Questões de Concurso Sobre tipologia textual em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.224 questões

Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779134 Português

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte formulação a partir das ideias do texto:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779133 Português

Analise as seguintes adaptações de frases presentes na tira:


I. Infelizmente não vou poder ir à escola, de modo que estou doente.

II. Peguei varíola, contudo não chegue perto.

III. Não se preocupe, que sou imune.


As relações de sentido estabelecidas pelos conectivos destacados estão coerentes com as ideias da tirinha em

Alternativas
Ano: 2018 Banca: RBO Órgão: CPTM Prova: RBO - 2018 - CPTM - Operador de Circulação |
Q2779132 Português

Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a única adaptação correta de uma frase do texto (as alterações estão em negrito).

Alternativas
Q2758810 Português

A violência em Roraima é contra a imagem no espelho


Os venezuelanos encarnam o pesadelo real de que toda estabilidade é provisória e o pertencimento é sempre precário


Eliane Brum


  1. Não se compreende a violência dos brasileiros
  2. contra os venezuelanos sem entender o que é
  3. estar na fronteira e se saber à beira do mapa,
  4. a borda como o precipício que lembra a quem
  5. se agarra ao lado de cá que há uma fera
  6. rosnando no desconhecido. Com exceção dos
  7. povos indígenas, a população não indígena de
  8. Roraima é formada por migrantes recentes, a
  9. maioria da segunda metade do século XX. E
  10. sempre chegando de um outro lugar em que o
  11. chão se tornou movediço embaixo dos pés.
  12. Muitos não desembarcaram em Roraima
  13. diretamente do lugar em que nasceram, mas
  14. antes tentaram pertencer a outros pontos do
  15. mapa e não puderam se fixar por falta de
  16. trabalho ou outras faltas. Quem alcança um
  17. estado como Roraima vindo das regiões mais
  18. pobres do Brasil — ou das porções mais
  19. pobres dos estados rico s— sabe que alcançou
  20. uma espécie de território limite. Dali pra
  21. frente não há mais para onde andar. Talvez o
  22. que um brasileiro de Roraima vislumbre num
  23. venezuelano desesperado e sem lugar seja o
  24. retrato de si mesmo. Uma velha foto bem
  25. conhecida empurrada para o fundo de uma
  26. gaveta da qual ninguém quer lembrar, mas
  27. que nunca pôde ser totalmente esquecida.
  28. Diante dos venezuelanos famintos, doentes e
  29. assustados, desejando desesperadamente
  30. entrar, a imagem se materializa como um
  31. espelho que é preciso destruir. O que
  32. destroem no corpo do outro é a imagem de si
  33. mesmos cujo retorno não podem aceitar.
  34. A angústia de não pertencer rugia dentro da
  35. maioria das pessoas que entrevistei em
  36. Roraima, em diferentes momentos. Mas isso
  37. jamais era admitido. Ao contrário. Como
  38. costuma acontecer neste tipo de fenômeno,
  39. ela se expressava como uma identidade feroz,
  40. a de ser o único cidadão legítimo, o único com
  41. o direito de estar ali, o único que trabalha e
  42. quer progredir. Isso se manifestava em três
  43. comportamentos clássicos: a hostilidade
  44. contra estrangeiros de outra língua,
  45. especialmente americanos, a desconfiança
  46. com relação a brasileiros não migrantes, o
  47. desejo de apagar as populações nativas,
  48. ainda que pela assimilação ou pela supressão
  49. de direitos. (...)
  50. A identidade roraimense é fomentada na
  51. população por velhas e novas elites locais a
  52. partir da ideia de que o Brasil é contra eles
  53. (ou os ignora ou só aparece para se meter
  54. onde não devia, como na atual disputa pelo
  55. fechamento da fronteira com a Venezuela), os
  56. “gringos” querem tomar a Amazônia de seus
  57. legítimos donos e os indígenas impedem o
  58. progresso do estado e também de cada
  59. indivíduo que ali chegou com o sonho de fazer
  60. história, fortuna e, principalmente casa —
  61. lugar de pertencimento para quem tanto
  62. peregrinou pelo mapa do Brasil até finalmente
  63. alcançar a sua borda. Essa é sempre a
  64. condição de fronteira entre aqueles que as
  65. disputam. (...) A fronteira é um espaço de
  66. sobreviventes, que já conheceram o pior de
  67. vários mundos, sofreram estigmas,
  68. preconceitos e indignidades, e estão lutando
  69. por um lugar e sabem muito bem o porquê.
  70. (...)
  71. A imagem dos venezuelanos entrando e
  72. entrando, desesperados, miseráveis e
  73. famintos, é a imagem que um migrante mais
  74. teme para si mesmo. É também a prova de
  75. que a estabilidade é sempre provisória, de
  76. que é possível perder tudo mais uma vez. É a
  77. evidência viva, encarnada, de que não há
  78. lugar seguro, de que o pertencimento é
  79. sempre precário. De que do outro lado da
  80. borda, o abismo espreita com olhos injetados
  81. de sangue. Quem viveu escorregando de
  82. todos os mapas sente a dor dessa experiência
  83. no corpo.


