Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Como planejar sua aposentadoria sem deixar de aproveitar a vida hoje
Imagine uma queda de braço. Duas pessoas com cotovelos apoiados sobre a mesa, punhos firmes, mãos dadas e dedos entrelaçados. Uma dessas pessoas é você com seus 30 e poucos anos. A outra é você também, mas numa versão do futuro, com 65.
Se o seu eu do futuro levar a melhor, o dinheiro é investido agora, e você só começa a gastá-lo depois dos 65. As regras são justas, mas há um porém. Seu eu de hoje sempre tende a vencer, já que nós, ___________, somos imediatistas. Queremos uma vida mais divertida o quanto antes. E é para isso que você trabalha, não?
Só que há um dilema. Se a versão 30 vencer todas as partidas, a conta bancária estará baleada quando você chegar aos 65. Em condições normais de temperatura e pressão, você terá só o parco benefício do INSS para viver. Vai pagar o feijão com arroz e olhe lá. Provavelmente suas contas não vão fechar – e serão longuíssimos anos assim. Depois que cruzam os 65, os brasileiros vivem mais 20 anos, em média.
Caso você não seja um feliz herdeiro, seu eu do futuro vai precisar da ajuda do seu eu de hoje. Ele será seu herdeiro. Para que isso aconteça de fato, só tem um jeito: de vez em quando você precisa deixar o seu eu de mais de 60 anos ganhar a queda de braço. Não sempre, mas ao menos o suficiente para garantir a ele uma vida equivalente à que você tem hoje.
É justo. E também chato. Gastar dinheiro é bom, uma cortesia da dopamina, o _____________ do prazer liberado quando você tira o dinheiro ou o cartão do bolso. Poupar, por outro lado, é uma privação. Abrir mão da euforia de gastar vira um esforço hercúleo para um resultado difícil de vislumbrar. Fica fácil entender por que a maioria quer fugir dessa conversa – a começar por esta repórter.
E há ainda um agravante. Sempre tem alguém disposto a transformar o “poupar para a velhice” em “contrate um plano de previdência privada”, desses caros, cheios de pegadinhas.
O que todo mundo precisa, na real, é de uma estratégia simples e que funcione. Esqueça os profetas do apocalipse, ainda dá tempo.
(Fonte: VC S/A - adaptado.)
Dinossauro é encontrado dentro do estômago de crocodilo que viveu há 145 milhões de anos
Um dinossauro foi encontrado por paleontólogos australianos dentro do estômago de um crocodilo que viveu há 145 milhões de anos. Tratava-se de um ______ de crocodilo, com o abdômen muito bem preservado, encontrado em 2010, que guardava, na verdade, uma bela surpresa.
No interior da barriga do ______, estava um dinossauro ornitópode, espécie herbívora. A descoberta aconteceu na cidade de Queensland. E, pelas pesquisas, os cientistas estimam que o crocodilo seja de uma espécie que media cerca de 2,5 metros.
Os restos do crocodilo compreendem um crânio quase completo, o esqueleto pós-craniano sem ______ e membros posteriores, e foram encontrados em uma formação geológica conhecida como Formação Winton.
A descoberta se torna ainda mais impressionante porque, segundo os pesquisadores, comer dinossauros não era um prato típico das refeições do crocodilo.
(Fonte: Hypeness - adaptado.)
Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.
Ler faz bem à saúde
Por Moacyr Scliar

(Disponível em: Ler faz bem à saúde. Zero Hora, Porto Alegre, ano 44, n. 15.410, 06 nov. 2007,
– texto adaptado especialmente para esta prova).
“O cérebro é ativado de outras maneiras, entre as quais a leitura tem papel de destaque”.
Se a palavra “cérebro” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal?
“Sua amargura vinha sempre acompanhada da descrição de um sofá estampado no canto da sala, da paisagem urbana que ele via através da janela (onde certamente haveria, no parapeito, um vaso de flor), da música que estava tocado (Nara Leão? Tom Waits?).”.
Se a palavra “amargura” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.
Educador Nota 10
Por Paula Salas

(Disponível em: Revista Nova Escola – 07/06/2022 –
cena – texto adaptado especialmente para esta prova)
I. Trata-se de substantivo comum, abstrato e derivado.
II. Um sinônimo possível, no contexto em que ela ocorre (l. 17), é “impasse”.
III. Trata-se de um substantivo biforme quanto ao gênero.
Quais estão corretas?
Instrução: Esta questão refere-se ao texto abaixo. O destaque ao longo do texto está citado na questão.
Educador Nota 10
Por Paula Salas

(Disponível em: Revista Nova Escola – 07/06/2022 –
cena – texto adaptado especialmente para esta prova)
Marque alternativa que só aparecem nomes próprios.
