Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4420288 Português
Olhos d’água


    Uma noite, há anos, acordei bruscamente e uma estranha pergunta explodiu de minha boca. De que cor eram os olhos de minha mãe? Atordoada, custei a reconhecer o quarto da nova casa em que estava morando e não conseguia me lembrar de como havia chegado até ali. E a insistente pergunta, martelando, martelando. De que cor eram os olhos de minha mãe? Aquela indagação havia surgido há dias, há meses, posso dizer. Entre um afazer e outro, eu me pegava pensando de que cor seriam os olhos de minha mãe. E o que a princípio tinha sido um mero pensamento interrogativo, naquela noite se transformou em uma dolorosa pergunta carregada de um tom acusatório. Então, eu não sabia de que cor eram os olhos de minha mãe?

    Sendo a primeira de sete filhas, desde cedo, busquei dar conta de minhas próprias dificuldades, cresci rápido, passando por uma breve adolescência. Sempre ao lado de minha mãe aprendi a conhecê-la. Decifrava o seu silêncio nas horas de dificuldades, como também sabia reconhecer em seus gestos, prenúncios de possíveis alegrias. Naquele momento, entretanto, me descobria cheia de culpa, por não recordar de que cor seriam os seus olhos. Eu achava tudo muito estranho, pois me lembrava nitidamente de vários detalhes do corpo dela. Da unha encravada do dedo mindinho do pé esquerdo… Da verruga que se perdia no meio da cabeleira crespa e bela. Um dia, brincando de pentear boneca, alegria que a mãe nos dava quando, deixando por uns momentos o lava-lava, o passa-passa das roupagens alheias e se tornava uma grande boneca negra para as filhas, descobrimos uma bolinha escondida bem no couro cabeludo dela. Pensamos que fosse carrapato. A mãe cochilava e uma de minhas irmãs aflita, querendo livrar a boneca-mãe daquele padecer, puxou rápido o bichinho. A mãe e nós rimos e rimos e rimos de nosso engano. A mãe riu tanto das lágrimas escorrerem. Mas, de que cor eram os olhos dela?

    Eu me lembrava também de algumas histórias da infância de minha mãe.

    Ela havia nascido em um lugar perdido no interior de Minas. Ali, as crianças andavam nuas até bem grandinhas. As meninas, assim que os seios começavam a brotar, ganhavam roupas antes dos meninos.

    Às vezes, as histórias da infância de minha mãe confundiam-se com as de minha própria infância. Lembro-me de que muitas vezes, quando a mãe cozinhava, da panela subia cheiro algum. Era como se cozinhasse ali, apenas o nosso desesperado desejo de alimento. As labaredas, sob a água solitária que fervia na panela cheia de fome, pareciam debochar do vazio do nosso estômago, ignorando nossas bocas infantis em que as línguas brincavam a salivar sonho de comida. E era justamente nos dias de parco ou nenhum alimento que ela mais brincava com as filhas. Nessas ocasiões a brincadeira preferida era aquela em que a mãe era a Senhora, a Rainha. Ela se assentava em seu trono, um pequeno banquinho de madeira. Felizes, colhíamos flores cultivadas em um pequeno pedaço de terra que circundava o nosso barraco. As flores eram depois solenemente distribuídas por seus cabelos, braços e colo. E diante dela fazíamos reverências à Senhora. Postávamos deitadas no chão e batíamos cabeça para a Rainha. Nós, princesas, em volta dela, cantávamos, dançávamos, sorríamos. A mãe só ria de uma maneira triste e com um sorriso molhado… Mas de que cor eram os olhos de minha mãe? Eu sabia, desde aquela época, que a mãe inventava esse e outros jogos para distrair a nossa fome. E a nossa fome se distraía. Às vezes, no final da tarde, antes que a noite tomasse conta do tempo, ela se assentava na soleira da porta e, juntas, ficávamos contemplando as artes das nuvens no céu. Umas viravam carneirinhos; outras, cachorrinhos; algumas, gigantes adormecidos, e havia aquelas que eram só nuvens, algodão doce. A mãe, então, espichava o braço que ia até o céu, colhia aquela nuvem, repartia em pedacinhos e enfiava rápido na boca de cada uma de nós. Tudo tinha de ser muito rápido, antes que a nuvem derretesse e com ela os nossos sonhos se esvaecessem também. Mas, de que cor eram os olhos de minha mãe? Lembro-me ainda do temor de minha mãe nos dias de fortes chuvas. Em cima da cama, agarrada a nós, ela nos protegia com seu abraço. E com os olhos alagados de pranto balbuciava rezas a Santa Bárbara, temendo que o nosso frágil barraco desabasse sobre nós. E eu não sei se o lamento-pranto de minha mãe, se o barulho da chuva… Sei que tudo me causava a sensação de que a nossa casa balançava ao vento. Nesses momentos os olhos de minha mãe se confundiam com os olhos da natureza. Chovia, chorava! Chorava, chovia! Então, porque eu não conseguia lembrar a cor dos olhos dela? 

