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Questões de Concurso Sobre substantivos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 4.344 questões

Q4069013 Português
A mineradora não revela os montantes envolvidos, mas diz praticar preços alinhados ao mercado brasileiro.
Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Alternativas
Q4068866 Português
O professor do futuro

    O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz passar...), mas a alma que permanece.
    Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.
    Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.
    Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.
    O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.
    O verdadeiro professor é um inspirador. Suas aulas são poéticas, proféticas. Não hipnotizam, acordam.
    Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.

(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em 01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)
Substantivos são palavras que se referem aos nomes. Afinal, todos os seres, objetos, fenômenos e lugares que nos cercam são nomeados por algum termo. Considerando que eles podem variar em gênero (feminino e masculino), trata-se de palavra transcrita do texto que se apresenta no feminino: 
Alternativas
Q4068815 Português
Os ciclos de vigília causam diferenças metabólicas no nosso corpo.

Assinale a opção CORRETA. 
Alternativas
Q4068519 Português
Uma Louca Tempestade

Ana Carolina


Eu quero uma lua plena

Eu quero sentir a noite

Eu quero olhar as luzes,

que teus olhos não me têm deixado ver

Agora eu vou viver

Eu quero sair de manhã

Eu quero seguir a estrela

Eu quero sentir o vento

pela pele um pensamento me fará

Uma louca tempestade

Eu quero ser uma tarde gris

Quero que a chuva corra sobre o rio

O rio que por ruas corre em mim

As águas que me querem levar tão longe

Tão longe que me façam esquecer de ti. 
“Uma louca tempestade” é uma oração formada, sequencialmente, por: 
Alternativas
Q4068325 Português

Os celulares, acessórios indispensáveis para os indivíduos no âmbito social e profissional, estão entre os objetos de uso pessoal com alto nível de contaminação.



Assinale a opção que contenha apenas substantivos.

Alternativas
Q4068304 Português
Os ciclos de vigília causam diferenças metabólicas no nosso corpo.

Assinale a opção CORRETA.
Alternativas
Q4055989 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

‘Discurso de Ódio nas Redes Sociais’ analisa a intolerância no mundo digital

Por Murillo Otavio


(Disponível em: https://expresso.estadao.com.br/naperifa/discurso-de-odio-nas-redes-sociais-analisa-aintolerancia-no-mundo-digital/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No trecho “ocorrência de 63.698 publicações de discurso de ódio nas redes sociais brasileiras, sendo que um terço delas eram direcionadas a pessoas negras”. As palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q4055939 Português
Leia o texto e responda à questão a seguir.

A Prefeitura de João Pessoa, por meio da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para as Mulheres (SEPPM), lança nesta quarta-feira (8), a campanha ‘Não é Não no São João’. O evento acontece a partir das 10h, no auditório do Paço Municipal, Centro. O objetivo da ação é prevenir e coibir crimes de importunação sexual e violência de gênero, principalmente durante as festividades juninas.

“Este ano teremos o retorno dos festejos juninos e o assunto da importunação sexual, como também a violência contra a mulher são uma preocupação constante. Realizaremos essa ação educativa para enfatizarmos a necessidade da cultura do respeito, principalmente ao corpo e à autonomia das mulheres. O lugar da mulher é onde ela quiser. Precisamos ser respeitadas em nossas decisões, em qualquer ambiente, portanto precisamos reforçar cada vez mais esse alerta”, frisou a secretária Nena Martins.

Ainda conforme a secretária, caso não haja uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher na sua cidade, as denúncias de assédio sexual ou violência devem ser feitas em qualquer delegacia ou pelos telefones 197 (importunação) e 190 (emergência).

O termo ‘importunação sexual’ significa qualquer prática de cunho sexual realizada sem o consentimento da vítima, ou seja, é caracterizada pela realização de ato libidinoso na presença de alguém de forma não consensual, com objetivo de satisfazer a própria excitação ou a de terceiro. A situação mais comum é o assédio sofrido por mulheres em meios de transportes coletivo ou locais públicos. Nesse caso, essa prática configura crime de acordo com Legislação Penal Brasileira vigente, com pena de 1 (um) a 5 (cinco) anos, podendo ser agravada se o agressor tiver relação afetiva com a vítima (Lei 13.718/18 e art. 215–A do Código Penal).

Fonte: https://portalcorreio.com.br (Texto adaptado) 
“A situação mais comum é o assédio sofrido por mulheres em meios de transportes coletivo ou locais públicos.”
As palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE.
Alternativas
Q4051091 Português

Leia os seguintes textos:


Texto 1:


Imagem associada para resolução da questão


Texto 2:


O conde e o barão ofereceram uma recepção para o embaixador.


Quanto à flexão dos substantivos, marque a alternativa incorreta: 

Alternativas
Q4051090 Português

Prova falsa


            Quem teve a ideia foi o padrinho do caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.

            – Mas o cachorro era um chato – desabafou.


            Desses cachorrinhos de raça, cheios de nhém-nhém-nhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.


            – Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas quando eu entrava em casa vinha logo com aquele latido fininho e antipático, de cachorro de francesa.


            Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.

– Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o “pobrezinho”.


            Num rápido balanço, poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.


            – Você é um desalmado – disse ela, uma vez.


            Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos do caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.


            – Aí mandaram o cachorro embora? – perguntei.


            – Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.


            – Ué... mas você não o detestava? Como é que ainda arranjou essa sopa para ele?


            – Problema de consciência – explicou. – O pipi não era dele.

             E suspirou cheio de remorso.



(PONTE PRETA, Stanislaw. Gol de padre e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997)

Assinale a alternativa em que a afirmativa está incorreta:  
Alternativas
Q4001461 Português
Na frase: "Preciso que alguém me ajude com esse projeto", as palavras destacadas (alguém - esse) são classificadas respectivamente como:
Alternativas
Q3058142 Português
Texto para o item.


Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista Superinteressante. Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.


O vocábulo “inovador” (linha 1) pertence à classe dos adjetivos, por qualificar o indivíduo que inventa novas tecnologias. 

Alternativas
Q2677761 Português

Quanto ao feminino do substantivo masculino apresentado, assinalar a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Q2677264 Português

Professora ensina português de graça a venezuelanos


Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.


Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)

'Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença.'


Assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q2677259 Português

Professora ensina português de graça a venezuelanos


Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.


Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)

'Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite.'


Assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Ano: 2022 Banca: IDECAN Órgão: TJ-PI Prova: IDECAN - 2022 - TJ-PI - Assistente Social |
Q2674770 Português

Texto para as questões 1 a 20.


Perdemos nossas casas em Alcântara para ricaços brincarem de astronautas


1 _____ Em noites escuras, quem se embrenha mato adentro no Quilombo de Canelatiua sente-se como se estivesse caminhando

2 no espaço. Os vaga-lumes ao redor e as estrelas no céu causam a sensação. Nossos ancestrais chegaram aqui da Africa; não

3 vieram de foguete, mas em navios negreiros.

4 _____ Apesar disso, fizeram da região de Alcântara (MA) sua terra. Ainda assim, somos tratados como ETs: só soubemos pelos

5 jornais que a base de lançamentos instalada em nosso lar pode servir de espaçoporto para turismo espacial. Imagine perder sua

6 casa para ricaços brincarem de astronauta?

7 _____ A Virgin Orbit, empresa que pertence ao conglomerado do bilionário inglês Richard Branson, conseguiu em junho licença

8 para operar no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Seu avião de fuselagem dupla, do qual são lançadas as naves, vai

9 decolar de sua pista.

10 _____ É o mesmo usado por outro braço da empresa, a Virgin Galactic, que cobra US$ 450 mil (cerca de R$ 2,4 milhões) para quem

11 quer bancar o Luke Skywalker. Tememos por nosso futuro próximo pela forma como temos sido tratados desde um passado não

12 tão distante assim.

13 _____ O Território Étnico de Alcântara, no Maranhão, começa a se formar no final do século 19, com o abandono das terras por

14 seus proprietários. Ele foi certificado como remanescente de quilombo em 2004, pela Fundação Cultural Palmares. Legalmente,

15 porém, sua existência é reconhecida desde 1856, quando obteve um registro na freguesia de São João de Cortes.

16 _____ Consta, ainda, uma doação feita por Theofilo José de Barros, registrada no cartório de 1º. Ofício de Alcântara, em 1915. O

17 CLA foi criado nos anos 1980; naquela época, mais de 300 famílias de 24 comunidades do litoral foram removidas para o interior.

18 _____ O impacto social foi enorme, já que a pesca é o nosso principal meio de subsistência. Não é possível, contudo, mensurá-lo

19 com exatidão, assim como os danos causados à natureza, já que a base funciona sem nenhum estudo ou licença ambiental.

20 _____ O CLA é um porto pirata. Não há informações públicas oficiais sobre que tipos de combustível são usados ou componentes

21 quimicos lançados no meio ambiente. Da mesma forma, o Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe) só

22 pode fazer estimativas de quantos de nós ainda perderão seus lares. Acontecimentos recentes indicam que cerca de 800 famílias

23 e 30 quilombos estão ameaçados.

24 _____ No fim de 2019, o CLA foi cedido aos norte-americanos. O contrato prevê a possibilidade da ampliação de suas instalações

25 sobre o território quilombola. Em 27 de março de 2020, o governo quis remover 792 famílias de 27 comunidades, durante o pico

26 da pandemia.

27 _____ A medida só foi definitivamente revogada em dezembro passado, quando uma denúncia enviada à Comissão Interamericana

28 de Direitos Humanos da OEA em 2001, referente aos despejos dos anos 1980, foi alçada a uma instância superior, a Corte

29 Interamericana de Direitos Humanos.

30 ____ Em 2011, o WikiLeaks revelou que os EUA não admitiam que desenvolvêssemos tecnologia para fabricar foguetes. Não

31 somos só nós que temos a perder; a própria soberania nacional pode ir para o espaço.


(Danilo Serejo, Quilombola de Alcântara (MA) e membro do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe).

Folha de S. Paulo,hitps:/Awww. folha uol. com.br/opiniaa/2022/07/perdemos-nossas-casas-em-alcantara-pararicacos-brincarem-de-astronautas.shtml)

Em vaga-lumes (linha 2), o plural foi feito corretamente, segundo a norma culta. Nesse âmbito, assinale a alternativa em que, observando-se igualmente a concordância nominal, isso NÃO tenha ocorrido.

Alternativas
Q2674064 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Um substantivo coletivo é utilizado para indicar um conjunto de seres da mesma espécie, embora estando no singular, como ocorre com os vocábulos cardume (conjunto de peixes), enxame (conjunto de abelhas) e quadrilha (conjunto de bandidos).

II. Os advérbios são palavras capazes de determinar, especificar ou modificar um verbo, um adjetivo ou outro advérbio, como se pode observar na frase seguinte: “Os meninos falam muito bem”.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2674057 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Na oração “Nossas vozes encontraram-se no escuro”, o vocábulo “escuro” é classificado como um pronome de tratamento, pois atribui ao substantivo “vozes” uma característica impessoal.

II. O modo subjuntivo indica um fato duvidoso, hipotético ou incerto, como se pode observar em: “Espero que ele volte cedo” ou “Se me falasse, eu te ajudaria”.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2673990 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Um adjetivo é uma palavra que expressa características, atributos, qualidades, defeitos e estados dos seres, como se pode observar no período: “Eu não tinha esse rosto de hoje: calmo, triste e magro”.

II. Na frase “Eu não tinha estas mãos sem força”, ocorre uma locução adjetiva constituída por preposição (sem) e substantivo, que caracteriza um substantivo.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2673987 Português

Analise as afirmativas a seguir:


I. Os adjetivos são palavras que caracterizam um substantivo. Por exemplo, para descrever um local iluminado pelo sol, pode-se utilizar um adjetivo que possui a seguinte grafia: “Hoje a cidade de Cachoeirinha está emçolarada”.

II. Na oração “Joana é insegura, pois não faz nada sem consultar os pais”, o vocábulo “insegura” é classificado como interjeição, pois delimita o verbo “consultar”.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
1821: A
1822: A
1823: C
1824: A
1825: B
1826: D
1827: C
1828: D
1829: E
1830: D
1831: C
1832: E
1833: D
1834: C
1835: A
1836: E
1837: A
1838: C
1839: A
1840: D