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Questões de Concurso Sobre sintaxe em português

Foram encontradas 51.581 questões

Q4251469 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

 Em “A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez.”, a substituição do conectivo “segundo” pela conjunção consoante preservaria a correção gramatical e o sentido original do período.
Alternativas
Q4251466 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

Na construção “A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.”, caso o pronome “que” fosse substituído pela estrutura em que, a forma verbal “tratou” deveria ser, obrigatoriamente, alterada para tratou‑se.
Alternativas
Q4251464 Português

Texto para o item. 

Uso de inteligência artificial na Administração Pública já traz benefícios 

Uma entre dez prefeituras brasileiras usa inteligência artificial, e também um entre quatro órgãos públicos federais. A informação foi passada durante audiência pública da Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara, que tratou dos desafios e das oportunidades do uso da inteligência artificial (IA) na Administração Pública.

O presidente do Instituto Illuminante de Inovação Tecnológica e Impacto Social, Gilberto Lima Júnior, acha que o uso ainda é pequeno, mas já trouxe benefícios. Ele citou o exemplo do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que acelerou o trâmite de marcas e patentes por meio de uma ferramenta de IA: a Fel INPI.

Já o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) usa a IA para detectar fraudes no programa Bolsa Família. Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.

A IA promove redução de 30% nos custos de operação e aumento de 40% na produtividade, segundo a coordenadora‑geral do Laboratório de Inovação em Inteligência Artificial da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Patrícia Baldez. Ela comentou também o caso de Pernambuco, que trabalha em regime no click, em que o estado entra em contato com o cidadão quando sabe que há a necessidade.

A respeito disso, Baldez citou um exemplo: quando uma criança faz aniversário, a mãe recebe uma mensagem pela internet caso a idade coincida com o calendário de vacinação. O aviso já informa o posto de saúde mais próximo.

“Até 2030, 80% dos empregos vão ser impactados por inteligência artificial. Até 2044, 50% dos empregos serão substituídos por inteligência artificial e, principalmente, os empregos que demandam mais intelecto. A questão braçal (mecânica) ainda vai demorar um pouco mais a chegar”, disse Baldez.

Internet: <www.camara.leg.br> (com adaptações).


Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir.

O período “Uma inovação mais perceptível é o chatbot, programa de computador que simula conversas para facilitar o acesso a serviços essenciais, além de auxiliar internamente, como ocorre no Ministério da Gestão.” poderia ser reescrito, sem prejuízo à correção gramatical e ao sentido original do texto, da seguinte forma: O chatbot, programa de computador simulador de conversas, constitui uma inovação mais perceptível, facilitando o acesso à serviços essenciais e auxiliando internamente o Poder Executivo.
Alternativas
Q4251201 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Entre as expressões destacadas nas alternativas, qual exerce a mesma função sintática do segmento sublinhado em “[...] a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade.”?
Alternativas
Q4251200 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Considerando o uso correto do acento indicativo de crase, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
(  ) Em “[...] o enfrentamento da desigualdade no acesso à água [...]”, é facultativo o uso do acento indicativo de crase no “a” destacado.
(  ) Em “[...] exige soluções adaptadas à realidade brasileira.”, o acento indicativo de crase foi empregado porque há a junção do “a” preposição, exigido pelo termo “adaptadas”, com o “a” artigo, que acompanha a expressão feminina “realidade brasileira”.
(  ) No trecho “[...] levando água potável a comunidades isoladas.”, o “a” em destaque poderia receber o acento indicativo de crase, sem prejuízo gramatical, uma vez que “comunidades isoladas” é uma expressão feminina.
Alternativas
Q4251199 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Assinale a alternativa na qual a palavra “que” tem função diferente da desempenhada no seguinte trecho: “A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água.”.  
Alternativas
Q4251197 Português

Milhões ainda vivem sem água tratada no Brasil,

apesar da abundância hídrica


No Dia Mundial da Água, Funasa apresenta soluções

em escala e mais de R$ 4 bilhões em ações para

enfrentar desigualdade no acesso


    Apesar de o Brasil concentrar uma das maiores reservas de água doce do mundo, o acesso à água tratada ainda é desigual e afeta milhões de brasileiros. Dados mais recentes do IBGE mostram que, em 2024, apenas 86,3% dos domicílios tinham acesso à rede geral de abastecimento de água, enquanto cerca de 3 em cada 10 lares ainda não estavam conectados à rede de esgoto. Em áreas rurais, o cenário é ainda mais crítico: apenas cerca de um terço das residências conta com abastecimento por rede geral.  


    No Dia Mundial da Água, celebrado em 22 de março, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) chama atenção para esse desafio estrutural e destaca soluções já em andamento que vêm ampliando o acesso à água segura e reduzindo desigualdades no país, principalmente nas Regiões Norte e Nordeste, que concentram os piores índices.


Soluções práticas


   Com foco em municípios de pequeno porte, áreas rurais e populações vulneráveis, a Fundação aposta em tecnologias de baixo custo e alta replicabilidade. Uma das principais iniciativas é o Salta-Z – sistema simplificado de tratamento de água desenvolvido por técnicos da Superintendência da Funasa do Pará –, que vem sendo expandido em todo o país, com previsão de cerca de 2,6 mil novas unidades para a região Amazônica apenas este ano, levando água potável a comunidades isoladas.  


   No semiárido, a estratégia passa pelo fortalecimento do programa de cisternas, com cerca de 21 mil unidades em implantação em oito estados neste ano, ampliando a segurança hídrica e reduzindo a dependência de fontes precárias. A tecnologia tem impacto direto na vida das famílias, especialmente de mulheres, que historicamente assumem a responsabilidade pelo acesso à água. 


   Outro eixo de atuação são as Melhorias Sanitárias Domiciliares (MSD), com editais lançados em 2025 para ampliar intervenções em residências, incluindo banheiros, soluções de esgotamento sanitário e acesso à água tratada – medidas essenciais para prevenir doenças e promover ambientes mais saudáveis. 


    A Funasa também vem avançando na reativação de laboratórios de análise da qualidade da água, fortalecendo a capacidade de monitoramento da potabilidade e a vigilância em saúde ambiental em articulação com o Sistema Único de Saúde (SUS). 


R$ 4 bilhões em saneamento


    No total, a Fundação mantém atualmente mais de R$ 4 bilhões em instrumentos vigentes, voltados a obras, tecnologias e ações estruturantes de saneamento e saúde ambiental em todo o país.


    Para o presidente da Funasa, o enfrentamento da desigualdade no acesso à água exige soluções adaptadas à realidade brasileira. “Saneamento é direito, não privilégio. Levar água segura às populações mais vulneráveis é uma das formas mais eficazes de prevenir doenças, reduzir desigualdades e promover dignidade”, afirma. 


    Segundo ele, essas iniciativas concretas reforçam que o avanço do saneamento no Brasil passa não apenas por grandes obras, mas também por soluções simples, eficazes e escaláveis – capazes de transformar, de forma imediata, a vida de milhões de brasileiros. 


Disponível em: https://www.gov.br/funasa/pt-

br/assuntos/noticias/2026/marco/milhoes-ainda-vivem-sem-agua-

tratada-no-brasil-apesar-da-abundancia-hidrica. Acesso em: 01 jun.

2026. 

Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, o valor semântico correto para o elemento coesivo destacado. 
Alternativas
Q4251003 Português
Leia o texto a seguir.


As redes sociais anestesiam sentimentos


Perdemos a capacidade de refletir e até curtir a solidão. O celular
traz desconexão. E o feed, ruptura


Ruth de Aquino



      Tristeza, raiva, desejo, inveja, humor e choque...em menos de 30 segundos de feed. Você abre o Instagram. Vê uma guerra. Depois um casal feliz. Um meme. Um corpo perfeito. Violência. Um cachorro fofo. Alguém chorando. Propaganda. Ódio político. Tudo em menos de 1 minuto. Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo.

     [...] A constatação é da psicóloga Fernanda Soibelman [...]. Sem conseguir elaborar emoções na velocidade do feed, nossos sentimentos dão um nó. A tristeza vira anestesia. A indignação vira cansaço. O desejo vira comparação. E o choque vira rotina.

     Tédio. Estou com tédio, dizem crianças e adolescentes quando sentem falta de um celular, um jogo, um iPad para se comunicar ou se divertir.

     Ok, o tédio ensina. Mas ficar entediado virou insuportável. Esperar virou angústia. Silêncio virou vazio. Como diz Fernanda, “estamos desaprendendo a sustentar experiências que não estimulam imediatamente”. Daí a dificuldade de ler qualquer texto mais longo.

