Questões de Concurso Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português

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Q1864560 Português
Na linha 32, a expressão “Uma coisa colossal” exerce a função de sujeito de “ser”. 
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Q1860282 Português
Para responder à questão, leia o fragmento abaixo: 


Conhecido mundialmente por sucessos como o romance “O Retrato de Dorian Gray” e a peça “A importância de ser Prudente”, o aclamado bon-vivant Oscar Wilde cometeu sim um crime: nasceu na época errada e precisou pagar por isso. Tudo _______ o escritor, ensaísta e dramaturgo foi condenado _______ prisão e a prestar serviços forçados em 1895, no auge de sua carreira, por se relacionar com outro homem, na época, o jovem inglês Lord Alfred Douglas. A prisão _______ Wilde passou 18 meses de sua vida e da qual saiu com a reputação arruinada agora pode virar um museu e centro artístico, isso se o município de Reading conseguir adquirir a antiga construção das mãos do governo britânico. 

Taísa Szabatura. Revista IstoÉ. “Justiça para Oscar Wilde”. Adaptado. 18 de junho de 2021. Edição nº 2683. 
Observe a seguinte frase do texto: o aclamado bonvivant Oscar Wilde cometeu sim um crime. Os termos em destaque cumprem a função sintática de: 
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Q1860279 Português
Leia o fragmento abaixo:
Eu quero fazer coisas que me engrandeçam para além do acúmulo de patrimônio ou da mera remuneração.
Mario Sergio Cortella. “Por que fazemos o que fazemos?”. São Paulo, 2016, p.94.

O sujeito da oração é classificado como: 
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Q1859961 Português

    Na sociedade líquido-moderna da hipermodernidade globalizante, o fazer compras não pressupõe nenhum discurso. O consumidor — o hiperconsumidor — compra aquilo que lhe apraz. Ele segue as suas inclinações individuais. O curtir é o seu lema.

     Esse movimento social de hiperconsumismo, de vida para o consumo, guiou a pessoa natural para o caminho da necessidade, da vontade e do gosto pelo consumo, bem como impulsionou o descarte de cada vez mais recursos naturais finitos. Isso tem transformado negativamente o planeta, ao trazer prejuízos não apenas para as futuras gerações, como também para as atuais, o que resulta em problemas sociais, crises humanitárias e degradação do meio ambiente ecologicamente equilibrado, além de afetar o desenvolvimento humano, ao se precificar o ser racional, dissolvendo-se toda solidez social e trazendo-se à tona uma sociedade líquido-moderna de hiperconsumidores vorazes e indiferentes às consequências de seus atos sobre o meio ambiente ecologicamente equilibrado e sobre as gerações atuais e futuras.

     O consumismo é uma economia do logro, do excesso e do lixo, pois faz que o ser humano trabalhe duro para adquirir mais coisas, mas traz a sensação de insatisfação porque sempre há alguma coisa melhor, maior e mais rápida do que no presente. Ao mesmo tempo, as coisas que se possuem e se consomem enchem não apenas os armários, as garagens, as casas e as vidas, mas também as mentes das pessoas.

     Nessa sociedade líquido-moderna de hiperconsumidores, o desejo satisfeito pelo consumo gera a sensação de algo ultrapassado; o fim de um consumo significa a vontade de iniciar qualquer outro. Nessa vida de hiperconsumo e para o hiperconsumo, a pessoa natural fica tentada com a gratificação própria imediata, mas, ao mesmo tempo, os cérebros não conseguem compreender o impacto cumulativo em um nível coletivo. Assim, um desejo satisfeito torna-se quase tão prazeroso e excitante quanto uma flor murcha ou uma garrafa de plástico vazia.

     O hiperconsumismo afeta não apenas a relação simbiótica entre o ser humano e o planeta, como também fere de morte a moral, ao passo que torna tudo e todos algo precificável, descartável e indiferente.

Fellipe V. B. Fraga e Bruno B. de Oliveira. O consumo colaborativo como mecanismo de desenvolvimento sustentável na sociedade líquido-moderna. LAECC. Edição do Kindle (com adaptações). 

Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue. 

No primeiro parágrafo, os sujeitos das formas verbais “pressupõe” e “é” são classificados como oracionais, por serem constituídos pelos verbos “fazer” e “curtir”, respectivamente.

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Q1859765 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Relativamente ao preenchimento das lacunas tracejadas das linhas 03, 24 e 43, considerando o uso dos verbos ‘provir’, ‘afligir’ e ‘gerar’, avalie as assertivas que seguem:
I. Na linha 03, o verbo ‘provir’ pode ser flexionado na terceira pessoal do singular ou na terceira do plural, mantendo a correção gramatical.
II. ‘afligem' completaria corretamente a lacuna da linha 24, considerando a sintaxe do período que em ocorre.
III. Na linha 43, ‘gera’ completaria corretamente a lacuna, visto que o sujeito, naquele contexto, é dito implícito.

Quais estão corretas? 
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Q4388117 Português
Analise a frase a seguir.
Participaram da degustação dos pratos o organizador da competição e os jurados.

Analisando o verbo destacado, é CORRETO o que se afirma em: 
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Q4388110 Português
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo

Um muro feito de ideias

Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações

Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021


        Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.

        Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.

        Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.

        As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.

        Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...] 

        Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.

        Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.

        Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.

        [...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?

        Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.


(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
“A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante”. Observando a concordância feita com o verbo destacado, é CORRETO afirmar que o núcleo do sintagma nominal é: 
Alternativas
Q4388107 Português
Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo

Um muro feito de ideias

Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações

Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo
14 de Fevereiro de 2021


        Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.

        Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.

        Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.

        As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.

        Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...] 

        Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham.

        Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.

        Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.

        [...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?

        Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.


(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)
“Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia”. Há um trecho que não pode ser considerado oração em: 
Alternativas
Q4386705 Português

Leia o seguinte anúncio de emprego, colocado (...)



Admite-se corretores de imóveis com experiência mínima de cinco anos.



Levando em consideração o verbo destacado, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q4386333 Português
“A borboleta tem asas coloridas”. O verbo desta frase é:
Alternativas
Q4386329 Português

Leia a frase a seguir para responder a questão:


A televisão e o rádio transmitiram o jogo. 

Assinale a alternativa que indica o predicado da frase.
Alternativas
Q4386328 Português

Leia a frase a seguir para responder a questão:


A televisão e o rádio transmitiram o jogo. 

Assinale a alternativa que indica o sujeito da frase.
Alternativas
Q4386278 Português

Leia o texto de Rosely Sayão, colunista do jornal O Estado de S. Paulo



Um muro feito de ideias



Construímos uma sociedade que não admite aproximar as gerações


Rosely Sayão, O Estado de S. Paulo

14 de Fevereiro de 2021



     Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia.



     Cada convidado, ao chegar, oferece um presente ao aniversariante e espera que ele abra. Nesse momento, crianças e adultos rodeiam o garoto que celebra cada mimo com entusiasmo. Depois que todos chegaram, a mãe coloca uma música – e mães, pais e filhos, alegres, dançam juntos. Onde eu vi essa cena? Em um filme francês.



     Aqui entre nós, dificilmente ela aconteceria. Eu mesma participei, há um tempo, de uma festa de casamento, numa pequena cidade do sul. Mas lá eu vi jovens convidando senhoras e senhores para dançar e não vi crianças brincando com crianças.



     As últimas festas de aniversário de crianças em que estive presente foram bem mais grandiosas do que a do filme. A quantidade de comida doce e salgada e de bebida era uma coisa impressionante. Os aniversariantes não abriam os presentes recebidos, que eram colocados em um local próprio. Vi, sim, crianças rodeando os embrulhos, curiosas para saber o que havia dentro. Em duas dessas festas, os pais deixavam os filhos na porta e, como combinado no convite, viriam busca-los em um determinado horário. Os adultos ficavam em grupos só de adultos. E as crianças? Brincavam conduzidas por monitores ou recreacionistas.



     Aos poucos, fomos tornando uma situação essencialmente afetiva – a celebração da vida uma pessoa querida – em um acontecimento impessoal e marcado pela reunião de grupos etários semelhantes: adulto com adulto, crianças com crianças. [...]



