Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
Foram encontradas 57.782 questões
Leia o texto a seguir para responder às questões de 21 a 27
A importância dos povos indígenas para a preservação da natureza.
Os povos indígenas desempenham um papel crucial na preservação ambiental no Brasil, devido à sua profunda conexão e conhecimento tradicional da fauna e flora.
O Brasil abriga um grande número de comunidades indígenas, muitas das quais vivem em áreas de grande importância ecológica, como a floresta amazônica. Essas comunidades têm uma forte compreensão de seus ecossistemas circundantes, tendo desenvolvido relações complexas com plantas, animais e terra ao longo de milhares de anos. Como tal, eles possuem um conhecimento valioso sobre como gerenciar e proteger esses ambientes de forma sustentável, que tem sido transmitido por gerações.
Os territórios indígenas têm sido uma fronteira de resistência diante da ganância capitalista expressa em atividades como a mineração, extração de madeira, monocultura, pecuária entre outras práticas de exploração predatórias.
O líder Yanomami Davi Kopenawa nos mostra como a cosmovisão de seu povo considera as árvores como colunas de sustentação do céu, logo, a destruição da floresta ocasionará a queda do céu e o fim da humanidade. É nessa perspectiva que os indígenas têm sido fundamentais para a preservação da natureza, tendo uma perspectiva singular sobre o meio ambiente, vendo-o como parte integrante de sua identidade cultural e meios de subsistência.
Eles veem a natureza como um ser vivo, com o qual mantêm uma relação recíproca, e reconhecem a importância de protegê-la para as gerações futuras. Esse entendimento os levou a desenvolver práticas que priorizam a conservação e restauração do ambiente natural. Respeitando e trabalhando com a natureza, os povos indígenas têm mostrado que é possível preservar a biodiversidade, manter os serviços ecossistêmicos e mitigar os efeitos das mudanças climáticas. No geral, suas contribuições são essenciais para o bem-estar contínuo dos ecossistemas brasileiros e para a luta global contra a degradação ambiental.
Wesley Ketile — UFPA Publicado em 19/04/2023 https://www.gov.br/mast/pt-br/assuntos/noticias/2023/abril
O segmento destacado é adjunto adverbial de lugar em:
Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que a concordância está incorreta.
Leia o texto para responder às próximas três questões.
A Noite e a Despedida.
(José Ribamar/Beto Scalla).
Vejo a vida
Sofrida por amar alguém que está distante;
Vestida de ilusão segue adiante,
No pouco que restou do nosso amor
Que acabou...
Lá fora,
Invade a saudade negra e inimiga,
Tão triste quanto a noite é a despedida;
E vem o pranto a rolar nos olhos meus
Que amou demais...
Passa o murmúrio
Das ondas que se quebram para fora;
Queria ter você bem perto agora!
Longe está de mim, desde que partiu...
Maldito inferno!
A vida é um inferno sem os beijos seus;
Não me abandones, venha pelo amor de Deus,
Cantar comigo esta canção:
Lá, iá, lá, iá, iá, la...
No período “E vem o pranto a rolar nos olhos meus...”. A oração grifada é:
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.
A verdade
Uma donzela estava um dia sentada à beira de um riacho, deixando a água do riacho passar por entre os seus dedos muito brancos, quando sentiu o seu anel de diamante ser levado pelas águas. Temendo o castigo do pai, a donzela contou em casa que fora assaltada por um homem no bosque e que ele arrancara o anel de diamante do seu dedo e a deixara desfalecida sobre um canteiro de margarida. O pai e os irmãos da donzela foram atrás do assaltante e encontraram um homem dormindo no bosque, e o mataram, mas não encontraram o anel de diamante. E a donzela disse:
— Agora me lembro, não era um homem, eram dois.
E o pai e os irmãos da donzela saíram atrás do segundo homem, e o encontraram, e o mataram, mas ele também não tinha o anel. E a donzela disse:
— Então está com o terceiro!
Pois se lembrara que havia um terceiro assaltante. E o pai e os irmãos da donzela saíram no encalço do terceiro assaltante, e o encontraram no bosque. Mas não o mataram, pois estavam fartos de sangue. E trouxeram o homem para a aldeia, e o revistaram, e encontraram no seu bolso o anel de diamante da donzela, para espanto dela.
— Foi ele que assaltou a donzela, e arrancou o anel de seu dedo, e a deixou desfalecida — gritaram os aldeões.
— Matem-no!
— Esperem! — gritou o homem, no momento em que passavam a corda da forca pelo seu pescoço. — Eu não roubei o anel. Foi ela que me deu!
E apontou para a donzela, diante do escândalo de todos. O homem contou que estava sentado à beira do riacho, pescando, quando a donzela se aproximou dele e pediu um beijo. Ele deu o beijo. Depois a donzela tirara a roupa e pedira que ele a possuísse, pois queria saber o que era o amor. Mas como era um homem honrado, ele resistira, e dissera que a donzela devia ter paciência, pois conheceria o amor do marido no seu leito de núpcias. Então a donzela lhe oferecera o anel, dizendo: “Já que meus encantos não o seduzem, este anel comprará o seu amor”. E ele sucumbira, pois era pobre, e a necessidade é o algoz da honra.
Todos se viraram contra a donzela e gritaram: “Rameira! Impura! Diaba!” e exigiram seu sacrifício. E o próprio pai da donzela passou a forca para o seu pescoço. Antes de morrer, a donzela disse para o pescador:
— A sua mentira era maior que a minha. Eles mataram pela minha mentira e vão matar pela sua. Onde está, afinal, a verdade?
O pescador deu de ombros e disse:
— A verdade é que eu achei o anel na barriga de um peixe. Mas quem acreditaria nisso? O pessoal quer violência e sexo, não histórias de pescador.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Considere o excerto: “E o próprio pai da donzela passou a forca para o seu pescoço.” Nesse contexto, a regência do verbo “passar” é:
Leia o texto para responder às proximas quatro questões.
Muito Estranho. (Cuida Bem de Mim).
(Cláudio Ferreira Rabello/Dalto Roberto Medeiros).
Hum!
Mas se um dia eu chegar
Muito estranho,
Deixa essa água no corpo
Lembrar nosso banho.
Hum!
Mas se um dia eu chegar
Muito louco,
Deixa essa noite saber
Que um dia foi pouco.
Cuida bem de mim
Então misture tudo
Dentro de nós,
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonho.
Hum!
Minha cara pra que
Tantos planos,
Se quero te amar e te amar
E te amar muitos anos.
Hum!
Tantas vezes eu quis
Ficar solto,
Como se fosse uma lua
A brincar no teu rosto.
Cuida bem de mim
Então misture tudo
Dentro de nós,
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonho.
Cuida bem de mim
Então misture tudo
Dentro de nós,
Porque ninguém vai dormir
Nosso sonho.
No período “Hum! / Mas se um dia eu chegar / Muito estranho / Deixa essa água no corpo / Lembrar nosso banho”. A oração grifada é:
O texto Ill serve de base para responder às questões 6 e 7.
TEXTO IlI
O papel da escola na educação antirracista
O que sua escola tem feito para desconstruir o racismo estrutural no Brasil? A Lei nº 10.639, que este ano completa 20 anos, determina que as escolas públicas e particulares ensinem história e cultura afrobrasileiras.
A educação antirracista é fruto de uma luta secular dos movimentos negros, com níveis de complexidade que não se esgotam na oferta de uma disciplina ou uma discussão em sala de aula. Uma educação antirracista começa pela transformação do projeto político-pedagógico, em cada escola, de forma sistêmica, em suas múltiplas dimensões: revisão de todo o currículo, em busca das marcas de apagamento do multiculturalismo crítico, questionando a perspectiva eurocêntrica hegemônica, tida como universal; análise do acervo bibliográfico e do material didático adotado, mirando esse enfoque; olhar atento para as relações inter-raciais no cotidiano escolar, sem invisibilizar e silenciar as situações de racismo, e qualificando as ações de enfrentamento; investimento na formação contínua da equipe docente e de gestão sob a perspectiva antirracista; incentivo ao letramento racial e sensibilização da comunidade escolar; e, por fim, articulação com escolas e outros grupos sociais compromissados com o mesmo desafio.
Assumir a educação antirracista é, também, ler pensadoras/es e autoras/es negras/os ainda ignoradas/ os na academia (cientistas negras/os e indígenas de excelência existem, e são muitas/05!); é refletir permanentemente, reconhecendo o lugar de privilégio branco e as consequências da herança escravocrata em nosso país; e perceber-se ingênua/o ao acreditar no mito da democracia racial brasileira, alterando condutas assistencialistas ultrapassadas, mesmo que imbuídas de boas intenções.
Educar-se para as relações étnico-raciais é saber-se racializada/o e parte integrante de uma estrutura social racista, e ter coragem para enfrentá-la. Toda instituição escolar tem responsabilidade na desconstrução do racismo, como detentora de ferramentas para a formação de cidadãs/ãos comprometidas/os com uma sociedade justa, igualitária, agentes de conhecimentos, culturas e estéticas.
Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/17/papel-escola-educacao-antirracista/. Acesso em: 17 dez. 2023.
Acerca da concordância verbal, marque a alternativa correta:
O texto Il serve de base para responder às questões 3 e 4.
TEXTO Il
Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/4-tirinhas-que-irao-acabar-com-suas-duvidas-entre-ambiguidade-e-polissemia/. Acesso em: 24 jan. 2024.
No segundo quadro da tirinha, em “Não está à venda”, a crase está marcada adequadamente, tendo em vista a regência verbal. Posto isso, marque a alternativa correta em relação à crase:
O texto Ill serve de base para as questões de 8 a 10.
TEXTO III
Se determinado efeito, lógico ou artístico, mais fortemente se obtém do emprego de um substantivo masculino apenso a substantivo feminino, não deve o autor hesitar em fazê-lo. Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia — pouco importa se vera ou falsa — de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo “ser”; e assim dei à voz de Deus a frase:
— Ó universo, eu sou-te, em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.
Outra vez, porém em conversa, querendo dar incisiva, e portanto concentradamente, a noção verbal de que certa senhora tinha um tipo de rapaz, empreguei a frase “aquela rapaz”, violando deliberadamente e justissimamente a lei fundamental da concordância.
A prosódia, já alguém o disse, não é mais que função do estilo.
A linguagem fez-se para que nos sirvamos dela, não para que a sirvamos a ela.
PESSOA, Fernando. A língua portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. p. 72-73. (Adaptado).
“Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia — pouco importa se vera ou falsa — de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo 'ser'; e assim dei à voz de Deus a frase: — Ó universo, eu sou-te, em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.”
No excerto em destaque, temos a relação de transitividade e intransitividade do verbo estabelecida pelo narrador e que, metaforicamente, pode ser entendido a partir do fato de que:
O texto Il serve de base para as questões 6 e 7.
TEXTO Il
A professora passou uma lição de casa: fazer uma redação sobre o tema “Mãe só tem uma”.
No dia seguinte, cada aluno leu sua redação. Todos dizendo mais ou menos as mesmas coisas: a mãe nos amamenta, é carinhosa conosco, é a rosa mais linda de nosso jardim etc. etc. etc. Portanto, mãe só tem uma [...].
Aí chegou a vez de o Juquinha ler sua redação: “Domingo foi visita lá em casa. As visitas ficavam na sala. Elas foram ficando com sede e minha mãe pediu para mim ir buscar coca-cola na cozinha. Eu abri a geladeira e vi que só tinha uma coca-cola. Então gritei para minha mãe: MÃE, SÓ TEM UMA!
Disponível em: https://clubinho.xalingo.com.br/piadas/mae-so-tem-uma. Acesso em: 7 fev. 2024.
Com relação ao excerto "Domingo foi visita lá em casa. As visitas ficavam na sala. Elas foram ficando com sede e minha mãe pediu para mim ir buscar coca-cola na cozinha. Eu abria geladeira e vi que só tinha uma coca-cola”, é incorreto afirmar que:
Na oração: “Há em nossa cidade vários focos de dengue”. Temos:
Assinale a opção em que a oração destacada pode ser classificada como subordinada substantiva objetiva direta:
Acorda, levanta, vai ganhar a vida...” Há:
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 21 a 30.
O homem biologicamente incapaz de sonhar
"Sonhar não custa nada". Esta expressão popular soa para a maioria como uma verdade incontestável.
Afinal, quem nunca fechou os olhos deitado sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho ou no ônibus e se viu transportado, como num passe de mágica, para uma praia paradisíaca ou marcando um gol na Copa do Mundo ao lado de um ídolo? Também acontece de se encontrar em situações assustadoras, estranhas ou até incompreensíveis.
Mas há uma porcentagem da população para a qual o mundo dos sonhos, entendido como aquele território em que a mente cria histórias com imagens, sons e até cheiros enquanto dormimos ou até mesmo estamos acordados, é algo desconhecido. O motivo? Eles têm afantasia.
"A afantasia é a ausência de visão mental ou a incapacidade de visualizar". É assim que o neurologista britânico Adam Zeman define a condição, da qual apenas se começou a falar nas últimas duas décadas, em grande parte por causa de suas pesquisas sobre imagens mentais.
"Para a maioria de nós, se nos disserem 'mesa de cozinha' ou 'árvore de maçãs', seremos capazes de reproduzir em nosso cérebro ambas as imagens. Pessoas com afantasia, no entanto, são incapazes de fazer isso", acrescentou o professor da Universidade de Exeter, no Reino Unido.
O médico venezuelano Guillermo Antonio Acevedo pertence ao grupo ao qual o especialista se refere. "Meu cérebro é como um computador com o monitor desligado ou que só armazena arquivos txt (de texto) e não suporta arquivos jpg, png ou nenhuma imagem", ilustrou.
Foi por acaso que Acevedo descobriu que pertence aos 4% da população que, segundo especialistas, não visualizam imagens mentais.
"Eu trabalhava em um hospital psiquiátrico, comecei a mergulhar mais em temas de neurologia e doenças mentais e me deparei com um artigo de Zeman, que falava sobre a mente cega", contou por telefone, da cidade espanhola de San Sebastián, onde vive e trabalha há seis anos. "Esse artigo descreve como as pessoas que têm afantasia pensam e explica que essas pessoas não conseguem imaginar coisas, ou seja, não veem imagens em sua mente. E foi aí que eu disse a mim mesmo: mas será que as pessoas podem realmente fazer isso?", continuou ele. "O meu choque foi que havia pessoas dizendo que podiam imaginar coisas na sua mente.
Hoje, com trinta e cinco anos, Acevedo passou trinta e um anos de sua vida acreditando que, quando as pessoas diziam ter sonhado, não visualizavam o que contavam. "Até eu descobrir que tinha afantasia, pensava que os desenhos animados colocavam a nuvenzinha nos personagens para que pudéssemos entender a história", explicou ele.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c1418120qwqo.adaptado.
Quem nunca fechou os olhos 'deitado' sobre o travesseiro, em sua mesa de trabalho?
Sintaticamente, o termo destacado trata-se de:
Complete a frase com o verbo adequado: "Ele gostava __________ música clássica."
Considere a seguinte sentença: “Acautelou os soldados ___ a chegada da neve.” No contexto apresentado, o verbo “acautelar” é transitivo indireto. Assinale a alternativa que indica corretamente a preposição requerida pelo verbo.
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em “Esse filme não tem uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, ...” (l. 09-10), se colocarmos a palavra sublinhada no plural, quantas alterações são necessárias nesse fragmento?
“Guerra Civil” motivou Wagner Moura a “levantar mais pontes”: “Comecei a escutar mais, falar menos”
Por Cesar Soto
- Mais do que ser o primeiro grande filme de Hollywood que o coloca como um dos
- protagonistas, para Wagner Moura "Guerra Civil" é também a oportunidade de se abrir para o
- diálogo com pessoas com outras ideologias. “É um filme que está dizendo: “Olha só, a polarização
- é o maior perigo que existe para democracias no mundo. Nós deveríamos estar nos conectando
- mais.”.
- “Eu, pessoalmente, comecei a fazer mais isso depois de ‘Guerra Civil’”. Comecei ___
- levantar mais pontes, assim. Escutar mais, falar menos.”. Faz sentido. O filme coloca o ator
- brasileiro como um jornalista em um grupo que atravessa os Estados Unidos, no ápice de um
- novo conflito interno que divide o país em um futuro não muito distante. “Esse filme não tem
- uma agenda ideológica. Ele é um visto através do olhar de jornalistas, que têm, como sua
- natureza, serem imparciais. É um filme que junta Texas e Califórnia contra um ditador. Por que
- eles não se juntariam ● Você é conservador e você é liberal, mas vocês são democratas e têm
- um presidente déspota.”
- Desde que se mudou para os Estados Unidos ___ cerca de sete anos, depois de se tornar
- um nome conhecido em Hollywood por causa da popularidade da série “Narcos”, Moura enfileirou
- outros trabalhos, mas “Guerra Civil” é a consolidação de uma carreira de quem foi para o país
- em busca de papéis que fugissem dos estereótipos de personagens latinos. Após o lançamento
- nos EUA e no Canadá ▲ o filme arrecadou quase US$ 26 milhões – a maior quantia para um fim
- de semana de estreia de uma produção do estúdio independente A24, que bancou ou distribuiu
- sucessos como o vencedor do Oscar “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” (2022). “Eu acho
- que é um filme que faz sentido em qualquer lugar. No entanto, eu acho que os americanos, que
- estão acostumados a produzir imagens de guerras no país dos outros, quando eles veem aquilo
- acontecer em Washington, aquilo é muito forte para eles” ◆ fala o ator.
- No filme, Moura divide grande parte do tempo de tela com Kirsten Dunst, Stephen
- McKinley Henderson e Cailee Spaeny, que interpretam outros jornalistas na mesma missão. A
- ideia é chegar ___ Casa Branca, que está sitiada, e fazer uma última entrevista com o presidente,
- antes que as forças insurgentes invadam o local. Depois de uma sequência de momentos tensos
- e tiroteios dos mais realistas, o filme encerra com um confronto violento, que exigiu muito do
- elenco durante as gravações.
(Disponível em: https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2024/04/18/guerra-civil-motivou-wagner-moura-a-levantar-mais-pontes-comecei-a-escutar-mais-falar-menos.ghtml – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, marque a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 06, 14 e 26 do texto.
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
A locução “em contrapartida”, na linha 22, dá ideia de:
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
No fragmento “Ele justificou o valor afirmando que, como está entre os brasileiros que participam do Parlamento do Mercosul, tem gastos elevados com viagens para o exterior...” (l. 09-11), se colocarmos a palavra sublinhada no plural, quantas outras alterações serão necessárias nesse fragmento?
Viagens, panfletos e poucos jornais: com o que os deputados gastam dinheiro
Por Lara Machado, Maria Júlia Vieira e Renata Buono
(Disponível em: piaui.folha.uol.com.br/viagens-panfletos-e-poucos-jornais-com-o-que-os-deputados-gastam-dinheiro-cota-parlamentar/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 01, 07 e 23 do texto.