     No momento, viajo sozinha na Europa. Estar só é uma posição privilegiada para observar o mundo. E refletir. Fico escandalizada com a onipresença do celular nas ruas, nos ônibus, nos metrôs, nos restaurantes, nos aeroportos, nos jardins. 

     No Rio e em SP, todo mundo tem medo de assalto e por isso, na rua, o celular não é tão visível. Mas em Paris, Londres, ou qualquer cidade europeia, o celular tornou-se uma extensão da mão – não importa a classe social, o figurino, o destino.

      O olhar deixou de mirar em volta. As pessoas esbarram forte umas nas outras e o tal “eye contact” virou uma quimera. Ninguém enxerga ninguém. Só o aparelhinho. Um desperdício. Não olham a paisagem, a arquitetura, a moda de rua, as pessoas. No Rio, você pode até acabar engolido por um bueiro.

    O maior efeito das redes não é nos tornar mais distraídos, diz Fernanda. Mas transformar nossa vida emocional num feed: rápido, fragmentado e incapaz de permanecer em algo ou alguém por muito tempo.

     Noreena Hertz, britânica, autora do livro “O século da solidão”, diz que as pessoas vivem um distanciamento perigoso. Estão mais solitárias do que nunca. Noreena falou à jornalista Cecilia Malan. “As pessoas sentem que não são vistas nem ouvidas. Sem conexão”. É uma contradição, num mundo tão conectado.


Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/ruth-de-aquino/coluna/2026/06/as-redes-sociaisanestesiam-sentimentos.ghtml. Excerto.Acesso em 04/06/2026 
No trecho "Mas nosso cérebro não foi feito para sentir tudo ao mesmo tempo" (1º parágrafo), o conectivo em destaque estabelece com o período anterior uma relação de: 
Alternativas
Q4250886 Português
Leia o texto a seguir.


Poluição nos oceanos já atinge até mar profundo


Gabriel Stefanelli Silva explica ser muito difícil saber exatamente de onde os poluentes estão vindo, porque podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos


    Um estudo do Instituto Oceanográfico da USP investigou a presença de microplásticos e poluentes persistentes na bacia de Santos, litoral de São Paulo. Através da análise de sedimentos de peixes e invertebrados que vivem entre 400 e 1.500 metros de profundidade, foram identificados a presença de fibras plásticas e poluentes orgânicos.

   Gabriel Stefanelli Silva, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, explica que o mar profundo ainda é pouco explorado devido à sua complexidade. Ele conta que os primeiros registros de lixo em mar profundo são de 2013 e que ainda existe pouca pesquisa nessa área por conta de questões envolvendo fi nanciamento e tecnologia.

Como foi feita a análise

    As amostras foram coletadas em expedições na Bacia de Santos, com ajuda do navio do Instituto Oceanográfi co, o Alfa Cruzes. Os pesquisadores utilizaram um equipamento capaz de retirar porções intactas do sedimento marinho e redes de arrasto para capturar peixes e invertebrados.

   Em laboratório, analisaram o conteúdo digestivo dos animais e os sedimentos em busca de microplásticos e poluentes orgânicos persistentes, compostos químicos que podem permanecer no ambiente por décadas.

Lixo no mar profundo

     Stefanelli explica que é muito difícil saber exatamente de onde esse material está vindo, porque eles podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos. O lixo das cidades é bastante responsável pela presença desses materiais no fundo do mar. Os resíduos, intencionalmente ou não, acabam indo parar nos rios, que em sua maioria desaguam no mar.

     Além disso, os microplásticos, por serem muito leves, também acabam sendo levados pelo ar. “Uma corrente de vento pode levar esse material por grandes distâncias, inclusive, na atmosfera. Mas também tem a questão do aporte de material que já está no oceano. Então, em embarcações, por exemplo, em plataformas off shore, também geram lixo, também geram esse resíduo que já está ali no ambiente.”


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-nos-oceanos-ja-atinge-ate-marprofundo/. Excerto. Acesso em 04/06/2026
No segmento "o mar profundo ainda é pouco explorado devido à sua complexidade" (2º parágrafo), as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como: 
Alternativas
Q4250884 Português
Leia o texto a seguir.


Poluição nos oceanos já atinge até mar profundo


Gabriel Stefanelli Silva explica ser muito difícil saber exatamente de onde os poluentes estão vindo, porque podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos


    Um estudo do Instituto Oceanográfico da USP investigou a presença de microplásticos e poluentes persistentes na bacia de Santos, litoral de São Paulo. Através da análise de sedimentos de peixes e invertebrados que vivem entre 400 e 1.500 metros de profundidade, foram identificados a presença de fibras plásticas e poluentes orgânicos.

   Gabriel Stefanelli Silva, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, explica que o mar profundo ainda é pouco explorado devido à sua complexidade. Ele conta que os primeiros registros de lixo em mar profundo são de 2013 e que ainda existe pouca pesquisa nessa área por conta de questões envolvendo fi nanciamento e tecnologia.

Como foi feita a análise

    As amostras foram coletadas em expedições na Bacia de Santos, com ajuda do navio do Instituto Oceanográfi co, o Alfa Cruzes. Os pesquisadores utilizaram um equipamento capaz de retirar porções intactas do sedimento marinho e redes de arrasto para capturar peixes e invertebrados.

   Em laboratório, analisaram o conteúdo digestivo dos animais e os sedimentos em busca de microplásticos e poluentes orgânicos persistentes, compostos químicos que podem permanecer no ambiente por décadas.

Lixo no mar profundo

     Stefanelli explica que é muito difícil saber exatamente de onde esse material está vindo, porque eles podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos. O lixo das cidades é bastante responsável pela presença desses materiais no fundo do mar. Os resíduos, intencionalmente ou não, acabam indo parar nos rios, que em sua maioria desaguam no mar.

     Além disso, os microplásticos, por serem muito leves, também acabam sendo levados pelo ar. “Uma corrente de vento pode levar esse material por grandes distâncias, inclusive, na atmosfera. Mas também tem a questão do aporte de material que já está no oceano. Então, em embarcações, por exemplo, em plataformas off shore, também geram lixo, também geram esse resíduo que já está ali no ambiente.”


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-nos-oceanos-ja-atinge-ate-marprofundo/. Excerto. Acesso em 04/06/2026
No trecho "Além disso, os microplásticos, por serem muito leves, também acabam sendo levados pelo ar" (6º parágrafo), a expressão em destaque veicula sentido de:
Alternativas
Q4250883 Português
Leia o texto a seguir.


Poluição nos oceanos já atinge até mar profundo


Gabriel Stefanelli Silva explica ser muito difícil saber exatamente de onde os poluentes estão vindo, porque podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos


    Um estudo do Instituto Oceanográfico da USP investigou a presença de microplásticos e poluentes persistentes na bacia de Santos, litoral de São Paulo. Através da análise de sedimentos de peixes e invertebrados que vivem entre 400 e 1.500 metros de profundidade, foram identificados a presença de fibras plásticas e poluentes orgânicos.

   Gabriel Stefanelli Silva, um dos pesquisadores responsáveis pelo estudo, explica que o mar profundo ainda é pouco explorado devido à sua complexidade. Ele conta que os primeiros registros de lixo em mar profundo são de 2013 e que ainda existe pouca pesquisa nessa área por conta de questões envolvendo fi nanciamento e tecnologia.

Como foi feita a análise

    As amostras foram coletadas em expedições na Bacia de Santos, com ajuda do navio do Instituto Oceanográfi co, o Alfa Cruzes. Os pesquisadores utilizaram um equipamento capaz de retirar porções intactas do sedimento marinho e redes de arrasto para capturar peixes e invertebrados.

   Em laboratório, analisaram o conteúdo digestivo dos animais e os sedimentos em busca de microplásticos e poluentes orgânicos persistentes, compostos químicos que podem permanecer no ambiente por décadas.

Lixo no mar profundo

     Stefanelli explica que é muito difícil saber exatamente de onde esse material está vindo, porque eles podem chegar ao oceano profundo por diferentes caminhos. O lixo das cidades é bastante responsável pela presença desses materiais no fundo do mar. Os resíduos, intencionalmente ou não, acabam indo parar nos rios, que em sua maioria desaguam no mar.

     Além disso, os microplásticos, por serem muito leves, também acabam sendo levados pelo ar. “Uma corrente de vento pode levar esse material por grandes distâncias, inclusive, na atmosfera. Mas também tem a questão do aporte de material que já está no oceano. Então, em embarcações, por exemplo, em plataformas off shore, também geram lixo, também geram esse resíduo que já está ali no ambiente.”


Fonte: https://jornal.usp.br/atualidades/poluicao-nos-oceanos-ja-atinge-ate-marprofundo/. Excerto. Acesso em 04/06/2026
O trecho "os microplásticos, por serem muito leves, também acabam sendo levados pelo ar" (6º parágrafo) estabelece entre as orações uma relação de: 
Alternativas
Q4250874 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia. 

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.



https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250873 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia. 

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.



https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.

II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.

III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."

IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.


Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Q4250872 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia. 

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.



https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4250854 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.

II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.

III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."

IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.


Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas. 
Alternativas
Q4250853 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

I.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250852 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem  desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250834 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento."
Com base no uso da expressão 'no entanto' no trecho, analise as asserções a seguir.

.A expressão 'No entanto' estabelece relação de oposição entre a ideia apresentada e a informação imediatamente anterior do texto.
PORQUE
II.A expressão 'no entanto' é uma locução conjuntiva coordenativa adversativa, semanticamente equivalente a 'contudo' e 'todavia', empregada, no trecho, para contrapor ideias entre períodos distintos.


A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4250833 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
"Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento."
Considerando a regência do verbo 'defender', no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4250832 Português
Humanização e diálogo: antídoto pedagógico contra a violência nas escolas


Diante da escalada de ataques e episódios de violência em instituições de ensino, como os recentes casos registrados no Ceará e no Rio de Janeiro, especialistas e educadores defendem uma mudança radical na estratégia de enfrentamento.

Em vez de focar exclusivamente em medidas de segurança física, como detectores de metais e vigilância armada, o caminho para pacificar o ambiente escolar passa pela reconstrução do sentimento de pertencimento e pela humanização das relações pedagógicas.

A resposta institucional imediata costuma ser o controle. No entanto, o diagnóstico pedagógico é claro: a escola excessivamente burocratizada e centrada no desempenho ignora o sofrimento e a invisibilidade dos jovens. Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social e ressentimento.

A violência escolar não se resolve com controle, vigilância ou punição. Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais que atravessam os sujeitos", aponta a especialista Maria Amélia Santoro, que é doutora em educação, pós-doutora em pedagogia e organizadora do livro "Pedagogias Emergentes: princípios e práticas".

Para transformar o clima escolar, a especialista enfatiza que é necessário que o aluno deixe de ser um número ou um objeto de disciplina para se tornar um sujeito legítimo. "Isso exige a implementação de assembleias de classe, práticas restaurativas e um currículo que dialogue com as angústias reais do estudante", afirma Maria Amélia.

De acordo com ela, a prevenção ocorre quando o jovem encontra vínculos significativos. Em outras palavras, um adolescente agressivo é, muitas vezes, um jovem desamparado. "Quando ele se sente parte de um projeto coletivo, a escola deixa de ser um 'território hostil' e passa a ser um espaço de proteção", avalia.


https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/humanizacao-e-dialogo-antidot o-pedagogico-contra-a-violencia-nas-escolas/fragmento
Considerando a concordância verbal e nominal empregada no texto, julgue as proposições a seguir:

I.Em "Essas medidas podem até conter episódios imediatos, mas dificilmente transformam as causas profundas e estruturais", os verbos 'poder' e 'transformar' compartilham o mesmo sujeito, o que justifica a flexão correta no plural.

II.Em "Muitos dos que produzem violência carregam marcas de exclusão social", o verbo 'carregar' concorda com o pronome relativo 'que', núcleo do sujeito.

III.Na frase 'é necessário que o aluno deixe de ser um número', a expressão 'é necessário' mantém-se invariável por preceder oração subordinada, regra que se estende, de igual modo, aos casos em que 'necessário' antecede um substantivo determinado por artigo, como em 'é necessário a proposta do aluno'."

IV.Em "especialistas e educadores defendem uma mudança radical", há sujeito composto, e o verbo 'defender' está corretamente flexionado no plural para concordar com os dois núcleos coordenados.



Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
Alternativas
Respostas
161: C
162: E
163: E
164: C
165: D
166: A
167: B
168: C
169: C
170: B
171: C
172: B
173: B
174: D
175: A
176: A
177: B
178: D
179: D
180: C