Fonte:

https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/27/opinion.html

Acesso em 06/09/2018. Adaptação.

Considerando a tipologia do texto, é correto afirmar que ele é predominantemente

Alternativas
Q2755972 Português

Imagem associada para resolução da questão

assddDisponível em < https://goo.gl/ASMZxi >, Acesso em: 10 abr. 2018 (com adaptações).

O texto mostra uma conversa entre um homem e uma mulher que dividem a mesma casa. Da análise do texto, infere-se que:

Alternativas
Q2753876 Português

Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.



Releia o Texto 1 e leia o Texto 2 para responder às questões de 06 a 10.


Texto 2


Admirável gado novo


  1. Vocês que fazem parte dessa massa
  2. Que passa nos projetos do futuro
  3. É duro tanto ter que caminhar
  4. E dar muito mais do que receber
  5. E ter que demonstrar sua coragem
  6. À margem do que possa parecer
  7. E ver que toda essa engrenagem
  8. Já sente a ferrugem lhe comer
  9. Êh, ôô, vida de gado
  10. Povo marcado
  11. Êh, povo feliz!
  12. Lá fora faz um tempo confortável
  13. A vigilância cuida do normal
  14. Os automóveis ouvem a notícia
  15. Os homens a publicam no jornal
  16. E correm através da madrugada
  17. A única velhice que chegou
  18. Demoram-se na beira da estrada
  19. E passam a contar o que sobrou!
  20. Êh, ôô, vida de gado
  21. Povo marcado
  22. Êh, povo feliz!
  23. O povo foge da ignorância
  24. Apesar de viver tão perto dela
  25. E sonham com melhores tempos idos
  26. Contemplam esta vida numa cela
  27. Esperam nova possibilidade
  28. De verem esse mundo se acabar
  29. A arca de Noé, o dirigível,
  30. Não voam, nem se pode flutuar
  31. Êh, ôô, vida de gado
  32. Povo marcado
  33. Êh, povo feliz!

RAMALHO, Zé. Zé Ramalho da Paraíba. Discobertas. © Avohai Editora (EMI) BRSME9700721, 2008. Disponível em: <http://www.zeramalho.com.-br/sec_discografia_view.php?id=65>. Acesso em: 15 fev. 2018.

A articulação entre os enunciados, no refrão do Texto 2 ,“[...] vida de gado/ Povo marcado”, evoca o sentido de “criação de animais em rebanho” e de “criação de animais pedestres”, no Texto 1. Os mecanismos utilizados para a produção de sentidos, nesses enunciados, no Texto 2, é a

Alternativas
Q2753874 Português

Leia o Texto 1 para responder às questões de 01 a 05.


Texto 1


  1. ESTRANGEIRO: – Pois bem: nas ciências teóricas
  2. nós começamos por distinguir uma parte diretiva, e
  3. nesta, uma divisão a que chamamos, por analogia,
  4. autodirigente. A criação dos animais foi, por sua vez,
  5. considerada como uma das divisões da ciência auto-
  6. diretiva, da qual é um gênero e certamente não o
  7. menor; a criação de animais nos deu a espécie da
  8. criação em rebanho, e a criação em rebanho, por
  9. sua vez, deu-nos a arte de criar os animais pedes-
  10. tres; e a seguir, esta arte de criar os animais pedes-
  11. tres nos deu, como seção principal, a arte que cria
  12. raça de animais sem chifres; e, ainda, esta raça de
  13. animais sem chifres inclui uma parte que só poderá
  14. ser compreendida por um único termo pela adição
  15. necessária de três nomes; ela se chamará: “a arte
  16. de criar raças que não se cruzam”. Por fim, a última
  17. subdivisão restante, nos rebanhos bípedes, será a
  18. arte de dirigir os homens. É precisamente o que pro-
  19. curamos; a arte que se honra por dois nomes: políti-
  20. ca e real.


