Questões de Concurso Sobre substantivos em português

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Q2180966 Português
Em qual das frases abaixo a palavra destacada é um substantivo que está flexionado no plural?
Alternativas
Ano: 2023 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: Prefeitura de Abreu e Lima - PE Provas: UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Alergologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Auditor | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Cardiologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Dermatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Endocrinologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Generalista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista Obstetra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Infectologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Mastologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ortopedista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Otorrinolaringologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Reumatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Pediatra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Urologista |
Q2180892 Português
Texto 02 para a questão.

REFLEXÃO SOBRE O ENVELHECER

As queixas de memória em pacientes idosos são mais insistentes em população que vive nas grandes cidades, com múltiplos estímulos e demandas. Idosos com baixa escolaridade e sexo feminino são mais atingidos com problemas cognitivos do que o contrário. Essa população convive com gerações diferentes, separadas por famílias e lares distintos e, dentro de cada lar, cada qual cuida de si. A companhia do cônjuge de mesma faixa etária passa a ser a única alternativa sob a submissão dos irmãos e filhos. A ausência do cônjuge dificulta a convivência do dependente, e um lar estranho ou a casa de um parente é a lúgubre alternativa.
Os idosos com menos de 3 anos de escolaridade têm mais propensão a demenciar do que os com maior escolaridade, embora, mesmo assim, a escolaridade não interfira na convivência do idoso com os parentes no entendimento do envelhecer, dificilmente havendo rejeição. É comum, ainda, hoje, viver mais de duas gerações em uma mesma casa: avós, filhos e netos. A convivência com o idoso é normal dentro de um contexto cultural e, quando a pessoa idosa torna-se demente, é porque não reconhece os parentes próximos e deles depende para as necessidades básicas de sobrevivência. 

MARQUES, Paulo Roberto de Brito. A Arte em conviver com a doença de Alzheimer. EDUPE. 2006. p.38-39

Observe os termos destacados em maiúscula e classifique-os numerando a segunda coluna de acordo com a primeira. Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: UPENET/IAUPE Órgão: Prefeitura de Abreu e Lima - PE Provas: UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Alergologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Auditor | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Cardiologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Dermatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Endocrinologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Generalista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ginecologista Obstetra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Infectologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Mastologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Neurologista Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Ortopedista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Otorrinolaringologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Adulto | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Psiquiatra Infantil | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Reumatologista | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Pediatra | UPENET/IAUPE - 2023 - Prefeitura de Abreu e Lima - PE - Médico Urologista |
Q2180882 Português

Texto 01 para a questão.

Chegar com alegria ao fim da vida depende de uma série de fatores, mas poucos são mais significativos do que a qualidade das relações humanas que desenvolvemos ao longo da nossa existência.

Um estudo realizado em Harvard mostrou que relacionamentos satisfatórios protegem não só a saúde física mas também o cérebro. As perdas cognitivas foram muito menores entre os participantes que tinham vínculos fortes com a família, os amigos e a comunidade. Ao buscar resposta para uma pergunta complexa – “Aos 50 anos é possível determinar fatores preditivos da boa saúde aos 80? –, os pesquisadores novamente se depararam com as relações humanas. O nível de satisfação nos relacionamentos aos 50 anos era mais decisivo para a saúde do que, por exemplo, as taxas de colesterol. “As pessoas que tinham relações mais felizes aos 50 eram também as mais saudáveis aos 80”, informa Waldinger. No outro extremo, o estudo mostrou que a solidão é tão letal quanto o tabagismo e o alcoolismo.

ARANTES, Ana Claudia Quintana. Pra vida toda valer a pena viver. Sextante. 2021.págs. 56-58. (Adaptado).



Assinale a alternativa cujo termo destacado em maiúscula está INCORRETAMENTE classificado em parênteses.
Alternativas
Q2180539 Português
Elas estão levando a cultura indígena para a universidade

Conheça quatro brasileiras que têm se destacado na área acadêmica com os saberes de seus povos

    Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum além de serem mulheres indígenas. Com carreiras acadêmicas e/ou de pesquisadoras em plena ascensão, elas almejam honrar os ancestrais, compartilhar ensinamentos de seus povos de origem e, sobretudo, contribuir para (re)contar a história dos indígenas no Brasil sob outros pontos de vista - os de quem cresceu em aldeias e entendem as lutas na pele.
    O ambiente da faculdade, para elas, é mais do que um compromisso ou uma oportunidade: é outro território que, sim, a despeito das dificuldades, também lhes pertence.

     Pietra Dolamita (Kowawa Kapukaja)
    "Eu sou o sonho dos meus ancestrais", define Pietra Dolamita/Kowawa Kapukaja, indígena da etnia Apurinã oriunda do Médio Purus, no sul do Amazonas. A fala potente expressa não só orgulho, mas gratidão pela construção de uma carreira acadêmica em várias vertentes.
     Formada em Direito pelo Universidade Católica de Pelotas (UCPel) em 2004, ela também é mestra em Antropologia Social pela mesma instituição e em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Atualmente, se dedica ao doutorado sanduíche em Antropologia Social na Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3.

       Rute Anacé
     Nascida na reserva indígena Taba dos Anacé, no Ceará, desde menina Rute, hoje com 25 anos, sabia que no futuro seria pesquisadora e concentrou todas as energias e esforços que pôde para realizar o objetivo. "Aos 17 anos, entrei no bachelarado de Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia sabendo o que queria falar, fazer e pesquisar. Para mim, a universidade sempre foi um ambiente estratégico para contar outro viés da História, um viés epistemológico da luta indígena", afirma.
       Determinada, chegou - literalmente - longe. Hoje Rute Anacé vive na Espanha, onde faz doutorado em Ciências Sociais na prestigiada Universidad de Salamanca. A fonte de sua pesquisa é o povo Anacé e sua luta por território, tema que também permeou seu trabalho de conclusão de curso da graduação.

       Naine Terena
       A ativista, educadora, artista e pesquisadora indígena do povo Terena possui um currículo invejável. Não à toa, foi convidada por Fabiano Piuba, Secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura para ser diretora de Educação e Formação Artística do MinC. "Meu plano atual é contribuir com esse campo em reconstrução", diz ela, que nasceu em Cuiabá (MT) e hoje mora em Brasília (DF).

       Kellen Natalice Vilharva (Xamiri Hu’y Rendy)
      Nascida em Japorã (MS), a bióloga faz parte da etnia Guarani Kaiowá e viveu na reserva indígena de Jaguapiru, em Dourados. Hoje mora em Campinas (SP), onde faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Sempre gostei das áreas biológicas, desde o Ensino Médio. Me identifiquei com o curso e passei na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. As áreas da Biologia são várias, o que eu gosto e trabalho hoje em dia é a Etnofarmacologia. A pesquisa que venho desenvolvendo é relacionada às plantas medicinais e à medicina tradicional do meu povo Guarani Kaiowá", conta.

(https://www.terra.com.br/nos/elas-estao-levando-a-cultura-indigena-para-auniversidade,58f31dcfb4fabf1ccb4a9219386522bcx3b2t93q.html)

Analise e assinale a opção que apresenta a respectiva classificação dos termos da citação: 


“Eu sou o sonho dos meus ancestrais”

Alternativas
Q2180509 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão:

   Festejado no dia 16 de abril, o Dia Mundial da Voz é uma data de conscientização sobre os cuidados com a voz. Entre os diferentes profissionais que utilizam a voz como ferramenta de trabalho estão os intérpretes de canções. Para celebrar essa data importante para quem vive da música, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) fez um novo levantamento sobre as canções brasileiras mais gravadas de todos os tempos.
   A primeira colocada, Garota de Ipanema, já liderava também o último levantamento, feito em janeiro de 2022. Aquarela do Brasil, de autoria de Ary Barroso, e Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, que ocupavam a segunda e terceira colocação, respectivamente, agora aparecem empatadas em segundo lugar com o mesmo número de gravações neste novo estudo. Já a terceira colocação foi assumida por Asa Branca, de Humberto Teixeira e Gonzagão.
   As alternâncias nesse ranking ocorrem a partir do cadastro de novas gravações de músicas nas associações (Abramus, Amar, Assim, Sbacem, Sicam, Socinpro e UBC) que administram o Ecad. Compositores, intérpretes, músicos, editores e produtores fonográficos se filiam a uma delas e atualizam os seus cadastros com as suas novas composições e gravações. São os dados desses titulares de música que formam o banco de dados do Ecad, um dos maiores da América Latina.
   É importante destacar que este estudo considera todas as músicas brasileiras gravadas e cadastradas pelos titulares, independentemente se foram realizadas no Brasil ou não. Isso quer dizer que uma música brasileira gravada em outro país pode fazer parte do banco de dados, desde que ela seja cadastrada.
   O Ecad, no entanto, não tem informações sobre o local da gravação, pois este dado não é obrigatório para o cadastro.
   Confira o ranking das músicas brasileiras mais gravadas de todos os tempos:

1. Garota de Ipanema

2. Aquarela do Brasil / Carinhoso

3. Asa Branca

4. Manhã de carnaval

5. Eu sei que vou te amar

6 .Corcovado / Wave

7. Chega de Saudade

8. Desafinado

9. As rosas não falam

10. Está tudo bem

(https://www.terra.com.br/diversao/musica/garota-de-ipanema-e-a-cancao-mais-gravada-nobrasil,78f80255e8ea8f4e0ce45ed29f38830fo4agle2o.html)
Analise a citação abaixo:
“É importante destacar que este estudo considera todas as músicas brasileiras gravadas e cadastradas pelos titulares, independentemente se foram realizadas no Brasil ou não.”
As palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q2180297 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Contagem Regressiva 
Por Pedro Guerra


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2023/04/contagemregressiva-clgpkea0h00ci016xj6jxo1co.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
 
Assinale a alternativa que indica a correta classe gramatical da palavra sublinhada no trecho a seguir: “Eu bem que tentei” (l. 15).
Alternativas
Q2180193 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.

Lacração 
Por Cláudio Moreno

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/claudio-moreno – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que indica a correta classe gramatical da palavra sublinhada a seguir: “Só aqui foi compreender”.
Alternativas
Q2180121 Português
Instrução: A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto está citado na questão.

Melhores chás para a saúde
 



(Disponível em: https://www.unimedcampinas.com.br/blog/viver-com-saude/melhores-chas-para-a-saude-6- opcoes-e-seus-beneficios– texto adaptado especialmente para esta prova).
O singular da expressão “todos os dias” é: 
Alternativas
Q2178822 Português

Texto CB1A1-I


    Ouvir é um sentido e uma das ações humanas mais básicas e elementares na comunicação. Essa ação é bastante relevante quando se trata de responsividade e prestação de contas no âmbito da gestão pública. Na discussão sobre o modelo ideal de ouvidoria pública, a transparência, a autonomia e a promoção da participação e do controle social são centrais. Assim, para que as ouvidorias públicas cumpram seu papel no fortalecimento da democracia participativa e no aperfeiçoamento da gestão pública, é fundamental que os ouvidores exerçam suas atribuições com autonomia e independência.

    O desenvolvimento das estruturas burocráticas do Estado gerou a necessidade de proteção de direitos dos cidadãos contra usos e abusos do poder público. A inexistência de controle efetivo e de penalidades aplicáveis aos serviços públicos enfraquece os ideais democráticos, limitando a influência dos cidadãos no funcionamento e na fiscalização das instituições do Estado e os expondo aos riscos potenciais da burocracia. Portanto, a autonomia das ouvidorias públicas está relacionada ao provimento de estruturas que possibilitem a prestação de contas à sociedade, com o objetivo de expor os erros governamentais e ativar o funcionamento das agências horizontais. Dessa forma, a ouvidoria tem o papel não de se contrapor ao órgão ou à entidade na defesa do cidadão, mas de garantir que a demanda da cidadania seja considerada e tratada, à luz das garantias constitucionais e legais, atuando no sentido de recomendar adequações necessárias ao efetivo funcionamento da administração pública.


Michelle Vieira Fernandez et alii. Ouvidoria como instrumento de participação,

controle e avaliação de políticas públicas de saúde no Brasil. Physis:

Revista de Saúde Coletiva, n.º 31, 2021 (com adaptações). 

No segundo período do primeiro parágrafo do texto CB1A1-I, o substantivo “responsividade”, criado a partir do adjetivo responsivo, veicula a ideia de capacidade de
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Q2178079 Português
Considerando-se os graus aumentativo e diminutivo, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Aumentativo. (2) Diminutivo.
(_) Pratarraz. (_) Homenzarrão. (_) Ilhota. (_) Casebre. 
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Q2177629 Português
Por que algumas seleções usam uniformes com cores
diferentes da bandeira?

   Mais do que ajudar a identificar os jogadores de um determinado país, os uniformes das seleções de futebol servem como símbolo para as suas nações e carregam a mensagem de orgulho nacional para dentro do gramado. 
    Por esse motivo, diversos países utilizam em seus_____, camisas e meiões as cores correspondentes as suas respectivas bandeiras — como é o caso do Brasil, que leva verde, azul, amarelo e branco para campo em todas as competições internacionais desde a década de 50.
    No entanto, diferente das terras _______, territórios como Holanda, Itália, Japão e Austrália não seguem a mesma lógica, usando camisas em tonalidades totalmente diferentes das vistas em suas bandeiras.
    Um dos motivos para a troca das cores é a influência da monarquia nesses países, como acontece com a Holanda que, apesar de contar com azul, branco e vermelho em sua bandeira, joga de laranja para representar a família real dos Países Baixos, os Orange-Nassau.
    O tom foi escolhido já que Orange significa Laranja, em português. Além disso, a cor e o significado da sua escolha explicam também a razão pela qual a seleção _______ é conhecida como “Laranja Mecânica”. 
(Fonte: Recreio - adaptado.)
 Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE:
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Q2177593 Português
Leia a fábula para responder a questão:

A Rã e o Boi 

    Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.
    Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
    A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
    Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
    A outra rã respondeu:
– O boi.
    A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou
Marque a opção que apresenta uma sequência de adjetivo, pronome e substantivo: 
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Q2177183 Português
O post a seguir evidencia as diferenças de vocabulário entre Brasil e Portugal. Veja e, em seguida, responda a questão.

Todas as palavras do post acima são chamadas de substantivos, porque: 
Alternativas
Q2177173 Português
Leia o texto abaixo e responda a questão: 


https://www.facebook.com/minsaude/photos/por-muito-tempo-o-diabetes-tipo-2-foi-considerada-uma-doen%C3%A7as%C3%B3-de-adultos-masc/1250610421624238/?locale2=bs_BA&paipv=0&eav=AfacB16pTfWk1IDBKiUw7q1J9ZJGrrvr1EvFMZk37VoK35xNGwQ oPF4fISZTMyJ9nHg&_rdr
Marque a opção composta de substantivo, verbo e adjetivo, respectivamente: 
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Q2176559 Português
Texto CB1A1

    Percebe-se no Brasil um persistente discurso de negativação da atividade fiscal, do Estado fiscal, ainda marcado por figuras arcaicas como a do “leão” do imposto de renda, a tão repetida expressão “carga tributária”, entre outras. Essa “demonização” do fisco em muito se justifica por uma deslegitimação do Estado brasileiro como um todo e, na seara tributária, especialmente por não sentir retorno a população em relação ao quanto é onerada. Frise-se, porém, que essa imagem negativa é, às vezes, patrocinada por quem ideologicamente julga desnecessária uma tributação nas proporções em que o Estado brasileiro vem aplicando.               
   Nesse cenário, percebe-se, com linhas mais nítidas, um fenômeno que acompanha toda a história tributária do homem: o da oposição social aos tributos, entendida aqui não como uma predisposição “natural”, “inata” dos contribuintes, mas como todo desvio que afasta o contribuinte do cumprimento de uma obrigação tributária, não sendo naturais as causas que o levam a resistir. O contribuinte resiste diante da cobrança de uma tributação ilícita; diante da cobrança ou da instituição de um tributo por um governo ou legislador ilegítimo; diante da possibilidade de se praticar uma conduta tributária menos onerosa, tendo o contribuinte a liberdade e o direito de resistir à tributação mais severa; e, no caso dos crimes contra a ordem tributária, quando apenas há a vontade livre e consciente de cometer o crime.
    A resistência fiscal, assim, tem um conteúdo que ora se distancia dos conceitos clássicos de direito de resistência (objeção de consciência, desobediência civil, greve política, direito de revolta, entre outros), ora se aproxima desses mesmos conceitos. É quando se veem na literatura, especialmente na estrangeira, expressões como “direito de resistência fiscal”, “objeção fiscal”, “desobediência fiscal”, “greve fiscal”, “revolta fiscal”, “rebelião fiscal”. Entre outras, tais expressões relacionam-se com os conceitos de “direito de resistência” e de “resistência fiscal”, tomados como dois gêneros em que algumas espécies coincidem, mas que também possuem pontos incomunicáveis.
    Com efeito, dado que seja gênero de múltiplas espécies, podem ser elencadas como modalidades de resistência fiscal: a) a resistência à cobrança de tributos ilícitos/inconstitucionais, que tem total amparo no princípio constitucional da legalidade tributária, tendo os contribuintes direito de resistir a essa tributação ilegal/inconstitucional; b) a resistência à cobrança ou à instituição de tributos que, mesmo amparados na lei e na Constituição Federal de 1988, são, porém, rechaçados pela sociedade, considerados ilegítimos pela população, ou rechaçados por camada social que se veja prejudicada com sua instituição; c) o crime tributário, que não passa de uma ofensa deliberada à lei; e d) a resistência lícita, na qual se opta por alternativa legal menos onerosa ou pela abstenção de conduta tributável.
    A história mostrou que a resistência fiscal, por mais que pareça natural e inevitável a toda realidade tributária, teve proporções menores em regimes considerados mais democráticos, uma vez que os abusos e o arbítrio das autoridades foram, em muitas sociedades, as principais causas para a recusa ao pagamento dos tributos. Verifica-se, assim, uma razão inversamente proporcional entre o quantum democrático de um regime político e a resistência social aos tributos por ele instituídos. Assim, a democracia participativa, em superação aos modelos clássicos e insuficientes da representação ou do exercício semidireto do poder, aponta para uma “relegitimação” do Estado fiscal, na qual a sociedade passa a tomar parte de espaços de decisões políticas.
    A sociedade contribuinte deve-se preocupar, portanto, no caminho a ser trilhado em direção a uma educação (para a cidadania) fiscal, não apenas com a “carga tributária”, mas com o destino das arrecadações e com os gastos públicos. Nesse sentido, já existem alguns avanços, como o da Lei n.º 12.741/2012, que obrigou, como direito básico dos consumidores, informarem-se os tributos incidentes e repassados no preço dos produtos, e os programas de educação fiscal ligados aos órgãos fiscais da União, dos estados e das capitais. Muito ainda, porém, estão alheios os cidadãos acerca do que o Estado arrecada e, mais ainda, de como gastam os governantes tais recursos, o que pode aumentar os índices de resistência fiscal na sociedade brasileira.

Isaac Rodrigues Cunha. Resistência fiscal, democracia e educação tributária: fundamentos para uma fiscalidade democrático-participativa por meio de uma “pedagogia fiscal”. Universidade Federal do Ceará, Faculdade de Direito, Programa de Pós-Graduação em Direito, Fortaleza, 2017 (com adaptações)
No segundo período do quinto parágrafo do texto CB1A1, o termo quantum classifica-se gramaticalmente como 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAFIPA Órgão: FAZPREV - PR Prova: FAFIPA - 2023 - FAZPREV - PR - Advogado |
Q2175768 Português
Leias as duas frases e analise as assertivas a seguir:
1.Meu primo da Austrália chegou. 2.Meu primo chegou da Austrália.
I.Na primeira oração há uma locução associada ao verbo "chegou", que indica o lugar onde o primo estava.
II.Na segunda oração há um adjunto adverbial associado ao verbo, e na primeira oração há um adjunto adnominal associado a um substantivo.
III.A posição das palavras nas duas orações não gerou alteração semântica dos termos.
IV.A posição das palavras nas duas orações gerou alteração sintática dos termos.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q2175548 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:

Com 102 filhos e 578 netos, ugandês fecha a fábrica e diz “não lembrar de todos”

“No começo era uma piada... mas agora é um problema”, diz Musa Hasahya Kesera, um homem de Uganda que é pai de 102 filhos. Ele admite que está cada dia mais difícil atender às necessidades da família - e até mesmo lembrar os nomes de todos.

Aos 68 anos, ele tem uma família com 12 mulheres, 102 filhos - o mais novo com menos de 10 anos e o mais velho com mais de 50 anos - e 578 netos.

Kesera se tornou uma atração em sua aldeia, Bugisa, no leste de Uganda. Mas para ele, chegou a hora de fechar a fábrica. “Já aprendi a lição com a minha atitude irresponsável, de ter tido tantos filhos dos quais não consigo cuidar”, confessa.

Sua grande família vive em uma casa muito deteriorada, com telha de zinco e vinte cabanas localizadas nas proximidades. “Com a minha saúde debilitada e menos de um hectare de terra para uma família tão grande, duas das minhas esposas foram embora porque não pude dar a elas as coisas mais essenciais, como alimentação, educação ou roupas”, conta o pai de família, desempregado.

Para evitar que a família cresça ainda mais, suas esposas tomam anticoncepcionais. Ele admite que não se cuida.

A poligamia é autorizada em Uganda. Musa Hasahya Kesera casou-se pela primeira vez em 1972, quando tinha 17 anos, em uma cerimônia tradicional. Seu primeiro filho nasceu um ano depois.

“Como éramos apenas dois filhos (na família dele), meu irmão, meus pais e meus amigos me aconselharam a casar com várias mulheres para ter muitos filhos e aumentar a riqueza da família”, explica.

Atraídos por seu status de vendedor de gado e açougueiro, vários moradores locais ofereceram a mão de suas filhas, algumas delas ainda menores de idade (prática proibida desde 1995).

Com o passar dos anos, ele não consegue mais identificar nem os próprios filhos.

“Só me lembro dos nomes do primeiro que nasceu e do último, não me lembro da maioria dos outros”, confessa, ao examinar pilhas de cadernos antigos para encontrar detalhes sobre seus nascimentos. “São as mães que me ajudam a identificá-los”, diz ele.

O homem admite que também tem dificuldade para lembrar os nomes de algumas de suas esposas. Ele precisa pedir a um de seus filhos, Shaban Magino, um professor de 30 anos, que o ajude a administrar as questões da família. Magino é um dos poucos filhos que frequentou a escola.

Para resolver as disputas, que não faltam na família, uma reunião é organizada mensalmente.

Sem comida

O povo de Bugisa vive em grande parte da agricultura, com pequenas plantações de arroz, mandioca e café, e da pecuária.

Na família de Musa Hasahya Kesera, alguns tentam ganhar dinheiro ou comida fazendo tarefas domésticas para os vizinhos ou passam o dia coletando lenha e água, muitas vezes percorrendo longas distâncias a pé.

Outros ficam em casa. As mulheres tecem esteiras ou trançam os cabelos, enquanto os homens jogam cartas à sombra de uma árvore. Quando o almoço está pronto - na maioria das vezes mandioca cozida - o pai de família sai de sua cabana e grita para os parentes entrarem na fila para comer.

“Mas quase não temos comida suficiente. Somos obrigados a alimentar os filhos uma vez, ou duas nos dias bons”, explica Zabina, a terceira esposa de Musa Hasahya Kesera, que diz que nunca teria se casado se soubesse que seu marido tinha outras esposas.

“Ele trouxe a quarta, depois a quinta e assim por diante até chegar na 12ª”, diz ela, suspirando.

Apenas sete ainda moram com ele em Bugisa. Duas saíram e três foram para outro município, a dois quilômetros de distância, porque o que a granja da família fornece não é suficiente para alimentar todo mundo.

Fonte: https://www.estadao.com.br/internacional/com-102-filhos-e-578- netos-ugandes-fecha-a-fabrica-e-diz-nao-lembro-detodos/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link&app_absent =0. Acesso em 28/03/2023
No trecho “(...) duas das minhas esposas foram embora porque não pude dar a elas as coisas mais essenciais, como alimentação, educação ou roupas” (4º parágrafo), a palavra destacada é um exemplo de:
Alternativas
Q2175499 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:

Carros da Ford voltarão sozinhos para a loja se o dono deixar de pagar

Patente registrada pela Ford permite que veículos autônomos "abandonem" seus donos em caso de inadimplência e retornem para a concessionária

A Ford norte-americana trabalha em um projeto, segundo detalhes da revista Car and Driver, de um sistema que permite aos carros da marca voltarem às lojas sozinhos, em caso de não pagamento das dívidas de seus donos.

O sistema, ativado à distância, permite ao carro "abandonar o dono", e, com isso, dirigir-se por conta própria até a casa do proprietário. A depender da situação da dívida, o carro pode voltar para a concessionária sozinho, até que se paguem as parcelas.

Esse sistema não é novidade para a montadora. Dados do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos mostram que a Ford fez o registro dessa patente em 2021, mas só agora obteve resposta. Desse modo, só assim poderá prosseguir com o desenvolvimento.

Mas é importante dizer que o sistema, que vai funcionar em carros autônomos e semiautônomos da Ford, não retoma o veículo por qualquer motivo. Alertas chegam ao motorista e, caso não gerem resposta, podem desligar itens importantes, como, por exemplo, ar-condicionado, rádio e vidros elétricos. A depender do caso, o motor também será desligado.

Aliás, caso o valor de recompra não seja o suficiente para cobrir a dívida, o carro pode até ir por conta própria para um ferro-velho. Entretanto, a tecnologia ainda está distante da realidade. Ainda é necessário avançar na melhoria dos sistemas autônomos, para que só assim seja possível retomar os veículos sem ninguém ao volante. Ou seja, ainda há um bom tempo até que os carros da Ford voltem sozinhos para as concessionárias por falta de pagamento.

Fonte: https://jornaldocarro.estadao.com.br/carros/carros-da-ford-voltaraosozinhos-para-a-loja-se-o-dono-deixar-de-pagar/. Acesso em 27/03/2023
No trecho “Dados do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos mostram que a Ford fez o registro dessa patente em 2021, mas só agora obteve resposta” (3º parágrafo), as palavras destacadas são, respectivamente:
Alternativas
Respostas
1681: B
1682: E
1683: A
1684: D
1685: A
1686: B
1687: A
1688: E
1689: C
1690: A
1691: A
1692: B
1693: A
1694: D
1695: C
1696: D
1697: B
1698: C
1699: A
1700: C