Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

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Q4416307 Português

Governo cria política nacional para alunos superdotados, mas veta triagem obrigatória nas escolas

Nova legislação prevê cadastro nacional e atendimento especializado para estudantes com altas habilidades; identificação anual em massa e centros de referência ficaram de fora do texto final.


A Lei nº 15.436/2026 foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para reconhecimento, acompanhamento e desenvolvimento de estudantes com altas habilidades ou superdotação em todo o país.

Entre as medidas previstas, estão a criação de um cadastro nacional, a oferta de atendimento educacional especializado e a possibilidade de flexibilização da trajetória escolar.

A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.

Segundo o Censo Escolar de 2025, cerca de 56mil estudantes brasileiros foram formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Entidades que atuam na área, porém, afirmam que o número está longe de refletir a realidade, já que muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.

 

O que muda

A legislação define altas habilidades ou superdotação como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, grande capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.

Para esses estudantes, a lei prevê atendimento educacional especializado complementar à escolarização regular. Entre as possibilidades estão programas de enriquecimento curricular, aprofundamento de conteúdos, agrupamento por áreas de interesse e aceleração dos estudos.

Também passa a ser permitida a progressão flexível, com avanço em disciplinas específicas, além da aceleração completa da trajetória escolar quando houver indicação pedagógica.

 

Cadastro nacional

Um dos principais pontos da nova política é a criação do Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, que ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

A ferramenta deverá reunir informações da educação básica e superior para mapear esse público e subsidiar a formulação de políticas públicas. Embora a criação de um cadastro semelhante já estivesse prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação desde 2015, a medida nunca saiu do papel.

 

O que foi vetado

Apesar da sanção, o governo retirou trechos aprovados pelo Congresso Nacional.

O principal veto atingiu os dispositivos que criavam uma triagem educacional anual para identificação precoce de estudantes com altas habilidades ou superdotação. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumentou que a medida poderia gerar burocracia e atrasar o acesso ao atendimento especializado.

Também foi vetada a exigência de avaliação multidimensional realizada por equipe especializada para formalizar a identificação desses estudantes. Segundo o governo, a medida poderia criar barreiras operacionais, especialmente em redes de ensino com menor estrutura técnica.

Outro trecho barrado previa a criação de centros de referência em cada unidade da federação. O Executivo alegou que a proposta não apresentou estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

 

Adesão será voluntária

A implementação da política dependerá da adesão de estados, Distrito Federal e municípios. O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária.

 Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/19/governo-cria-politica-nacional-para-alunos-superdotados-mas-veta-triagem-obrigatoria-nas-escolas.ghtml. Acesso em: 08 jul. 2026. Adaptado.

Analise as classes de palavras realçadas nos itens que seguem e assinale a alternativa em que a correlação vocábulo destacado e função desempenhada entre parênteses esteja correta.
Alternativas
Q4416306 Português

Governo cria política nacional para alunos superdotados, mas veta triagem obrigatória nas escolas

Nova legislação prevê cadastro nacional e atendimento especializado para estudantes com altas habilidades; identificação anual em massa e centros de referência ficaram de fora do texto final.


A Lei nº 15.436/2026 foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para reconhecimento, acompanhamento e desenvolvimento de estudantes com altas habilidades ou superdotação em todo o país.

Entre as medidas previstas, estão a criação de um cadastro nacional, a oferta de atendimento educacional especializado e a possibilidade de flexibilização da trajetória escolar.

A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.

Segundo o Censo Escolar de 2025, cerca de 56mil estudantes brasileiros foram formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Entidades que atuam na área, porém, afirmam que o número está longe de refletir a realidade, já que muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.

 

O que muda

A legislação define altas habilidades ou superdotação como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, grande capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.

Para esses estudantes, a lei prevê atendimento educacional especializado complementar à escolarização regular. Entre as possibilidades estão programas de enriquecimento curricular, aprofundamento de conteúdos, agrupamento por áreas de interesse e aceleração dos estudos.

Também passa a ser permitida a progressão flexível, com avanço em disciplinas específicas, além da aceleração completa da trajetória escolar quando houver indicação pedagógica.

 

Cadastro nacional

Um dos principais pontos da nova política é a criação do Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, que ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

A ferramenta deverá reunir informações da educação básica e superior para mapear esse público e subsidiar a formulação de políticas públicas. Embora a criação de um cadastro semelhante já estivesse prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação desde 2015, a medida nunca saiu do papel.

 

O que foi vetado

Apesar da sanção, o governo retirou trechos aprovados pelo Congresso Nacional.

O principal veto atingiu os dispositivos que criavam uma triagem educacional anual para identificação precoce de estudantes com altas habilidades ou superdotação. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumentou que a medida poderia gerar burocracia e atrasar o acesso ao atendimento especializado.

Também foi vetada a exigência de avaliação multidimensional realizada por equipe especializada para formalizar a identificação desses estudantes. Segundo o governo, a medida poderia criar barreiras operacionais, especialmente em redes de ensino com menor estrutura técnica.

Outro trecho barrado previa a criação de centros de referência em cada unidade da federação. O Executivo alegou que a proposta não apresentou estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

 

Adesão será voluntária

A implementação da política dependerá da adesão de estados, Distrito Federal e municípios. O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária.

 Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/19/governo-cria-politica-nacional-para-alunos-superdotados-mas-veta-triagem-obrigatoria-nas-escolas.ghtml. Acesso em: 08 jul. 2026. Adaptado.

“Entidades que atuam na área, porém, afirmam que¹ o número está longe de refletir a realidade, já que² muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.”
Os elementos conectores enumerados anteriormente introduzem orações subordinadas:
Alternativas
Q4416304 Português

Governo cria política nacional para alunos superdotados, mas veta triagem obrigatória nas escolas

Nova legislação prevê cadastro nacional e atendimento especializado para estudantes com altas habilidades; identificação anual em massa e centros de referência ficaram de fora do texto final.


A Lei nº 15.436/2026 foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para reconhecimento, acompanhamento e desenvolvimento de estudantes com altas habilidades ou superdotação em todo o país.

Entre as medidas previstas, estão a criação de um cadastro nacional, a oferta de atendimento educacional especializado e a possibilidade de flexibilização da trajetória escolar.

A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.

Segundo o Censo Escolar de 2025, cerca de 56mil estudantes brasileiros foram formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Entidades que atuam na área, porém, afirmam que o número está longe de refletir a realidade, já que muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.

 

O que muda

A legislação define altas habilidades ou superdotação como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, grande capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.

Para esses estudantes, a lei prevê atendimento educacional especializado complementar à escolarização regular. Entre as possibilidades estão programas de enriquecimento curricular, aprofundamento de conteúdos, agrupamento por áreas de interesse e aceleração dos estudos.

Também passa a ser permitida a progressão flexível, com avanço em disciplinas específicas, além da aceleração completa da trajetória escolar quando houver indicação pedagógica.

 

Cadastro nacional

Um dos principais pontos da nova política é a criação do Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, que ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

A ferramenta deverá reunir informações da educação básica e superior para mapear esse público e subsidiar a formulação de políticas públicas. Embora a criação de um cadastro semelhante já estivesse prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação desde 2015, a medida nunca saiu do papel.

 

O que foi vetado

Apesar da sanção, o governo retirou trechos aprovados pelo Congresso Nacional.

O principal veto atingiu os dispositivos que criavam uma triagem educacional anual para identificação precoce de estudantes com altas habilidades ou superdotação. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumentou que a medida poderia gerar burocracia e atrasar o acesso ao atendimento especializado.

Também foi vetada a exigência de avaliação multidimensional realizada por equipe especializada para formalizar a identificação desses estudantes. Segundo o governo, a medida poderia criar barreiras operacionais, especialmente em redes de ensino com menor estrutura técnica.

Outro trecho barrado previa a criação de centros de referência em cada unidade da federação. O Executivo alegou que a proposta não apresentou estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

 

Adesão será voluntária

A implementação da política dependerá da adesão de estados, Distrito Federal e municípios. O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária.

 Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/19/governo-cria-politica-nacional-para-alunos-superdotados-mas-veta-triagem-obrigatoria-nas-escolas.ghtml. Acesso em: 08 jul. 2026. Adaptado.

Tendo por base o uso ou a ausência da vírgula, em relação aos termos enumerados em 1 e em 2, aponte a alternativa correta dentre os itens a seguir.
• “Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que¹ poderá mantê-los ou derrubá-los [...]”
• “O principal veto atingiu os dispositivos que² criavam uma triagem educacional anual [...]” 
Alternativas
Q4416302 Português

Governo cria política nacional para alunos superdotados, mas veta triagem obrigatória nas escolas

Nova legislação prevê cadastro nacional e atendimento especializado para estudantes com altas habilidades; identificação anual em massa e centros de referência ficaram de fora do texto final.


A Lei nº 15.436/2026 foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para reconhecimento, acompanhamento e desenvolvimento de estudantes com altas habilidades ou superdotação em todo o país.

Entre as medidas previstas, estão a criação de um cadastro nacional, a oferta de atendimento educacional especializado e a possibilidade de flexibilização da trajetória escolar.

A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.

Segundo o Censo Escolar de 2025, cerca de 56mil estudantes brasileiros foram formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Entidades que atuam na área, porém, afirmam que o número está longe de refletir a realidade, já que muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.

 

O que muda

A legislação define altas habilidades ou superdotação como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, grande capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.

Para esses estudantes, a lei prevê atendimento educacional especializado complementar à escolarização regular. Entre as possibilidades estão programas de enriquecimento curricular, aprofundamento de conteúdos, agrupamento por áreas de interesse e aceleração dos estudos.

Também passa a ser permitida a progressão flexível, com avanço em disciplinas específicas, além da aceleração completa da trajetória escolar quando houver indicação pedagógica.

 

Cadastro nacional

Um dos principais pontos da nova política é a criação do Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, que ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

A ferramenta deverá reunir informações da educação básica e superior para mapear esse público e subsidiar a formulação de políticas públicas. Embora a criação de um cadastro semelhante já estivesse prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação desde 2015, a medida nunca saiu do papel.

 

O que foi vetado

Apesar da sanção, o governo retirou trechos aprovados pelo Congresso Nacional.

O principal veto atingiu os dispositivos que criavam uma triagem educacional anual para identificação precoce de estudantes com altas habilidades ou superdotação. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumentou que a medida poderia gerar burocracia e atrasar o acesso ao atendimento especializado.

Também foi vetada a exigência de avaliação multidimensional realizada por equipe especializada para formalizar a identificação desses estudantes. Segundo o governo, a medida poderia criar barreiras operacionais, especialmente em redes de ensino com menor estrutura técnica.

Outro trecho barrado previa a criação de centros de referência em cada unidade da federação. O Executivo alegou que a proposta não apresentou estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

 

Adesão será voluntária

A implementação da política dependerá da adesão de estados, Distrito Federal e municípios. O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária.

 Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/19/governo-cria-politica-nacional-para-alunos-superdotados-mas-veta-triagem-obrigatoria-nas-escolas.ghtml. Acesso em: 08 jul. 2026. Adaptado.

“A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência.”


O termo realçado equivale a um:

Alternativas
Q4416301 Português

Governo cria política nacional para alunos superdotados, mas veta triagem obrigatória nas escolas

Nova legislação prevê cadastro nacional e atendimento especializado para estudantes com altas habilidades; identificação anual em massa e centros de referência ficaram de fora do texto final.


A Lei nº 15.436/2026 foi publicada nesta quinta-feira (18) no Diário Oficial da União e estabelece diretrizes para reconhecimento, acompanhamento e desenvolvimento de estudantes com altas habilidades ou superdotação em todo o país.

Entre as medidas previstas, estão a criação de um cadastro nacional, a oferta de atendimento educacional especializado e a possibilidade de flexibilização da trajetória escolar.

A nova política também passa a contemplar estudantes com dupla excepcionalidade — os que, além das altas habilidades, apresentam alguma deficiência, transtorno do espectro autista ou outro transtorno do neurodesenvolvimento.

Segundo o Censo Escolar de 2025, cerca de 56mil estudantes brasileiros foram formalmente identificados com altas habilidades ou superdotação. Entidades que atuam na área, porém, afirmam que o número está longe de refletir a realidade, já que muitos alunos nunca são reconhecidos pelo sistema educacional.

 

O que muda

A legislação define altas habilidades ou superdotação como uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por potencial intelectual elevado, intensa curiosidade, grande capacidade de aprendizagem e profundo envolvimento em temas de interesse.

Para esses estudantes, a lei prevê atendimento educacional especializado complementar à escolarização regular. Entre as possibilidades estão programas de enriquecimento curricular, aprofundamento de conteúdos, agrupamento por áreas de interesse e aceleração dos estudos.

Também passa a ser permitida a progressão flexível, com avanço em disciplinas específicas, além da aceleração completa da trajetória escolar quando houver indicação pedagógica.

 

Cadastro nacional

Um dos principais pontos da nova política é a criação do Cadastro Nacional de Estudantes com Altas Habilidades ou Superdotação, que ficará sob responsabilidade do Ministério da Educação (MEC).

A ferramenta deverá reunir informações da educação básica e superior para mapear esse público e subsidiar a formulação de políticas públicas. Embora a criação de um cadastro semelhante já estivesse prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação desde 2015, a medida nunca saiu do papel.

 

O que foi vetado

Apesar da sanção, o governo retirou trechos aprovados pelo Congresso Nacional.

O principal veto atingiu os dispositivos que criavam uma triagem educacional anual para identificação precoce de estudantes com altas habilidades ou superdotação. Na justificativa enviada ao Congresso, o Executivo argumentou que a medida poderia gerar burocracia e atrasar o acesso ao atendimento especializado.

Também foi vetada a exigência de avaliação multidimensional realizada por equipe especializada para formalizar a identificação desses estudantes. Segundo o governo, a medida poderia criar barreiras operacionais, especialmente em redes de ensino com menor estrutura técnica.

Outro trecho barrado previa a criação de centros de referência em cada unidade da federação. O Executivo alegou que a proposta não apresentou estimativa de impacto orçamentário e financeiro.

 

Adesão será voluntária

A implementação da política dependerá da adesão de estados, Distrito Federal e municípios. O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária.

 Os vetos ainda serão analisados pelo Congresso Nacional, que poderá mantê-los ou derrubá-los em sessão conjunta de deputados e senadores.

 

Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/06/19/governo-cria-politica-nacional-para-alunos-superdotados-mas-veta-triagem-obrigatoria-nas-escolas.ghtml. Acesso em: 08 jul. 2026. Adaptado.

O vocábulo conforme, em “O governo federal poderá oferecer apoio técnico e financeiro, conforme disponibilidade orçamentária”, é o mesmo que:
Alternativas
Q4415556 Português
Leia o trecho:
“A agricultura sustentável exige conhecimento técnico, planejamento e integração entre diferentes saberes. Nesse contexto, os profissionais que atuam junto às comunidades rurais precisam compreender que suas orientações devem considerar as características locais e respeitar os conhecimentos construídos pelos agricultores. A adoção de práticas agroecológicas, quando associada ao acompanhamento técnico adequado, favorece o desenvolvimento de sistemas produtivos mais eficientes e ambientalmente responsáveis.”
(Elaborado com base em: BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar. Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural. Disponível em: https://www.gov.br/mda/pt-br. Acesso em: 7 jul. 2026.)
Considerando os aspectos linguísticos presentes no texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4415555 Português
Leia o fragmento:
“A assistência técnica e a extensão rural constituem instrumentos fundamentais para o fortalecimento da agricultura familiar, pois contribuem para que produtores rurais tenham acesso a conhecimentos, tecnologias e práticas sustentáveis. Entretanto, a efetividade dessas ações depende de políticas públicas permanentes e de profissionais capacitados, capazes de dialogar com diferentes realidades produtivas existentes no território brasileiro. Cabe aos agentes responsáveis pela implementação dessas políticas acompanhar as demandas locais, considerando as especificidades econômicas, sociais e ambientais de cada comunidade.”
(Elaborado com base em: BRASIL. Lei nº 12.188, de 11 de janeiro de 2010. Institui a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária – PNATER. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12188.htm. Acesso em: 7 jul. 2026.)
Considerando os aspectos de norma-padrão da língua portuguesa presentes no texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Q4415553 Português
Leia o texto:
“A circulação de informações nas sociedades contemporâneas ampliou significativamente as possibilidades de participação social. Entretanto, esse processo também revelou desafios relacionados à qualidade das informações compartilhadas, uma vez que a velocidade de disseminação nem sempre é acompanhada pela verificação necessária dos conteúdos divulgados. Nesse cenário, torna-se indispensável desenvolver práticas de leitura crítica capazes de considerar não apenas aquilo que é apresentado explicitamente, mas também os interesses, as escolhas discursivas e os contextos envolvidos na produção das mensagens.”
(Elaborado com base em: BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/. Acesso em: 7 jul. 2026.)
Considerando a estrutura sintática do período destacado e as possibilidades de transformação textual, podemos considerar que:
Alternativas
Q4415552 Português
Leia o texto seguinte:
“A implementação de políticas públicas voltadas à democratização do acesso ao conhecimento não constitui, necessariamente, garantia de transformação social imediata. Embora a ampliação das oportunidades educacionais seja um passo fundamental, é preciso reconhecer que desigualdades históricas, econômicas e culturais continuam interferindo nas trajetórias individuais e coletivas.
Desse modo, qualquer análise sobre educação e inclusão deve considerar não apenas os avanços alcançados, mas também os limites estruturais que permanecem presentes na sociedade.”
(Elaborado com base em: BRASIL. Ministério da Educação. Educação e desigualdades sociais: desafios para a democratização do ensino. Brasília: MEC, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br. Acesso em: 7 jul. 2026).
Identifique a alternativa que esteja correta sobre os aspectos semânticos e discursivos do texto.
Alternativas
Q4415551 Português
Leia o texto a seguir:
“As Boas Práticas Agrícolas são o conjunto de princípios, normas e recomendações técnicas aplicadas nas etapas da produção, processamento e transporte de produtos vegetais alimentícios e não alimentícios, orientadas a promover a oferta de alimento seguro, de forma a cuidar da saúde humana, proteger o meio ambiente e melhorar as condições dos trabalhadores rurais e sua família.”
(Elaborado com base em: BRASIL. Ministério da Agricultura e Pecuária. Boas Práticas Agrícolas. Disponível em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/ sustentabilidade/boas-praticas-agricolas. Acesso em: 7 jul. 2026.)
Com base na organização linguística e argumentativa do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4415405 Português
Sobre o período “Apesar de o motorista ter dirigido rápido, a passageira chegou atrasada a seu destino.”, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4415404 Português
Sobre o período “A professora nova disse que o aluno que estudar terá sucesso”, é correto afirmar: 
Alternativas
Q4415403 Português
Assinale a alternativa que apresenta sujeito desinencial. 
Alternativas
Q4415220 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão


Por que as mulheres estão priorizando as amizades em vez de amor?


Especialista em gênero aponta que camadas de exaustão e falhas do Estado impulsionam a reorganização de redes de apoio


Nos últimos anos, _____ busca de mulheres por reorganizar suas redes de afeto, priorizar amizades e construir comunidades tem ganhado força como resposta _____ precarização do trabalho, _____ sobrecarga invisível do cuidado e _____ uma crescente epidemia de solidão.

A socióloga Eliane Gonçalves, especialista em gênero e sexualidade, explicou que essa mudança não é apenas uma escolha individual. Trata-se de um fenômeno social e coletivo de sobrevivência. Diante de cidades desiguais e da exaustão causada por extensas jornadas de trabalho, as mulheres têm se unido para produzir sentido e solidariedade em que o Estado, muitas vezes, falha em prover. A idealização do conceito de família não encontra eco na realidade cotidiana. "É um pouco como uma tábua de salvação, mas também uma forma de organização política", define ao BdF Entrevista.

"Produzir espaços de solidariedade umas com as outras, em diferentes classes sociais, em diferentes momentos históricos. Como isso tem sido denominado, como isso tem sido tratado pela sociedade, eu acho que é um tema muito relevante. E podemos falar da amizade, podemos pensar nos espaços onde a amizade floresce e como a amizade tem sido negada às mulheres, porque é muito difícil realizá-la na situação de divisão do trabalho que a gente tem", analisa.

A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos. "Mesmo tendo conquistado gloriosamente o direito ao trabalho remunerado, o direito à educação, o direito a ter carreiras, elas têm esse fardo. Isso é muito antigo. Isso já se chamou dupla opressão, dupla jornada. Aí viu que isso era inadequado, porque, na verdade, não tem dupla, não tem tripla: você tem múltiplas camadas de exaustão", relata.

Eliane Gonçalves também problematiza a questão do cuidado, historicamente, ter sido colocado como uma responsabilidade que não faria parte do universo dos homens. E ela alerta que é mais do que simplesmente dizer que é machismo. "Aquilo que é estrutural é invisível. A gente chama de DNA social", avalia.

Para a socióloga, a saída para essa crise civilizatória não está em discursos conservadores que tentam idealizar um passado inexistente, mas, sim, no reconhecimento de que o isolamento é uma ilusão. "A gente precisa uns dos outros, ponto final, e quanto maiores, mais competentes e mais estruturadas forem as redes, melhor para todas as pessoas", defende. "Nós não podemos pensar na nossa vida como seres individuais. O indivíduo é uma ficção."

Como um caminho possível, Gonçalves defende que "as respostas estão nas nossas capacidades de criar modos de vida, de recriar coisas e condições de emancipação para homens e mulheres, para jovens e adultos, para crianças e velhos, e isso tem que ser uma insistência, isso tem que estar no nosso horizonte, nós não podemos descuidar", resume.


(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/podcast/brasil-de-fato-entrevista/2026/0 9/01/por-que-as-mulheres-estao-priorizando-as-amizades-em-vez-de-a mor/. Acesso em: 06 set. 2026. Adaptado.)
Leia o seguinte excerto:

"A análise de Gonçalves aponta para uma contradição histórica: embora as mulheres tenham conquistado direitos públicos importantes recentemente, como educação e trabalho remunerado, não houve uma contrapartida social ou estatal que dividisse a responsabilidade pelo trabalho doméstico e de cuidado de crianças e idosos."

A conjunção "embora" estabelece uma relação de sentido entre as ideias que conecta e, por isso, não pode ser substituída por qualquer conjunção ou locução conjuntiva sem que haja alteração de sentido. Assinale a alternativa que indica corretamente o sentido estabelecido no excerto e a expressão que pode substituir "embora" sem comprometê-lo: 
Alternativas
Q4414702 Português
Texto para a questão.


Salvador Dalí, pintor espanhol e mestre do surrealismo: “A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco”


    Salvador Dalí foi um dos artistas mais importantes e reconhecíveis do século XX. Nascido em Figueres, na Espanha, em 1904, o pintor marcou a história da arte com imagens inquietantes, cenários oníricos e uma personalidade tão extravagante quanto suas criações.

    Embora tenha trabalhado também com escultura, fotografia, cinema e publicidade, foi na pintura que ele deixou sua marca mais profunda. Quadros como A Persistência da Memória, com seus famosos relógios derretidos, ajudaram a transformar Dalí em um dos principais representantes do surrealismo, movimento que buscava ultrapassar a lógica e explorar sonhos, desejos e impulsos inconscientes.

    A aparência excêntrica e o comportamento teatral de Dalí fizeram com que sua sanidade fosse frequentemente questionada. Ele, porém, respondia às provocações com uma frase que se tornaria célebre: “A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco”.

    Um dos primeiros registros da declaração surgiu em 1934, durante uma visita do artista aos Estados Unidos. Na ocasião, Dalí explicou que recriava os sonhos para torná-los visíveis em meio a objetos cotidianos. A diferença, segundo ele, estava em sua capacidade de distinguir o universo dos sonhos do mundo real.

    Dalí não desejava simplesmente reproduzir delírios de maneira descontrolada. Por trás das imagens aparentemente absurdas, havia domínio técnico, referências artísticas e uma investigação consciente da mente.

(https://www.terra.com.br/diversao/salvador-dali-pintor-espanhol-e-mestredo-surrealismo-a-unica-diferenca-entre-mim-e-um-louco-e-que-eu-naosou-louco,....html?utm_source=clipboard)
Observe o trecho: “A aparência excêntrica e o comportamento teatral de Dalí fizeram com que sua sanidade fosse frequentemente questionada.”

Considerando as relações sintáticas e de concordância presentes no período, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4414701 Português
Texto para a questão.


Salvador Dalí, pintor espanhol e mestre do surrealismo: “A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco”


    Salvador Dalí foi um dos artistas mais importantes e reconhecíveis do século XX. Nascido em Figueres, na Espanha, em 1904, o pintor marcou a história da arte com imagens inquietantes, cenários oníricos e uma personalidade tão extravagante quanto suas criações.

    Embora tenha trabalhado também com escultura, fotografia, cinema e publicidade, foi na pintura que ele deixou sua marca mais profunda. Quadros como A Persistência da Memória, com seus famosos relógios derretidos, ajudaram a transformar Dalí em um dos principais representantes do surrealismo, movimento que buscava ultrapassar a lógica e explorar sonhos, desejos e impulsos inconscientes.

    A aparência excêntrica e o comportamento teatral de Dalí fizeram com que sua sanidade fosse frequentemente questionada. Ele, porém, respondia às provocações com uma frase que se tornaria célebre: “A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco”.

    Um dos primeiros registros da declaração surgiu em 1934, durante uma visita do artista aos Estados Unidos. Na ocasião, Dalí explicou que recriava os sonhos para torná-los visíveis em meio a objetos cotidianos. A diferença, segundo ele, estava em sua capacidade de distinguir o universo dos sonhos do mundo real.

    Dalí não desejava simplesmente reproduzir delírios de maneira descontrolada. Por trás das imagens aparentemente absurdas, havia domínio técnico, referências artísticas e uma investigação consciente da mente.

(https://www.terra.com.br/diversao/salvador-dali-pintor-espanhol-e-mestredo-surrealismo-a-unica-diferenca-entre-mim-e-um-louco-e-que-eu-naosou-louco,....html?utm_source=clipboard)
No trecho: “Embora tenha trabalhado também com escultura, fotografia, cinema e publicidade, foi na pintura que ele deixou sua marca mais profunda.”

A respeito da estrutura sintática e do emprego das palavras no período, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4414559 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Educação e os novos tempos

Quando se pensa em educação nos tempos atuais, inovação e renovação são as palavras-chave que vêm à mente, principalmente após as inquietações geradas pela pandemia. Esse período reforçou a constatação de que a desigualdade de acesso ao ensino remoto prejudicou os estudantes mais vulneráveis e com menos recursos. Promover de forma mais efetiva o acesso às tecnologias digitais a todos deve ser prioridade dos governos que compreendem a educação como um investimento para o país. No entanto, surge a questão sobre se apenas essa medida responde a toda uma gama de indagações sobre como deve ser a formação educacional no segundo quarto do século XXI.
Ao refletir sobre essas questões, observa-se a relevância de pensar uma pedagogia contemporânea que ultrapasse o debate entre o novo e o tradicional. Essa premissa convida a refletir sobre uma nova forma de educar que ajude a enfrentar os desafios do presente século.
Diante das transformações ocorridas nas políticas mundiais, no clima e no avanço da tecnologia com a inteligência artificial, torna-se imprescindível refletir sobre uma educação contemporânea para repensar o futuro das próximas gerações. Essa discussão se justifica pelos diversos e novos desafios que surgem e que as atuais e futuras gerações terão de enfrentar. Trata-se de desafios ecológicos — que englobam aspectos climáticos, sanitários, alimentares e geopolíticos —; desafios culturais e sociais, suscitados pelas tecnologias digitais da informação e comunicação, pelo advento da inteligência artificial e por seu impacto no mercado de trabalho; desafios demográficos, tendo em vista a redução do número de jovens e o aumento da população idosa; além dos problemas herdados e transmitidos às próximas gerações, como a desigualdade social, o racismo e discriminações de vários tipos.
No final do século passado, a escola precisava não apenas desenvolver novas competências técnicas, mas também elevar o nível da formação básica da população por meio da ampliação da escolaridade obrigatória até, pelo menos, o fim do ensino médio. Atualmente, a maior parte dos governos, mediante a adoção de políticas públicas educacionais, encaminha as novas gerações à universidade ou aos institutos técnicos para responder às demandas do mercado de trabalho e das organizações internacionais.
Além disso, discute-se amplamente sobre a escola ideal do século XXI em um mundo dependente das novas tecnologias. É necessário compreender que a facilidade no acesso à informação e o conhecimento de informática não significam, por si sós, maior nível de educação ou de saber. A ferramenta tecnológica isolada não habilita ninguém a resolver as dificuldades que os estudantes enfrentam na atualidade. Novas práticas didáticas e recursos de ensino são desejados, mas não são suficientes para promover a educação por si mesmos. A introdução de tecnologias avançadas e da educação a distância nas escolas não constitui, isoladamente, a resposta para um ensino de qualidade.
O objetivo do ensino não deveria ser a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica, o que caracteriza a verdadeira inovação. Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo, a transmissão do conteúdo de uma geração à outra deve vir sempre unida à busca de sentido, visto que o ser humano é um ser social.
Em reflexões sobre a função da escola e a finalidade do conhecimento, pondera-se que o saber científico ainda é concebido com a missão de dissipar a aparente complexidade dos fenômenos para revelar a ordem simples a que obedecem. Para alcançar a verdadeira complexidade das coisas, é necessária uma tomada de consciência radical por parte de professores, pesquisadores, cientistas, gestores escolares e alunos. Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido.
As escolas, ao ensinarem o aluno a ponderar, analisar, criticar e sintetizar, cumprem o seu papel de promover o aperfeiçoamento humano, o refinamento da sociedade e a preparação do estudante para a produção do conhecimento. Ao abordar os saberes necessários à educação do futuro, descreve-se a função da escola como o ato de ensinar ao estudante o que é o conhecimento. Tão importante quanto dominar as ferramentas tecnológicas é compreender a condição e a identidade humana, tendo em mente que, em todos os domínios do conhecimento, sobretudo na história, o surgimento do inesperado é vital, sendo a incerteza um dos saberes necessários à formação.
Compreende-se que a inovação e a renovação educacionais são bem-vindas quando se concebe a educação como uma prática social e como um processo único de aprendizagem associado à escola, à família e à sociedade. Ao aceitar que a educação é uma prática social sujeita a permanentes questionamentos e conduzida a finalidades coletivamente instituídas, reconhece-se que ela deve ser acompanhada por uma intensa atividade de pesquisa, exame e reflexão. Trata-se do processo social que leva o ser humano a reconhecer, buscar, instaurar e hierarquizar valores de modo a se aprimorar como sujeito integrante da sociedade. Entendida como um processo de aperfeiçoamento e de humanização do sujeito que incorpora inovações tecnológicas e saberes ancestrais, a educação será sempre considerada fundamental, inclusiva e para todos.

https://doi.org/10.1590/S0104-40362024003201221.adaptado.
O objetivo do ensino não deveria ser a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica, o que caracteriza a verdadeira inovação. Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo, a transmissão do conteúdo de uma geração à outra deve vir sempre unida à busca de sentido, visto que o ser humano é um ser social.
Com base nas relações sintáticas estabelecidas no trecho, analise as afirmativas a seguir quanto a verdadeiro (V) ou falso (F).
(__) Em "Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo", a oração iniciada por "Embora" estabelece relação concessiva com a oração subsequente, enquanto "para satisfazer os anseios do indivíduo" introduz circunstância de finalidade.
(__) Em "a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica", "mas" estabelece coordenação adversativa entre duas orações sintáticas independentes, cada uma organizada em torno de um núcleo verbal próprio.
(__) Em "visto que o ser humano é um ser social", a oração introduzida por "visto que" subordina-se à oração anterior e apresenta a causa que fundamenta a necessidade de a transmissão do conteúdo permanecer associada à busca de sentido.
(__) Em "o que caracteriza a verdadeira inovação", o pronome relativo "que" introduz uma oração subordinada adjetiva relacionada ao demonstrativo "o", e o conjunto formado por "o que" retoma o conteúdo expresso anteriormente.
Assinale a alternativa com a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q4414558 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Educação e os novos tempos

Quando se pensa em educação nos tempos atuais, inovação e renovação são as palavras-chave que vêm à mente, principalmente após as inquietações geradas pela pandemia. Esse período reforçou a constatação de que a desigualdade de acesso ao ensino remoto prejudicou os estudantes mais vulneráveis e com menos recursos. Promover de forma mais efetiva o acesso às tecnologias digitais a todos deve ser prioridade dos governos que compreendem a educação como um investimento para o país. No entanto, surge a questão sobre se apenas essa medida responde a toda uma gama de indagações sobre como deve ser a formação educacional no segundo quarto do século XXI.
Ao refletir sobre essas questões, observa-se a relevância de pensar uma pedagogia contemporânea que ultrapasse o debate entre o novo e o tradicional. Essa premissa convida a refletir sobre uma nova forma de educar que ajude a enfrentar os desafios do presente século.
Diante das transformações ocorridas nas políticas mundiais, no clima e no avanço da tecnologia com a inteligência artificial, torna-se imprescindível refletir sobre uma educação contemporânea para repensar o futuro das próximas gerações. Essa discussão se justifica pelos diversos e novos desafios que surgem e que as atuais e futuras gerações terão de enfrentar. Trata-se de desafios ecológicos — que englobam aspectos climáticos, sanitários, alimentares e geopolíticos —; desafios culturais e sociais, suscitados pelas tecnologias digitais da informação e comunicação, pelo advento da inteligência artificial e por seu impacto no mercado de trabalho; desafios demográficos, tendo em vista a redução do número de jovens e o aumento da população idosa; além dos problemas herdados e transmitidos às próximas gerações, como a desigualdade social, o racismo e discriminações de vários tipos.
No final do século passado, a escola precisava não apenas desenvolver novas competências técnicas, mas também elevar o nível da formação básica da população por meio da ampliação da escolaridade obrigatória até, pelo menos, o fim do ensino médio. Atualmente, a maior parte dos governos, mediante a adoção de políticas públicas educacionais, encaminha as novas gerações à universidade ou aos institutos técnicos para responder às demandas do mercado de trabalho e das organizações internacionais.
Além disso, discute-se amplamente sobre a escola ideal do século XXI em um mundo dependente das novas tecnologias. É necessário compreender que a facilidade no acesso à informação e o conhecimento de informática não significam, por si sós, maior nível de educação ou de saber. A ferramenta tecnológica isolada não habilita ninguém a resolver as dificuldades que os estudantes enfrentam na atualidade. Novas práticas didáticas e recursos de ensino são desejados, mas não são suficientes para promover a educação por si mesmos. A introdução de tecnologias avançadas e da educação a distância nas escolas não constitui, isoladamente, a resposta para um ensino de qualidade.
O objetivo do ensino não deveria ser a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica, o que caracteriza a verdadeira inovação. Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo, a transmissão do conteúdo de uma geração à outra deve vir sempre unida à busca de sentido, visto que o ser humano é um ser social.
Em reflexões sobre a função da escola e a finalidade do conhecimento, pondera-se que o saber científico ainda é concebido com a missão de dissipar a aparente complexidade dos fenômenos para revelar a ordem simples a que obedecem. Para alcançar a verdadeira complexidade das coisas, é necessária uma tomada de consciência radical por parte de professores, pesquisadores, cientistas, gestores escolares e alunos. Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido.
As escolas, ao ensinarem o aluno a ponderar, analisar, criticar e sintetizar, cumprem o seu papel de promover o aperfeiçoamento humano, o refinamento da sociedade e a preparação do estudante para a produção do conhecimento. Ao abordar os saberes necessários à educação do futuro, descreve-se a função da escola como o ato de ensinar ao estudante o que é o conhecimento. Tão importante quanto dominar as ferramentas tecnológicas é compreender a condição e a identidade humana, tendo em mente que, em todos os domínios do conhecimento, sobretudo na história, o surgimento do inesperado é vital, sendo a incerteza um dos saberes necessários à formação.
Compreende-se que a inovação e a renovação educacionais são bem-vindas quando se concebe a educação como uma prática social e como um processo único de aprendizagem associado à escola, à família e à sociedade. Ao aceitar que a educação é uma prática social sujeita a permanentes questionamentos e conduzida a finalidades coletivamente instituídas, reconhece-se que ela deve ser acompanhada por uma intensa atividade de pesquisa, exame e reflexão. Trata-se do processo social que leva o ser humano a reconhecer, buscar, instaurar e hierarquizar valores de modo a se aprimorar como sujeito integrante da sociedade. Entendida como um processo de aperfeiçoamento e de humanização do sujeito que incorpora inovações tecnológicas e saberes ancestrais, a educação será sempre considerada fundamental, inclusiva e para todos.

https://doi.org/10.1590/S0104-40362024003201221.adaptado.
O acesso às tecnologias digitais a todos deve ser prioridade dos governos que compreendem a educação como um investimento para o país.
Atualmente, a maior parte dos governos, mediante a adoção de políticas públicas educacionais, encaminha as novas gerações à universidade ou aos institutos técnicos para responder às demandas do mercado de trabalho e das organizações internacionais.
Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido.
Considerando as relações de regência e as regras que determinam a presença do acento indicativo de crase nas ocorrências destacadas, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4414556 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Educação e os novos tempos

Quando se pensa em educação nos tempos atuais, inovação e renovação são as palavras-chave que vêm à mente, principalmente após as inquietações geradas pela pandemia. Esse período reforçou a constatação de que a desigualdade de acesso ao ensino remoto prejudicou os estudantes mais vulneráveis e com menos recursos. Promover de forma mais efetiva o acesso às tecnologias digitais a todos deve ser prioridade dos governos que compreendem a educação como um investimento para o país. No entanto, surge a questão sobre se apenas essa medida responde a toda uma gama de indagações sobre como deve ser a formação educacional no segundo quarto do século XXI.
Ao refletir sobre essas questões, observa-se a relevância de pensar uma pedagogia contemporânea que ultrapasse o debate entre o novo e o tradicional. Essa premissa convida a refletir sobre uma nova forma de educar que ajude a enfrentar os desafios do presente século.
Diante das transformações ocorridas nas políticas mundiais, no clima e no avanço da tecnologia com a inteligência artificial, torna-se imprescindível refletir sobre uma educação contemporânea para repensar o futuro das próximas gerações. Essa discussão se justifica pelos diversos e novos desafios que surgem e que as atuais e futuras gerações terão de enfrentar. Trata-se de desafios ecológicos — que englobam aspectos climáticos, sanitários, alimentares e geopolíticos —; desafios culturais e sociais, suscitados pelas tecnologias digitais da informação e comunicação, pelo advento da inteligência artificial e por seu impacto no mercado de trabalho; desafios demográficos, tendo em vista a redução do número de jovens e o aumento da população idosa; além dos problemas herdados e transmitidos às próximas gerações, como a desigualdade social, o racismo e discriminações de vários tipos.
No final do século passado, a escola precisava não apenas desenvolver novas competências técnicas, mas também elevar o nível da formação básica da população por meio da ampliação da escolaridade obrigatória até, pelo menos, o fim do ensino médio. Atualmente, a maior parte dos governos, mediante a adoção de políticas públicas educacionais, encaminha as novas gerações à universidade ou aos institutos técnicos para responder às demandas do mercado de trabalho e das organizações internacionais.
Além disso, discute-se amplamente sobre a escola ideal do século XXI em um mundo dependente das novas tecnologias. É necessário compreender que a facilidade no acesso à informação e o conhecimento de informática não significam, por si sós, maior nível de educação ou de saber. A ferramenta tecnológica isolada não habilita ninguém a resolver as dificuldades que os estudantes enfrentam na atualidade. Novas práticas didáticas e recursos de ensino são desejados, mas não são suficientes para promover a educação por si mesmos. A introdução de tecnologias avançadas e da educação a distância nas escolas não constitui, isoladamente, a resposta para um ensino de qualidade.
O objetivo do ensino não deveria ser a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica, o que caracteriza a verdadeira inovação. Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo, a transmissão do conteúdo de uma geração à outra deve vir sempre unida à busca de sentido, visto que o ser humano é um ser social.
Em reflexões sobre a função da escola e a finalidade do conhecimento, pondera-se que o saber científico ainda é concebido com a missão de dissipar a aparente complexidade dos fenômenos para revelar a ordem simples a que obedecem. Para alcançar a verdadeira complexidade das coisas, é necessária uma tomada de consciência radical por parte de professores, pesquisadores, cientistas, gestores escolares e alunos. Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido.
As escolas, ao ensinarem o aluno a ponderar, analisar, criticar e sintetizar, cumprem o seu papel de promover o aperfeiçoamento humano, o refinamento da sociedade e a preparação do estudante para a produção do conhecimento. Ao abordar os saberes necessários à educação do futuro, descreve-se a função da escola como o ato de ensinar ao estudante o que é o conhecimento. Tão importante quanto dominar as ferramentas tecnológicas é compreender a condição e a identidade humana, tendo em mente que, em todos os domínios do conhecimento, sobretudo na história, o surgimento do inesperado é vital, sendo a incerteza um dos saberes necessários à formação.
Compreende-se que a inovação e a renovação educacionais são bem-vindas quando se concebe a educação como uma prática social e como um processo único de aprendizagem associado à escola, à família e à sociedade. Ao aceitar que a educação é uma prática social sujeita a permanentes questionamentos e conduzida a finalidades coletivamente instituídas, reconhece-se que ela deve ser acompanhada por uma intensa atividade de pesquisa, exame e reflexão. Trata-se do processo social que leva o ser humano a reconhecer, buscar, instaurar e hierarquizar valores de modo a se aprimorar como sujeito integrante da sociedade. Entendida como um processo de aperfeiçoamento e de humanização do sujeito que incorpora inovações tecnológicas e saberes ancestrais, a educação será sempre considerada fundamental, inclusiva e para todos.

https://doi.org/10.1590/S0104-40362024003201221.adaptado.
Essa premissa convida a refletir sobre uma nova forma de educar que ajude a enfrentar os desafios do presente século.
Essa discussão se justifica pelos diversos e novos desafios que surgem e que as atuais e futuras gerações terão de enfrentar.
Ao aceitar que a educação é uma prática social sujeita a permanentes questionamentos e conduzida a finalidades coletivamente instituídas, reconhece-se que ela deve ser acompanhada por uma intensa atividade de pesquisa, exame e reflexão. 
Considerando a classificação, a função sintática e as relações referenciais estabelecidas pelas formas pronominais nos trechos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4414555 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A Educação e os novos tempos

Quando se pensa em educação nos tempos atuais, inovação e renovação são as palavras-chave que vêm à mente, principalmente após as inquietações geradas pela pandemia. Esse período reforçou a constatação de que a desigualdade de acesso ao ensino remoto prejudicou os estudantes mais vulneráveis e com menos recursos. Promover de forma mais efetiva o acesso às tecnologias digitais a todos deve ser prioridade dos governos que compreendem a educação como um investimento para o país. No entanto, surge a questão sobre se apenas essa medida responde a toda uma gama de indagações sobre como deve ser a formação educacional no segundo quarto do século XXI.
Ao refletir sobre essas questões, observa-se a relevância de pensar uma pedagogia contemporânea que ultrapasse o debate entre o novo e o tradicional. Essa premissa convida a refletir sobre uma nova forma de educar que ajude a enfrentar os desafios do presente século.
Diante das transformações ocorridas nas políticas mundiais, no clima e no avanço da tecnologia com a inteligência artificial, torna-se imprescindível refletir sobre uma educação contemporânea para repensar o futuro das próximas gerações. Essa discussão se justifica pelos diversos e novos desafios que surgem e que as atuais e futuras gerações terão de enfrentar. Trata-se de desafios ecológicos — que englobam aspectos climáticos, sanitários, alimentares e geopolíticos —; desafios culturais e sociais, suscitados pelas tecnologias digitais da informação e comunicação, pelo advento da inteligência artificial e por seu impacto no mercado de trabalho; desafios demográficos, tendo em vista a redução do número de jovens e o aumento da população idosa; além dos problemas herdados e transmitidos às próximas gerações, como a desigualdade social, o racismo e discriminações de vários tipos.
No final do século passado, a escola precisava não apenas desenvolver novas competências técnicas, mas também elevar o nível da formação básica da população por meio da ampliação da escolaridade obrigatória até, pelo menos, o fim do ensino médio. Atualmente, a maior parte dos governos, mediante a adoção de políticas públicas educacionais, encaminha as novas gerações à universidade ou aos institutos técnicos para responder às demandas do mercado de trabalho e das organizações internacionais.
Além disso, discute-se amplamente sobre a escola ideal do século XXI em um mundo dependente das novas tecnologias. É necessário compreender que a facilidade no acesso à informação e o conhecimento de informática não significam, por si sós, maior nível de educação ou de saber. A ferramenta tecnológica isolada não habilita ninguém a resolver as dificuldades que os estudantes enfrentam na atualidade. Novas práticas didáticas e recursos de ensino são desejados, mas não são suficientes para promover a educação por si mesmos. A introdução de tecnologias avançadas e da educação a distância nas escolas não constitui, isoladamente, a resposta para um ensino de qualidade.
O objetivo do ensino não deveria ser a mera transmissão do que já é conhecido, mas o desenvolvimento da capacidade de observação e de reflexão crítica, o que caracteriza a verdadeira inovação. Embora os métodos possam evoluir e ser aprimorados para satisfazer os anseios do indivíduo, a transmissão do conteúdo de uma geração à outra deve vir sempre unida à busca de sentido, visto que o ser humano é um ser social.
Em reflexões sobre a função da escola e a finalidade do conhecimento, pondera-se que o saber científico ainda é concebido com a missão de dissipar a aparente complexidade dos fenômenos para revelar a ordem simples a que obedecem. Para alcançar a verdadeira complexidade das coisas, é necessária uma tomada de consciência radical por parte de professores, pesquisadores, cientistas, gestores escolares e alunos. Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido.
As escolas, ao ensinarem o aluno a ponderar, analisar, criticar e sintetizar, cumprem o seu papel de promover o aperfeiçoamento humano, o refinamento da sociedade e a preparação do estudante para a produção do conhecimento. Ao abordar os saberes necessários à educação do futuro, descreve-se a função da escola como o ato de ensinar ao estudante o que é o conhecimento. Tão importante quanto dominar as ferramentas tecnológicas é compreender a condição e a identidade humana, tendo em mente que, em todos os domínios do conhecimento, sobretudo na história, o surgimento do inesperado é vital, sendo a incerteza um dos saberes necessários à formação.
Compreende-se que a inovação e a renovação educacionais são bem-vindas quando se concebe a educação como uma prática social e como um processo único de aprendizagem associado à escola, à família e à sociedade. Ao aceitar que a educação é uma prática social sujeita a permanentes questionamentos e conduzida a finalidades coletivamente instituídas, reconhece-se que ela deve ser acompanhada por uma intensa atividade de pesquisa, exame e reflexão. Trata-se do processo social que leva o ser humano a reconhecer, buscar, instaurar e hierarquizar valores de modo a se aprimorar como sujeito integrante da sociedade. Entendida como um processo de aperfeiçoamento e de humanização do sujeito que incorpora inovações tecnológicas e saberes ancestrais, a educação será sempre considerada fundamental, inclusiva e para todos.

https://doi.org/10.1590/S0104-40362024003201221.adaptado.
No entanto, surge a questão sobre se apenas essa medida responde a toda uma gama de indagações sobre como deve ser a formação educacional no segundo quarto do século XXI.
Além disso, discute-se amplamente sobre a escola ideal do século XXI em um mundo dependente das novas tecnologias.
Assim, a transmissão dos saberes precisa estar diretamente relacionada à busca de sentido. Considerando as relações semântico-discursivas estabelecidas pelos conectores no texto, analise as proposições a seguir.
I. Em "No entanto, surge a questão...", o conector promove uma reorientação argumentativa em relação à defesa precedente da ampliação do acesso às tecnologias digitais, introduzindo o questionamento sobre a suficiência dessa medida para responder às demandas da formação educacional.
II. Em "Além disso, discute-se amplamente...", o conector acrescenta à argumentação outro aspecto da reflexão sobre a educação contemporânea e promove a continuidade do discurso pela ampliação das considerações apresentadas.
III. Em "Assim, a transmissão dos saberes...", o conector introduz um encaminhamento derivado da reflexão prévia sobre a complexidade do conhecimento e estabelece uma relação de decorrência entre o conteúdo anterior e a afirmação que introduz.
IV. Nos três recortes, a substituição dos conectores, na mesma ordem, por "porém", "por conseguinte" e "ademais" preserva as relações semântico-discursivas estabelecidas no desenvolvimento argumentativo.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições CORRETAS.
Alternativas
Respostas
161: A
162: C
163: D
164: D
165: B
166: D
167: D
168: C
169: B
170: A
171: E
172: D
173: A
174: C
175: B
176: D
177: C
178: B
179: D
180: C