Questões de Concurso
Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português
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No terceiro parágrafo, o termo “As espécies de crescimento rápido”, além de sujeito da oração introduzida pela forma verbal “são” (primeiro período), também funciona como sujeito das orações “Não podem ficar muito altas”, “Se derrubarem frutos grandes” e “Podem amassar a lataria de um carro!”.
No segundo parágrafo, as orações “onde furar” e “achar petróleo” desempenham a função sintática de sujeito nos períodos em que ocorrem.
No último período do texto, o termo “Aquele” exerce a função sintática de sujeito da oração “que conhece a justiça”.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/01/20/beber -agua-de-forma-errada-prejudica-a-saude-veja-o-que-nao-fazer.Adaptado.
Na expressão "hidrate-se durante o dia", o sujeito é:
Após ser ingerido, o antibiótico tem um tempo específico de vida em nosso organismo.
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/12/30/ erros-que-voce-nao-deve-cometer-ao-tomar-antibioticos.htm. Adaptado.
Marque a opção CORRETA:
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/01/20/beber -agua-de-forma-errada-prejudica-a-saude-veja-o-que-nao-fazer.Adaptado.
A expressão "é importante", do ponto de vista sintático, representa:
Disponível em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2020/12/30/ erros-que-voce-nao-deve-cometer-ao-tomar-antibioticos.htm. Adaptado.
Marque a opção CORRETA:
Texto CB4A1-I
A comunicação tem-se transformado em um setor estratégico da economia, da política e da cultura. Da guerra, ela sempre o foi. A inclusão da informação e da comunicação nas estratégias bélicas tem aumentado no correr de milênios.
No século VII a.C., o chinês Sun Tzu, em A arte da guerra, dizia que “toda guerra é embasada em dissimulação”, referindo-se à distribuição de informações falsas. Contudo, quem mais desenvolveu esse conceito foi o general prussiano Carl von Clausewitz, em seu amplo tratado Da guerra (Vom Kriege), publicado em 1832. No capítulo VI, Clausewitz afirma: “Grande parte das notícias recebidas na guerra é contraditória, uma parte ainda maior é falsa e a maior parte de todas é incerta. Em suma, a maioria das notícias é falsa, e o medo do ser humano reforça a mentira e a inverdade. As pessoas conscientes que seguem as insinuações alheias tendem a permanecer indecisas no lugar; acreditam ter encontrado as circunstâncias distintas do que imaginavam. Na guerra, tudo é incerto, e os cálculos devem ser feitos com meras grandezas variáveis. Eles direcionam a observação apenas para magnitudes materiais, enquanto todo o ato de guerra está imbuído de forças e efeitos espirituais”.
Trata-se de desinformar, e não de informar. A desinformação é a informação falsa, incompleta, desorientadora. É propagada para enganar um público determinado. Seu fim último é o isolamento do inimigo em um conflito concreto, é o de mantê-lo em um cerco informativo. Os nazistas levaram essa estratégia do engano quase à perfeição.
Atualmente, pratica-se tanto o cerco econômico, militar e diplomático quanto o informativo. Já não se trata apenas de isolar o inimigo. As novas tecnologias permitem aos militares intervir nos conflitos bélicos a distância, direcionando até mesmo os foguetes com a ajuda de GPS, a partir de um satélite. A telecomunicação militar apoiada em satélites e a eletrônica determinarão as guerras do futuro imediato. Fala-se já de bombas eletrônicas (E) que podem paralisar estabelecimentos neurais da sociedade moderna, como hospitais, centrais elétricas, oleodutos etc., destruindo os seus circuitos eletrônicos. Parece que hoje já se pode fazer a guerra sem bombas atômicas. As bombas E do tipo FCG (flux compression generator — gerador de compressão de fluxo), cujo emprego não está limitado às grandes potências bélicas, têm o mesmo efeito e fazem parte dos arsenais de alguns exércitos, e consistem em comprimir, mediante uma explosão, um campo eletromagnético, como um raio, sem os custos, os efeitos colaterais ou o enorme alcance de um dispositivo de pulso eletromagnético nuclear.
Vicente Romano. Presente e futuro imediato das telecomunicações.
São Paulo em Perspectiva. Internet: <http://www.scielo.br/>
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB4A1-I, julgue o próximo item.
No último parágrafo do texto, a partícula “se”, em “Fala-se
já de bombas eletrônicas”, indica que o sujeito da oração é
indeterminado.
( ) No texto, a aglomeração de homens e mulheres gerava uma algazarra que aumentava gradativamente.
( ) A expressão “ali mesmo no capinzal dos fundos” completa o sentido do substantivo “despachar-se”.
( ) O primeiro “que” do texto substitui a palavra “água” imediatamente anterior a ele.
( ) Em: “para não as molhar”, a palavra “as” retoma a palavra “saia”.
( ) Na frase: “prender as saias” temos um exemplo claro de verbo ligado a seu objeto de forma direta.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Devemos estar atentos para o contexto em que o artigo de opinião foi produzido.
Em relação ao trecho apontado, analise as afirmativas abaixo.
I. “Devemos estar atentos”- é uma estrutura de imperativo, pois impõe para ‘‘nós’’ que precisamos estar alertas.
II. “Devemos estar atentos”- é uma estrutura formada pelo sujeito oculto identificado pela desinencial verbal ‘’-mos’’.
III. ‘’para o contexto’’- é o objeto indireto de ‘’Devemos estar atentos’’.
IV. ‘’para o contexto’’- é o complemento nominal de ‘‘atentos’’.
Estão corretas as afirmativas:
“Saber interpretar um texto, a partir do contexto de produção em que ele está inserido, é fundamental para a experiência cotidiana do leitor”.
“Ele” é considerado na morfologia (01) . Na sintaxe, “Ele” se refere ao (02) Já na linguística textual “Ele” se refere a (03) :
Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Para as ciências sociais, cultura é uma rede de compartilhamento de símbolos, significados e valores de um grupo ou sociedade.
(Disponível em: https://www.significados.com.br/cultura/. Adaptado.)
Assinale a opção CORRETA:
Utilize o texto abaixo para responder a questão.
Texto I
Os caminhões chegaram às sete e meia e todas as famílias que restavam na favela havia muito tempo já estavam de pé. Era difícil continuar na cama. Desde os bons tempos, as mulheres levantavam bem cedo para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas. Os homens também. Uns saíam para o trabalho. Outros, em busca do primeiro gole de cachaça no balcão do armazém de sô Ladislau, [...]. As crianças maiores acordavam cedo também, trazendo nos olhos e no estômago a desesperada expectativa. Será que hoje tem pão? Os menores, os nenéns brigando com a vida, dando socos no ar exigindo o peito da mãe ou a mamadeira completada com mais água sempre.
(Conceição Evaristo, Becos da Memória, p.168)
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2022/01/eua-exibem-poderoso-submarino-nuclear-em-porto-no-meio-do-pacifico.shtml. Adaptado.
Assinale a alternativa CORRETA:
Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora), também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.
O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.
O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:
- O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.
Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:
- Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.
- Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não e gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou? Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:
- Da ativa, minha senhora?
E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:
- Da ativa, Motinha! Sai dessa…
Fernando Sabino
O IMPACTO DA TECNOLOGIA EM NOSSAS VIDAS
Vivemos o ápice da influência tecnológica no mundo e não tem como negar. Estamos conectados o tempo todo, seja pelo celular ou computador. O impacto da tecnologia em nossas vidas é extremamente visível. Mas, isso é algo bom ou ruim?
A tecnologia facilita muito a nossa rotina e é um ótimo entretenimento. Com apenas uns cliques, compartilhamos coisas pessoais, entramos em contato com aquele parente distante, descobrimos uma nova música e assistimos a vários episódios de determinada série, mesmo off-line.
Conseguimos armazenar milhares de músicas na palma de nossas mãos, temos televisões com a maior definição de imagem existente, guardamos todos os tipos de fotos e documentos pessoais na nuvem e podemos acessá-los a qualquer hora e em qualquer lugar.
Há alguns anos, não tínhamos o hábito de olhar o celular assim que acordávamos, ou passar a noite inteira em claro vagando pelas redes sociais. Hoje em dia, se uma tragédia acontecer há milhares de quilômetros de distância de onde estamos, sabemos instantaneamente. A tecnologia modificou completamente nosso cotidiano, trazendo muitos benefícios e alguns malefícios também.
O lado ruim é que estamos tão ligados nas nossas vidas on-line, que esquecemos de manter o contato off-line. Não prestamos mais atenção no mundo a nossa volta, não conversamos mais pessoalmente.
Por recebermos tantas informações o tempo todo, tornamo-nos mais desatentos. Parece que não podemos ficar sem encontrar coisas novas, é um pecado deixar o celular de lado, ficamos dependentes dessa conexão.
Outros pontos ruins são os problemas de visão que foram desenvolvidos nos últimos anos por ficar muito tempo vendo a tela do celular e os problemas de audição por ouvir coisas muito altas no fone de ouvido.
A obesidade também é um fator que vem encadeando essas mudanças de hábito. As pessoas ficam a maior parte de seu tempo sentadas, por conta da comodidade de comprar on-line, não precisam mais ir até a loja, nem sair para pedir o almoço, pois existem vários aplicativos para isso.
Segundo a OMS, o sedentarismo está presente em 23% dos adultos; já nos mais jovens, esse índice é de 81%. Consequência direta do uso de videogames, celulares e computadores.
É importante ter um planejamento de quantas horas por dia você vai dedicar à tecnologia, para não perder o foco e a produtividade. Apesar de ser algo incrível, ela também pode trazer consequências sérias e permanentes a nossa saúde. Como todas as outras coisas, ela deve ser apreciada com moderação.
Disponível em: https://www.madeinweb.com.br/o-impacto-da-tecnologia-em-nossas -vidas/Adaptado
"Outros pontos ruins são os problemas de visão que foram desenvolvidos nos últimos anos por ficar muito tempo vendo a tela do celular e os problemas de audição por ouvir coisas muito altas no fone de ouvido".
No trecho destacado, pode-se afirmar que o:
