Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Foram encontradas 4.846 questões

Q1791025 Português
Leia o texto para responder a questão.
Deu match
Por Mentor Neto

   Lucimara e Haroldo estão juntos há quase quatro meses. Se conheceram no Inner Circle, um aplicativo de relacionamento.
   – Eu prefiro… É que o Tinder caiu muito, sabe? As mulheres estão lá só para conseguirem seguidores no Instagram. Haroldo está decepcionado.
   Assim que começaram a namorar, os dois apagaram seus perfis no Happn, Badoo e Tinder. O casal tem uma relação moderna, ele mora num apartamento em Moema e ela numa casa de vila em Pinheiros.
   – É melhor, porque cada um tem a sua privacidade, entende? Lucimara, que já foi casada, acha que cada um tem que ter o seu espaço. Os dois são profissionais liberais, desses com uma rotina muito complicada, o Haroldo chega cedo e sai tarde do escritório de advocacia, a Lucimara trabalha com gastronomia, e têm eventos quase todas as noites, então, não conseguem se ver sempre.  
  – Eu detesto grude, ele também. Então a gente deixa para se encontrar só quando tem vontade, entende? Lucimara esclarece.
   – Fora que o trânsito na cidade é impossível. Outro dia pensei em fazer uma surpresa, mas tava dando duas horas no Waze. Haroldo reclama.
   Mesmo não se vendo com frequência, são muito íntimos porque um acompanha a rotina diária do outro pelas redes sociais.
   Haroldo posta uma foto do café da manhã.
   Lucimara comenta:
   “Amor, cadê a fruta?”
   Ele não responde, mas clica no coraçãozinho, aí, a Lucimara posta uma foto indo para o trabalho com a hashtag #chuvadosinfernos. Haroldo dá like na foto e comenta #tamojunto. 
   Para começar o dia, quando chega no escritório, Haroldo faz um post falando mal do Bolsonaro.
  – Ele posta essas coisas só para me provocar, diz Lucimara, que é sobrinha de um primo do Paulo Guedes. Em seguida comenta só um “kkkk”, para mostrar sua cumplicidade com o namorado.
   A turma que trabalha na cozinha experimental, com a Lucimara, acha o casal top.
 Para relaxar, adoram assistir Netflix no sofá. Assistem juntos, na mesma hora. Recentemente maratonaram “La Casa de Papel”, cada um em sua televisão, conversando pelo Twitter.
   Lucimara adora cozinhar para o Haroldo, ela sabe que a sobremesa preferida do namorado é bolo de cenoura com cobertura de chocolate. Então, quando consegue chegar em casa um pouco mais cedo, prepara uma receita que baixou no TasteMade, chama um Rappi e manda entregar no apartamento de Moema. 
   Se já discutiram a relação, é claro, por WhatsApp.
   – Normal. Vamos combinar que todo casal tem seus altos e baixos, né? Lucimara é realista. 
 – O importante é nunca dormir brigado. Haroldo mostra um gif animado de um panda virando cambalhota na neve que Lucimara adora e entende como um pedido de desculpas.
   – Ele não é um fofo? Lucimara está apaixonada, mas está se referindo ao panda.
   Semana passada, na terça-feira, resolveram jantar com um casal de amigos. Combinaram uma ligação de vídeo por Skype e cada um pediu iFood em sua própria casa.
   – Tem coisa melhor do que comida boa em boa companhia? Cada um come o que quer e na hora de ir embora é só desligar e ir pra cama. Lucimara deixa escapar a preguiça. 
   – Fora que economiza no Uber. Haroldo é meio muquirana.
  O jantar foi uma delícia, o Haroldo comeu hambúrguer e Lucimara, sushi. Já os amigos, uma pizza e China In Box.
   A mãe de Lucimara acha estranho ela quase nunca encontrar o namorado, mas o fato é que procurou o Haroldo no Facebook e não foi com a cara do sujeito. Então apelou:
   – Filha, vocês tão certos. Com esse Coronavirus à solta, quanto menos sair de casa, melhor.

Disponível em https://istoe.com.br/deu-match/
Assinale a alternativa que apresenta o tipo de sujeito da seguinte oração: “Mesmo não se vendo com frequência, são muito íntimos”
Alternativas
Q1786767 Português
Leia o texto para responder a questão.


Um ano após ataque em escola em Suzano, túmulo de
assassino recebe visitas de admiradores
Um ano após o ataque que matou dez pessoas na Escola
Estadual Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, o
túmulo de um dos jovens responsáveis pelo massacre volta
e meia recebe admiradores que até velas acendem em sua
homenagem
André Vargas De Suzano para a BBC News Brasil
  Os funcionários do cemitério São João Batista, a quase 10 quilômetros da escola, desconversam, mas admitem que ficam de olho nos visitantes.
  O túmulo abriga Guilherme Taucci Monteiro, o idealizador do ataque, conforme revelaram as conversas por aplicativo de celular e e-mails encontrados pela Polícia Civil.
  Ele tinha 17 anos quando, junto de Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, invadiu a escola numa manhã do dia 13 de março de 2019, uma quarta-feira. Eles tentavam imitar o massacre na escola de Columbine, no Estado americano do Colorado, em 1999, quando dois alunos assassinaram 13 pessoas e feriram 24.
  Dias antes, Taucci agradeceu pelas dicas que obteve no fórum da deep web Dogolachan: "Nascemos falhos, mas partiremos como heróis".
  Virtualmente impossível de ser rastreado, é no Dogolachan que os autoproclamados incels fermentam seu ódio contra mulheres e figuras de autoridade, como professores e parentes.
  Incel é a contração em inglês para "celibatários involuntários", termo com o qual homens jovens, solitários, misóginos e rancorosos costumam se apresentar. Castro também escreveu no mesmo fórum: "Depois estaremos diante de Deus com nossas 7 virgens".
  Armados com um revólver, uma machadinha, uma besta com dardos, coquetéis molotov e bombas falsas, os brasileiros estudaram o ataque em Columbine.
  Depois de cerca de 15 minutos, prestes a serem cercados pela polícia, os jovens executaram a segunda parte do plano. Após atirar contra um policial militar à paisana que mora nas proximidades e ouviu os disparos, Taucci matou Castro e cometeu suicídio.
  Foi o segundo maior ataque em escolas brasileiras. O maior ocorreu em 2011, quando 12 crianças foram mortas e 13 ficaram feridas na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro. O assassino, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, cometeu suicídio após ser baleado por um policial.
  [...]
Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51880555
Assinale a alternativa que apresenta o núcleo do sujeito da oração a seguir: “Os funcionários do cemitério São João Batista, a quase 10 quilômetros da escola, desconversam, mas admitem que ficam de olho nos visitantes.”
Alternativas
Q1786735 Português

Ou agimos agora ou será tarde demais

O clima não espera: cientistas do IPCC alertam que combater

o aquecimento global exige mudanças sem precedentes,

mas ainda é possível se não perdermos tempo;

e nossas florestas são motivo para ter esperança

por Rodrigo Gerhardt


    O time mais robusto de cientistas do mundo, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), divulgou nesta segunda-feira, na Coreia do Sul, um novo relatório sobre o caminho para limitar o aquecimento global a 1.5 grau e assim cumprir o histórico Acordo de Paris. É uma tarefa que envolve escolhas difíceis e urgentes, e só poderá ser alcançada se não perdermos mais tempo. Para líderes politicos e corporativos, a mensagem é clara: “Ajam agora!”.

    Atualmente, já enfrentamos 1 grau Celsius de aquecimento. Para os cientistas da ONU, que revisaram mais de 6 mil estudos, estamos muito próximos de atingir 1.5º C e até mesmo chegar a 2º C de aquecimento já na primeira metade do século, ou seja, logo daqui trinta anos. Este é o nível mínimo seguro para a forma como vivemos no planeta. A única solução possível, diz o relatório, é reduzir pela metade até 2030 a emissão de gases que esquentam o planeta, para então zerá-las em 2050, além de absorver parte do carbono que já está na atmosfera. Neste caminho não bastam só novas tecnologias e energia limpa – as florestas também terão papel fundamental.

    “No cenário traçado pelo IPCC, o futuro da humanidade depende não apenas de eliminarmos os combustíveis fósseis, como carvão e petróleo, e zerar o desmatamento em escala mundial para reduzir as emissões, mas também proteger florestas, savanas e outras formas de vegetação natural para capturar o excesso de CO2 que já está na atmosfera e o que ainda será emitido na fase de transição para uma economia neutra em carbono”, diz o estrategista internacional de Florestas do Greenpeace, Paulo Adário.

    Para ele, a melhor e mais aceitável forma de fazer isso é adotar um ambicioso programa de restauração das florestas degradadas em escala global. “Afinal, as árvores são ‘usinas’ naturais de captação de carbono desenvolvidas e testadas há milhões de anos”, afirma.

    No Brasil, líderes políticos e empresariais têm o dever de ampliar os compromissos já assumidos com a comunidade global e adotar as medidas necessárias para nos proteger dos impactos que já estão sendo sentidos, como secas severas prolongadas e tempestades com força recorde. “Além de acelerar a transição para uma matriz energética 100% limpa e renovável, o país tem o desafio de revolucionar o setor agropecuário – que responde por cerca de 70% das emissões brasileiras, incluído ao ‘pum’ dos rebanhos, o uso de fertilizantes e o desmatamento de novas áreas – e trazê-lo para um patamar sustentável”, afirma.


Disponível em https://www.greenpeace.org/brasil/blog/ou-agimos-agora-ou-sera-tarde-demais/?gclid=EAIaIQobChMI3tOxh57c6AIVRwmRCh00vQZTEAAYASAAEgI WhvD_BwE

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito simples.
Alternativas
Q1771078 Português

Leia o texto para responder a questão.


    Pesquisa mostra que brasileiros precisam cuidar melhor dos rins


Levantamento da SAÚDE avalia o conhecimento e o comportamento da população

a respeito de causas, prevenção, diagnóstico e tratamento das doenças renais

Por Goretti Tenorio


    O periódico científico The Lancet acaba de publicar um retrato global sobre doença renal crônica: em 2017, foram computados cerca de 700 milhões de pessoas com a condição pelo mundo e 1,2 milhão de mortes em função do problema. Só no Brasil temos hoje 10 milhões de cidadãos convivendo com o comprometimento dos rins. 

    “Vivemos uma epidemia, com grande impacto na saúde e na qualidade de vida dos pacientes”, diz o nefrologista Alexandre Cabral, do Instituto de Saúde do Rim, em Campo Grande (MS). Por aqui, o número de indivíduos em diálise, ou seja, usando uma máquina para filtrar o sangue no lugar dos rins que não funcionam direito, aumentou de 40 mil em 2000 para 120 mil em 2017. Mas será que a população está ciente dos riscos de negligenciar os cuidados com essa dupla de órgãos, responsável por retirar as impurezas do sangue, controlar a pressão e produzir hormônios e vitaminas?

    Para traçar um panorama a respeito, a revista SAÚDE e a área de Inteligência de Mercado do Grupo Abril realizaram a pesquisa Como os Brasileiros Cuidam dos Rins, que contou com o apoio das farmacêuticas AstraZeneca, Baxter e Bristol-Myers Squibb. Realizada pela internet, a sondagem teve a participação de 1885 pessoas de todas as regiões — 331 delas com alguma doença renal. 

    De saída, chama a atenção que metade dos respondentes sem a condição afirma nunca ter procurado um médico para avaliar a situação dos rins. “Como o problema apresenta sintomas tardios e inespecíficos, quando a pessoa busca ajuda ele já avançou perigosamente, sem possibilidade de marcha a ré”, explica João Egidio Romão Júnior, chefe de nefrologia e transplantes da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

    O atraso no diagnóstico é, de fato, um dos achados mais preocupantes do estudo. Entre os participantes com insuficiência renal, 45% receberam o diagnóstico em estágios 4 ou 5. “Aí a capacidade dos rins já está em torno de 30% e 15%, respectivamente”, aponta Romão Júnior. 

    [...]

 Disponível em https://saude.abril.com.br/medicina/pesquisa-mostra-que-brasileiros-precisam-cuidar-melhor-dos-rins/

Analise: “Vivemos uma epidemia, com grande impacto na saúde e na qualidade de vida dos pacientes” e assinale o tipo de sujeito dessa oração.
Alternativas
Q1770841 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Prevenir ou remediar? 


    Os brasileiros envelhecem a passos apressados. A faixa etária que mais cresce entre nós é a que passou dos 60 anos. A expectativa de vida ao nascer - que mal ultrapassava os 40 anos, no inicio do século passado - atingiu 76anos, e não para de aumentar. O envelhecimento populacional que experimentamos nos últimos 50 anos levou o dobro de tempo para ocorrer nos países europeus industrializados. Motivo de orgulho, esse aumento expressivo da longevidade, no entanto, vem acompanhado da necessidade de investimentos e de organização do sistema de saúde para a nova realidade.
[...]
    O progresso e o desenvolvimento tecnológico nos trouxeram a possibilidade de ganharmos a vida no conforto das cadeiras e na fartura de alimentos, combinação perversa que se tornou a fonte dos males modernos. Sedentarismo e excesso de peso estão por trás dos principais problemas que enfrentamos. O sistema público e os planos de saúde precisam investir na prevenção e na atenção primária, para interferir antes que as doenças se instalem.

VARELLA, Dráuzio. "Prevenir ou remediar: envelhecimento e saúde".

Quanto à ocorrência de sujeito composto, é CORRETO indicar o trecho:
Alternativas
Q1768330 Português
Considere atentamente o poema a seguir, escrito por Vinicius de Moraes, para responder a próxima questão. 


“De tudo, ao meu amor serei atento antes
E com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa lhe dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure” 
Em relação à estrutura sintática do primeiro verso do poema ‘‘De tudo, ao meu amor serei atento antes”, marque a alternativa que indica o seu sujeito.
Alternativas
Q1767101 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


O futuro demanda solidariedade

Por Luciana Allan



(Disponível em:
https://exame.com/blog/crescer-em-rede/ao-inves-de-um-novo-normal-um-normalmelhor-para-educacao/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que classifica corretamente o sujeito da oração a seguir: precisamos também ouvir e praticar as palavras de especialistas no assunto” (l. 36).
Alternativas
Q1766974 Português
Analise a seguintefrase: Os alunos chegaram atrasados novamente.
Podemos afirmar que o predicado da frase é:
Alternativas
Q1765361 Português
Leia o texto para responder a questão.


O último ano de John Lennon
John morreu há 40 anos e estaria completando 80 neste mês.
Embarque aqui numa viagem pelos últimos 12 meses de vida
do beatle, quando a velha rivalidade com Paul renasceu, e lhe
deu energia para compor o último capítulo de sua obra.
Texto: Alexandre Carvalho
    “Você sabe quem sou eu?”, perguntou o cliente embriagado à garçonete da casa de shows Troubadour, em Los Angeles. “Você é só um babaca com um absorvente enrolado na cabeça”, respondeu a atendente, já cansada das grosserias naquela mesa. O ano era 1974, e, de fato, John Lennon tinha achado uma boa ideia sair à noite com um absorvente menstrual na testa. Em outra ocasião, novamente bebaço, o beatle seria expulso da mesma casa por trocar socos com o empresário de uma banda que tentava se apresentar em meio aos gritos e palavrões de Lennon. Foram 18 meses de esbórnia na costa oeste dos Estados Unidos, uma fase que mais tarde o músico chamaria de lost weekend – “fim de semana perdido”, uma referência ao nome original do filme Farrapo Humano (1945), que conta a tragédia de um alcoólatra. John havia sido chutado no ano anterior por Yoko Ono, que não aguentava mais as infidelidades do marido. Pela primeira vez, se via na condição de solteiro milionário mais famoso do mundo. Então se juntou a uma gangue de bebuns, da qual faziam parte o também beatle Ringo Starr, o baterista Keith Moon, do The Who, e o músico Harry Nilsson – uma turma que o cantor Alice Cooper chamava de The Hollywood Vampires Drinking Club. 
    A farra durou até 1975, quando Yoko chamou Lennon de volta para casa, e ele topou na mesma hora. A reconciliação seria o fato mais marcante da vida de John naquele ano se não houvesse outro ainda mais transformador: a gravidez de Yoko, que daria à luz o único filho do casal, Sean – nascido exatamente no aniversário do pai, 9 de outubro. 
    À época, John já tinha um herdeiro, o pré-adolescente Julian, de seu primeiro casamento, com Cynthia Powell. E Lennon tinha consciência de que sempre fora um pai ausente para seu primogênito. “Hey Jude”, a canção que Paul McCartney compôs para consolar Julian do divórcio dos pais, sempre o lembraria disso. Então, ainda na ressaca moral de seu lost weekend, Lennon decidiu que com Sean seria diferente. E mudou completamente de vida, tornando-se um recluso no apartamento 72 do Edifício Dakota, em Nova York, onde John e Yoko decidiram se estabelecer ainda no início daquela década. A partir do nascimento de seu caçula, o beatle mais rebelde e antissistema deixaria a vida pública para se dedicar à família. Pelo menos até o epílogo de sua história, meia década depois, em 1980. E é para esse ano, o último da vida de John, que vamos agora.
    Quarentenado
   Minha “lareira eletrônica”. Era como John Lennon chamava seu aparelho de TV, de tanto que ficava ligado, sem som, sintonizado em novelas. Naquele início de 1980, no ano em que se tornaria quarentão, o músico passava a maior parte do dia sentado de pernas cruzadas em sua cama, lendo o que lhe caísse na mão. Tinha um apetite eclético para revistas e jornais, que ia de publicações de fofoca a conteúdos mais densos, como Scientific American e The Economist. Via tudo dando goles em até 30 xícaras de chá e café por dia, em meio a cinzeiros com baganas de Gitanes sem filtro. Essa rotina caseira permitia caminhadas pelo Central Park, bem à frente do seu prédio, e levar o filho pequeno para a natação. Mas de resto Lennon preferia se esconder em seu apartamento. As visitas-surpresa do ex-parceiro Paul, que aparecia do nada com um violão quando de passagem por Nova York, tinham parado desde que John insistiu que ele telefonasse antes de ir, lembrando que não estavam mais nos anos 1950, quando eram adolescentes que não se desgrudavam. “Não falei por mal”, explicaria Lennon. “Só quis dizer que estava tomando conta de um bebê o dia inteiro, e não dava para ter um cara batendo na minha porta.”
    [...]
Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/o-ultimo-ano-de-john-lennon/
Analise: “Foram 18 meses de esbórnia na costa oeste dos Estados Unidos, uma fase que mais tarde o músico chamaria de lost weekend” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1763481 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ - texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 08, em “alcançá-las”, o pronome oblíquo tem como referente a palavra “mulher”, na mesma linha. II. Na linha 17, o pronome relativo “que” refere-se ao substantivo que o antecede, “floresta” (l. 16). III. Na linha 34, o sujeito da forma verbal “são” está elíptico para que as palavras “Anna e Elsa” não sejam repetidas.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1763267 Português

Leia o texto para responder a questão.


A preocupante queda na vacinação infantil

As crianças estão cada vez mais desprotegidas contra

infecções. Veja os motivos e as soluções disso em um

episódio apoiado pelo Hospital Infantil Sabará

Por Da Redação

   Não deixa de ser um paradoxo: enquanto sonhamos com uma vacina segura e eficaz contra o coronavírus, estamos cada vez mais negligenciando a vacinação infantil. Atualmente, já não atingimos a meta de imunização para sarampo, poliomielite e coqueluche, por exemplo. Quais os motivos disso e como reverter o cenário? Vamos descobrir neste episódio do podcast Detetives da SAÚDE, que tem o apoio do Hospital Infantil Sabará e do Instituto Pensi.

   Nossa convidada da vez é Helena Sato, pediatra da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, além de professora convidada do Instituto Pensi. Uma grande especialista na área, ela explica por que as metas de vacinação variam de doença para doença e traz as repercussões que já estão ocorrendo por causa dessa negligência com a imunização infantil.

   Ao longo do episódio, Helena também desconstrói notícias falsas sobre diferentes vacinas. Ah, e temos a participação especial da psicóloga Dora Leite, do Hospital Infantil Sabará, que aborda táticas para tranquilizar as crianças na hora da vacinação.

   É possível escutar o programa em diversas plataformas. Estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube…

Disponível em https://saude.abril.com.br/podcast/a-preocupante-queda-navacinacao-infantil/

Analise: “Helena também desconstrói notícias falsas sobre diferentes vacinas.” E assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1763265 Português

Leia o texto para responder a questão.


A preocupante queda na vacinação infantil

As crianças estão cada vez mais desprotegidas contra

infecções. Veja os motivos e as soluções disso em um

episódio apoiado pelo Hospital Infantil Sabará

Por Da Redação

   Não deixa de ser um paradoxo: enquanto sonhamos com uma vacina segura e eficaz contra o coronavírus, estamos cada vez mais negligenciando a vacinação infantil. Atualmente, já não atingimos a meta de imunização para sarampo, poliomielite e coqueluche, por exemplo. Quais os motivos disso e como reverter o cenário? Vamos descobrir neste episódio do podcast Detetives da SAÚDE, que tem o apoio do Hospital Infantil Sabará e do Instituto Pensi.

   Nossa convidada da vez é Helena Sato, pediatra da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, além de professora convidada do Instituto Pensi. Uma grande especialista na área, ela explica por que as metas de vacinação variam de doença para doença e traz as repercussões que já estão ocorrendo por causa dessa negligência com a imunização infantil.

   Ao longo do episódio, Helena também desconstrói notícias falsas sobre diferentes vacinas. Ah, e temos a participação especial da psicóloga Dora Leite, do Hospital Infantil Sabará, que aborda táticas para tranquilizar as crianças na hora da vacinação.

   É possível escutar o programa em diversas plataformas. Estamos no Spotify, no Deezer, no Google Podcasts, no Pocket Casts, no Youtube…

Disponível em https://saude.abril.com.br/podcast/a-preocupante-queda-navacinacao-infantil/

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito simples.
Alternativas
Q1759626 Português

Leia o texto abaixo para responder a próxima questão.


A bola

O pai deu uma bola de presente ao filho. Lembrando o prazer que sentira ao ganhar sua primeira bola do pai. Uma número 5 oficial de couro. Agora não era mais de couro, era de plástico. Mas era uma bola. O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal", ou o que os garotos dizem hoje em dia quando gostam do presente ou não querem magoar o velho. Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa. 

- Como é que liga? - Perguntou.

- Como, como é que liga? Não se liga.

O garoto procurou dentro do papel de embrulho.

- Não tem manual de instrução?

O pai começou a desanimar e pensar que os tempos são

outros. Que os tempos são decididamente outros.

- Não precisa manual de instrução.

- O que é que ela faz?

- Ela não faz nada, você é que faz coisas com ela.

- O quê?

- Controla, chuta...

- Ah, então é uma bola.

Uma bola, bola. Uma bola mesmo. Você pensou que fosse o quê?

- Nada não.

O garoto agradeceu, disse "legal" de novo, e dali a pouco o pai o encontrou na frente da TV, com a bola do seu lado, manejando os controles do vídeo game. Algo chamado Monster Ball, em que times de monstrinhos disputavam a posse de uma bola em forma de Blip eletrônico na tela ao mesmo tempo que tentavam se destruir mutuamente. O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio. Estava ganhando da máquina.

O pai pegou a bola nova e ensinou algumas embaixadinhas. Conseguiu equilibrar a bola no peito do pé, como antigamente, e chamou o garoto. 

- Filho, olha.

O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela. O pai segurou a bola com as mãos e o cheirou, tentando recapturar mentalmente o cheiro do couro. A bola cheirava a nada. Talvez um manual de instrução fosse uma boa ideia, pensou. Mas em inglês pra garotada se interessar.


Veríssimo, Luis Fernando. A bola. Comédias da vida privada; edição especial para as escolas. Porto Alegre: L&PM, 1996. P. 96-7

https://www.tudonalingua.com/news/cronicas-de-humor-deluis-fernando-verissimo/


Avalie as afirmativas a baixo: 
a. Na frase: "O garoto agradeceu, desembrulhou a bola e disse "legal" [...]", o sublinhado representa a inserção de discurso direto. b. "O garoto era bom no jogo. Tinha coordenação e raciocínio". Na frase sublinhada, há a ocorrência de elipse, assim como em "Uma número 5 oficial de couro". c. "O garoto disse "legal", mas não desviou os olhos da tela". O sublinhado é uma conjunção adversativa. d. Nas orações: "O garoto era bom de jogo" e "[...] era de plástico", ocorre o mesmo tipo de sujeito. e. "Depois começou a girar a bola, à procura de alguma coisa". O sublinhado é uma locução adverbial feminina e recebe corretamente a crase como em: "Fizeram às pazes". 
Está correto quando se afirma que:
Alternativas
Q1758430 Português

Após a leitura dos dois textos que seguem (notas jornalísticas – Isto é, 05/02/20), analise as proposições relativas aos aspectos estruturais e as classifique como (V) para verdadeiras ou (F) para falsas:


TEXTO I: Mello deixa STF

O STF vai ficar um bom tempo só com dez ministros. É que Celso de Mello estará de licença médica até o próximo dia 19 de março, em função de uma cirurgia no quadril feita na semana passada no Hospital Sírio Libanês. Pode ser que nem volte mais. Em novembro, quando completará 75 anos, vai se aposentar e Bolsonaro indicará outro para seu lugar.


TEXTO II: Jorginho na vaga?

Os que querem Moro no STF podem se surpreender. Bolsonaro está disposto a indicar o nome de Jorge Oliveira, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, para o lugar de Mello, “traindo” o compromisso assumido com o ministro da Justiça. Jorginho, como é chamado pelo presidente, tem OAB desde 2013 e só apresentou 7 processos à justiça.


( ) No texto I, a expressão “é que” introduz uma justificativa para a informação precedente, sobre a redução no número de ministros no STF.

( ) Na última frase do texto I, o pronome possessivo em: “Bolsonaro indicará outro para seu lugar” faz remissão ao termo “Bolsonaro”.

( ) Na primeira frase do texto II, o sujeito do verbo “podem” é “os que querem Moro no STF”, tendo como núcleo o pronome demonstrativo “os”, equivalente a “aqueles”.

( ) No texto II, há uma relação de sentido de explicação entre os dois períodos iniciais, de modo que admitiria o emprego do conectivo “pois” para estabelecer a coesão sequencial.

( ) O sufixo “inho” tanto pode se revestir de um valor afetivo como irônico. No último período do texto II, o emprego do diminutivo reflete afetividade, de ambas as partes - da perspectiva do presidente bem como da do redator da matéria.


A sequência CORRETA de avaliação é:

Alternativas
Q1755517 Português

Faça uma análise morfossintática da seguinte frase:


As senhores caminhavam felizes.


Está correta a seguinte alternativa:

Alternativas
Q1748139 Português

Os três pássaros do rei Herodes (lenda) 


Pela triste estrada de Belém, a Virgem Maria, tendo o Menino Jesus ao colo, fugia do rei Herodes. Aflita e triste ia em meio do caminho quando encontrou um pombo, que lhe perguntou:

– Para onde vais, Maria?

– Fugimos da maldade do rei Herodes, – respondeu ela.

Mas como naquele momento se ouvisse o tropel dos soldados que a perseguiam, o pombo voou assustado.

Continuou Maria a desassossegada viagem e, pouco adiante, encontrou uma codorniz que lhe fez a mesma pergunta que o pombo e, tal qual este, inteirada do perigo, tratou de fugir.

Finalmente, encontrou-se com uma cotovia, que, assim que soube do perigo que assustava a Virgem, escondeu-a e ao menino, atrás de cerrado grupo de árvores que ali existia.

Os soldados de Herodes encontraram o pombo e dele souberam o caminho seguido pelos fugitivos.

Mais para a frente a codorniz não hesitou em seguir o exemplo do pombo.

Ao fim de algum tempo de marcha, surgiram à frente da cotovia.

– Viste passar por aqui uma moça com uma criança no regaço?

– Vi, sim – respondeu o pequenino pássaro – Foram por ali.

E indicou aos soldados um caminho que se via ao longe. E assim afastou da Virgem e de Jesus os seus malvados perseguidores.

Deus castigou o pombo e a codorniz.

O primeiro, que tinha uma linda voz, passou a emitir, desde então, um eterno queixume.

A segunda passou a voar tão baixo, tão baixo, que se tornou presa fácil de qualquer caçador inexperiente.

E a cotovia recebeu o prêmio de ser a esplêndida anunciadora do sol a cada dia que desponta.

Fonte (adaptada):

https://armazemdetexto.blogspot.com/2017/11/lenda-os-tres-passaros-do-rei-herodes.html.

Com relação à expressão: “Fugimos da maldade do rei Herodes”, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1746093 Português

Discutem muito lá?


Na oração acima, o sujeito é:

Alternativas
Q1745709 Português
TEXTO 01
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.

O lixo nosso de cada dia
Após o feriado de São Sebastião, dia 20 de janeiro, a Comlurb recolheu 40 toneladas de lixo das areias da Praia de Copacabana. Os resíduos ficaram expostos para chamar a atenção da população. No início do ano, a queima de fogos nas praias do Rio durante os festejos do Réveillon resultou em 700 toneladas de lixo na orla carioca. [...] Mais um retrato do mau hábito de descartar lixo em local impróprio, ainda tão inserido na população, e de suas consequências para as finanças municipais e para o ambiente. [...]
É equivocado o pensamento de que limpeza urbana é um problema unicamente do poder público. Em muitos países, a população já compreendeu que o descarte e o tratamento do lixo também são de responsabilidade de quem o produz. Garantir que ele chegue ao destino adequado é uma questão de cidadania e respeito ao futuro.
Em Tóquio, por exemplo, não existe a necessidade de instalação de lixeiras nas ruas. Os moradores entendem que possuem a obrigação de levar o lixo para casa e separá-lo para a coleta seletiva. [...]
Já em terras cariocas, mais de 1,2 milhão de toneladas de lixo é recolhido por ano nas ruas da cidade, mais do que o dobro do que é lançado nas vias de países desenvolvidos, segundo dados da própria prefeitura. O grande impacto da sujeira para o orçamento fez com que a poder municipal chegasse a uma atitude extrema: a de multar aqueles que jogarem lixo nas ruas.
A medida [...] é eficiente, mas precisa ser aliada a campanhas de conscientização. [...] É preciso despertar o interesse em viver em um ambiente mais limpo e saudável, e a consciência de que é necessário cumprir nossos deveres de cidadão, como descartar o lixo corretamente. [...]

Fonte (adaptada): https://oglobo.globo.com/opiniao/o-lixo-nosso-de-cada-dia-11445133
No período "Os resíduos ficaram expostos para chamar a atenção da população." O sujeito destacado classifica-se como:
Alternativas
Ano: 2020 Banca: STATUS Órgão: Sescoop - BA Prova: STATUS - 2020 - Sescoop - BA - Advogado |
Q1745374 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.


(Texto)


“Novembro é o mês de conscientização sobre o câncer de próstata [...]” (linhas 10 e 11).

É correto afirmar que o sujeito da oração é classificado como:

Alternativas
Q1735637 Português
A questão  se refere ao texto a seguir:

A Plataforma de Consulta Pública do Currículo do Território Catarinense – Etapa Ensino Médio está aberta para participação. A consulta pública, que recebe sugestões até 26 de fevereiro, tem como foco a definição do currículo seguindo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O texto está dividido nas quatro áreas do conhecimento, organizadas didaticamente para facilitar o recebimento das contribuições da comunidade educacional de Santa Catarina.
Podem participar professores, gestores e estudantes, de todas as escolas públicas e privadas, assim como educadores das regionais da educação, universidades públicas e privadas, além de pais e demais interessados da sociedade em geral. Para dar a sua contribuição, o interessado deve preencher o formulário, ler o documento de uma determinada área de conhecimento e voltar a plataforma para fazer suas contribuições. Os textos de cada área estão com as linhas numeradas para facilitar a elaboração dos comentários no formulário. [...]

Disponível em: https://www.sc.gov.br/noticias/temas/educacao-noticias/ aberta-consulta-publica-para-elaboracao-do-curriculo-do-territorio-catarinense-para-o-ensino-medio.
Acesso em: 28/jan/2020. [adaptado]
Analise as alternativas abaixo e identifique a correta em relação à oração cujo sujeito é classificado como composto:
Alternativas
Respostas
2681: C
2682: A
2683: A
2684: D
2685: C
2686: C
2687: A
2688: D
2689: C
2690: E
2691: A
2692: B
2693: A
2694: D
2695: C
2696: C
2697: C
2698: B
2699: A
2700: B