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Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

Foram encontradas 4.586 questões

Q1679343 Português
Leia os versos abaixo e responda o que se pede na questão:

“Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou juntos outra vez”.

(Sol de Primavera /Beto Guedes) 
No verso “Quero ver brotar o perdão”, o sujeito é do tipo:
Alternativas
Q1678941 Português
Assinale a alternativa, onde temos um sujeito indeterminado.
Alternativas
Q1678909 Português
Quanto ao sujeito, coloque (C) correto ou (I) incorreto e assinale a alternativa devida.
( ) Posições do sujeito na oração: antes, depois, ou no meio do predicado.
( ) Núcleo do sujeito: palavra principal, de maior importância significativa dentro do sujeito.
( ) Sujeito inexistente: não é possível (ou não se deseja) identificar o termo que o representa. O verbo aparece na 3ª pessoa do plural sem referências anteriores, verbo na 3ª pessoa do singular, seguido do pronome se.
( ) Sujeito indeterminado: a declaração do predicado não faz referência a um sujeito. Verbos impessoais que expressam fenômenos da natureza. Verbos haver (indicando existir e tempo decorrido), fazer, estar e ser (indicando fenômenos naturais ou tempo).
( ) Sujeito simples: possui apenas um núcleo.
( ) Sujeito composto: possui dois ou mais núcleos.
( ) Sujeito elíptico (implícito, ou oculto): é identificado pela desinência verbal.
Alternativas
Q1678900 Português
Assinale a alternativa, onde temos um predicado verbo-nominal.
Alternativas
Q1678696 Português
Avalie a imagem e responda à próxima questão.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://br.pinterest.com/pin/306174474652355240/

Nas duas orações da imagem, temos:
Alternativas
Q1677631 Português
Assinale a alternativa INCORRETA acerca do que se afirma sobre o seguinte período do texto:

“Suas células têm, sim, diferenciação entre si: as células da raiz são diferentes das células da folha, por exemplo — mas elas são mais flexíveis”.
Alternativas
Q1624318 Português

O texto a seguir foi extraído de uma crônica do escritor brasileiro Nelson Rodrigues. Examine-o para responder à próxima questão. 


“Hoje é muito difícil não ser canalha. Por toda a parte, só vemos pulhas. E nem se diga que são pobres seres anônimos, obscuros, perdidos na massa. Não. Reitores, professores, sociólogos, intelectuais de todos os tipos, jovens e velhos, mocinhas e senhoras. E também os jornais e as revistas, o rádio e a TV. Quase tudo e quase todos exalam abjeção. E por que essa massa de pulhas invade a vida brasileira? Claro que não é de graça nem por acaso. O que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo. Por medo, os reitores, os professores, os intelectuais são montados, fisicamente montados, pelos jovens. O medo começa nos lares, e dos lares passa para a igreja, e da igreja passa para as universidades, e destas para as redações, e daí para o romance, para o teatro, para o cinema. Somos autores da impostura e, por medo adquirido, aceitamos a impostura como a verdade total. Eu fui, por muito tempo, um pusilânime como os reitores, os professores, os intelectuais, os grã-finos etc., etc. Tive medo, ou vários medos, e já não os tenho. Sofri muito na carne e na alma. Depois de tudo o que passei, o meu medo deixou de ter sentido. Posso subir numa mesa e anunciar de fronte alta: sou um ex-covarde”.

(Texto com adaptações).

Na oração “o que existe, por trás de tamanha degradação, é o medo”, exerce a função sintática de núcleo do sujeito o termo:
Alternativas
Q1623976 Português

Você prefere seu açaí com granola, banana ou trabalho infantil?


         A árvore da fruta, de tronco fino e flexível, passa com frequência dos 20 metros de altura e faz parte da paisagem e dos quintais de boa parte dos ribeirinhos do Pará. É difícil encontrar quem não saiba fazer uma peconha, como é chamado o laço usado para subir nas palmeiras e que batiza quem ganha a vida colhendo açaí, os peconheiros. O trabalho exige destreza, e o aprendizado começa na infância.

        O Pará é o maior produtor de açaí do mundo. Vendemos, principalmente, para os EUA, Europa, Austrália e Japão. E grande parte da colheita é feita por menores de idade como Alessandro, em alguns casos em situações de trabalho análogo à escravidão.

        As crianças são especialmente valorizadas nesse mercado. Elas são leves, o que reduz acidentes com a quebra dos galhos. Para otimizar o trabalho, muitos peconheiros se arriscam pulando de uma palmeira para a outra. Assim não precisam perder tempo descendo e subindo de árvore em árvore. Quanto mais frutas colhidas no menor tempo, maior o lucro. [...]

       A participação de crianças e adolescentes na colheita do açaí prejudica outro ponto fundamental do desenvolvimento dos jovens: o desempenho escolar. Conversei com nove crianças e adolescentes entre nove e 14 anos que começaram a trabalhar subindo nos açaizais ainda com 11 ou 12 anos. Em comum: todas estão atrasadas na escola, e a maioria tem dificuldade para ler e escrever. Quem estuda de manhã falta às aulas devido ao horário da colheita, que se confunde com o da escola. As que estudam à tarde, devido ao cansaço, tem um rendimento menor ou até mesmo dormem em sala de aula. De acordo com o último Censo do IBGE, Abaetetuba, um dos centros de produção da fruta, está entre as cidades do Pará com maior número de crianças com até 10 anos fora da escola.

         Com 14 anos, Emerson, já um peconheiro experiente, repete pela quinta vez a terceira série. Pedi para olhar o seu caderno. O que deveriam ser palavras eram apenas riscos, que ele faz para fingir que está copiando as atividades que a professora passa no quadro. Emerson não sabe ler e escrever. Professora aposentada e coordenadora local da Cáritas, instituição de caridade da Igreja Católica, na região, Isabel Silva Ferreira explica que é comum encontrar professores que ignoram as faltas dos alunos. Muitos deles, diz, são, assim como Emerson e a família de Jacira, beneficiários do Bolsa Família e, se não comprovarem frequência escolar, acabam excluídos do programa.

[...]

      Apesar de já existir uma versão da fruta desenvolvida pela Embrapa que pode ser plantada em terra firme e cresce no máximo até três metros, um bom pedaço da produção de açaí paraense ainda depende dos peconheiros e seus facões nas alturas.

       Em novembro de 2018, uma força-tarefa do Ministério do Trabalho em conjunto com o Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Rodoviária Federal resgatou 18 trabalhadores em condições análogas à escravidão, entre eles dois adolescentes de 15 anos, na Ilha do Marajó, outro ponto de produção de açaí. Eles dormiam numa estrutura de madeira, sem paredes e com um teto improvisado com lona preta e folhas das palmeiras de açaí, não tinham água potável, banheiros e nenhum equipamento de proteção. Fiscalizações do tipo, infelizmente, são raras. A última havia acontecido em 2011, quando sete trabalhadores foram resgatados.

       No fim de 2018, um trabalho de conscientização começou a ser feito pelo Ministério Público do Trabalho do Pará e Amapá a fim de prevenir tragédias na colheita do açaí. O projeto pretende mapear as grandes empresas do Brasil que utilizam açaí e seus derivados, extraídos nos estados, e tentar negociar medidas que possam prevenir e sanear o trabalho infantil e o trabalho escravo na colheita da fruta.

(BARBOSA, Leandro. Você prefere seu açaí com granola, banana

ou trabalho infantil? Disponível em http://abet-trabalho.org.br/

voce-prefere-seu-acai-com-granola-banana-ou-trabalho-infantil/

Acesso em: 08/01/2020. Com adaptações.)

Os predicados das orações “uma força-tarefa do Ministério do Trabalho em conjunto com o Ministério Público do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Rodoviária Federal resgatou 18 trabalhadores em condições análogas à escravidão (...)” (7º§) e “Fiscalizações do tipo, infelizmente, são raras.” (7º§) são classificados, respectivamente, como:
Alternativas
Q1623407 Português
Os fragmentos de textos abaixo foram publicados no Jornal Correio da Paraíba, no dia 9 de fevereiro de 2020. Analise quanto à estrutura sintática os termos destacados em (1) e (2), e responda ao que se pede:
1. “São alarmantes entre americanos níveis de sentimento de solidão”. 2. O Brasil ocupa o 2º lugar em número de casos de hanseníase no mundo.
Assinale a alternativa que apresenta, na sequência, a classificação CORRETA para os termos destacados
Alternativas
Q1623405 Português
Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil

     O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
     Mas o que é trabalho escravo contemporâneo? O trabalho escravo não é somente uma violação trabalhista, tampouco se trata daquela escravidão dos períodos colonial e imperial do Brasil. Essa violação de direitos humanos não prende mais o indivíduo a correntes, mas compreende outros mecanismos que acometem a dignidade e a liberdade do trabalhador e o mantêm submisso a uma situação extrema de exploração.
Fonte: (https://www.cartacapital.com.br/educacao/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/). 
Analise na manchete “Trabalho escravo ainda é uma realidade no Brasil” as relações entre sujeito e predicado e responda o que se pede.
( ) O verbo SER é um verbo de ligação e por isso, pode-se dizer que se trata de um predicado nominal. ( ) O sujeito do verbo ser é “trabalho escravo”, tendo como núcleo escravo. ( ) Trata-se de um sujeito simples e um predicado nominal. ( ) Temos um sujeito simples e um predicado nominal, pois o verbo ser é um verbo transitivo.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Alternativas
Q1623390 Português

Leia os textos 1 e 2 para responder à questão.


Texto 1 

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQRsbASPO2ZrSt6wK1YbCM-LvCn_dEimj1z7RU-pac7c7BtZsA9). 


Texto 2


       A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento.
        Existe, porém, o outro lado da moeda. Se você faz parte dos 68% que pegam o celular assim que abrem os olhos, de acordo com levantamento da revista Time, ou dos surpreendentes mesmos 68% que acionam o aparelho ainda dormindo, segundo pesquisa da consultoria Deloitte, certamente está sucumbindo à tentação da conexão 24/7 (24 horas por sete dias da semana).
      E talvez comece a perceber os efeitos nocivos dessa interação constante e concorde com o que a jornalista americana Catherine Price diz em Celular: Como Dar um Tempo [...], recém-lançado no Brasil: “Ao mesmo tempo que estamos ocupados, também nos sentimos ineficientes. Estamos conectados, mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como uma prisão – quanto mais ficamos presos, nos perguntamos com mais frequência quem está realmente no controle. O resultado é uma tensão paralisante.
(TOZZI,E; GOMES,N. Como evitar que o vício em celular acabe com sua produtividade. Disponível em: https://exame.abril.co,.br. Acesso em 23 abr 2019). 
O sujeito sintático de “A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento” classifica-se como
I- simples anteposto ao verbo. II- composto posposto ao verbo. III- simples, cujo núcleo é “tecnologia”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1621601 Português
O trecho a seguir foi extraído da obra ‘Memórias do Cárcere’, de Graciliano Ramos. Leia-o atentamente para responder à próxima questão.

“Nunca tivemos censura prévia em obra de arte. Efetivamente se queimaram alguns livros, mas foram raríssimos esses autos-de-fé. Em geral a reação se limitou a suprimir ataques diretos, palavras de ordem, tiradas demagógicas, e disto escasso prejuízo veio à produção literária. Certos escritores se desculpam de não haverem forjado coisas excelentes por falta de liberdade - talvez ingênuo recurso de justificar inépcia ou preguiça. Liberdade completa ninguém desfruta: começamos oprimidos pela sintaxe e acabamos às voltas com a Delegacia de Ordem Política e Social, mas, nos estreitos limites a que nos coagem a gramática e a lei, ainda nos podemos mexer”.
O trecho destacado se inicia com a afirmação de que “nunca tivemos censura prévia em obra de arte”. Em relação ao sujeito dessa oração, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1615501 Português
O sujeito da oração abaixo é classificado como:
“Tanto os cientistas quanto os religiosos estão temerosos”
Alternativas
Q1610691 Português

O cinzeiro


Mário Viana


Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se indicações de profissionais pacientes e com certa delicadeza para restaurar um cinzeiro que está na família há mais de cinco décadas. Não se trata de joia de valor financeiro incalculável, mas de uma peça que teve seus momentos úteis nos tempos em que muita gente fumava. Hoje, é apenas o símbolo de uma época.

Arredondado e de alumínio, o cinzeiro chegou lá em casa porque meu pai o ganhara de presente de seu patrão, o empresário Baby Pignatari – como ficou mais conhecido o napolitano Francisco Matarazzo Pignatari (1917- 1977). Baby misturou na mesma medida as ousadias de industrial com as estripulias de playboy. No corpo do cinzeiro destaca-se um “P” todo trabalhado em relevo.

Nunca soube direito se meu pai ganhou o cinzeiro das mãos de Baby ou de sua mulher, a dona Ira – era assim que a princesa e socialite italiana Ira von Furstenberg era conhecida lá em casa. Só muitos anos depois, já adulto e jornalista formado, descobri a linha de nobreza que fazia de dona Ira um celebridade internacional.

[...]

Pois esse objeto que já passou pelas mãos de uma princesa – italiana, mas principessa, que diacho – despencou outro dia do 12º andar até o térreo. Amassou, coitado. A tampa giratória ficou toda prejudicada E o botão de borracha que era pressionado também foi para o devido beleléu.

Mesmo assim, não acredito em perda total. Tenho fé em que um bom desamassador dê um jeito e devolva o cinzeiro, se não a seus dias de glória, pelo menos a uma aparência menos miserável. É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, há que respeitar isso.

Praticamente aposentado – a maioria dos meus amigos e eu deixamos de fumar –, o cinzeiro ocupava lugar de destaque na memorabilia do meu hipotético museu pessoal. Aquele que todos nós criamos em nosso pensamento mais secreto, com um acervo repleto de pequenos objetos desimportantes para o mundo.

Cabem nessa vitrine imaginária o primeiro livro sério que ganhamos, com a capa rasgada e meio desmontado; o chaveiro que alguém especial trouxe de um rolê mochileiro pelos Andes; o LP com dedicatória de outro alguém ainda mais especial; uma caneca comprada na Disney; o calção usado aos 2 anos de idade... e o velho cinzeiro carente de reparo.

Adaptado de: <https://vejasp.abril.com.br/cidades/mario-viana-ocinzeiro/>. Acesso em: 10 set. 2020.

Em relação aos excertos “[...] um cinzeiro que está na família mais de cinco décadas.” e “É o símbolo de uma trajetória, afinal de contas, que respeitar isso.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1319875 Português
O bicho alfabeto
O bicho alfabeto
Tem vinte e três patas
Ou quase

Por onde ele passa
Nascem palavras
E frases

Com frases
Se fazem asas
Palavras
O vento leve

O bicho alfabeto
Passa
Fica o que não
Se escreve.
Paulo Leminski. In: La vie em close. 5ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1994.
Nos versos: “O bicho alfabeto tem vinte e três patas ou quase”
O sujeito da oração está corretamente identificado e classificado na alternativa:
Alternativas
Q1316157 Português
Em “Entusiasmados, estão todos os alunos da escola.”, o termo sublinhado é classificado como:
Alternativas
Q1315398 Português

Considerando-se a classificação dos termos da oração sublinhados, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Sujeito.

(2) Predicado.

(---) Viajaram de trem os pais e os filhos.

(---) Chegamos tarde ontem.

Alternativas
Q1301953 Português
Leia as orações:
1) Fomos à cidade. 2) Aqui, venta bastante. 3) Roubaram minha carteira.
Os sujeitos das orações acima são, respectivamente:
Alternativas
Q1294616 Português

Leia o texto para responder a questão.

Neste setor sobram empregos. Por quê?

    Em plena era da economia dos aplicativos, o Brasil tem um problema: faltam profissionais de tecnologia da informação. O país forma 46 mil profissionais ao ano e o número necessário até 2024 seria de 70 mil por ano, segundo levantamento da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação)
    Mesmo entre os profissionais atualmente empregados no setor de tecnologia, apenas metade tem formação superior na área. Com isso, empresas criam seus próprios programas de capacitação profissional para formar pessoas. 
    Esse é o caso da Apple, que tem um programa para treinar desenvolvedores no Brasil desde 2013, chamado Apple Developer Academy, em parceria com dez instituições de ensino. 
Para Shaan Pruden, diretora de relações com desenvolvedores da Apple, as pessoas aprendem a trabalhar em equipe e descobrem que podem ser programadores. “O programa dá a oportunidade de os estudantes perceberem que são capazes de criar aplicativos”, diz.
    Para especialistas, se a situação não mudar nos próximos anos, o Brasil perderá a oportunidade de ter crescimento econômico, uma vez que são as áreas relacionadas à tecnologia que puxa o crescimento da economia no país.

Disponível em https://exame.abril.com.br/revista-exame/aqui-as-vagas-estaosobrando-2/  

Analise: “empresas criam seus próprios programas de capacitação profissional para formar pessoas.” E assinale o núcleo do sujeito da oração.
Alternativas
Q1293568 Português

Luta contra o preconceito

Empresas e instituições financeiras se unem à Faculdade

Zumbi dos Palmares para assegurar maior acesso dos

negros a empregos de alta qualidade


      Para um sonho se tornar realidade, em primeiro lugar, obviamente, é preciso sonhar. Depois, faz-se necessário lutar por esse sonho com seriedade e persistência. Há dez anos, o reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares, o advogado e professor José Vicente, sonhou com uma bem sucedida inclusão profissional do negro nas grandes empresas. Desde então, dedicou-se a isso com afinco e esmero. Na terça-feira 19, véspera do Dia da Consciência Negra, foi realizada a sétima edição do evento Jornadas da Diversidade. Reuniu, no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo, instituições financeiras, como o Banco Bradesco, e empresários para discutir e promover a mesma causa de José Vicente. As 70 empresas signatárias desse projeto de inclusão atuam na expansão da contratação e na retenção de pessoas negras em seus quadros de funcionários.

      Para José Vicente, o acesso dos negros aos empregos de alta qualidade em empresas de grande porte, é condição indispensável para que a democracia avance de forma significativa no País. “Isso tem importância extraordinária. Coloca na agenda esse tema estruturante da nossa sociedade”, diz ele. A iniciativa pela equidade e diversidade dentro das corporações tem dado bons frutos. No evento, presidentes e diretores dessas empresas engajadas na luta contra o preconceito deixaram claro que têm o objetivo de superar obstáculos para incluir os negros no topo das corporações. “Quando o indivíduo é valorizado, ele se sente seguro, respeitado e vai apresentar o que tem de melhor”, diz a empresária Claudia Pohlmann, vice-presidente da Corteva.

      Políticas públicas

      A iniciativa empresarial é de suma importância para mudar a realidade do negro no mercado de trabalho. Segundo o Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 65% dos desempregados no Brasil são pretos ou pardos. “Nas cinco mil maiores empresas brasileiras não encontramos negros no primeiro, segundo ou no terceiro escalão da hierarquia de comando”, diz José Vicente. A Faculdade Zumbi do Palmares se propõe a cumprir esse papel aglutinador e estimular a reflexão, o debate e a qualificação profissional para mudar essa dura realidade do mercado de trabalho. A capacidade do reitor para unir corporações empresariais e propor políticas públicas e ações afirmativas em torno da causa tem sido notável. “Na Coca-Cola damos força ao Comitê de Diversidade”, afirma o presidente da multinacional no Brasil, Henrique Braun. É importante que, cada vez mais, empresas se juntem a essa luta inclusiva e humanizadora.

Disponível em https://istoe.com.br/luta-contra-o-preconceito/ 

Assinale a alternativa que apresenta um sujeito oculto.
Alternativas
Respostas
2621: C
2622: A
2623: D
2624: B
2625: E
2626: C
2627: D
2628: A
2629: A
2630: E
2631: A
2632: A
2633: D
2634: D
2635: B
2636: A
2637: A
2638: C
2639: A
2640: D