PLATÃO. Diálogos – Fédon, Sofista, Político. Trad. Jorge Paleikat; João Cruz Costa. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. p. 177.

A vinculação do texto ao gênero diálogo é evidenciada por recursos linguísticos e discursivos, tais como:

Alternativas
Q2752907 Português

Texto 2

Disponível em: https://vejasp.abril.com.br/atracao/nosso-oscar-niemeyer/

De acordo com o imaginário popular materializado na imagem, a charge que homenageia Niemeyer tem como tema:

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UNIFESP Órgão: UNIFESP Prova: UNIFESP - 2018 - UNIFESP - Pedagogo |
Q2752527 Português

Imagem associada para resolução da questão


FONTE: http://ria-muito.blogspot.com.br/2012/06/30-tirinhas-dilbert.html.

Acesso 20 mar 2018.


A tirinha acima apresenta uma crítica ao (à):

Alternativas
Ano: 2018 Banca: UTFPR Órgão: UTFPR Prova: UTFPR - 2018 - UTFPR - Médico Veterinário |
Q2752373 Português

LEIA ATENTAMENTE O TEXTO A SEGUIR QUE SERVIRÁ DE BASE PARA AS QUESTÕES DE 01 A 07.


MANUAL DA DEMISSÃO


Por Nelson Vasconcelos – 02/02/2018 4:30



RIO — Desemprego não é assunto que costuma ser encarado com bom humor. Dá para entender. Em geral, significa perdas, lamentos, incógnitas e, por isso mesmo, medo do futuro. No entanto, quando esse desastre cai no colo da escritora carioca Julia Wähmann, é impossível não rir. Tendo em mãos o seu ”Manual da demissão”, que será lançado na Travessa de Ipanema no próximo dia 7, a gente ri até de nervoso. Mas ri muito.

A narradora J. inicia sua história numa segunda-feira de terror corporativo, quando o patrão maluco começa a liquidar um quinto da equipe sob um lema universal: “É a crise, você sabe”. A longa manhã sacramenta o tormento de quem sai em busca de novos desafios e, também, de quem fica segurando a barra, sob a possibilidade permanente de estar na próxima lista de demissões. Se você já tiver vivido algo assim, vai se identificar com cada palavra do livro, e só não vai se acabar em tremedeiras porque o humor de Julia derruba qualquer tristeza.



MUITAS EMOÇÕES


Como sofrimento pouco é bobagem, J. é demitida dias depois de ser abandonada pelo namorado. Mas essa perda acaba em segundo plano — o que não quer dizer que desapareça de vez. Só cai um pouco em importância, tornando-se mais um fantasminha de J.

O que importa, agora, é vencer as várias etapas que surgem na vida da nova desempregada. J. as enumera sempre com muita graça. O périplo começa já ao desfazer as gavetas e segue ao encarar as agências da Caixa atrás do FGTS, unir-se a novos parceiros de desventura, afogar-se no veneno do tempo ocioso, criar desculpinhas a respeito de projetos inexistentes, conceber ideias mirabolantes para garantir o sustento, a praia, a opção preferencial pelos chinelos, a depressão, o mergulho nos remedinhos-antidepressivos-que-nos-deixam-dementes, o êxodo dos amigos, a pós-depressão, a recuperação, os próximos capítulos... São muitas emoções.

Falando assim, “Manual da demissão” parece assustador, deprimente. Nada disso. A narradora mostra (ou reitera) que o humor é fundamental para que a gente encare situações adversas. Humor é inteligência, é reflexão, é salvação, jogo rápido, não é fuga.

No fim das contas, o livrinho se torna um guia de ajuda para quem passa por momentos difíceis. E até podemos pensar que a própria autora exorcizou ali seus fantasmas em relação à perda dos tão amados emprego e namorado. Tanto que, no meio de tantas frases bem sacadas, temos aí uma associação deveras interessante, que deveria estar clara na cabeça de todo mundo viciado em ter carteira assinada. É mais ou menos isso: você devota ao emprego um amor verdadeiro que não é recíproco, por mais que o RH diga algo diferente. Você se dedica à empresa, sofre por ela, vira as noites com ela, e acha que ficará nessa por toda a eternidade. Mas um dia o patrão fica maluco e a moça do RH vai chamar para uma conversinha... É a crise, você sabe.

Guardadas as proporções, acontece a mesma coisa na relação com namorados, amantes, peguetes. Pensar que uma paixão de ocasião será infinita é, no mínimo, inocência. E tem gente que nunca se recupera do pé na bunda — seja por parte do namorado, seja por parte do patrão maluco. Mas Julia Wähmann mostra que tudo isso passa. O problema é que, enquanto não passa, dói pra burro.


“Manual da demissão”, romance de Julia

Wähmann. Editora Record, 142 páginas.

Texto acessado em 13/03/2018 em https://

oglobo.globo.com/cultura/livros/livro-manual-da-

demissao-carinho-bem-humorado-em-quem-perde-

emprego-22356164


“O périplo começa já ao desfazer as gavetas e segue ao encarar as agências da Caixa...”. O autor utilizou o termo périplo, “s.m., navegação à volta de um mar, país ou continente; relação de uma viagem desse gênero”, porque:

Alternativas
Q2746366 Português

Leia o texto para responder as questões de 1 a 3.


Novo aplicativo da Tesla permitirá dirigir e estacionar pelo smartphone


De acordo com CEO da empresa, Elon Musk, software estará disponível em seis semanas.

O CEO da Tesla, Elon Musk, divulgou nesta quintafeira (1) que a nova versão do aplicativo da empresa permitirá aos usuários conduzirem os veículos através dos seus smartphones. A ferramenta também permitirá aos veículos identificarem vagas e estacionarem de forma autônoma. A previsão é disponibilizar o software em seis semanas.

Em uma série de notas publicadas no Twitter, Musk explicou como o sistema Summon funcionará. “O carro vai dirigir até o local do seu telefone e seguir você como um animal de estimação se você segurar o botão no aplicativo da Tesla”, disse.

O sistema será aberto aos carros produzidos nos últimos dois anos, além do Model 3 sedan, Model S e X. Segundo o CEO da Tesla, uma nova versão já está sendo desenvolvida para ser lançada durante o próximo ano.

Apesar da euforia provocada pelo avanço tecnológico, o novo sistema pode esbarrar na legislação. De acordo com o site NBC News, o Congresso norteamericano ainda discute as diretrizes normativas para veículos autônomos. Atualmente, a maioria das leis estaduais obriga que um motorista permaneça ao volante sempre que um veículo estiver em movimento.

Agora, mais da metade dos Estados permitem alguns testes de veículos autônomos em vias públicas. No entanto, em praticamente todos os casos, um motorista licenciado deve permanecer ao volante pronto para assumir o controle em uma emergência.


(Disponível em https://www.istoedinheiro.com.br/novo-aplicativo-da-teslapermitira-dirigir-e-estacionar-pelo-smartphone/ acesso em 05/11/2018. Texto adaptado)

Assinale a alternativa CORRETA quanto a tipologia do texto acima:

Alternativas
Q2738337 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Os processos decisórios do ser


01---------Ana acorda todos os dias às 7 horas da manhã, toma seu café acompanhado de algumas

02--torradas com requeijão, checa a previsão do tempo, se veste de acordo com a temperatura, olha

03--como está o trânsito – se a avenida principal de sua cidade está parada, não é uma boa ir de

04--carro hoje. Pega o metrô, para em um restaurante para o seu segundo café do dia, entra no

05--prédio onde trabalha, sobe pela escada porque hoje não vai dar tempo de ir ____ academia,

06--senta ao computador, abre a página de notícias, se desespera com a violência na cidade (talvez

07--seja melhor se mudar para um lugar mais tranquilo). Envia alguns e-mails, responde alguns

08--outros. Chega a hora do almoço, hoje ela está com vontade de comida japonesa. Vai ao

09--restaurante mais gostoso, porque o vale-refeição caiu nessa mesma semana. Parte para o terceiro

10--café do dia. Tem reunião ___ tarde, é melhor reservar alguns minutos antes para se preparar. A

11--reunião corre sonolenta, mas alguns pontos são resolvidos. Ana vê as redes sociais e faz alguns

12--testes do Buzzfeed. Ela volta ___ responder alguns e-mails e depois foca na grande apresentação

13--que tem de fazer na próxima semana. Os amigos da faculdade mandam mensagens no WhatsApp,

14--ela responde na hora. O que vão fazer neste fim de semana? Chega o final do dia, o trânsito está

15--mais tranquilo, Ana pede um Uber para casa, já que o metrô está caótico. Chega, alimenta os

16--gatos, liga a televisão, fica 30 minutos procurando o que assistir na Netflix, vê alguns episódios

17--daquela série que a chefe recomendou. Não gosta muito, mas é bom ter assunto com a chefia. É

18--melhor ir dormir para não perder a hora amanhã. Corre a mão pelo feed do Facebook. Sua prima

19--se casou. Agora é melhor ir dormir mesmo. Bota o celular para despertar às 7 horas.

20---------Identificou-se com Ana? Provavelmente há vários pontos em seu dia que são comuns aos

21--dela. Mas tem uma coisa que se repete durante toda a rotina de Ana, assim como na sua e na

22--minha, e que de tão intrínseco nem todos percebem: a necessidade constante de tomar decisões.

23--Sim, desde o acordar até a hora de ir dormir, desde o seu nascimento até o fim de sua vida. Tudo

24--isso é feito e construído por meio das suas decisões, sejam elas grandes ou pequenas,

25--conscientes ou inconscientes. Mas não se assuste ou se deixe levar pela ansiedade. “Cada vez,

26--cada dia, nós tomamos decisões. E em nossa mente acontece um verdadeiro conflito entre lógica,

27--intuição e racionalidade. Todas as nossas ações são distintas, caracterizadas por esse

28--acontecimento”, revela o psiquiatra e filósofo italiano Mauro Maldonato.

29---------Claro que, senão todas, muitas dessas decisões do cotidiano acontecem no âmbito de

30--nosso inconsciente, ou seja, não estamos o tempo inteiro refletindo sobre cada ação que devemos

31--tomar, o que acarretaria um fluxo insano de informações ___ mente. “Quando tomamos uma

32--decisão, muitas vezes acreditamos que estamos fazendo algo consciente, quando na verdade é

33--totalmente inconsciente. Todo esse processo ocorre numa camada abaixo do consciente. O que

34--acontece é que nesse momento o seu cérebro começa a calcular muitas coisas e possibilidades e

35--você não está nem ciente de toda essa atividade que está acontecendo nele”, descreve o

36--neurocientista argentino Mariano Sigman.

37---------Segundo ele, apesar de não acompanharmos esse processo na íntegra, nosso corpo nos

38--comunica sobre o momento decisório: “Toda essa atividade de nossa mente, tudo isso manda um

39--sinal para o seu corpo, o batimento cardíaco aumenta, a pele começa a suar. Enfim, é como se o

40--seu cérebro estivesse preparando o seu corpo para alguma coisa, algum acontecimento”.

41---------É interessante notar, como atesta o professor de filosofia da USP Roberto Bolzani Filho,

42--que as “deliberações que preparam tomadas de decisões resultam da maneira como vemos o

43--mundo e os valores que encontramos nele, ao mesmo tempo em que, inevitavelmente, levamos

44--em conta, de forma prioritária, nossos interesses pessoais”.

45---------É nessa conjuntura que formamos uma bagagem emocional e psíquica acerca de nossas

46--escolhas, as quais se acumulam e crescem, dando sentido à trajetória de vida. Assim como nos

47--conhecermos como indivíduos frente aos problemas e questões que a vida nos propõe. “A tomada

48--de decisões faz com que entendamos o modo como lidamos com situações cotidianas. Se somos

49--mais impulsivos e tomamos decisões mais rapidamente, somos considerados mais ativos perante

50--a vida, do contrário, somos mais conservadores em nosso modo de reagir e considerados mais

51--passivos. No entanto, essas características não são estanques e podem mudar de acordo com as

52--situações que passamos. O ser humano é sempre capaz de se adaptar e se transformar, e os

53--processos decisórios nos indicam o quanto podemos ser diferentes em cada situação”, finaliza

54--Clarice Paulon, psicologa membro do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo.


(Fonte: Renata Volmério – Revista da C+ultura – disponível em:

https://www.livrariacultura.com.br/revistadacultura/reportagens/decisoes – adaptação)

Assinale a alternativa cujo elemento conectivo expresse a correta relação de causa e consequência entre as ações do cotidiano de Ana.

Alternativas
Q2736267 Português

Leia o texto abaixo para responder as questões de 05 a 10.

Confira a seguir os principais trechos da conversa com o filósofo, em que ele diz o que pensa sobre temas como propósito, obsessão pela carreira e equilíbrio entre lazer e trabalho:

EXAME.com – O excesso de trabalho está roubando cada vez mais tempo do lazer e da convivência familiar. Num mercado tão competitivo, ainda é possível ter uma carreira de sucesso sem sacrificar a felicidade em outros âmbitos da vida?

Mário Sérgio Cortella – É evidente que você precisa se dedicar à carreira, mas não pode deixar que apenas um aspecto da vida obscureça todos os demais. É preciso buscar um equilíbrio entre as diversas faces da existência. E esse equilíbrio é igual ao necessário para andar de bicicleta: você precisa estar sempre em movimento para não cair. Equilíbrio significa ser capaz de ir aos extremos sem se perder neles. Você pode ter uma alimentação equilibrada mas, de vez em quando, mergulhar com alegria numa garrafa de vinho, num churrasco. Mas não vai fazer isso todo dia, toda hora. Da mesma forma, quando as pessoas fazem cursinho pré-vestibular, elas não têm fim de semana, não têm balada, não têm nada. Mas ninguém vai passar o resto da vida fazendo cursinho, senão enlouquece. Uma pessoa que passa o tempo todo obcecada pela carreira está adoentada. É preciso cautela, porque isso vai torná-la infeliz. Há momentos na vida em que você vai se dedicar mais aos filhos do que à sua carreira. Em outros, você precisará trabalhar por 12, 13 horas por dia e ficará menos tempo com a família. O importante é não se perder nos extremos, mas saber transitar entre eles.

EXAME.com – Não vivemos numa cultura que incentiva os extremos?

Mário Sérgio Cortella – Sem dúvida. Existe a ideia de que sucesso significa trabalho contínuo, que você deve esquecer os outros aspectos da vida. Nossa cultura incentiva isso, suga as pessoas, vai exaurindo suas forças, transformando cansaço em estresse. O cansaço resulta de um esforço intenso. O estresse é quando você já não tem compreensão do que está fazendo. No entanto, o que é imposto pela cultura não é obrigatório. É preciso andar na contramão dessa ideia e tentar buscar o equilíbrio entre as diversas faces da vida. Não é fácil, mas também não é impossível.

(Texto adaptado. GASPARINI, Claudia. Cortella diz qual é o segredo para acordar feliz na 2ª feira. EXAME. 13/3/2018. Disponível em: https://exame.abril.com.br/carreira/cortella-diz-qual-e-o-segredo-para-acordar-feliz-na-2a-feira/)

A partir das características, linguísticas e estruturais, assinale a alternativa que classifica corretamente o gênero do texto acima.

Alternativas
Q2736120 Português

Exercícios para doenças mentais


Nova diretriz europeia confirma os bons resultados da atividade física na redução dos sintomas da esquizofrenia e da depressão.


Raríssimas recomendações na medicina são tão unânimes quanto o impacto saudável da atividade física em inúmeras doenças. Mas havia um campo que pedia mais atenção: a ação do exercício nos distúrbios mentais. A Sociedade Europeia de Psiquiatria sepultou qualquer dúvida ao publicar uma diretriz que crava a influência positiva do esporte na depressão e na esquizofrenia. O texto, apoiado em longos estudos científicos, é assertivo. Diz o psiquiatra Wagner Gattaz, presidente do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo: “O documento chancela a abordagem moderna nos cuidados das doenças psiquiátricas. Já não se podem limitar os tratamentos a remédios”.


A ação mais fascinante é na esquizofrenia, um dos problemas mentais mais dramáticos e desconhecidos na psiquiatria. Os tratamentos convencionais são essenciais no restabelecimento da química cerebral e no controle de surtos e delírios. “Entretanto, ainda se mostram muito pouco eficazes para abrandar sintomas de prostração e do declínio cognitivo”, explica Pedro Pan, psiquiatra e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. A atividade física acelera a produção de endorfina e serotonina, neurotransmissores associados ao bem-estar. Além disso, elas liberam substâncias na corrente sanguínea que ajudam a restaurar os neurônios e aumentam o volume do hipocampo, região do aprendizado e da memória. Na depressão, além de estimularem os compostos do bem-estar e prazer, reduzem a inflamação dos neurônios, processo característico da doença. “É empolgante comprovar que o exercício pode ser tão decisivo quanto as medicações”, disse à Veja, Brendon Stubbs, da King’s College London, o principal autor do trabalho. O documento reforça a ideia de que nenhum tratamento deve ser abandonado sem aval médico.


In Revista Veja. São Paulo, Editora Abril, edição 2605, ano 51, 24 de outubro de 2018

Quanto à Tipologia Textual, é correto afirmar que:


1. O texto dissertativo é essencialmente argumentativo e prescinde de conhecimento prévio sobre o assunto.

2. Manuais com instruções para funcionamento de aparelhos eletrônicos, receitas culinárias e bulas de medicamentos são exemplos de textos descritivos.

3. Sobre o texto narrativo é correto dizer que o enredo é prioritário.

4. Linguagem direta e uso de imperativos são características de textos injuntivos.



Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q2730870 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em:https://www.humorpolitico.com.br/?s=couro#wdi1/15784693175696105 87_5832265376 Acesso em: ago. 2017


Analise o texto acima e assinale a alternativa correta quanto ao seu gênero textual.

Alternativas
Q2728967 Português

As questões de 1 a 10 desta prova são baseadas no texto abaixo.

Salas de aula transformando o sertanejo

1º Ao longo de anos, o sertão do Rio Grande do Norte foi subjugado às intempéries da seca que expulsou milhares de sertanejos de suas origens em busca de água e sobrevivência. Numa revolução inimaginável para a maioria dos moradores das terras mais áridas do estado, cujas precipitações médias anuais são inferiores a 800 milímetros, a educação se tornou o meio de transformação social, cultural e econômica. Hoje, por entre os cactos que povoam a caatinga, surgem institutos federais, faculdades, universidades e a primeira Escola Multicampi de Ciências Médicas do Brasil. Em uma década, o número de instituições de ensino superior no estado cresceu 33,3% e expandiu o número de vagas em 125,38%. O sertão do flagelo da seca se transformou no chão das oportunidades e do resgate de sonhos.

2º “Não existia perspectiva. Meu pai era analfabeto. Eu cresci estudando em escola pública e numa família carente”, relembra Anderson Fernandes, 26 anos, formado em Odontologia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UERN-Campus Caicó). Nascido numa família que enfrentou inúmeras dificuldades ao longo dos anos, a falta de perspectiva de mudança não fez o estudante esmorecer, como se diz em Caicó. Formado há dois anos, hoje servidor público e aluno do Curso de Mestrado em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Fernandes é apenas um exemplo dos milhares de jovens do interior do estado que se beneficiaram com o processo de interiorização da educação superior. De 2006 a 2016, o número de instituições de ensino desse perfil saiu das 21 para 28, entre públicas e privadas, conforme dados mais recentes do Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

3º A UERN, na qual Anderson Fernandes se formou, abriu os cursos de Odontologia e Enfermagem, em Caicó, em 2006. “A UERN tem papel crucial na interiorização do ensino superior. Ela foi pioneira na instalação de cursos da área da Saúde no Seridó”, destaca Álvaro Lima, diretor do Campus da UERN em Caicó. Desde então, os alunos que antes migravam para outras cidades potiguares ou até mesmo para a Paraíba passaram a permanecer em Caicó.

4º Na mesma década, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte, o IFRN, multiplicou por 10,5 o número de unidades instaladas no estado. Em 2006, eram apenas duas – uma em Natal e outra em Mossoró. Hoje, 21 institutos oportunizam a entrada de milhares de alunos no ensino médio, no técnico, na graduação e na pós-graduação.

5º No âmbito da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o processo de interiorização do ensino superior remonta à década de 1970, com a abertura dos cursos de Letras, Administração, Estudos Sociais, Pedagogia, História e Engenharia de Minas em Caicó. Naquela época, os cursos eram ministrados num prédio cedido pela Diocese de Caicó. Anos depois, com a inauguração do Centro de Ensino Superior do Seridó (CERES), com três blocos de aulas num terreno de 10 hectares, ocorreu a ampliação do número de graduações e de professores e a expansão das atividades para a cidade vizinha, Currais Novos.

6º No Oeste do Rio Grande do Norte, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) iniciou um processo de expansão com a transformação em universidade federal em 2005. Antes, funcionava como Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM). Desde então, criou novos cursos e abriu três campi avançados em Angicos, Caraúbas e Pau dos Ferros. Na atualidade, a UFERSA oferece 22 cursos de graduação e 24 de pós-graduação. A comunidade estudantil é de 10.345 alunos somente nos cursos presenciais. “A interiorização do ensino superior pode ser considerada o maior programa de inclusão do Governo Federal, na medida em que tem levado pesquisa, ensino e desenvolvimento a locais que antes estavam longe de grandes centros universitários. A UFERSA é um profícuo exemplo disso”, declara o reitor José de Arimatea de Matos.

7º Expandir a interiorização do Ensino Superior, principalmente nos cursos da área da Saúde, deve ser uma meta prioritária da UFRN. Um dos objetivos da Escola Multicampi de Ciências Médicas é ter, em seu quadro, 86 docentes. Para isso, alguns desafios deverão ser vencidos. Um deles é o financeiro. Em comum, a UERN, a UFERSA e a UFRN sofrem com a falta de recursos. O custeio para o Curso de Medicina de Caicó, por exemplo, foi zerado em 2018. Por ano, de acordo com George Dantas de Azevedo, a UFRN repassa R$ 1,3 milhão para pagamento de despesas básicas. O desafio deste ano será financiar o internato dos estudantes da primeira turma, iniciada em 2014, que migrarão para a prática acadêmica no Hospital Universitário Ana Bezerra, em Santa Cruz. Na UERN, o orçamento aprovado para este ano é R$ 71 milhões menor que o previsto para 2017.

Disponível em: <http://blog.tribunadonorte.com.br/umnovosertao/>. Acesso em: 05 jul. 2018. [Excerto adaptado]

No texto, entrecruzam-se, prioritariamente, as sequências

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UNIFESSPA Prova: CEPS-UFPA - 2018 - UNIFESSPA - Redator |
Q2723065 Português

“Minha mulher e eu temos o segredo para fazer um casamento durar. Duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante, com uma comida gostosa, uma boa bebida e um bom companheirismo. Ela vai às terças-feiras e eu, às quintas. Nós também dormimos em camas separadas: a dela é em Fortaleza e a minha, em São Paulo. Eu levo minha mulher a todos os lugares, mas ela sempre acha o caminho de volta. Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento. ‘Em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!’, ela disse. Então, sugeri a cozinha. Nós sempre andamos de mãos dadas. Se eu soltar, ela vai às compras! Lembrem-se: o casamento é a causa número 1 para o divórcio. Estatisticamente, 100% dos divórcios começam com o casamento.”


O texto acima, de Luis Fernando Veríssimo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo, é uma crônica porque

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UNIFESSPA Prova: CEPS-UFPA - 2018 - UNIFESSPA - Redator |
Q2723064 Português

“Os meios de comunicação defendem interesses, cobram providências, criticam instituições. Posicionam-se diante dos leitores e das autoridades. Dada a importância de que se revestem, alguns textos publicados são escritos em linguagem cuidada, em língua de terno e gravata. Erros podem custar a cabeça do autor. Não por acaso, profissionais mais velhos e experientes, conhecedores da política interna da casa, respondem pela editoria de Opinião”

(Dad Squarisi e Arlete Salvador, 2012, p. 76).


As autoras falam, acima, do gênero textual jornalístico denominado

Alternativas
Ano: 2018 Banca: CEPS-UFPA Órgão: UNIFESSPA Prova: CEPS-UFPA - 2018 - UNIFESSPA - Redator |
Q2723063 Português

“Apenas 53 candidatos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no ano passado obtiveram nota mil na Redação. Em relação a 2014, a queda é de quase 80%. Os resultados individuais dos estudantes foram divulgados nesta quinta-feira (18), pelo Ministério da Educação (MEC).

Em 2014, 250 candidatos conseguiram nota mil. Em 2015, foram 104, e em 2016, 77. Para Maria Inês Fini, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), não se pode comparar os dados. "As populações que fazem o exame são totalmente diferentes"

(Publicado no portal LeiaJá).


Nos dois parágrafos acima, é possível identificar o gênero textual jornalístico denominado

Alternativas
Q2722259 Português

Preencha corretamente (fazer; haver; existir) o fragmento, em seguida marque a opção correta:

Já _______ anos que José passa pelo processo de destruição; __________indícios de sua despersonalização, hoje __________ vários fatores que impossibilitam seu despertar.

Alternativas
Respostas
2581: E
2582: C
2583: B
2584: A
2585: C
2586: C
2587: D
2588: D
2589: A
2590: C
2591: B
2592: D
2593: C
2594: D
2595: D
2596: C
2597: C
2598: D
2599: C
2600: E