Questões de Concurso
Sobre substantivos em português
Foram encontradas 4.410 questões
Quanto aos coletivos, numere a segunda coluna de acordo com a primeira. Assinale a sequência correta de cima para baixo.
Coluna 1 Coletivos
1. ramalhete
2. elenco
3. fauna
4. flora
5. constelação
Coluna 2 Exemplos
( ) plantas de uma região.
( ) animais de uma região
( ) vários atores
( ) várias flores
( ) muitas estrelas
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
A substituição adequada desses verbos pelos substantivos cognatos a eles correspondentes é:
Vozes da natureza
Lili chamava o sapo de bicho-nenê. Ótima sugestão para os pais novatos; é só imaginarem que estão ouvindo, não o choro chinfrim do pimpolho, mas a velha, primordial canção da saparia às estrelas.
E não foi sempre tão gostosa, mesmo, essa manha sem fim dos sapos no banhado? Ouçam, pois, ouçam todos com o seu melhor ouvido o bicho-nenê. Ouçam-no todos os que se julgam amantes fiéis da Natureza, e ficarão felizes.
(Mario Quintana, Da preguiça como método de trabalho)

“Teoricamente, racismo ambiental é qualquer política, prática ou direção que afeta ou prejudica diferentemente (intencionalmente ou não) indivíduos, grupos ou comunidades, com base em sua raça e/ou sua cor”.
I. Há quatro advérbios: três de modo e um de negação.
II. Há dez substantivos comuns e três verbos.
III. São pronomes: qualquer, sua.
IV. São conjunções: que, e, ou.
Quais estão corretas?
Em relação à frase: ‘para lhes dar uma má notícia’ (l. 07), afirma-se que:
I. ‘Uma má notícia’ funciona como sujeito oracional.
II. O referente do pronome ‘lhes’ é identificado no parágrafo anterior.
III. ‘lhes’ é um pronome que funciona como complemento verbal.
Quais estão corretos?
O desafio
Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na formulação de opiniões. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça sem observação da realidade. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam que a forma do mamífero seja de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede por tocar seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado, exclusivamente, na tromba. (…) Tenho encontrado defensores e detratores apaixonados da obra do recifense [Paulo Freire]. Encontro bem menos leitores. Lanço o desafio cheio de esperança no centenário dele: antes de defender ou atacar Paulo Freire, leia dois livros dele ao menos. Depois de ler e examinar a obra, (…) emita sua sagrada opinião, agora com certo embasamento. Educação é algo muito sério. Paulo Freire encarou o gravíssimo drama do analfabetismo. Hoje vivemos outro tipo de drama: pessoas que possuem a capacidade de ler e se recusam a fazê-lo.
(Leandro Karnal. O desafio. Jornal O Estado de São Paulo, set.2021. Adaptado)
Leia a tirinha abaixo e responda a questão.

Analise o trecho a abaixo:
“(...) vão para a rua!”
O termo destacado pode ser classificado como:
Israel: brasileiro é o primeiro a receber remédio da Pfizer
Simcha Neumark, de 33 anos, foi o primeiro infectado com covid naquele país
O brasileiro Simcha Neumark, primeiro infectado com covid-19, em Israel, entrou para a história ao ser também o primeiro paciente a receber o remédio da Pfizer, o Paxlovid, naquele país.
O economista, que tem a doença autoimune de Crohn, explicou que tomou quatro doses da vacina contra a covid-19, sendo duas doses em Israel e duas no Brasil, mas não conseguiu criar anticorpos suficientes contra o coronavírus. Quando sua infecção por covid-19 foi notificada, ele foi procurado para receber o medicamento.
“Chamaram-me e falaram que eu seria o primeiro, não tem muito teste, mas sim uma autorização de emergência, e para mim compensava pelo que eu sentia, febre e dor de garganta, eu tinha medo de parar no hospital”, disse em entrevista à GloboNews.
O economista afirmou que o remédio deu uma sensação de cansaço inicial, mas que os sintomas da covid-19 acabaram. “No meu caso clínico, em questão de 15 horas houve uma melhora muito grande. Eu estava com febre de 39.5ºC, que parou; uma dor de garganta forte, que parou, e as enxaquecas pararam. Eu sinto um cansaço, como se fosse uma (recuperação) pós-gripe. Então, parece que você sai de uma covid para uma mononucleose, mas, certeza, é uma sensação muito melhor que o começo da doença”.
O brasileiro, de 33 anos, explicou os sintomas que teve no início. "Me cuidei muito durante a pandemia, mas na sexta-feira (31) eu fiquei com sintomas muito fortes. No sábado fiquei com uma febre muito alta, dor de garganta, enxaqueca muito forte", explicou o economista.
Simcha explicou que o tratamento consiste no uso de seis pílulas diárias, sendo a ingestão de três pela manhã e três à noite durante cinco dias seguidos. Desde o início do uso dos medicamentos as autoridades israelenses fazem teleconsultas duas vezes por dia com ele para analisar se surgiram novos sintomas em razão do uso das pílulas ou mesmo pela covid-19.
Israel anunciou, nesta quarta-feira, 5, que registrou quase 12 mil novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo teto desde o início da pandemia.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11.978 novos casos desde terça-feira, superando as 11.344 infecções de 2 de setembro de 2021.
(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/israel-brasileiro-e-o-primeiro-a-receber-remedio-da-pfizer,534010efb2f7bc8669e2b4b0679e2beewo4jl39r.html)
Analise o trecho abaixo:
“O brasileiro Simcha Neumark, primeiro infectado com covid-19, em Israel, entrou para a história ao ser também o primeiro paciente a receber o remédio da Pfizer, o Paxlovid, naquele país.”
A palavra em destaque pode ser classificada como:
Israel: brasileiro é o primeiro a receber remédio da Pfizer
Simcha Neumark, de 33 anos, foi o primeiro infectado com covid naquele país
O brasileiro Simcha Neumark, primeiro infectado com covid-19, em Israel, entrou para a história ao ser também o primeiro paciente a receber o remédio da Pfizer, o Paxlovid, naquele país.
O economista, que tem a doença autoimune de Crohn, explicou que tomou quatro doses da vacina contra a covid-19, sendo duas doses em Israel e duas no Brasil, mas não conseguiu criar anticorpos suficientes contra o coronavírus. Quando sua infecção por covid-19 foi notificada, ele foi procurado para receber o medicamento.
“Chamaram-me e falaram que eu seria o primeiro, não tem muito teste, mas sim uma autorização de emergência, e para mim compensava pelo que eu sentia, febre e dor de garganta, eu tinha medo de parar no hospital”, disse em entrevista à GloboNews.
O economista afirmou que o remédio deu uma sensação de cansaço inicial, mas que os sintomas da covid-19 acabaram. “No meu caso clínico, em questão de 15 horas houve uma melhora muito grande. Eu estava com febre de 39.5ºC, que parou; uma dor de garganta forte, que parou, e as enxaquecas pararam. Eu sinto um cansaço, como se fosse uma (recuperação) pós-gripe. Então, parece que você sai de uma covid para uma mononucleose, mas, certeza, é uma sensação muito melhor que o começo da doença”.
O brasileiro, de 33 anos, explicou os sintomas que teve no início. "Me cuidei muito durante a pandemia, mas na sexta-feira (31) eu fiquei com sintomas muito fortes. No sábado fiquei com uma febre muito alta, dor de garganta, enxaqueca muito forte", explicou o economista.
Simcha explicou que o tratamento consiste no uso de seis pílulas diárias, sendo a ingestão de três pela manhã e três à noite durante cinco dias seguidos. Desde o início do uso dos medicamentos as autoridades israelenses fazem teleconsultas duas vezes por dia com ele para analisar se surgiram novos sintomas em razão do uso das pílulas ou mesmo pela covid-19.
Israel anunciou, nesta quarta-feira, 5, que registrou quase 12 mil novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo teto desde o início da pandemia.
Segundo dados do Ministério da Saúde, foram registrados 11.978 novos casos desde terça-feira, superando as 11.344 infecções de 2 de setembro de 2021.
(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/israel-brasileiro-e-o-primeiro-a-receber-remedio-da-pfizer,534010efb2f7bc8669e2b4b0679e2beewo4jl39r.html)
Analise a oração:
“Desde o início do uso dos medicamentos as autoridades israelenses fazem teleconsultas duas vezes por dia com ele para analisar se surgiram novos sintomas em razão do uso das pílulas ou mesmo pela covid-19”.
O termo destacado pode ser classificado como:
Em relação à flexão de número dos substantivos, analisar os itens abaixo:
I. O plural de “grão-duque” é “grãos-duques”.
II. “Mestres-sala” é o plural de “mestre-sala”.
III. O plural de “lufa-lufa” é “lufa-lufas”.
Está(ão) CORRETO(S):
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir, para responder à questão.
Artistas se adequam para seguir protocolos e realizar eventos onlines
Lives shows durante a pandemia da Covid-19 demandam capital e contratação de profissionais qualificados
Artistas buscaram alternativas de viabilizar seus serviços com a pandemia, que impôs distanciamento social no Brasil desde março de 2021. Uma saída foi buscar editais para realização de lives shows, que demandam capital para contratação de profissionais qualificados. Foi o caso do projeto Live Show no Céu Ana Maria, localizado na cidade de Santo André, São Paulo, idealizado pela banda Pânico X em parceria com o fundo de cultura da cidade e pela Lei Aldir Blanc 14.017/20.
O projeto foi iniciado no dia 12 de junho deste ano. O evento surgiu a partir da ideia de proporcionar lazer e cultura através dos meios tecnológicos pois, desde o início da pandemia, a maioria dos artistas procura novas possibilidades de visibilizar seus serviços, dado que ainda está vetada a realização de eventos em espaços públicos – o principal meio de renda para a maioria dos artistas.
Por meio de editais proporcionados pelo governo e pela prefeitura do estado, artistas encontraram maneiras de se adaptar ao período de pandemia, se atualizando aos diferentes meios de streaming e de captação de renda através de visualizações nas redes sociais. Entretanto, é necessário que haja equipamentos e profissionais capacitados para exercer determinadas funções em um evento online.
Para o bom funcionamento de uma live, além de capital para contratação de profissionais qualificados, também é necessário o fornecimento de equipamentos específicos para captação de imagem e som, proporcionando uma melhor experiência e inserção para os espectadores.
A cidade de Santo André (SP) proporcionou tudo que é necessário para realização desses shows. Em específico para a live realizada pela banda Pânico X, houve a possibilidade de contratar profissionais de iluminação, captação de imagem e projeção e de disponibilização de um espaço público: o Céu Ana Maria. Tal espaço dispõe de um anfiteatro, iluminação, projetores, sala de mídia e vestiários.
De acordo com o vocalista Denis Oyakawa e a videomaker Thayna Messa, o funcionamento do evento e o seguimento dos protocolos foram seguidos durante toda produção e organização: “A gente gravou o nosso DVD transmitindo-o como um show online. Os protocolos contra a Covid-19, no nosso caso, foram todos respeitados: foi um evento fechado ao público, a maioria da produção já estava testada e os mais velhos vacinados, a equipe e todos permaneceram utilizando máscaras e fazendo uso do álcool em gel. Então, na parte dos protocolos e realização do evento, tudo foi bem tranquilo.”, disse o vocalista da banda, Denis Oyakawa.
Incentivo por parte do governo aos artistas
A Lei Aldir Blanc – também chamada Lei Aldir Blanc de Emergência Cultural ou Lei Aldir Blanc de apoio à cultura – é como ficou denominada a Lei nº 14.017 de 29 de junho de 2020, elaborada pelo Congresso Nacional, com a finalidade de atender ao setor cultural do Brasil – o maior afetado com as medidas restritivas de isolamento social impostas em razão da pandemia de Covid-19. Sua regulamentação permitiu destinar para tal setor o valor de três bilhões de reais.
Disponível em: https://bityli.com/4P2qyF. Acesso em: 24 out. 2021 (adaptado).
Leia o texto de Luís Fernando Veríssimo.
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia de toda a família reunida, talvez pela última vez.
A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos na frente, esparramados pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a câmara a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia? – Tira você mesmo, ué. – Ah, é? E eu não saio na foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia. – Tiro eu - disse o marido da Bitinha. – Você fica aqui - comandou a Bitinha. Havia uma certa resistência ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa, insistia para que o marido reagisse. “Não deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher.
A própria Bitinha fez a sugestão maldosa: – Acho que quem deve tirar é o Dudu… O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente anunciada, de que não fosse filho do Luiz Olavo. O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas a Andradina segurou o filho. – Só faltava essa, o Dudu não sai.
E agora? – Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara num duty free da Europa. Aliás, o apelido dele entre os outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento - sugeriu alguém. – Cada genro bate uma foto em que ele não aparece, e… A ideia foi sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa se ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e arrancou a câmara da sua mão. – Dá aqui. – Mas seu Domício… – Vai pra lá e fica quieto. – Papai, o senhor tem que sair na foto. Senão não tem sentido! – Eu fico implícito - disse o velho, já com o olho no visor. E antes que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou a foto e foi dormir
Leia o texto de Luís Fernando Veríssimo.
Foi numa festa de família, dessas de fim de ano. Já que o bisavô estava morre não morre, decidiram tirar uma fotografia de toda a família reunida, talvez pela última vez.
A bisa e o bisa sentados, filhos, filhas, noras, genros
e netos em volta, bisnetos na frente, esparramados
pelo chão. Castelo, o dono da câmara, comandou a
pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a câmara
a quem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia? – Tira você mesmo, ué. – Ah, é? E eu não saio na
foto?
O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro.
O que sustentava os velhos. Tinha que estar na fotografia. – Tiro eu - disse o marido da Bitinha. – Você fica
aqui - comandou a Bitinha. Havia uma certa resistência
ao marido da Bitinha na família. A Bitinha, orgulhosa,
insistia para que o marido reagisse. “Não deixa eles te
humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre. O Mário Cesar
ficou firme onde estava, do lado da mulher.
A própria Bitinha fez a sugestão maldosa: – Acho que
quem deve tirar é o Dudu… O Dudu era o filho mais
novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz
Olavo. Havia a suspeita, nunca claramente anunciada,
de que não fosse filho do Luiz Olavo. O Dudu se prontificou a tirar a fotografia, mas a Andradina segurou o
filho. – Só faltava essa, o Dudu não sai.
E agora? – Pô, Castelo. Você disse que essa câmara só
faltava falar. E não tem nem timer!
O Castelo impávido. Tinham ciúmes dele. Porque ele
tinha um Santana do ano. Porque comprara a câmara
num duty free da Europa. Aliás, o apelido dele entre os
outros era “Dutifri”, mas ele não sabia.
– Revezamento - sugeriu alguém. – Cada genro bate
uma foto em que ele não aparece, e… A ideia foi
sepultada em protestos. Tinha que ser toda a família
reunida em volta da bisa. Foi quando o próprio bisa
se ergueu, caminhou decididamente até o Castelo e
arrancou a câmara da sua mão. – Dá aqui. – Mas seu
Domício… – Vai pra lá e fica quieto. – Papai, o senhor
tem que sair na foto. Senão não tem sentido! – Eu fico
implícito - disse o velho, já com o olho no visor. E antes
que houvesse mais protestos, acionou a câmara, tirou
a foto e foi dormir.
Considerando as frases retiradas do texto:
1. “Não deixa eles te humilharem, Mário Cesar”, dizia sempre.
2. O Mário Cesar ficou firme onde estava, do lado da mulher.
Assinale a alternativa correta.

Os vocábulos “aumento” (linha 5), “anterior” (linha 5) e “levantamento” (linha 6) são empregados no período, respectivamente, como verbo, advérbio e substantivo.

I. Trata-se de palavra oxítona, com acentuação tônica na sílaba –tes.
II. É um substantivo concreto e comum de dois gêneros.
III. A palavra foi formada por composição.
Quais estão corretas?
I. Guarda-chuva.
II. Girassol.
III. Café.
IV. Cafeteira.
banco
ban·co
sm
1-Assento estreito de madeira, cimento, ferro ou plástico, com ou sem encosto, geralmente para várias pessoas.
2-Assento para uma pessoa, redondo ou quadrado, sem encosto, com três ou quatro pés; banqueta, mocho.
3-Balcão de loja.
4-Mesa de trabalho, comprida e rústica, para marceneiros, carpinteiros, serralheiros etc.; bancada.
5-ECON Instituição financeira que tem como atividades principais receber depósitos de dinheiro em conta-corrente, efetuar empréstimos, aplicar capitais, efetuar cobranças, operar no mercado cambial etc.
6-Local onde funciona essa instituição.
Fonte: https://michaelis.uol.com.br/busca?id=eWKj
As acepções do substantivo "BANCO" no verbete caracterizam o que é chamado precisamente de:

