Questões de Concurso Sobre substantivos em português

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Q2156126 Português

Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere. 



Sobre o texto 04, analise as afirmativas a seguir.
I - Na terceira fala da tira, verifica-se, principalmente com o uso do substantivo “sanduba” e o adjetivo “doente”, a construção do recurso da personificação. II - Na segunda fala, o adjetivo “saudáveis” foi usado no sentido de “aquilo que faz bem à saúde”. III - Na terceira fala, a expressão “não parece doente” corresponde semanticamente a “saudáveis”, usado na segunda fala. IV - Pela segunda fala, infere-se que o personagem considera que sanduíche não é um alimento saudável. V - Pela terceira fala, infere-se que o personagem concorda que alguns sanduíches de fato não são saudáveis.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q2155792 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Texto 02 



Disponível em: https://www.google.com.br/ Acesso em: 28 jan. 2023.  

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.
I - O verbo “maratonar”, no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, no terceiro quadro, foram usados com o mesmo significado.
II - O verbo “maratonar” foi usado, no primeiro quadro, para indicar que essa ação exigiu muita resistência e muito esforço físico.
III - O sentido do verbo “maratonar”, usado no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, usado no terceiro quadro, são paradoxais segundo as falas da personagem, no terceiro e quarto quadro.
IV - O verbo “maratonar”, no sentido em que foi usado no primeiro quadro, é um neologismo, que significa “assistir a muitos episódios de uma série de uma só vez”.
V - As aspas foram usadas, no segundo quadro, para indicar que a personagem está citando esse termo, o qual foi usado pela personagem do primeiro quadro.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2155195 Português
    A riqueza e o primoroso esmero do trajar, o porte altivo e senhoril, certo balanceio afetado e langoroso dos movimentos davam-lhe esse ar pretensioso, que acompanha toda moça bonita e rica, ainda mesmo quando está sozinha. Mas com todo esse luxo e donaire de grande senhora nem por isso sua grande beleza deixava de ficar algum tanto eclipsada em presença das formas puras e corretas, da nobre singeleza, e dos tão naturais e modestos ademanes da cantora. Todavia Malvina era linda, encantadora mesmo, e posto que vaidosa da sua formosura e alta posição, transluzia-lhe nos grandes e meigos olhos azuis toda a nativa bondade do seu coração.
    Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela esperou que terminasse a última copla.     
    — Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora.
  — Ah! é a senhora?! — respondeu Isaura voltando-se sobressaltada.
      — Não sabia que estava aí me escutando.
   — Pois que tem isso?... continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses outra coisa; porque é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?...
    — Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar...
    — Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?...
     — Porque me faz lembrar da minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa cantiga, não a cantarei mais.
     — Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz, vítima de senhores bárbaros e cruéis. Entretanto passas aqui uma vida que faria inveja a muita gente livre. Gozas da estima dos teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço.

(A Escrava Isaura, de Bernardo Guimarães. Fragmento.) 
No trecho [...] “ah! não devo falar [...]” (7º§), a classificação morfológica dos termos destacados corresponde, respectivamente, a 
Alternativas
Q2154380 Português
Estratégias para um estudo mais produtivo e realizador 

10.png (771×791)
Por Alfredo Freitas

(Disponível em: blog.ambra.education/beneficios-de-estudar/– texto adaptado especialmente para esta prova).
São palavras primitivas retiradas do texto:
I. Mesa. II. Capacidade. III. Aprendizado.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q2144661 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que é inflamação e como atua o sistema imunológico

As inflamações estão associadas à dor de uma lesão ou às doenças que ela pode causar, mas elas são parte importante da reação imunológica.

De forma geral, o termo "inflamação" designa todas as atividades do sistema imunológico que ocorrem quando o corpo tenta combater infecções reais ou potenciais, eliminando moléculas tóxicas ou recuperando-se de lesões físicas.

Existem cinco sinais físicos clássicos da inflamação aguda: calor, dor, vermelhidão, inchaço e perda da função. Inflamações fracas podem nem mesmo produzir sintomas perceptíveis, mas o processo celular subjacente é o mesmo.

Vejamos o caso de uma picada de abelha por exemplo. O sistema imunológico age como uma brigada militar com uma ampla variedade de armas no seu arsenal.

Depois de detectar as toxinas, as bactérias e a lesão física causada pela picada, o sistema imunológico envia diversos tipos de células imunológicas para o local atacado pela abelha. Estas incluem as células T, células B, macrófagos e neutrófilos, entre outras.

As células B produzem anticorpos. Esses anticorpos matam as bactérias da ferida e neutralizam as toxinas da picada. Já os macrófagos e neutrófilos envolvem-nas e as destroem. E as células T não produzem anticorpos, mas matarão células infectadas por vírus para evitar a difusão viral.

Além disso, essas células imunológicas produzem centenas de tipos de moléculas denominadas citocinas, que ajudam a combater ameaças e reparar danos do corpo. Mas, como em um ataque militar, as inflamações trazem efeitos colaterais.

Os mediadores que ajudam a matar as bactérias também matam células saudáveis. Outras moléculas mediadoras similares causam vazamento dos vasos sanguíneos, gerando acúmulo de fluidos e o fluxo de mais células imunológicas.

Esses danos colaterais são o motivo do desenvolvimento de inchaços, vermelhidão e dores em volta de uma picada de abelha ou de uma injeção.

Quando o sistema imunológico elimina uma infecção ou invasor externo, diferentes partes da reação inflamatória assumem e ajudam a reparar o tecido lesionado.

Depois de alguns dias, o corpo neutraliza o veneno da picada, elimina eventuais bactérias invasoras e cura qualquer tecido que tenha sido afetado.

https://www.bbc.com/portuguese/geral-63901846. Adaptado.
Depois de alguns dias, o corpo neutraliza o veneno da picada, elimina eventuais bactérias invasoras e cura qualquer tecido que tenha sido afetado.
Assinale a opção que contenha um adjetivo e um substantivo, nesta ordem.
Alternativas
Q2135336 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, para responder à questão.


2º Campeonato de Pipas reuniu famílias em dia especial na Serra de Santa Helena, em Sete Lagoas

Foi um dia especial, com direito a oficinas de pipas e slime, super-heróis, feira de adoção de animais, distribuição de picolés, exposição de cerol apreendido pela Guarda, doação de brinquedos, espaço kids, música e muita alegria.

O céu da Serra de Santa Helena se encheu de um colorido especial na manhã de quarta-feira, 12 de outubro, Dia das Crianças. O 2º Campeonato de Pipas de Sete Lagoas, realizado pela Prefeitura e pela Gellak, reuniu pais, mães e filhos em um dia especial, com direito a oficinas de pipas e slime, super-heróis, feira de adoção de animais, distribuição de picolés, exposição de cerol apreendido pela Guarda, doação de brinquedos, espaço kids, música e muita alegria.

O participante Carlos Henrique de Carvalho não escondeu a alegria ao ver seu filho Ramon, de 7 anos, entre os vencedores da competição. “O evento está sendo maravilhoso, cheio de expectativas boas. São tantas atrações divertidas, muita criança, tiramos fotos com os super-heróis e ainda fomos contemplados com o 3º lugar nesse torneio. Na minha infância, não tinha evento desse tipo. Está bem bacana esse evento”, afirmou. Já Karolayne da Silva, de 9 anos, levou o primeiro lugar na categoria 9 a 12 anos. “Foi muito bom. Meus pais me ajudaram a noite toda a fazer a pipa. Valeu a pena ter participado. Ano que vem estaremos aqui de novo”, comemorou.

[...]

Disponível em: https://bityli.com/XBPHkkSa. Acesso em: 15 out. 2022 (adaptado).

Assinale a alternativa em que o termo destacado não é um substantivo.
Alternativas
Q2135207 Português
Uma língua de 'étes' e 'êtes'

Ruy Castro*


Outro dia, na televisão, alguém falou de uma pancadaria envolvendo pessoas munidas de cassetete. Como sói, o pau quebrou. Só que o apresentador pronunciou-o "cassetête", com o "e" fechado. Embatuquei: não se diz "cassetéte", com o "e" aberto? Fui ao Aurélio e li: "Cassetete [téte]. Cacete curto, de madeira ou de borracha, usado pela polícia". Como o Aurélio não falha, temos então que é "cassetéte", não "cassetête".


Acontece com frequência. Toda língua comporta essas discrepâncias, que se explicam pela origem ou índole de certas palavras. Certa vez, um amigo meu, o jornalista Fernando Pessoa Ferreira, disse que precisava passar na farmácia para comprar cotonete ‒ que ele pronunciou "cotonête". Corrigi-o: "É ‘cotonéte’, Fernando". Coerente com seu raciocínio, ele não deixou a bola cair: "E você também fala ‘sabonéte’?".


Se dois falantes da mesma língua se confundem com a pronúncia de certas palavras, como fica um pobre estrangeiro aprendendo a falar português? Como explicar-lhe que tapete se pronuncia "tapête", mas topete é "topéte"? E que canivete é "canivéte", mas estilete é "estilête"? E que sorvete é "sorvête", mas chiclete é "chicléte"?


É frete, mas é "bilhête", "pivéte" e "foguête", "vedéte" e "lembrête", "dezesséte" e "gabinête", "giléte" e "macête", "enquéte" e "balancête", "patinéte" e "alfinête", "trompéte" e "tamborête", "boféte" e "rabanête". E são "banquête", "paquête" e "joanête", não "banquéte", "paquéte" e "joanéte". Mas vá a gente dizer isso ao gringo.


Em estudante, tomei de cassetete da polícia nas violentas passeatas contra a ditadura aqui no Rio. Menos mal que era de borracha. Podia ser pior, se fosse "cassetête". 

*Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, Opinião, 15 jan. 2023, p. A2. Adaptado.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre o texto.

( ) O termo destacado no período Em estudante, tomei de cassetete da polícia nas violentas passeatas contra a ditadura aqui no Rio.” pertence ao campo lexical da palavra “polícia”; já os vocábulos “abundância” e “excesso” são substantivos do mesmo campo semântico de “Rio”.
( ) O trecho “Fui ao Aurélio e li: "Cassetete [téte]. Cacete curto, de madeira ou de borracha, usado pela polícia.", sinaliza a articulação de um discurso metalinguístico que ratifica a postura infamante do autor em torno da palavra “cassetete”, cuja explicação se encontra, como afirma, em um dicionário.
( ) A frase “Toda língua comporta essas discrepâncias, que se explicam pela origem ou índole de certas palavras.” permite inferir, entre outros aspectos, que a língua é um elemento de comunicação e de interação; não é um produto pronto, acabado; por isso, deve-se levar em conta o caráter mutável, concreto, dinâmico e polissêmico das palavras.
( ) A lexia “pobre” na passagem “...como fica um pobre estrangeiro aprendendo a falar português?" apresenta sentido literal e, se empregada em outros contextos, causa prejuízo semântico; além disso, caso seja grafada posposta ao substantivo que acompanha, não traz prejuízo para o sentido pretendido, pois possui significado imutável.
( ) O texto é uma crônica histórica, gênero textual que apresenta, em sua majoritariedade, o emprego da linguagem formal, embora traga marcas pontuais da variante informal, como, por exemplo, em “Certa vez, um amigo meu, o jornalista Fernando Pessoa Ferreira, disse que precisava passar na farmácia para comprar cotonete ”.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é: 
Alternativas
Q2131441 Português

Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 02


Disponível em: https://www.google.com.br/ Acesso em: 28 jan. 2023. 

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.
I - O verbo “maratonar”, no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, no terceiro quadro, foram usados com o mesmo significado.
II - O verbo “maratonar” foi usado, no primeiro quadro, para indicar que essa ação exigiu muita resistência e muito esforço físico.
III - O sentido do verbo “maratonar”, usado no primeiro quadro, e o substantivo “maratona”, usado no terceiro quadro, são paradoxais segundo as falas da personagem, no terceiro e quarto quadro.
IV - O verbo “maratonar”, no sentido em que foi usado no primeiro quadro, é um neologismo, que significa “assistir a muitos episódios de uma série de uma só vez”.
V - As aspas foram usadas, no segundo quadro, para indicar que a personagem está citando esse termo, o qual foi usado pela personagem do primeiro quadro.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2130755 Português
Para Chantelle Brown, as empresas que esperam que seus funcionários trabalhem cinco dias por semana no escritório arriscam-se a perder talentos.
Assinale a opção que contenha o número de substantivos.
Alternativas
Q2130389 Português
Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Texto 04

Disponível em: https://www.google.com.br. Acesso em: 28 jan. 2023. 
Sobre o texto 04, analise as afirmativas a seguir.
I - Na terceira fala da tira, verifica-se, principalmente com o uso do substantivo “sanduba” e o adjetivo “doente”, a construção do recurso da personificação.
II - Na segunda fala, o adjetivo “saudáveis” foi usado no sentido de “aquilo que faz bem à saúde”.
III - Na terceira fala, a expressão “não parece doente” corresponde semanticamente a “saudáveis”, usado na segunda fala.
IV - Pela segunda fala, infere-se que o personagem considera que sanduíche não é um alimento saudável.
V - Pela terceira fala, infere-se que o personagem concorda que alguns sanduíches de fato não são saudáveis.

Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2130317 Português
       A erva-de-santa-maria é nativa da América do Sul e da América Central e apresenta uma série de propriedades curativas, sendo utilizada também na alimentação. A planta herbácea se apresenta em forma de pequenos arbustos que nascem nos mais diversos terrenos.
          É uma planta perene que pode atingir até 1 metro de altura, tendo folhas simples e de coloração verde-escura ou verde-clara com flores pequenas e também esverdeadas. Os frutos são pequenos, esféricos e pretos, e o cheiro da planta é bastante forte e característico.
     O nome científico é Chenopodium ambrosioides L, mas é popularmente conhecida como epazote, mastruço mastruz, lombrigueira, chá-do-méxico ou ambrósia-do-méxico No sul do Brasil, o nome “mastruço” se refere a outra planta, a Coronopus didymus L.  


Disponível em: <https://summitagro.estadao.com.br/noticias-do-campo/erva-de-santa-maria-para-que-serve-e-como-utilizar/>. Acesso em: 26 fev. 2023.


Os vocábulos Central, verde-escura e chá-do-México, destacados no texto, são, respectivamente 

Alternativas
Q2130293 Português
Muitos gerentes abarrotam seus funcionários com tarefas que não fazem sentido, só para mantê-los trabalhando.
A expressão que contém um pronome indefinido e um substantivo é
Alternativas
Q2130150 Português
Comer comida queimada faz mal à saúde?


Em 2002, cientistas da Universidade de Estocolmo, na Suécia, descobriram que é aconselhável raspar os pedaços queimados da sua torrada.

Eles descobriram que uma substância chamada acrilamida forma-se quando aquecemos certos alimentos - incluindo batatas, pão, biscoitos, cereais e café - a mais de 120°C e o açúcar dos alimentos reage com o aminoácido asparagina. Este processo é conhecido como a reação de Maillard, que faz com que o alimento adquira a coloração marrom e gere aquele sabor característico de "coisa queimada".

A acrilamida também aumenta o risco de câncer em seres humanos, especialmente em crianças, segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. De acordo com os cientistas, a acrilamida é neurotóxica para nossa espécie, o que significa que ela afeta o sistema nervoso. A causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas uma das teorias é que esta substância ataca proteínas estruturais nas células nervosas e inibe sistemas anti-inflamatórios que protegem essas células contra lesões.

Já se demonstrou que seus efeitos tóxicos são cumulativos, ou seja, consumir pequenas quantidades de acrilamida por um longo período de tempo aumenta o risco de que ela prejudique órgãos com o passar do tempo.

Mais especificamente, estudos com animais mostraram que a exposição a longo prazo à acrilamida na alimentação aumenta o risco de doenças neurodegenerativas, como a demência. E ela também está associada a distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças, segundo Federica Laguzzi, professora de epidemiologia nutricional e cardiovascular do Instituto de Medicina Ambiental Karolinska, na Suécia.

A acrilamida atravessa todos os tecidos, incluindo a placenta, pois tem baixo peso molecular e é solúvel em água", explica Laguzzi. A professora encontrou relação entre a maior ingestão de acrilamida por mulheres grávidas e menor peso, circunferência da cabeça e comprimento dos bebês na hora do parto.

Estudos de laboratório com ratos também encontraram resultados entre a ingestão de acrilamida e câncer nas glândulas mamárias, na glândula tireoide, nos testículos e no útero, o que comprova um processo hormonal. Mas isso não significa, necessariamente, que os riscos sejam idênticos em seres humanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckmd30dn5j2o. Adaptado.
A acrilamida também aumenta o risco de câncer em seres humanos.
O número de substantivo na frase é de:
Alternativas
Q2130148 Português
Comer comida queimada faz mal à saúde?


Em 2002, cientistas da Universidade de Estocolmo, na Suécia, descobriram que é aconselhável raspar os pedaços queimados da sua torrada.

Eles descobriram que uma substância chamada acrilamida forma-se quando aquecemos certos alimentos - incluindo batatas, pão, biscoitos, cereais e café - a mais de 120°C e o açúcar dos alimentos reage com o aminoácido asparagina. Este processo é conhecido como a reação de Maillard, que faz com que o alimento adquira a coloração marrom e gere aquele sabor característico de "coisa queimada".

A acrilamida também aumenta o risco de câncer em seres humanos, especialmente em crianças, segundo a Autoridade Europeia de Segurança Alimentar. De acordo com os cientistas, a acrilamida é neurotóxica para nossa espécie, o que significa que ela afeta o sistema nervoso. A causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas uma das teorias é que esta substância ataca proteínas estruturais nas células nervosas e inibe sistemas anti-inflamatórios que protegem essas células contra lesões.

Já se demonstrou que seus efeitos tóxicos são cumulativos, ou seja, consumir pequenas quantidades de acrilamida por um longo período de tempo aumenta o risco de que ela prejudique órgãos com o passar do tempo.

Mais especificamente, estudos com animais mostraram que a exposição a longo prazo à acrilamida na alimentação aumenta o risco de doenças neurodegenerativas, como a demência. E ela também está associada a distúrbios do neurodesenvolvimento em crianças, segundo Federica Laguzzi, professora de epidemiologia nutricional e cardiovascular do Instituto de Medicina Ambiental Karolinska, na Suécia.

A acrilamida atravessa todos os tecidos, incluindo a placenta, pois tem baixo peso molecular e é solúvel em água", explica Laguzzi. A professora encontrou relação entre a maior ingestão de acrilamida por mulheres grávidas e menor peso, circunferência da cabeça e comprimento dos bebês na hora do parto.

Estudos de laboratório com ratos também encontraram resultados entre a ingestão de acrilamida e câncer nas glândulas mamárias, na glândula tireoide, nos testículos e no útero, o que comprova um processo hormonal. Mas isso não significa, necessariamente, que os riscos sejam idênticos em seres humanos. 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckmd30dn5j2o. Adaptado.
A causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas uma das teorias é que esta substância ataca proteínas estruturais nas células nervosas.
Assinale a expressão que contenha um substantivo e dois adjetivos.
Alternativas
Q2129765 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 a seguir para responder à questão que a ele se refere.


Texto 04 


Disponível em: https://www.google.com.br. Acesso em: 28 jan. 2023.

Sobre o texto 04, analise as afirmativas a seguir.
I - Na terceira fala da tira, verifica-se, principalmente com o uso do substantivo “sanduba” e o adjetivo “doente”, a construção do recurso da personificação.
II - Na segunda fala, o adjetivo “saudáveis” foi usado no sentido de “aquilo que faz bem à saúde”.
III - Na terceira fala, a expressão “não parece doente” corresponde semanticamente a “saudáveis”, usado na segunda fala.
IV - Pela segunda fala, infere-se que o personagem considera que sanduíche não é um alimento saudável.
V - Pela terceira fala, infere-se que o personagem concorda que alguns sanduíches de fato não são saudáveis.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q2129246 Português
Leia o texto a seguir

Reembolso: em quais situações o consumidor tem direito e como solicitar

Apesar de ser um direito disponível para todos os consumidores, poucas pessoas conhecem as regras por trás do ressarcimento nas compras

   Com tantos produtos e serviços sendo vendidos diariamente, a insatisfação de parte dos consumidores é algo iminente. Em algumas ocasiões, o produto recebido por uma compra pela internet não é tão agradável quanto em seu anúncio, apresentou algum defeito de fábrica ou apenas não serve para o consumidor, como é o caso de uma peça de roupa, por exemplo. Situações como estas são comuns, ainda mais levando em consideração que apenas o varejo (tradicional e digital) movimenta centenas de bilhões de reais todo ano.

As decepções são tão comuns, que apenas em 2021 os Institutos de Defesa do Consumidor (Procons) registraram um total de 1.823.797 de atendimentos no Brasil todo, dados que foram divulgados pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom).

Quanto às reclamações especificamente sobre produtos comprados pela internet, em 2021, o Procon-SP registrou um número de reclamações 535% maior se comparado com o ano de 2019, um total de 498.877 queixas.

Mas, afinal, o que buscam os consumidores com as reclamações?

Quando um consumidor se sente insatisfeito com o produto ou serviço contratado e busca solucionar o problema, ele pode recorrer a um reembolso, que terá a sua quantia gasta ressarcida.
[...]

Porém, apesar do reembolso ser uma possibilidade para todos os consumidores, existem pessoas que ainda não estão cientes dessa possibilidade e outras que não sabem em quais situações elas podem solicitar esse direito.

Foi pensando nisso que a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (PROTESTE) divulgou um guia rápido que explica em quais situações a opção de ter o dinheiro ressarcido está disponível, qual a quantia acordada da compensação e em que ocasiões as companhias são obrigadas a ressarcir o consumidor ou não.

Em quais ocasiões o ressarcimento é possível?

O primeiro ponto a ser destacado é de que, no caso de uma compra pela internet ou por telefone, dado que o consumidor tenha entrado em contato com a loja no prazo de 7 dias depois do recebimento do produto, o cliente tem o direito de desistir da compra e receber o valor gasto de volta.

Quando a compra é realizada em uma loja física, o fornecedor não é obrigado a devolver o dinheiro, uma vez que o CDC entende que o consumidor teve a possibilidade de olhar, provar ou experimentar o produto ou serviço.

Fonte: https://exame.com/invest/minhas-financas/reembolso-quais-situacoes-oconsumidor-tem-direito-e-como-solicitar/. Acesso em 30/12/2022
No trecho “Em algumas ocasiões, o produto recebido por uma compra pela internet não é tão agradável quanto em seu anúncio” (1º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente classificadas como: 
Alternativas
Q2129100 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Nelson Rodrigues, para responder a questão.

“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de Nelson Rodrigues, com adaptações).
Na oração “o canalha é o pior solitário”, é termo “pior” pode ser classificado como um: 
Alternativas
Q2129097 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Nelson Rodrigues, para responder a questão.

“Um dos momentos mais patéticos da minha infância foi quando ouvi alguém chamar alguém de ‘canalha’. Note-se: era a primeira vez. Teria eu que idade? Cinco anos, talvez. Ou menos. Vá lá: cinco anos. E me encolhi de espanto. Minto: de medo. Foi medo e não espanto. Para mim, uma palavra estava nascendo, era o nascimento de uma palavra. Paro de escrever. Por um momento, repito para mim mesmo: ‘Canalha, canalha!’. O som ainda me fascina como na infância. E pergunto a mim mesmo se ‘o canalha’ é uma dimensão obrigatória de cada um. Pode haver alguém que não tenha um mínimo de canalha? Um santo, talvez, ou nem isso. Disse, não sei quem, que há santos canalhas. Eis o que eu queria dizer: o medo dos cinco anos perdura em mim até hoje. Ainda agora me pergunto se alguém tem o direito de chamar um semelhante de canalha. Poderão dizer que ‘idiota’ é um insulto equivalente. Ilusão. Vi um sujeito ser chamado de ‘idiota’. Retrucou ao outro: ‘Idiota é você!’. E o incidente morreu aí. Dez minutos depois, os dois ‘idiotas’ estavam, na esquina, bebendo cerveja. O sujeito pode ser idiota e, como tal, beber cerveja. Não há entre o idiota e a cerveja. Mas ninguém pode ser canalha. A simples palavra constrói uma solidão inapelável e eterna. Eis o que eu queria dizer: o canalha é o pior solitário”. (Os falsos canalhas, de Nelson Rodrigues, com adaptações).
Marque a alternativa que indica uma palavra, extraída do texto, que seja do gênero feminino.
Alternativas
Q2128939 Português
Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder a questão.

“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).
No trecho “começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha”, o termo “impertinentemente” pode ser classificado como:
Alternativas
Q2128838 Português
Leia atentamente o texto a seguir, escrito pelo cronista brasileiro Paulo Mendes Campos, para responder a questão.

“Bar é um objeto que se gasta como camisa, isto é, depois de certo tempo de uso é sempre necessário comprar uma camisa nova e mudar de bar. É preciso escolher bem o nosso bar, pois tão desagradável quanto tomar um bonde errado é tomar um bar errado. O homem que toma o bar errado pode gerar sérios aborrecimentos ou ser a vítima deles. Não escrevo este artigo no bar. Não entendo pessoas que bebem para escrever. A bebida consola; o homem bebe; logo, o homem precisa ser consolado. A dramaticidade fundamental do destino é o penhor dos fabricantes do veneno. Porque o álcool é um veneno mortal. Um veneno mortal que consola e... degrada o homem. Mas outro escritor católico, o gordo, sutil e sedento G. K. Chesterton, nega que o álcool degrade o homem: o homem degrada o álcool. Chesterton foi um louco que perdeu tudo, menos a razão; é claro, por isto mesmo, que a criatura humana é o princípio da degradação de todas as coisas sobre a Terra. O álcool é inocente. Só um típico alcoólico anônimo seria incapaz de entender a inocência do álcool e a inescrutável malícia dos homens. O homem bebe para disfarçar a humilhação terrestre; para ser consolado; para driblar a si mesmo; o homem bebe como o poeta escreve seus versos, o compositor faz uma sonata, o místico sai arrebatado pela janela do claustro, a adolescente adora cinema, o fiel se confessa, o neurótico busca o analista. Quem foge de si mesmo se encontra. Quem procura encontrar-se, se afasta de si mesmo. Não é paradoxo, é o imbricamento da natureza humana. E esta é uma espiral inflacionária cuja moeda, em desvalorização permanente, é a nossa precária percepção da realidade. Somos inflacionados pelo nosso próprio vazio: a reação nervosa da embriaguez parece encher-nos ou pelo menos atenuar a presença do espírito desesperado dentro do corpo perfeitamente disposto a possuir os bens terrestres e gozá-los. Espírito e corpo não se entendem: o primeiro conhece exaustivamente a morte, enquanto o segundo é imortal enquanto vive. Daí, essa tocata e fuga a repetir-se indefinidamente dentro de cada ser humano, este desequilíbrio que nos leva ao bar, à igreja, ao consultório do analista, às alcovas sexuais, à arte, à ciência, à ambição de mando e dinheiro, a tudo. As fugas e fantasias da natureza humana são tantas, e tão arraigadas, que se confundem com a própria natureza humana. Não seria possível definir o homem como um animal que nasce, alimenta-se, pensa, reproduz e morre; o que interessa no homem é o que sobra; o fundamental nele é o supérfluo. É preciso beber. A natureza deu-nos a embriaguez natural do sono. Oito horas de sono não bastam. É preciso estar bêbedo – de vinho, poesia, religião. É preciso estar bêbedo de todas as mentiras vitais (a expressão é de Ibsen): de poder, de luxo, de luxúria, de bondade, de satanismo, de idealismo, de Deus, de violência, de humildade, de loucura, de qualquer coisa. O álcool é tão só a modalidade primária e comum da embriaguez. O bar é a primeira instância da causa do homem”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).
Na oração “É preciso escolher bem o nosso bar”, o termo “bem” pode ser classificado como: 
Alternativas
Respostas
1601: E
1602: D
1603: B
1604: A
1605: B
1606: A
1607: E
1608: D
1609: B
1610: E
1611: C
1612: C
1613: C
1614: B
1615: E
1616: D
1617: B
1618: B
1619: A
1620: C