Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Assinale a opção CORRETA.
Os celulares, acessórios indispensáveis para os indivíduos no âmbito social e profissional, estão entre os objetos de uso pessoal com alto nível de contaminação.
Assinale a opção que contenha apenas substantivos.
Assinale a opção CORRETA.

As palavras destacadas são RESPECTIVAMENTE.
Leia os seguintes textos:
Texto 1:

Texto 2:
O conde e o barão ofereceram uma recepção para o embaixador.
Quanto à flexão dos substantivos, marque a alternativa incorreta:
Prova falsa
Quem teve a ideia foi o padrinho do caçula – ele me conta. Trouxe o cachorro de presente e logo a família inteira se apaixonou pelo bicho. Ele até que não é contra isso de se ter um animalzinho em casa, desde que seja obediente e com um mínimo de educação.
– Mas o cachorro era um chato – desabafou.
Desses cachorrinhos de raça, cheios de nhém-nhém-nhém, que comem comidinha especial, precisam de muitos cuidados, enfim, um chato de galocha. E, como se isto não bastasse, implicava com o dono da casa.
– Vivia de rabo abanando para todo mundo, mas quando eu entrava em casa vinha logo com aquele latido fininho e antipático, de cachorro de francesa.
Ainda por cima era puxa-saco. Lembrava certos políticos da oposição, que espinafram o ministro, mas quando estão com o ministro ficam mais por baixo que tapete de porão. Quando cruzavam num corredor ou qualquer outra dependência da casa, o desgraçado rosnava ameaçador, mas quando a patroa estava perto abanava o rabinho, fingindo-se seu amigo.
– Quando eu reclamava, dizendo que o cachorro era um cínico, minha mulher brigava comigo, dizendo que nunca houve cachorro fingido e eu é que implicava com o “pobrezinho”.
Num rápido balanço, poderia assinalar: o cachorro comeu oito meias suas, roeu a manga de um paletó de casimira inglesa, rasgara diversos livros, não podia ver um pé de sapato que arrastava para locais incríveis. A vida lá em sua casa estava se tornando insuportável. Estava vendo a hora em que se desquitava por causa daquele bicho cretino. Tentou mandá-lo embora umas vinte vezes e era uma choradeira das crianças e uma espinafração da mulher.
– Você é um desalmado – disse ela, uma vez.
Venceu a guerra fria com o cachorro graças à má educação do adversário. O cãozinho começou a fazer pipi onde não devia. Várias vezes exemplado, prosseguiu no feio vício. Fez diversas vezes no tapete da sala. Fez duas na boneca da filha maior. Quatro ou cinco vezes fez nos brinquedos do caçula. E tudo culminou com o pipi que fez em cima do vestido novo de sua mulher.
– Aí mandaram o cachorro embora? – perguntei.
– Mandaram. Mas eu fiz questão de dá-lo de presente a um amigo que adora cachorros. Ele está levando um vidão em sua nova residência.
– Ué... mas você não o detestava? Como é que ainda arranjou essa sopa para ele?
– Problema de consciência – explicou. – O pipi não era dele.
E suspirou cheio de remorso.
(PONTE PRETA, Stanislaw. Gol de padre e outras crônicas. São Paulo: Ática, 1997)

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.
O vocábulo “inovador” (linha 1) pertence à classe dos adjetivos, por qualificar o indivíduo que inventa novas tecnologias.
Quanto ao feminino do substantivo masculino apresentado, assinalar a alternativa INCORRETA:
Professora ensina português de graça a venezuelanos
Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.
Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)
'Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença.'
Assinale a opção CORRETA.
Professora ensina português de graça a venezuelanos
Quem nunca ouviu que a educação é capaz de mudar o mundo? No Brasil, a frase mais parece chavão, clichê, especialmente em ano eleitoral, quando as promessas de priorizar o ensino passam a fazer parte dos discursos políticos. Mas não para a professora pública Rosângela Moura, que resolveu colocar a máxima em prática, ensinando português de graça a imigrantes venezuelanos. Isso em plena pandemia, sem estrutura e de forma online. O projeto Esperança Venezuela surgiu bem antes da chegada do novo coronavírus ao Brasil. Coordenadora do Centro de Ensino de Línguas (CEL) de Osasco, do governo do Estado, Rosângela, formada em Letras pela USP, passou a debater a crise venezuelana de 2018 com os alunos durante as aulas de espanhol. Já naquele ano, eles resolveram arrecadar donativos aos refugiados refugiados que chegavam a São Paulo. "Os próprios alunos começaram a pensar em como ajudar, apesar de eles próprios serem de famílias carentes. Eu levei o que conseguimos juntar: roupas, bilhetes de metrô e alimentos para a Casa do Migrante da Missão Paz, em São Paulo, e lá percebi que eles precisavam de muito mais", contou. Depois de alguns anos, em plena pandemia, a professora decidiu ajudar com o que mais sabe fazer: ensinar. "Para quem muda de país, o idioma faz toda a diferença. Sem conseguir pronunciar o português, fica difícil procurar emprego ou entender como se tirar documentos, por exemplo. É difícil para eles palavras com acento circunflexo, como avô, e também com 'lh'", disse. Determinada, ela montou um currículo e foi atrás dos alunos por meio de uma página no Facebook. "Entrei nos grupos de refugiados e alertei sobre o curso que seria dado pelo google meet. Pensei que apareceriam uns 30. Mas vieram 100, 200, 500. De repente, em uma única noite, tinham 600 interessados. Fiquei surpresa e preocupada porque não sabia como iria dar aulas para tanta gente", lembrou. A solução foi buscar ajuda ali mesmo no CEL. Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite e o trio ,então, dividiu-se para atender quatro turmas, de cem alunos cada - quantidade máxima permitida pelo sistema online. "E foi aí que descobrimos as outras tantas dificuldades. Tinha gente com problema de conexão para assistir às aulas, outros com urgência em aprender determinado vocabulário para trabalhar e alguns em busca de ajuda para traduzir um currículo. Cheguei a ensinar receita de bolo para uma venezuelana com entrevista marcada em uma doceria. "O curso foi montado com 15 aulas de 1 hora e 20 minutos cada. O foco foi ensinar em grupo o básico de gramática e, especialmente, de pronúncia. Dúvidas individuais eram atendidas pelo WhatsApp. "Não pudemos avançar muito porque nos faltava recursos e mais gente para assumir esse compromisso." Ainda assim, Rosângela conseguiu abrir outras três turmas, alcançando 650 alunos no total. "Ao final do curso, o que nós percebemos é que, com ajuda, eles melhoraram muito rápido a pronúncia e passaram a se sentir mais seguros para conversar e procurar emprego. Nós aprendemos muito também, como se colocar no lugar do outro. A educação faz isso.
Disponível em: Professora ensina português de graça a venezuelanos (msn.com).Adaptado.)
'Eva Cristina Esteves e Daniela Cavalcanti, também professoras estaduais, aceitaram o convite.'
Assinale a opção CORRETA.
Texto para as questões 1 a 20.
Perdemos nossas casas em Alcântara para ricaços brincarem de astronautas
1 _____ Em noites escuras, quem se embrenha mato adentro no Quilombo de Canelatiua sente-se como se estivesse caminhando
2 no espaço. Os vaga-lumes ao redor e as estrelas no céu causam a sensação. Nossos ancestrais chegaram aqui da Africa; não
3 vieram de foguete, mas em navios negreiros.
4 _____ Apesar disso, fizeram da região de Alcântara (MA) sua terra. Ainda assim, somos tratados como ETs: só soubemos pelos
5 jornais que a base de lançamentos instalada em nosso lar pode servir de espaçoporto para turismo espacial. Imagine perder sua
6 casa para ricaços brincarem de astronauta?
7 _____ A Virgin Orbit, empresa que pertence ao conglomerado do bilionário inglês Richard Branson, conseguiu em junho licença
8 para operar no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Seu avião de fuselagem dupla, do qual são lançadas as naves, vai
9 decolar de sua pista.
10 _____ É o mesmo usado por outro braço da empresa, a Virgin Galactic, que cobra US$ 450 mil (cerca de R$ 2,4 milhões) para quem
11 quer bancar o Luke Skywalker. Tememos por nosso futuro próximo pela forma como temos sido tratados desde um passado não
12 tão distante assim.
13 _____ O Território Étnico de Alcântara, no Maranhão, começa a se formar no final do século 19, com o abandono das terras por
14 seus proprietários. Ele foi certificado como remanescente de quilombo em 2004, pela Fundação Cultural Palmares. Legalmente,
15 porém, sua existência é reconhecida desde 1856, quando obteve um registro na freguesia de São João de Cortes.
16 _____ Consta, ainda, uma doação feita por Theofilo José de Barros, registrada no cartório de 1º. Ofício de Alcântara, em 1915. O
17 CLA foi criado nos anos 1980; naquela época, mais de 300 famílias de 24 comunidades do litoral foram removidas para o interior.
18 _____ O impacto social foi enorme, já que a pesca é o nosso principal meio de subsistência. Não é possível, contudo, mensurá-lo
19 com exatidão, assim como os danos causados à natureza, já que a base funciona sem nenhum estudo ou licença ambiental.
20 _____ O CLA é um porto pirata. Não há informações públicas oficiais sobre que tipos de combustível são usados ou componentes
21 quimicos lançados no meio ambiente. Da mesma forma, o Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe) só
22 pode fazer estimativas de quantos de nós ainda perderão seus lares. Acontecimentos recentes indicam que cerca de 800 famílias
23 e 30 quilombos estão ameaçados.
24 _____ No fim de 2019, o CLA foi cedido aos norte-americanos. O contrato prevê a possibilidade da ampliação de suas instalações
25 sobre o território quilombola. Em 27 de março de 2020, o governo quis remover 792 famílias de 27 comunidades, durante o pico
26 da pandemia.
27 _____ A medida só foi definitivamente revogada em dezembro passado, quando uma denúncia enviada à Comissão Interamericana
28 de Direitos Humanos da OEA em 2001, referente aos despejos dos anos 1980, foi alçada a uma instância superior, a Corte
29 Interamericana de Direitos Humanos.
30 ____ Em 2011, o WikiLeaks revelou que os EUA não admitiam que desenvolvêssemos tecnologia para fabricar foguetes. Não
31 somos só nós que temos a perder; a própria soberania nacional pode ir para o espaço.
(Danilo Serejo, Quilombola de Alcântara (MA) e membro do Movimento dos Atingidos pela Base Espacial de Alcântara (Mabe).
Folha de S. Paulo,hitps:/Awww. folha uol. com.br/opiniaa/2022/07/perdemos-nossas-casas-em-alcantara-pararicacos-brincarem-de-astronautas.shtml)
Em vaga-lumes (linha 2), o plural foi feito corretamente, segundo a norma culta. Nesse âmbito, assinale a alternativa em que, observando-se igualmente a concordância nominal, isso NÃO tenha ocorrido.
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um substantivo coletivo é utilizado para indicar um conjunto de seres da mesma espécie, embora estando no singular, como ocorre com os vocábulos cardume (conjunto de peixes), enxame (conjunto de abelhas) e quadrilha (conjunto de bandidos).
II. Os advérbios são palavras capazes de determinar, especificar ou modificar um verbo, um adjetivo ou outro advérbio, como se pode observar na frase seguinte: “Os meninos falam muito bem”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Na oração “Nossas vozes encontraram-se no escuro”, o vocábulo “escuro” é classificado como um pronome de tratamento, pois atribui ao substantivo “vozes” uma característica impessoal.
II. O modo subjuntivo indica um fato duvidoso, hipotético ou incerto, como se pode observar em: “Espero que ele volte cedo” ou “Se me falasse, eu te ajudaria”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um adjetivo é uma palavra que expressa características, atributos, qualidades, defeitos e estados dos seres, como se pode observar no período: “Eu não tinha esse rosto de hoje: calmo, triste e magro”.
II. Na frase “Eu não tinha estas mãos sem força”, ocorre uma locução adjetiva constituída por preposição (sem) e substantivo, que caracteriza um substantivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Os adjetivos são palavras que caracterizam um substantivo. Por exemplo, para descrever um local iluminado pelo sol, pode-se utilizar um adjetivo que possui a seguinte grafia: “Hoje a cidade de Cachoeirinha está emçolarada”.
II. Na oração “Joana é insegura, pois não faz nada sem consultar os pais”, o vocábulo “insegura” é classificado como interjeição, pois delimita o verbo “consultar”.
Marque a alternativa CORRETA: