Questões de Concurso
Sobre sintaxe em português
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Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que, em:
Quanto à regência do verbo destacado nesta frase, trata-se de um verbo:
O termo destacado trata-se de uma oração:
Na oração destacada, é correto afirmar que o:
A osteoporose é um quadro marcado pela perda progressiva de massa óssea.
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/ c895r3l188do. Adaptado)
Sintaticamente, o sujeito da oração é:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta
Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.
De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.
Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.
Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.
"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.
E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.
Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.
"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.
Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.
"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.
E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.
A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.
"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.
A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.
"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.
Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.
A frase em questão trata-se de um período composto por:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta
Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.
De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.
Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.
Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.
"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.
E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.
Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.
"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.
Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.
"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.
E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.
A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.
"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.
A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.
"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.
Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.
O número de preposições presentes na frase é de (considere as contrações):
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta
Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.
De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.
Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.
Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.
"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.
E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.
Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.
"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.
Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.
"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.
E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.
A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.
"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.
A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.
"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.
Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.
Em relação à frase, é correto afirmar que o:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
A planta amazônica que virou a espécie invasora mais dominante do planeta
Os incêndios no Havaí deixaram centenas de mortos e imagens desoladoras numa das paisagens mais idílicas do planeta. Mas também destacaram um fator que estaria por trás dos incêndios florestais que, como o que ocorreu no Havaí, se repetem em todo o mundo: a presença de plantas exóticas invasoras.
De acordo com um relatório recente apoiado pela ONU, essas plantas fazem parte do grupo de espécies que estão relacionadas a 60% das extinções de plantas e animais a nível mundial.
Como elas são estranhas aos ecossistemas invadidos, elas prejudicam a natureza local, abalam cadeias alimentares e ameaçam a saúde humana a um custo estimado em US$ 423 bilhões, aponta o relatório, com base em dados de 2019.
Segundo os especialistas, as plantas invasoras amplificam os efeitos que as alterações climáticas causam no planeta.
"A ação de plantas invasoras resulta em incêndios mais intensos e frequentes, como alguns dos devastadores ocorridos recentemente em todo o mundo, libertando ainda mais dióxido de carbono na atmosfera", observa o relatório.
E, entre essas plantas, há uma que predomina sobre as demais espécies: a pontederia crassipes, mais conhecida como jacinto-de-água ou aguapé.
Originária da América do Sul, especialmente da região amazônica, ela é a espécie terrestre invasora exótica mais difundida.
"Com o aumento do uso da terra para a produção agroindustrial, aumenta também o uso de plantas exóticas que acabam se tornando invasoras, como estamos vendo em todo o planeta", diz a professora Helen Roy, especialista em plantas invasoras e membro do Centro Britânico de Ecologia e Hidrologia.
Roy, que liderou o relatório feito à ONU, salienta que essa planta em particular causou efeitos profundos em diferentes regiões, como o Lago Vitória, na África.
"O lago, uma das principais fontes de alimento de milhões de pessoas, ficara sem peixes, mais especificamente a tilápia, porque o aguapé absorve nutrientes essenciais para os animais que vivem ali", explica.
E essa planta, que também é reconhecida pela beleza da sua flor, já chegou a muitas regiões onde causou graves e diversos danos.
A expansão de plantas invasoras é considerada crítica por cientistas e ambientalistas.
"É uma situação que afeta toda a sociedade em diferentes níveis, independentemente da sua origem ou status: atacam o centro dos habitats e as cadeias de abastecimento que saem do ambiente", explica Roy.
A principal solução é a prevenção no manejo de plantas destinadas à exportação ou importação.
"É preciso levar em conta que muitas dessas plantas que hoje são invasoras foram trazidas para proporcionar algum benefício às pessoas. O problema é que não se teve cuidado com os efeitos que isso poderia causar", diz Roy.
Por essa razão, tanto Roy como Puchard avaliam que a prevenção e o controle da flora e da fauna nas fronteiras é uma das medidas mais eficazes que podem ser implementadas para prevenir a chegada de espécies invasoras.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c727vygjx8jo. Adaptado.
A oração destacada trata-se de uma oração:
Leia o texto para responder a questão.
Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia
Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas
A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%
Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.
“Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.
A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.
Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.
“Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.
[...]
Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/
Leia o texto para responder a questão.
Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia
Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas
A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%
Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.
“Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.
A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.
Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.
“Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.
[...]
Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/
E assinale a alternativa que classifica corretamente os termos em destaque, respectivamente.
Leia o texto para responder a questão.
Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia
Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas
A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%
Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.
“Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.
A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.
Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.
“Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.
[...]
Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/
Leia o texto para responder a questão.
Entenda as questões por trás da quantidade de água recomendada por dia
Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra, dizem especialistas
A água é uma grande parte da composição do corpo humano, cerca de 60 a 70%
Que beber água é imprescindível para a manutenção da saúde não há dúvidas – isso é um consenso. No entanto, a quantidade diária a ser ingerida ainda é alvo de divergências entre as comunidades médica e científica.
“Por ser tão crítica para a vida, há processos fisiológicos que controlam de forma estrita o balanço de sal e água no organismo. De forma simplificada, para manter a quantidade de água do nosso corpo, é preciso repor as perdas”, afirma o professor Eduardo Barbosa Coelho, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP).
Um estudo da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, publicado em novembro de 2022, colocou mais lenha na fogueira da discussão sobre a quantidade ideal de água por dia.
A pesquisa aponta que a ingestão recomendada de água de oito copos, cerca de dois litros, por dia raramente corresponde às necessidades reais e, muitas vezes, pode ser alta. Segundo a pesquisa, a quantidade necessária para ser bebida varia entre 1,3 a 1,8 litros por dia, a depender da idade, clima e onde a pessoa vive.
Um estudo publicado na revista Science indica que o volume para consumo diário é determinado por diversos fatores como sexo, idade, aspectos físicos, umidade do ar, temperatura e até mesmo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Nesse sentido, pode não existir uma quantidade ideal de água ー como os famosos dois litros ー, já que a influência de múltiplos pontos modifica a necessidade de cada indivíduo.
“Não há um valor ‘normal’ ou recomendável para se ingerir ao dia. Geralmente, para um adulto numa dieta normoproteica padrão, cerca de um a um e meio litros de água serão suficientes para manter o balanço hídrico. Porém, esse valor dependerá do metabolismo individual, da idade, da distribuição de gordura corporal, das condições ambientais, da atividade física e de outros fatores que afetam a perda de água. Há uma ideia generalizada de que consumir água faz bem à saúde. Como descrito acima, há mecanismos fisiológicos para a manutenção de um equilíbrio hídrico e caso haja falta de água a sede aparecerá”, afirma Coelho.
[...]
Adaptado de https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-as-questoes-por-tras-daquantidade-de-agua-recomendada-por-dia/
Analise: “Beber água é importante, mas dois litros por dia não é regra” e assinale a alternativa que apresenta a classificação corretas das orações.
Leia o texto para responder a questão.
Profissionalização é fundamental para crescimento do mercado de aluguel no Brasil Com o desenvolvimento do país, o mercado de aluguéis tende a crescer, e profissionalização do segmento é o motor central para isso acontecer
O número de brasileiros que moram de aluguel irá aumentar nos próximos anos. A afirmação pode parecer muito categórica, mas o cenário internacional permite fazer esse tipo de previsão com relativa segurança.
À medida que um país se desenvolve e suas metrópoles tornam-se maiores, mais diversas e densamente povoadas, o aluguel tende a ser a modalidade predominante de moradia, ao menos nas grandes cidades.
Peguemos como exemplo a cidade de Nova York, nos Estados Unidos: quase 70% de seus habitantes vivem em imóveis alugados, de acordo com o NYU Furman Center, que pesquisa questões de moradia. Em Manhattan, região central da cidade, mais densa e valorizada, esse índice está na casa dos 76%. Se olharmos para outras grandes metrópoles como Paris, Londres ou Barcelona, encontraremos estatísticas similares.
No mercado imobiliário brasileiro isso também acontecerá, mas não a curto prazo. Aqui, não mais do que 30% da população vive em imóveis alugados, sendo uma parte relevante feita sem o apoio devido de um profissional de gestão. Há diferenças importantes também na maneira como esse mercado está organizado: a enorme maioria dos imóveis disponíveis para aluguel pertence a pessoas físicas. Nos Estados Unidos e países da Europa, uma parcela relevante dos imóveis de locação pertence a investidores profissionais, incorporadoras ou fundos imobiliários, que se dedicam exclusivamente à gestão dos aluguéis.
Em suma, o mercado de locação brasileiro ainda é pouco profissionalizado se comparado ao de países desenvolvidos. Quem já precisou alugar uma casa ou apartamento sabe como a jornada do aluguel, do momento da escolha do imóvel até a entrega da documentação, pode ser desafiadora. Alguns critérios mudam radicalmente de um proprietário para outro, por vezes as partes não têm clareza sobre as obrigações de cada lado, muitos proprietários não conseguem manter seus imóveis atualizados e em bom estado de conservação, além do alto temor em relação à inadimplência.
Vale pontuar que a gestão de aluguel é também uma especificidade com pouco destaque dentro das imobiliárias e visto como trabalhoso pelos corretores muito por conta dos fatores acima, bem como pelo retorno das transações em comparação à dedicação investida. Mas há oportunidades. Dado que a proporção de brasileiros que vivem de aluguel continuará crescendo, e considerando também essas particularidades do nosso mercado imobiliário, é preciso discutir estratégias para profissionalizar a locação no país. É exatamente aqui que os profissionais do mercado, desde imobiliárias e corretores, até fundos e incorporadores, podem desempenhar um papel decisivo.
Ampliando a expertise na gestão dos imóveis e utilizando tecnologias para otimização, já é possível tornar a jornada de locação mais simples e eficiente para todos.
Isso começa com uma boa orientação aos proprietários, e conhecer os desejos dos locatários é essencial. Estudos de mercado, como os do DataZAP+, são boas formas de acompanhar as novidades e antecipar desejos. O levantamento “Tendências do Moradia 2022 - Locação”, por exemplo, revela que quem busca imóveis para alugar tem preferência por bairros planejados e condomínios que disponibilizam lazer e entretenimento em suas dependências, como piscina, academia e churrasqueira, além de novidades no quesito conveniência, como mensageria, espaço pet e minimercados. Essas informações contribuem para oferecer insights para proprietários e atender aos anseios de um locatário que espera ter seus reais interesses contemplados.
Ao mesmo tempo, os recursos digitais permitem agilizar muitas das etapas do processo de escolha de uma moradia. E já há soluções que entregam uma proposta de locação muito completa, que atende muito bem a parte mais crucial da jornada, desde a captação de potenciais interessados, agendamento de visita, fluxo de proposta e contraproposta até análise de perfil. O ZAPWay+, por exemplo, é uma solução que permite à imobiliária analisar perfil do inquilino, e oferecer garantia de recebimento ao proprietário, contando também com uma esteira de negociação e gerenciamento de oportunidades, assinatura digital de contrato e agendamento de visita. Não à toa, imobiliárias que aderem, relatam um tempo de locação 35% menor se comparados aos anúncios tradicionais.
Com esta evolução do mercado e o amadurecimento de soluções digitais capazes de simplificar e afunilar muito mais o processo de escolha, a jornada do aluguel torna-se muito mais simples e atrativa para todas as partes.
A questão, portanto, é que elas precisam se envolver mais na gestão ativa dos aluguéis, pois um país em desenvolvimento como o Brasil, com um mercado imobiliário extremamente relevante, necessitará cada vez mais desse tipo de serviço. A profissionalização do setor de locação é etapa indispensável da nossa busca por cidades mais desenvolvidas, inteligentes e funcionais.
Disponível em https://exame.com/colunistas/genomaimobiliario/profissionalizacao-e-fundamental-para-crescimento-do-mercado-dealuguel-no-brasil/