     Aí está: construímos uma sociedade que evita o relacionamento intergeracional. Crianças mais velhas não aprendem a cuidar das menores e têm a sensação de que elas só atrapalham. 



    Há tempos, testemunhei uma cena em uma escola paulistana que tinha organização totalmente diferente das que conhecemos. As crianças não eram separadas por idade e todo o espaço da escola era compartilhado por todos, dos bebês aos já com 6 anos. E as brincadeiras eram criadas pelas próprias crianças.



    Um grupo de meninos e meninas de mais ou menos 5 anos juntou-se para jogar o que eles chamavam de futebol – e eis que chegou ao local uma criança de 2 anos querendo jogar também. Sem saber como resolver a situação, as crianças foram conversar com a mentora da escola e ouviram dela que, se a criança menor não conseguia acompanhar as regras do jogo, eles deveriam mudar as regras para que ela pudesse jogar.



     [...] Já nós, adultos, preferimos, por exemplo, deixar os velhos com outros velhos em atividades “próprias” da tal terceira idade, e separar, na escola, as crianças por idade. Como disse, o educador Sir Ken Robinson, será que o que há de mais importante para aproximar crianças com interesses semelhantes é a data da fabricação delas?



     Se queremos uma sociedade mais amigável para a convivência intergeracional justa, cordial e solidária, precisamos repensar a maneira como vivemos nosso cotidiano, como organizamos as escolas e os eventos sociais que criamos.



(SAYÃO, Rosely – O Estado de S. Paulo)

 

“Aniversário de um garoto de 10 anos. A comemoração acontece na pequena sala do apartamento em que ele mora com a mãe. Para comer, há bolo e alguns salgadinhos caseiros, para beber, refrigerante, suco e cerveja para os adultos. Na sala, umas 20 pessoas, em pé. Calma! A cena ocorreu antes da pandemia”. Há um trecho que não pode ser considerado oração em:
Alternativas
Q4386016 Português
Dada a frase: O motorista perdeu a direção do veículo e bateu forte: Assinale a alternativa correta que aponta o sujeito da frase: 
Alternativas
Q4360304 Português
TEXTO 01


O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO


(1º§) Todos sabemos que o ser humano se comunica, mas é muito comum encontrar pessoas que não conseguem interagir umas com as outras. Algumas dicas podem mostrar que a pessoa está bem preparada, pois ela vende bem, fala com propriedade, fala com naturalidade, fala para um grande público com bastante desenvoltura e total segurança.

(2º§) A comunicação clara, elegante e precisa é ouro para o crescimento profissional. Ela é uma das principais competências necessárias a todo ser humano, principalmente no mundo em que vivemos, numa época de constantes mudanças quando as empresas estão dando cada vez mais valor a isso. "A comunicação é uma competência fundamental para o profissional moderno que quer se dar bem no mercado de trabalho", afirma Reinaldo Passadori, professor de Comunicação Verbal.

(3º§) Para tanto, ressaltamos que é preciso seguir a norma culta e respeitar as variedades linguísticas, dialetos, os diversos registros verbais, sem desprezar as gírias. Cabe-nos lembrar a importância da língua padrão na sua abrangência, destacando: ortografia, acentuação, pontuação, concordâncias sejam nominais e/ou verbais, entre seus múltiplos aspectos. Comunique-se com os cuidados devidos, busque seu crescimento pessoal e social.

(...)


(https://www.catho.com.br/carreira-sucesso/carreira/...) - (Adaptado)
Analise as assertivas com o código: (C) Certo ou (E) Errado. 

(__)A oração: "Ela é uma das principais competências necessárias a todo ser humano" - está escrita com os termos essenciais explícitos e dispostos na ordem direta.
(__)O sujeito da oração: "Para tanto, ressaltamos" é elíptico, identificado pela desinência verbal.
(__)A expressão verbal: "podem mostrar" exemplifica um tempo composto, formada por verbos regulares da mesma conjugação, enunciando ideia da forma nominal do infinitivo flexionado.
(__)O período: "Algumas dicas podem mostrar que a pessoa está bem preparada, pois ela vende bem, fala com propriedade, fala com naturalidade, fala para um grande público com bastante desenvoltura e total segurança". - é composto por subordinação e todas as orações são subordinativas substantivas e adjetivas. 
(__)Dentre o rol dos sinônimos de: "competência", podemos citar: "habilidade", "aptidão" e "capacidade".

Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4360071 Português
O texto abaixo servirá de base para responder a questão.


UMA BANDA MUSICAL INFANTO-JUVENIL EM ENSAIO


(1º§) Uma banda, conjunto ou grupo musical, é uma reunião de músicos famosos, formada com o intuito de tocar arranjos musicais. Pode tratar-se, inclusive, de uma banda militar.

(2º§) No Brasil, inicialmente, a expressão 'banda de música' ou simplesmente 'banda' foi utilizada para definir a formação musical composta por madeiras, metais e percussão. Essa é a tradicional banda de música a que se refere a famosa canção "A Banda", do compositor Chico Buarque de Holanda. 

(3º§) Com o surgimento do rock and roll, os grupos que tocavam esse estilo musical passaram a ser denominados 'bandas de rock' ou simplesmente bandas. A partir daí, "banda musical" ou "banda" passou a designar diferentes tipos de grupos e formações musicais. Bandas de rock tipicamente possuem um ou dois guitarristas, baixistas, bateristas e, dependendo do estilo, tecladista. Geralmente possuem também um vocalista, que pode ser um dos instrumentistas ou um músico dedicado exclusivamente a cantar.

(4º§) Grupos de jazz variam bastante em sua formação, mas configurações tradicionais, em geral, incluem uma seção rítmica (popularmente chamada de "cozinha") composta por um baterista, baixista e pianista, e uma seção de metais, com saxofonistas e/ou trompetistas. Grupos de jazz moderno costumam adicionar guitarristas e tecladistas.


(https://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_musical) - (Adaptado)
Analise as assertivas com o código: (C) Certo) ou (E) Errado.

(__)O (1º§) apresenta termos denotativos para esclarecer sobre uma banda, enquanto o (2º§) amplia informações contidas no (1º§).
(__)O (3º§) faz referência às origens do nome "banda de rock", citando também a composição dos respectivos integrantes.
(__)As vírgulas do trecho: "Uma banda, conjunto ou grupo musical, é uma reunião de músicos famosos" - intercalam informação entre o sujeito e o predicado.
(__)A oração: "A partir daí, "banda musical" ou "banda" passou a designar diferentes tipos de grupos e formações musicais". - exemplifica construção feita com a figura de linguagem denominada "hipérbato".
(__)Nas palavras: "expressão" e "formação" não temos acento gráfico que justifique a tonicidade oxítona; na palavra: "música" o acento agudo é obrigatório, porque toda palavra proparoxítona tem que ser acentuada.

Após análise, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4355205 Português
Na oração “Diziam que ele era parecido com seu pai”, o sujeito da primeira oração é: 
Alternativas
Q4355118 Português

Contratam-se profissionais com 6 meses ou mais de experiência.


É INCORRETO afirmar sobre a alternativa acima:

Alternativas
Q4355017 Português

Considere as frases abaixo:



I. Meu Deus, que absurdo essa situação aqui!


II. Ele veio distraído ao longo de todo o caminho.


III. Ela foi embora antes das 9h.


IV. Maria estava muito brava anteontem.



A partir dos seus conhecimentos de análise sintática sobre os tipos de frase e predicados existentes na língua portuguesa, assinale a alternativa abaixo que corresponde à classificação CORRETA das frases acima:

Alternativas
Q4354953 Português

O texto abaixo servirá de base para responder a questão:



https://www.skoob.com.br/procuram-se-ideias-inovadoras-320466ed358956.html


Acessado em 18/02/2021 

Sobre a frase presente na capa da revista Galileu, "Procuram-se ideias inovadoras", é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
2361: E
2362: D
2363: A
2364: E
2365: A
2366: B
2367: A
2368: A
2369: A
2370: B
2371: D
2372: B
2373: A
2374: A
2375: B
2376: D
2377: D
2378: D
2379: C
2380: A