Questões de Concurso Sobre substantivos em português

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Q4108827 Português
Texto-base para a questão:


Polícia Civil alerta para falso e-mail com vírus enviado para empresas de SC


Delegado responsável pela investigação explica como identificar quando o e-mail é falso


JULIA DE ARAUJO, FLORIANÓPOLIS 28/02/2022 ÀS 15H51 - Atualizado Há 2 meses


    Mais um golpe na praça que requer alerta da população. Um e-mail falso, com vírus, está sendo enviado em nome da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) da Polícia Civil de Santa Catarina com falsas intimações no nome do usuário.


    Os e-mails são enviados para algumas empresas do Estado, porém, ao clicar no link da suposta intimação, o computador da pessoa é infectado por um vírus.


    Chamado de Malware, o software que ataca o computador da vítima é criado especificamente para infectar e prejudicar o sistema ou coletar dados dos usuários. [...]


    Segundo o delegado Verdi Furlanetto, responsável pelo caso, a investigação segue em sigilo de Justiça e ele pede aos usuários que receberam o e-mail que não cliquem em nada.


    “Trata-se de uma ação de criminosos destinada a empresas de Santa Catarina com um link malicioso com o objetivo de infectar computadores”, alerta o delegado. “A orientação é que não cliquem em links desconhecidos”, finaliza Furlanetto.


    A DEIC pede que a população ao verificar um site ou link suspeito, denuncie na Polícia Civil por meio do disque-denúncia 181 ou WhatsApp (48) 98844-0011. Para saber o e-mail de cada delegacia do Estado, acesse o site oficial da Polícia Civil.



Fonte: https://ndmais.com.br/seguranca/policia/policia-civil-alerta-para-falso-e-mail-com-virus-enviado-para-empresas-de-sc/


Assinale a alternativa que apresenta uma análise integralmente correta no que tange à flexão do substantivo ou do adjetivo.
Alternativas
Q4108392 Português
Texto para questão

Ideologia

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões estão todas perdidas
Os meus sonhos foram todos vendidos
Tão barato que eu nem acredito
Eu nem acredito ah
Que aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Frequenta agora as festas do "Grand Monde"

REFRÃO

Meus heróis morreram de overdose meus inimigos
estão no poder Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia/ Eu quero uma pra viver

O meu tesão
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar a conta do analista
Pra nunca mais ter que saber quem eu sou
Saber quem eu sou
Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo em cima do muro, em cima do muro

REFRÃO

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Pra viver

Pois aquele garoto que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste à tudo em cima do muro, em cima do muro

Meus heróis morreram de overdose
Meus inimigos estão no poder
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver
Viver, viver, viver
Ideologia
Pra viver
Ideologia
Eu quero uma pra viver

Compositores: Agenor De Miranda Araújo Neto / Agenor Neto / Roberto Frejat.
Analise as proposições a seguir:
I- No verso, ” Meus heróis morreram de overdose” o sujeito é simples, o verbo é transitivo indireto e “de overdose” é objeto indireto.
II- A palavra IDEOLOGIA é paroxítona, tem seis sílabas, um hiato e nove fonemas.
III- No verso “ Agora assiste a tudo em cima do muro, em cima do muro”, o termo destacado é verbo transitivo indireto, conjugado na terceira pessoa presente do indicativo.
IV- No verso “Eu vou pagar a conta do analista”, o termo destacado é classificado sintaticamente como objeto indireto.
Está ou estão correta (s)
Alternativas
Q4108353 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

O SELVAGEM

Saía para a balada todas as noites. Pai e mãe descabelados. Dormia até tarde. Apareceu com uma tatuagem no braço. Um desenho que não parecia fazer sentido.
— O que é, meu filho? gemeu a mãe.
— Tribal.
Logo a mãe descobriu que há “escolas ” de tatuagem tribais, étnicas, new age...
O pai quase teve um infarto. Piorou quando soube que a turminha do prédio estava se reunindo em um apartamento vazio, com três velhos colchões jogados. O porteiro dedou:
— Ficam lá, a noite toda, ouvindo música. Isso é consequência de uma sociedade que não apela para a moral do jovem.
Foram expulsos. A tia comentou:
— Se ao menos ele tivesse uma boa namorada!
Apareceu com um a candidata. Tinha piercing nas sobrancelhas. A mãe tentou se conformar.
— Até que é bonitinho!
Ela abriu a boca para agradecer. Também tinha piercing na língua!
De noite, a mãe quis aconselhar:
— Meu filho, e se sua língua ficar presa?
O rapaz olhou- a como se fosse marciana.
—Tá me tirando, mãe? Outra surpresa:
— Ah, meu filho, a traça roeu sua camiseta, está cheia de furinhos.
— Comprei assim. É lançamento. Viu a etiqueta da grife italiana. Adquirida em dez prestações no cartão!
— Você pagou tanto por uma camiseta furada!
De noite, na solidão do quarto, o pai se contorcia.
— O que vai ser desse rapaz? Prestou vestibular. Para surpresa de todos, passou. Faculdade em uma cidade próxima. Dali a alguns meses, anunciou:
— Arrumei trabalho! Alívio.
— Qual o salário?
— É voluntário. Em uma ONG para proteger os meninos de rua!
O casal fugiu para o cinema. Durante a pizza, o pai vociferava:
— Pode se dar ao luxo de ser voluntário porque tem quem o sustente! No meu tempo eu só pensava em comprar um carro novo!
A mãe refletiu. Anos a fio, trocando de carro. De casa. Seria tão bom não ter esse tipo de preocupação!
O marido insistiu. Era o caso de chamar um terapeuta. Marcaram consulta.
— Para quê? Não preciso de terapia!
—Você precisa conversar, tem de tomar rumo na vida! — explicou o pai.
A custo, foi convencido. Não sem alguma chantagem financeira.
O psicólogo o recebeu em uma sala aconchegante, com poltronas.
— Por que veio aqui? 
— Meu pai mandou. Eu mesmo não tinha a menor vontade.
Péssimo começo.
— Não costumo receber ninguém porque o pai mandou. Estudei com a sua mãe. Estou aqui como amigo. Não considere que é uma consulta.
— Meus pais não me entendem.
— Quem sabe você possa me dizer por quê.
— Eu quero qualidade de vida, sabe? Não passar o tempo todo me matando par a ter coisas. Quem sabe mais tarde vou morar numa praia. . . e trabalhar com alguma coisa de que eu goste. Sei lá, entrei numa ONG.. .
— O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta. Cabelos espetados. Atrás da aparência selvagem, reconhece seu passado. Em sua época, a juventude também fora assim. Com projetos de vida. Teve uma sensação de alegria, porque afinal. ..a juventude continuava sendo. .. a juventude.
— O que você mais quer? — perguntou.
— Dividir a vida com alguém. O mundo anda complicado, tanta doença.... Eu queria ter uma relação fixa. Eu só dela, ela só minha! Sorriu:
— Quem sabe ter um filho, mais tarde. Despediu-se do terapeuta com um abraço. O profissional ligou.
— Qual o problema do meu filho? — quis saber o pai.
— O problema é nosso, que esquecemos como fomos. E, parafraseando a música, nos tornamos como nossos pais.
— Ahn?
Quando o pai desligou, sorria. Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! Quem disse que os jovens não têm mais sonhos?

Walcyr CARRASCO. Histórias para sala de aula: crônicas do cotidiano. SP: Moderna,2010. p.107 - 110.
Analise as proposições abaixo:
I- Na frase “O terapeuta observou as tatuagens”, a palavra destacada é substantivo, paroxítona e polissílaba.
II- No período “ O mundo anda complicado, tanta doença..., o sujeito é simples e o verbo é transitivo indireto.
III- No período “O terapeuta observou as tatuagens (agora já eram cinco), o brinco ousado, a camiseta torta.”, as palavras destacadas são classificadas morfologicamente e respectivamente como substantivo, advérbio, verbo, adjetivo, substantivo e adjetivo.
IV-No período “Tudo era muito diferente, mas, no fundo, igual! O sujeito é simples e o termo destacado é uma conjunção coordenativa adversativa.
São verdadeiras:
Alternativas
Q4108327 Português

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O substantivo feminino singular que aparece no texto da charge é

Alternativas
Q4107460 Português
Analise as assertivas com V (Verdadeiro) ou F(Falso).

(__)A frase nominal: "A função social da escola" é formada por artigo definido que concorda com o substantivo comum e com adjetivo uniforme; por uma contração prepositiva imposta pela regência nominal e por um substantivo simples.
(__)O título do texto exemplifica período simples, porque a oração é absoluta escrita com sujeito simples.
(__)A sílaba "rão" da palavra "serão"" é formada por uma consoante, uma vogal nasal e uma semivogal oral.
(__)No trecho: "Quando se pensa na função social da escola" - temos oração subordinada adverbial temporal reduzida do gerúndio, uso de próclise, duas contrações prepositivas impostas pela regência nominal.
(__)A sílaba "mei" da palavra "primeira" é formada por uma consoante bilabial, uma vogal e uma semivogal.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q4105251 Português
Melhore o ambiente de trabalho com as cores certas

Por Leonardo Grandchamp


(Disponível em: https://www.jornalcontabil.com.br/melhore-o-ambiente-de-trabalho-com-a-escolhacerta-de-cores/ – texto adaptado especialmente para essa prova). 
No trecho “O amarelo pode deixar o ambiente repleto de energia”, as palavras em destaque têm função de:
Alternativas
Q4104510 Português
Em todas as opções abaixo aparecem um substantivo + um adjetivo.
Assinale a opção que apresenta o par em que o adjetivo tem valor subjetivo. 
Alternativas
Q4104506 Português
Em todas as frases a seguir há a presença da palavra coisa(s). Assinale a opção em que essa palavra foi adequadamente substituída por outra.
Alternativas
Q4103554 Português
A alternativa que possui todos os substantivos corretamente colocados no plural é 
Alternativas
Q4100037 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.

(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)


Pequeno Cidadão
Marque o verso que apresenta concordância de substantivo com adjetivo.
Alternativas
Q4100035 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O SOL E A LUA


O Sol pediu a Lua em casamento.

Disse que já a amava há muito tempo.

Desde a época dos dinossauros!

Pterodáctilos, tiranossauros.

Quando nem existia a bicicleta, nem o Velotrol.

Nem a motocicleta.

Mas a Lua achou aquilo tão estranho.

Uma bola quente que nem toma banho?

Onde eu estou? Imagine só! Tenha dó!

Pois meu coração não pertence a ninguém.

Sou a inspiração de todos os casais!

Dos grandes poetas aos mais normais.

Sai pra lá, rapaz. Você queima como fogo!

O Sol pediu a Lua em casamento.

E a Lua disse: Não sei, não sei, não sei.

Me dá um tempo. E o Sol congelou seu coração.

E 24 horas depois, o Sol nasceu, a Lua se pôs.

Ele falou com ela: "Você quer se casar comigo"?

A Lua preferiu ficar com as estrelas, deixando o Sol quente para depois.

Assim sendo, ela guardou seu próprio coração!

Mas o Astro-Rei, com todos os seus planetas.

Cometas, asteroides, Terra, Marte, Vênus, Netunos e Uranos.

Foi se apaixonar justo por ela.

Que o despreza e o deixa esperar.

Acontece que o Sol não se conformou.

Foi pedir ao vento para lhe ajudar.

Mas o vento nem sequer parou.

Pois não tinha tempo para conversar.

O Sol sem saber mais o que fazer.

Com tanto amor pra dar, começou a chorar.

E a derreter, começou a chover e a molhar.

E a escurecer.

(...)

Se a Lua não te quer, tudo bem.

Você é lindo, cara!

E seu brilho vai muito mais além.

Um dia, você vai encontrar alguém.

Que, com certeza, vai te amar também.

(O Sol e a Lua - Pequeno Cidadão - LETRAS.MUS.BR) - (Adaptado)


Pequeno Cidadão
Marque a alternativa com análise incorreta.
Alternativas
Q4095111 Português
A LÍNGUA, A FALA E AS PALAVRAS

(1º§) A língua é um instrumento de comunicação, composta por regras gramaticais que possibilitam que determinado grupo de falantes consiga produzir enunciados que lhes permitam comunicar-se e compreender-se. A língua possui um caráter social: pertence a todo um conjunto de pessoas, as quais podem agir sobre ela. Cada membro da comunidade pode optar por esta ou aquela forma de expressão. Por outro lado, não é possível criar uma língua particular e exigir que outros falantes a compreendam. Dessa forma, cada indivíduo pode usar de maneira particular a língua comunitária, originando a fala.

(2º§) A língua é uma das realidades mais fantásticas da nossa vida. Ela está presente em todas as nossas atividades. A fala está sempre condicionada pelas regras socialmente estabelecidas da língua, mas é suficientemente ampla para permitir um exercício criativo da comunicação. Um indivíduo pode pronunciar um enunciado da maneira que ele quiser, da sua forma individual.

(3º§) Nós vivemos entrelaçados pelas palavras; elas estabelecem todas as nossas relações e nossos limites, dizendo quem somos, quem são os outros, onde estamos, o que vamos fazer, o que fizemos. Nossos sonhos são povoados de palavras; todas as nossas emoções e sentimentos se revestem de palavras. O mundo inteiro é um magnífico e gigantesco bate-papo.

(FARACO, Carlos Alberto e TEZZA, Cristóvão. Prática de Texto. 10 ed. Petrópolis: Vozes, 1992. p.9 -(Adaptado.).
Marque o que NÃO se comprova na frase que dá título ao texto.
Alternativas
Q4088226 Português
No fragmento “A gratidão sincera não precisa de cerimônia e dispensa intermediários” a palavra “gratidão” é um:
Alternativas
Q4088224 Português
Assinale a alternativa em que as palavras em destaque estão classificadas CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4088218 Português
Certa vez, uma grande festa no céu reuniu muitos convidados. Naturalmente, para chegar até lá, em uma festança nas alturas, era necessário saber voar. Por isso, somente as aves poderiam participar. O sapo, porém, cismou que também iria à festa; mas, como sapo não sabe voar, foi elaborado um plano envolvendo um grande urubu.

No dia da festa, a enorme ave negra foi visitar o sapo, que a havia convidado exatamente para poder executar seu plano. À vontade, o urubu conversava entretido com a sapa. Enquanto isso, com a desculpa de ter que ir para a festa na frente, pois anda muito devagar, o sapo se enfiou sorrateiramente na viola que o urubu levaria para animar a festa. E, pacientemente, aguardou a hora de viajar.

Sem desconfiar da trama do sapo, o urubu alçou voo com a viola a tiracolo, rumo ao céu. Chegando à festa, em um momento de distração do feliz urubu, o sapo espertalhão saltou para fora da viola e surpreendeu a todos com sua presença no folguedo celeste. Durante toda a noite, divertiu-se bastante. Quando a festança chegava ao final, o maroto aproveitou a confusão e meteu-se de novo na viola do urubu, mas, cansado de esperar e impaciente para chegar logo em casa, o sapo começou a se mexer dentro da viola.

Durante o voo, um barulho estranho chamou a atenção do urubu. Percebendo que havia alguma coisa dentro da viola, imediatamente virou o instrumento de boca para baixo e, espantado, observou o sapo despencar como uma pedra das alturas. A queda foi tremenda. Um verdadeiro tombo do céu. O bicho ainda tentou voar, mas, como sapo não voa, esborrachou-se ao chão. Desde então ficou assim: boca enorme de tanto gritar, olhos esbugalhados de pavor e o corpo todo amassado, cheio de dobras e manchas, o que restou do maior tombo de sua vida.


(Adaptado de: https://dana.com.br/social/nossosprojetos/lendas-brasileiras/a-festa-no-ceu/ – Acesso em: 17/10/2022)
“Um verdadeiro tombo do céu.”

O vocábulo sublinhado no trecho acima é:
Alternativas
Q4087213 Português

Teatro


    Apesar de não existirem registros históricos do surgimento da arte do teatro, algumas hipóteses dão conta de que a arte de representar nasceu da sua própria essência, que é a mímesis (do grego mimésis), que significa imitação. Foi imitando os animais, mostrando os dentes, batendo palmas, que os humanos da Pré-história aprenderam a arte de representar. Acreditamos que assim agiam em adoração aos seus deuses, nos rituais, nas danças para o fogo ou para a chuva. Ou também como demonstração de superioridade pelo macho dominante sobre os machos do grupo, impondo respeito, medo e aceitação.



    A arte do teatro é construída pela fantasia de uma história, pela representação de um ator e pela assistência de uma pla teia. É como num jogo, muito parecido com o mundo real. Essa arte evoluiu com a humanidade. O teatro, como o conhecemos hoje, teve seus primeiros registros na Grécia Antiga.


(BELLO, Paulo. Trilha 2. Teatro. Digital arte: color. Curitiba. Adaptado.)

No trecho “Acreditamos que assim agiam em adoração aos seus deuses, nos rituais, nas danças para o fogo ou para a chuva.” (1º§), o vocábulo “adoração” significa: 
Alternativas
Q4086711 Português

Uma foca solitária


    Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas, e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.


    Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus grunhidos que pare ciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria a passar.


    Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.


(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo: Companhia das Letras, 2005. Adaptado.) 

Substantivo é a classe de palavras usada para dar nome aos seres, objetos, fenômenos, lugares, qualidades, ações, dentre outros. Considerando que, quanto ao gênero, os substantivos podem ser classificados em masculinos e femininos, trata-se de substantivo feminino transcrito do texto: 
Alternativas
Q4086400 Português
Isso é muita sabedoria


    Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição.
    Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés.
    Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido.
    Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de mais nada fazer.


(Clarice Lispector. Viver em frases. 2012.)
São palavras citadas no texto que se apresentam no feminino, EXCETO:
Alternativas
Q4085876 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
A frase “Lá estão os coqueiros” é formada pelas seguintes classes de palavras respectivamente:
Alternativas
Q4085874 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
Releia: “As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado.”
Os vocábulos exaustas e desmoronado são adjetivos. Eles se referem aos seguintes termos no texto:
Alternativas
Respostas
1901: A
1902: B
1903: D
1904: C
1905: A
1906: C
1907: E
1908: A
1909: C
1910: D
1911: C
1912: B
1913: D
1914: A
1915: C
1916: C
1917: B
1918: A
1919: D
1920: B