    E naquela noite a pergunta continuava me atormentando. Havia anos que eu estava fora de minha cidade natal. Saíra de minha casa em busca de melhor condição de vida para mim e para minha família: ela e minhas irmãs que tinham ficado para trás. Mas eu nunca esquecera a minha mãe. Reconhecia a importância dela na minha vida, não só dela, mas de minhas tias e todas a mulheres de minha família. E também, já naquela época, eu entoava cantos de louvor a todas nossas ancestrais, que desde a África vinham arando a terra da vida com as suas próprias mãos, palavras e sangue. Não, eu não esqueço essas Senhoras, nossas Yabás, donas de tantas sabedorias. Mas de que cor eram os olhos de minha mãe?

    E foi então que, tomada pelo desespero por não me lembrar de que cor seriam os olhos de minha mãe, naquele momento resolvi deixar tudo e, no dia seguinte, voltar à cidade em que nasci. Eu precisava buscar o rosto de minha mãe, fixar o meu olhar no dela, para nunca mais esquecer a cor de seus olhos. Assim fiz. Voltei, aflita, mas satisfeita. Vivia a sensação de estar cumprindo um ritual, em que a oferenda aos Orixás deveria ser descoberta da cor dos olhos de minha mãe.

E quando, após longos dias de viagem para chegar à minha terra, pude contemplar extasiada os olhos de minha mãe, sabem o que vi? Sabem o que vi?

    Vi só lágrimas e lágrimas. Entretanto, ela sorria feliz. Mas, eram tantas lágrimas, que eu me perguntei se minha mãe tinha olhos ou rios caudalosos sobre a face. E só então compreendi. Minha mãe trazia, serenamente em si, águas correntezas. Por isso, prantos e prantos a enfeitar o seu rosto. A cor dos olhos de minha mãe era cor de olhos d’água. Águas de Mamãe Oxum! Rios calmos, mas profundos e enganosos para quem contempla a vida apenas pela superfície. Sim, águas de Mamãe Oxum. Abracei a mãe, encostei meu rosto no dela e pedi proteção. Senti as lágrimas delas se misturarem às minhas.

    Hoje, quando já alcancei a cor dos olhos de minha mãe, tento descobrir a cor dos olhos de minha filha. Faço a brincadeira em que os olhos de uma são o espelho dos olhos da outra. E um dia desses me surpreendi com um gesto de minha menina. Quando nós duas estávamos nesse doce jogo, ela tocou suavemente o meu rosto, me contemplando intensamente. E, enquanto jogava o olhar dela no meu, perguntou baixinho, mas tão baixinho, como se fosse uma pergunta para ela mesma, ou como estivesse buscando e encontrando a revelação de um mistério ou de um grande segredo. Eu escutei quando, sussurrando, minha filha falou:

    — Mãe, qual é a cor tão úmida de seus olhos?


https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/biblioteca/nossas-publicacoes/revista/paginas-literarias/artigo/2261/olhos-dagua Acesso em 24/06/2023
No trecho “Às vezes, no final da tarde, antes que a noite tomasse conta do tempo, ela se assentava na soleira da porta e, juntas, ficávamos contemplando as artes das nuvens no céu”, qual circunstância as expressões em destaque expressam?
Alternativas
Q4404606 Português

Leia a tirinha com atenção e analise a pontuação utilizada. 



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Analise as afirmações referentes à pontuação da tirinha e assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q4404605 Português

Leia a tirinha e responda à questão. 



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Acerca da concordância, assinale a alternativa que completa adequadamente a frase. Na tira, 

Alternativas
Q4404439 Português
Assinale a alternativa na qual a palavra sublinhada NÃO seja um artigo definido.
Alternativas
Q4403598 Português
Em: “O glúten é uma proteína presente no trigo e seus derivados”, temos:
Alternativas
Q4403595 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque exerce a mesma função sintática do termo em destaque em: “Diversos produtos alimentícios apresentam no verso de suas embalagens o aviso: “Contém glúten””. 
Alternativas
Q4403594 Português
Por maiores que sejam os avanços da informática e os recursos das telecomunicações, o livro jamais será substituído e ____________ depende do sentido que __________é dado. De acordo com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:  
Alternativas
Q4403553 Português
Considerando as regras de concordância, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas nas frases abaixo.
I. Hoje ______ dez de novembro e ______ cinco anos que ingressei nesse trabalho.
II. Fica _____ entrada de pessoas estranhas nesse local.
Alternativas
Q4403552 Português
Assinale a alternativa em que estão em destaque correta e respectivamente artigo e verbo: 
Alternativas
Q4403548 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque indica o sujeito.
Alternativas
Q4401072 Português

Considere as frases:


I. Porque a coca-cola não é verdadeiramente uma bebida.


II. [...] lamentava-se agora tardiamente o pobre velho.


Os termos destacados expressam, correta e respectivamente:  

Alternativas
Ano: 2023 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2023 - FSPSS - Recepcionista |
Q4397836 Português
Escolha a alternativa que completa adequadamente a lacuna, dando ao enunciado o sentido de resultar, acarretar: “Liberdade ______________ responsabilidade.” 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FSPSS Órgão: FSPSS Prova: FSPSS - 2023 - FSPSS - Enfermeiro |
Q4397713 Português
Em relação à concordância verbal, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4390176 Português
Assinale a frase em que a concordância (nominal e/ou verbal) está de acordo com a norma culta da língua:
Alternativas
Q4388079 Português
Em relação uso formal da Língua Portuguesa, tendo em vista as regras de concordância nominal, estão corretas as frases:

I.Cavei diversos buracos nos locais onde observei que costumavam pastar.
II.O arquivo anexo contém o relatório elaborado.
III.Temos um milhão e meio de votantes.
IV.É permitida a venda de mercadorias neste local.
V.Das pessoas envolvidas, duas mil não sabem como ficarão depois de tudo isso.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4388078 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto abaixo e responda:


O que você quer fazer mais tarde?

Seu futuro profissional, assim como os seus estudos, são assuntos seus. Por isso, cabe a você encontrar seu próprio caminho. Talvez ele seja diferente do caminho planejado por seus pais. Nesse caso, explique a eles as suas aspirações.

Pode ser, NO ENTANTO, que você não esteja preparado para fazer uma escolha profissional. Seria preciso parar um pouco para refletir sobe as diversas possibilidades. O problema é que você tem de escolher já e definitivamente: humanas ou extas? Inglês ou francês? Por onde começar? Em que profissão? É de deixar tonto! MAS não se culpe se você estiver desnorteado, ou se estiver se sentindo completamente bloqueado.


Disponível em: AUDERCET, Maria José. A vida em família.

São Paulo: Scipione, 1994. Adaptação. 
O que é possível entender através do uso da locução POR ISSO em: "Por isso, cabe a você encontrar seu próprio caminho.": 
Alternativas
Q4388077 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto abaixo e responda:


O que você quer fazer mais tarde?

Seu futuro profissional, assim como os seus estudos, são assuntos seus. Por isso, cabe a você encontrar seu próprio caminho. Talvez ele seja diferente do caminho planejado por seus pais. Nesse caso, explique a eles as suas aspirações.

Pode ser, NO ENTANTO, que você não esteja preparado para fazer uma escolha profissional. Seria preciso parar um pouco para refletir sobe as diversas possibilidades. O problema é que você tem de escolher já e definitivamente: humanas ou extas? Inglês ou francês? Por onde começar? Em que profissão? É de deixar tonto! MAS não se culpe se você estiver desnorteado, ou se estiver se sentindo completamente bloqueado.


Disponível em: AUDERCET, Maria José. A vida em família.

São Paulo: Scipione, 1994. Adaptação. 
As palavras em destaque no texto expressam ideia de: 
Alternativas
Q4383176 Português

Texto I


“A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou ___ Supremo Tribunal Federal (STF) denúncias contra 39 pessoas que participaram dos atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro na Praça dos Três Poderes. [...] ___ denúncia foi feita na segunda-feira (16), três dias após ___ representação por Pacheco.”


(Adaptado. Fonte: Agência Senado. Disponível em: https://www12.senado. leg.br/noticias/materias/2023/01/17/detidos-nosenado-sao-denunciados-por-crime-de-golpe-deestado)


Preencha as lacunas do Texto I corretamente:

Alternativas
Q4378992 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão



Nem surgisse um olhar de piedade ou de amor


Nem houvesse uma branca mão que apaziguasse minha fronte palpitante...


Eu estaria sempre como um círio queimando para o céu a minha fatalidade


Sobre o cadáver ainda morno desse passado adolescente.


Talvez no espaço perfeito aparecesse a visão nua


Ou talvez a porta do oratório se fosse abrindo misteriosamente...


Eu estaria esquecido, tateando suavemente a face do filho morto


Partido de dor, chorando sobre o seu corpo insepultável.


Talvez da carne do homem prostrado se visse sair uma sombra igual à minha


Que amasse as andorinhas, os seios virgens, os perfumes e os lírios da terra


Talvez... mas todas as visões estariam também em minhas lágrimas boiando


E elas seriam como óleo santo e como pétalas se derramando sobre o nada.


Alguém gritaria longe: - "Quantas rosas nos deu a primavera!..."


Eu olharia vagamente o jardim cheio de sol e de cores noivas se enlaçando


Talvez mesmo meu olhar seguisse da flor o voo rápido de um pássaro


Mas sob meus dedos vivos estaria a sua boca fria e os seus cabelos luminosos.


Rumores chegariam a mim, distintos como passos na madrugada


Uma voz cantou, foi a irmã, foi a irmã vestida de branco! - a sua voz é fresca como o orvalho...


Beijam-me a face - irmã vestida de azul, por que estás triste?


Deu-te a vida a velar um passado também?


Voltaria o silêncio - seria uma quietude de nave em Senhor Morto


Numa onda de dor eu tomaria a pobre face em minhas mãos angustiadas


Auscultaria o sopro, diria à toa - Escuta, acorda


Por que me deixaste assim sem me dizeres quem eu sou?


E o olhar estaria ansioso esperando


E a cabeça ao sabor da mágoa balançando 


E o coração fugindo e o coração voltando


E os minutos passando e os minutos passando...


No entanto, dentro do sol a minha sombra se projeta


Sobre as casas avança o seu vago perfil tristonho


Anda, dilui-se, dobra-se nos degraus das altas escadas silenciosas


E morre quando o prazer pede a treva para a consumação da sua miséria.


É que ela vai sofrer o instante que me falta


Esse instante de amor, de sonho, de esquecimento


E quando chega, a horas mortas, deixa em meu ser uma braçada de lembranças


Que eu desfolho saudoso sobre o corpo embalsamado do eterno ausente.


Nem surgisse em minhas mãos a rósea ferida


Nem porejasse em minha pele o sangue da agonia...


Eu diria - Senhor, por que me escolheste a mim que sou escravo


Por que me chagaste a mim cheio de chagas?


Nem do meu vazio te criasses, anjo que eu sonhei de brancos seios


De branco ventre e de brancas pernas acordadas


Nem vibrasses no espaço em que te moldei perfeita...


Eu te diria - Por que vieste te dar ao já vendido?


Oh, estranho húmus deste ser inerme e que eu sinto latente


Escorre sobre mim como o luar nas fontes pobres


Embriaga o meu peito do teu bafo que é como o sândalo


Enche o meu espírito do teu sangue que é a própria vida!


Fora, um riso de criança - longínqua infância da hóstia consagrada


Aqui estou ardendo a minha eternidade junto ao teu corpo frágil!


Eu sei que a morte abrirá no meu deserto fontes maravilhosas


E vozes que eu não sabia em mim lutarão contra a Voz.


Agora porém estou vivendo da tua chama como a cera


O infinito nada poderá contra mim porque de mim quer tudo


Ele ama no teu sereno cadáver o terrível cadáver que eu seria


O belo cadáver nu cheio de cicatriz e de úlceras. Quem chamou por mim, tu, mãe? Teu filho sonha...


Lembras-te, mãe, a juventude, a grande praia enluarada...


Pensaste em mim, mãe? Oh, tudo é tão triste 


 A casa, o jardim, o teu olhar, o meu olhar, o olhar de Deus...


E sob a minha mão tenho a impressão da boca fria murmurando


Sinto-me cego e olho o céu e leio nos dedos a mágica lembrança


Passastes, estrelas... Voltais de novo arrastando brancos véus


Passastes, luas... Voltais de novo arrastando negros véus... ?



Vinicius de Moraes?. em: Moraes, V. de. Poesia completa e prosa. 4a ed., rio de Janeiro, nova aguilar, 2004. 

"Alguém gritaria longe: - "Quantas rosas nos deu a primavera!..."
Eu olharia vagamente o jardim cheio de sol e de cores noivas se enlaçando
Talvez mesmo meu olhar seguisse da flor o voo rápido de um pássaro
Mas sob meus dedos vivos estaria a sua boca fria e os seus cabelos luminosos."

Acerca deste trecho extraído do poema, pode-se concluir que:
Alternativas
Respostas
18841: C
18842: B
18843: A
18844: A
18845: E
18846: A
18847: D
18848: C
18849: D
18850: A
18851: A
18852: B
18853: A
18854: B
18855: D
18856: C
18857: B
18858: A
18859: D
18860: D