o nome que receba esse brinquedo, feito com varetas de madeira leve, papel fino e linha: qualquer pessoa tem tudo para se encantar com ele! Pudera: colocar uma pipa para bailar no ar é a maior diversão! E sabia que, na sala de aula, a pipa tem muito a ensinar?
Nas aulas de português, as pipas inspiravam poesias e redações e a professora de história aproveitava para, obviamente, falar um pouco sobre a história das pipas. Quer saber o resultado de tanta integração? Excelentes notas no final do ano e um grande festival de pipas para comemorar!
Ah! E se você há muito tempo gosta de soltar papagaios por aí, responda depressa: está tomando os cuidados necessários para não sofrer um acidente?
Então, anote algumas dicas: nunca use cerol uma mistura de cola e vidro moído, extremamente cortante e perigosa e procure soltar suas pipas em lugares apropriados, longe de fios elétricos.
Disponível em: <http://cienciahoje.uol.com.br/controlPanel/materia/view/2194. Acesso em: 22 nov. 2004. (Adaptação).
Nesse texto, observam-se algumas sequências características da organização textual injuntiva, como, por exemplo, no trecho a seguir.
TEXTO I
Ouvindo a leitura
[...] ouvi um cão latir ao longe. Outros latidos foram respondendo, até que, trazido pelo vento que agora soprava de leve sobre o Passo, chegou aos meus ouvidos um urro selvagem, que parecia vir de muito longe, tão longe quanto a imaginação pode alcançar. Esse é um dos trechos de Drácula, de Bram Stoker. A descrição tenta compor um cenário sombrio, com uivos, latidos, o som do vento, mas deixa parte dessa tarefa para o leitor, para onde sua imaginação puder alcançar. O trecho destacado foi retirado de uma versão eletrônica de Drácula, feita para e-readers, uma entre tantas novidades que as tecnologias de comunicação trouxeram para o mundo dos livros. Nesse suporte o leitor pode ir além do texto, acessando links na internet relacionados ao conteúdo da obra, fazer anotações, ou comentar sobre o que está lendo nas redes sociais
Uma das novidades tecnológicas mais recentes é um aplicativo que produz ambientes sonoros para livros. Sincronizado com trechos das obras, o booktrack, nome dessa tecnologia, propõe uma espécie de trilha sonora para a leitura. Com o aplicativo, ao ler o trecho acima, ouviríamos o latido do cão ao longe, o som do vento, os uivos. Mas, que efeitos isso teria em nosso modo de ler? Como fica nossa capacidade de imaginar, de compor um cenário a partir da leitura
O filósofo e psicanalista André Martins, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não acredita que essas tecnologias afetem nossa capacidade de imaginar. Para ele, tal receio é análogo ao que tivemos quando surgiram os primeiros livros ilustrados, ou quando o cinema floresceu. A imaginação sempre existirá com toda a sua potência. E, certamente, se a novidade das trilhas sonoras dos livros pegar, passará a haver uma grande inventividade na criação de trilhas para os mesmos livros, ou mesmo a opção de cada leitor criar sua própria trilha, diz. Além do mais, não penso que os e-books substituirão os livros; apenas tendem a ser uma nova mídia, que proporcionará prazeres diferentes, e não uma mídia substituta, que extinga a anterior, complementa.
Um caminho promissor para a compreensão dos impactos das tecnologias no mundo da leitura talvez seja admitir vários tipos de leitores, vários tipos de leituras convivendo simultaneamente. Para o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Antonio Carlos Amorim, é certo que a leitura estimula a imaginação, assim como o fazem o cinema, e, em certa medida, as práticas culturais baseadas na oralidade. Ele aponta, no entanto, que a leitura participa da circulação de um conjunto de significações culturais que constituem imaginários sociais. Os sujeitos leitores, em contato com imagens, sons e odores, por exemplo, entrarão em contato com a leitura do livro em atravessamentos vários e distintos daquele suposto envolvimento da leitura silenciosa ou em voz alta das letras impressas em papel. E tal situação pode significar mais uma abertura do que uma restrição à experiência leitora, que estimula ou permite ou valoriza a imaginação, afirma. Ainda segundo ele, em uma sociedade que prima pelo multissensorial e pela experiência do efêmero e do inusitado, essas tecnologias serão efetivamente capazes de atrair novos leitores.
MARIUZZO, Patrícia. Revista da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, São Paulo, v.64, n.3, p. 61-62, 2012.
Sabendo-se que modalização é o fenômeno através do qual o sujeito expressa sua adesão ao texto, observa-se que esse recurso foi usado no trecho a seguir.
TEXTO I
Ouvindo a leitura
[...] ouvi um cão latir ao longe. Outros latidos foram respondendo, até que, trazido pelo vento que agora soprava de leve sobre o Passo, chegou aos meus ouvidos um urro selvagem, que parecia vir de muito longe, tão longe quanto a imaginação pode alcançar. Esse é um dos trechos de Drácula, de Bram Stoker. A descrição tenta compor um cenário sombrio, com uivos, latidos, o som do vento, mas deixa parte dessa tarefa para o leitor, para onde sua imaginação puder alcançar. O trecho destacado foi retirado de uma versão eletrônica de Drácula, feita para e-readers, uma entre tantas novidades que as tecnologias de comunicação trouxeram para o mundo dos livros. Nesse suporte o leitor pode ir além do texto, acessando links na internet relacionados ao conteúdo da obra, fazer anotações, ou comentar sobre o que está lendo nas redes sociais
Uma das novidades tecnológicas mais recentes é um aplicativo que produz ambientes sonoros para livros. Sincronizado com trechos das obras, o booktrack, nome dessa tecnologia, propõe uma espécie de trilha sonora para a leitura. Com o aplicativo, ao ler o trecho acima, ouviríamos o latido do cão ao longe, o som do vento, os uivos. Mas, que efeitos isso teria em nosso modo de ler? Como fica nossa capacidade de imaginar, de compor um cenário a partir da leitura
O filósofo e psicanalista André Martins, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), não acredita que essas tecnologias afetem nossa capacidade de imaginar. Para ele, tal receio é análogo ao que tivemos quando surgiram os primeiros livros ilustrados, ou quando o cinema floresceu. A imaginação sempre existirá com toda a sua potência. E, certamente, se a novidade das trilhas sonoras dos livros pegar, passará a haver uma grande inventividade na criação de trilhas para os mesmos livros, ou mesmo a opção de cada leitor criar sua própria trilha, diz. Além do mais, não penso que os e-books substituirão os livros; apenas tendem a ser uma nova mídia, que proporcionará prazeres diferentes, e não uma mídia substituta, que extinga a anterior, complementa.
Um caminho promissor para a compreensão dos impactos das tecnologias no mundo da leitura talvez seja admitir vários tipos de leitores, vários tipos de leituras convivendo simultaneamente. Para o presidente da Associação de Leitura do Brasil (ALB), Antonio Carlos Amorim, é certo que a leitura estimula a imaginação, assim como o fazem o cinema, e, em certa medida, as práticas culturais baseadas na oralidade. Ele aponta, no entanto, que a leitura participa da circulação de um conjunto de significações culturais que constituem imaginários sociais. Os sujeitos leitores, em contato com imagens, sons e odores, por exemplo, entrarão em contato com a leitura do livro em atravessamentos vários e distintos daquele suposto envolvimento da leitura silenciosa ou em voz alta das letras impressas em papel. E tal situação pode significar mais uma abertura do que uma restrição à experiência leitora, que estimula ou permite ou valoriza a imaginação, afirma. Ainda segundo ele, em uma sociedade que prima pelo multissensorial e pela experiência do efêmero e do inusitado, essas tecnologias serão efetivamente capazes de atrair novos leitores.
MARIUZZO, Patrícia. Revista da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, São Paulo, v.64, n.3, p. 61-62, 2012.
O texto, ao levantar questões, apresenta alguns pontos de vista que são defendidos através de diferentes recursos, como, por exemplo, argumentos de
Atentar à tira abaixo e responder o que se pede:
Texto III
Disponível em: > https://www.google.com.br/search?q=charges+sobre+concursos+publicos&espv =2&biw=1366&bih=667&tbm=isch&imgil<. Data da consulta: 23/02/2016
Acerca da tira anterior (Texto III), é CORRETO se afirmar que:

