Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
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O trecho, acima, foi extraído do texto “O que é um Ecossistema e um Bioma” publicado em “O Eco” Com base nesse trecho, as palavras sublinhadas foram empregadas, respectivamente, como:
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A palavra “SANGUE”, na campanha acima, pertence a classe gramatical:
I.O maior terreiro de Candomblé ficava aqui perto.
II.O período de escravidão é algo que a gente não deveria esquecer jamais.
III.O local tem a marca de ser um espaço onde sonhos foram interrompidos.
IV.Estima-se que desembarcaram aqui cerca de 1 milhão de pessoas escravizadas.
V.A região conta com o Cais do Valongo, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio?
A respeito das classes gramaticais, pode-se afirmar que:
I. Neste trecho: “se me parece bom ou se está de acordo com minhas crenças, então é verdadeiro”, todos os verbos são de ligação.
II. Em “...influenciam todos os espectros do campo ideológico”, o termo destacado é um substantivo.
III. No trecho: “A palavra se refere a uma época em que os fatos objetivos têm menos influência e importam menos que os apelos às emoções e às crenças pessoais”, dos termos em destaque apenas o primeiro é um artigo.
IV. Em “...que os apelos às emoções e às crenças pessoais”, o vocábulo em destaque é um pronome pessoal.
I.A culinária capixaba é famosa pelos pratos à base de frutos do mar, como moqueca e bobó.
II.Vitória, a capital do Espírito Santo, é uma cidade encantadora, com seu centro histórico preservado e sua vista deslumbrante da Baía de Vitória.
III.As montanhas do interior capixaba oferecem paisagens exuberantes e clima ameno, ideais para o ecoturismo e a prática de esportes radicais.
IV.A economia do Espírito Santo é diversificada, com destaque para a indústria de celulose, a produção de café e a exploração de petróleo e gás.
V.O Espírito Santo é conhecido por suas belas praias, como a Praia de Guarapari e a Praia da Costa.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo próprio?
Coluna 01:
(__)As flores desabrocharam em cores vibrantes. (__)As crianças brincaram animadamente. (__)O pássaro cantou melodiosamente ao amanhecer. (__)Os livros foram empilhados ordenadamente nas prateleiras.
Coluna 02:
I.Substantivo singular. II.Substantivo plural.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o número do substantivo presente em cada afirmativa. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
I.Ela comprou rosas vermelhas para decorar a sala.
II.A equipe de futebol comemorou a vitória no campeonato.
III.O bando de pássaros voava em perfeita sincronia pelo céu.
IV.Ele gostava de observar o movimento das ondas do mar ao entardecer.
Em quais das afirmativas lidas há o emprego de um substantivo coletivo?
Considerando a frase “Semanalmente, os professores corrigem as atividades dos seus alunos”, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as palavras retiradas da frase às suas respectivas classes gramaticais.
Coluna 1
1. Artigo.
2. Advérbio.
3. Pronome.
4. Substantivo.
Coluna 2
( ) Semanalmente.
( ) Os.
( ) Atividades.
( ) Seus.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O gênero dos substantivos refere-se à classificação das palavras de acordo com características gramaticais que indicam o sexo dos seres e objetos a que se referem. Em português, os substantivos podem ser classificados em gênero masculino e feminino. O gênero dos substantivos pode ser determinado por características naturais (biológicas), como o sexo dos seres vivos, ou por convenções linguísticas, como a atribuição de gênero a objetos e conceitos abstratos.
Destaque a alternativa em que há um substantivo comum de dois gêneros:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que o umbigo tem a dizer sobre sua saúde
Para alguns, esta parte do corpo é motivo de pesadelos, já que a onfalofobia, ou seja, o medo de umbigos, é uma condição real. Para outros, é uma espécie de "acessório" de moda, que pode ser exibido com uma blusa curta ou realçado com um piercing.
O cordão umbilical é cortado no nascimento, deixando apenas um pequeno coto que murcha progressivamente, caindo uma ou duas semanas depois. O que resta, na maioria dos casos, é uma pequena depressão enrugada. Isso se você tiver um umbigo para dentro, como a maior parte das pessoas tem. A partir deste momento, ele parece redundante, servindo apenas para acumular poeira e penugem.
Mas não é só isso. A realidade é que seu umbigo tem mais profundidade do que apenas alguns milímetros. Ele é um ponto de acesso para os vasos sanguíneos que transportam sangue para o feto, saindo da placenta e passando pelo cordão umbilical, revestidos de uma geleia, um tecido conjuntivo gelatinoso contido no cordão que os isola e protege.
Normalmente, há três vasos sanguíneos dentro do cordão. Aquele que transporta oxigênio e nutrientes para o feto é a veia umbilical. Ela passa pelo umbigo e alimenta a circulação fetal em desenvolvimento. Há também duas artérias umbilicais, embora estas transportem sangue desoxigenado e resíduos, fluindo na outra direção de volta à placenta.
Esta circulação não é necessária após o nascimento do bebê e, uma vez desconectados da placenta, os vasos umbilicais se fecham naturalmente.
Mas o pequeno coto que resta no corpo do bebê ainda pode ser útil por um curto período de tempo, especialmente em recém-nascidos que não estão bem. É possível inserir acessos ali e usá-los para infusões de medicamentos, ou coletar amostras de sangue para exames.
O umbigo é um portal na parede do abdômen. Um fato pouco conhecido é que, durante o desenvolvimento embrionário, os intestinos precisam sair da cavidade abdominal devido ao espaço limitado, mas voltam ao seu lugar algumas semanas depois. Eles fazem isso por meio do umbigo, passando pelo cordão umbilical.
Como resultado, o umbigo não é apenas um ponto de acesso, mas um ponto fraco. Uma hérnia umbilical pode ocorrer se uma parte do intestino se projetar por qualquer abertura, algo que pode exigir uma operação de correção.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx030zzyplvo. adaptado.
Para alguns, esta parte do corpo é motivo de pesadelos, já que a onfalofobia, ou seja, o medo de umbigos, é uma condição real. Para outros, é uma espécie de acessório de moda, que pode ser exibido com uma blusa curta ou realçado com um piercing.
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatica
Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.
Como surgiu a expressão "Era uma vez" usada nos contos de fadas?
A expressão “Era uma vez…” convida leitores e ouvintes – crianças, jovens, adultos e idosos – a adentrar o mundo da imaginação. Conhecida e utilizada para introduzir histórias orais e escritas, hoje mais frequentemente as destinadas a crianças, a expressão indica tempo propositalmente vago e impreciso, como forma de marcar o caráter ficcional da narrativa, convidando o leitor/ouvinte a soltar a imaginação.
Em língua francesa, registra-se o uso da expressão, pela primeira vez, pelo escritor e poeta Charles Perrault (1628–1703), no conto Les souhaits ridicules (“Os desejos ridículos”), de 1694, incluído na edição de 1871 de sua obra mais famosa, Histoires ou contes du temps passé, avec des moralités (“Histórias ou contos do tempo passado com moralidades”), conhecidos como Les contes de la mêre l'Oye (“Contos da mamãe Gansa”).
A expressão “era uma vez” e suas variantes, como “houve um tempo”, tornaram-se fórmula e chave mágica também utilizada por outros escritores daquela época, como Madame d'Aulnoy, na França, e do século seguinte, como Jeanne-Marie Leprince de Beaumont, na França, Dorothea Viehmann (1755– 1815), na Alemanha – a contadora de histórias que se tornou fonte de referência para os famosos contos dos irmãos Jacob Ludwing Carl Grimm e Wilhelm Carl Grimm – e Hans Christian Andersen, na Dinamarca.
Em língua inglesa, a expressão correspondente Once upon a time e variantes têm origem no século 14, com o poema Sir Ferumbras, da canção de gesta – poema épico medieval francês, celebrando os feitos de heróis e escrito para ser declamado – sobre a época do rei Carlos Magno, e com The Canterbury Tales (“Contos da Cantuária”) do escritor e filósofo inglês Geoffrey Chaucer. Indicam, ainda, que a expressão como a conhecemos existia desde cerca do ano de 1600, tendo sido consolidada pelas narrativas de Perrault, seguido dos irmãos Grimm e de Andersen, alcançando rápida popularidade e tradução em outros países. E há também os que indicam a existência de histórias similares há mais de 6 mil anos.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/06/como-surgiu-a-expressao-era-umavez-usada-nos-contos-de-fadas.ghtml (adaptado).
Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical.